História Minha Ômega no Cio - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Tags Abo, Alfa, Beta, Cio, Futurístico, Gravidez, Heat, Hentai, Híbrido, Ômega, Romance, Rut
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Palavras 1.929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olha só quem voltou, Aleluia!!!
estão eu tive uma inspiração doidona essa semana e vou usa-la pra escrever, espero que gostem
bejinhos

Capítulo 9 - Missão Resgate!


Harry dirigia, seu olhar não estava focado na estrada de fato, não enquanto Alya estava ao seu lado, não quanto ela estava tão maravilhosa usando a blusa dele, uma parte primitiva de si ficou satisfeita ao vê-la assim, mas... ela não estava bem, o olhar perdido e vazio e ele sabia que ela não estava ali de fato, estava muito distante, focada na irmã, na pequena Layla.

O alfa também não conseguia se esquecer da imagem, do vidro ensanguentado, dos cortes, da sensação de... morte.

Ele pegou delicadamente a mão dela, pequena e calejada comparada a dele, mesmo assim, ela não o olhou, mas sua orelha se mexeu na sua direção, ela estava ouvindo.

“Ali, eu...” Só então percebeu que não tinha nada para dizer então voltou seu olhar para estrada, as mãos ainda juntas, e, em algum momento, todo tempo que eles haviam passado distantes fora apenas um sonho.

Ele levou a mão dela aos lábios, e beijou com calma os nós de seus dedos e ela finalmente o encarou, a íris brilhando levemente arroxeada, um sorriso de luxuria surgiu em seu rosto.

“Pare o carro” Disse ela, mais como uma ordem, que ele estava muito feliz em obedecer. Com o carro já parado no acostamento, eles se encararam, os dedos ainda entrelaçados.

A outra mão de Harry acariciou a bochecha da ômega, que, sem nem ao menos perceber, inclinou o rosto na direção do carinho...

Uma verdadeira gatinha

“Ali, sua irmã, ela vai ficar bem... eu prometo para você” Ela continuou o olhando, aproveitando o carinho, mas Harry podia jurar que dor pairava nos seus olhos. Ele se aproximou mais, estavam perigosamente próximos agora “Eu...”

“Cale a boca e me beija” Interrompeu ela, a boca dela era linda, ela era linda, as bochechas levemente vermelhas, as orelhas no topo da cabeça abaixadas, as coxas expostas já que ela estava ajoelhada no banco, linda, completamente linda.

E então, ele avançou...

Os lábios dela eram macios e se moviam com fluidez sobre os seus durante o beijo, era um beijo calmo, apesar das circunstancias, mas isso não continuou por muito tempo, Alya passou os braços no pescoço do outro, as mãos se enterrando em seu cabelo, em de alguma forma no momento seguinte ela estava sobre ele no banco do carro, as pernas ao redor do quadril dele se beijando vorazmente.

As mãos do alfa desceram pelo corpo de Alya, e pararam em suas coxas,

Puta. Que. Pariu.

Como é possível que alguém tão pequena tenha coxas tão grandes? Como Harry ainda não tinha percebido?

Talvez, algo mais maravilhoso que as coxas de Alya, foi o gemido que ela soltou quando ele as apertou, jogando a cabeça para trás e quase ronronando em meio ao gemido.

O carro parecia bem mais quente do que deveria ser no início do inverno, mas ambos os corpos se esfregavam em meio a beijos e gemidos, a luxuria realmente era o melhor pecado de todos. A ômega abraçou o pescoço de Harry, e este, por fim, deu um chupão bem forte na pele entre o pescoço e o ombro, foi tão maravilhosamente bom que ela poderia ter chorado, bem, ela estava, só que mais embaixo.

Em meio a um beijo particularmente violento, Alya sentiu o telefone vibrando no bolso da calça, então abriu vagarosamente os olhos, e percebeu, que ela estava dormindo.

 

O telefone realmente estava tocando quando ela acordou, sem conseguir olhar para Harry naquele momento, ela só tratou de procurar o telefone, por que caralhos ela teve um sonho erótico com Harry Bayne? O seu... amigo?

Sentindo o rosto queimar sob o olhar do alfa, como se ele pudesse ver o desejo que escorria entre suas coxas, ela encontrou o telefone, e confusão ficou estampada em seu rosto, porque Liam estaria ligando para ela?

“Está tudo bem? ” Perguntou Harry, Alya havia se remexido no banco no caminho de volta, talvez estivesse tendo um pesadelo, pensou ele, mas ela não havia olhado para ele desde que acordara.

“É meu irmão” Respondeu ela. Harry ousou olhar para a pista, estava vazia em plena 8 da manhã, então voltou a olhar para a ômega, um olho na estrada enquanto dirigia, vendo a garota ir de envergonhada para completamente pálida em segundo.

Com as orelhas de Lúpus Harry conseguiu ouvir gritos, a maior parte de Liam, que chamava desesperado por seu ômega. “O que está acontecendo? ” Mas ele foi silenciado pelo olhar de Alya, ela não disse nada pelos próximos minutos, e parecia uma folha de papel quando finalmente desligou o telefone.

“Vire a próxima à direita, depois a terceira a esquerda, sigo reto até as casas chiques, número 57” O alfa hesitou, ela estava bem? Com certeza não, mas...

“Agora Alfa! ” Então ele obedeceu.

-x-

A rua estava silenciosa, grandes casas vitorianas, calçadas perfeitas, bmws nas garagens, um paraíso, mas havia um clima estranho no ar, de longe era possível sentir os ferormônios de ansiedade e raiva que emanava da casa 57, as persianas das casas estavam todas fechadas, e aruá, geralmente cercada de crianças, estava vazia.

Alya sentia os nervos à flor da pele, estava cansada, esgotada na verdade, e, ela tinha a sensação ruim que havia forçado Harry a leva-la ali, de algum jeito, ela, uma ômega que achava que era uma beta até uma semana atrás, obrigou um alfa lúpus a obedece-la, e isso a assustava.

“É a casa do Liam” disse Harry

“Espere por mim aqui, portas abertas, mantenha o carro ligado” Alya havia entrado naquele modo automático de mãe super-protetora e mandona, precisa ser rápida, ainda ia acontecer alguma merda.

“Não, seja lá o que esteja acontecendo, vou com você” insistiu o alfa, teimoso “Vamos Aly, consigo sentir o cheiro também sabia? Não vai conseguir tirar um alfa e um ômega no cio de lá sozinha”

Merda, ele tinha razão, mas, não era justo colocar ele na mira de Vanessa, podia dar muita, muita merda para ele. A ômega sabia que podia fazer aquilo de novo, e que ele ficaria no carro, em segurança, mas não parecia certo, de forma alguma parecia certo, então eles, juntos, entraram na casa.

A janela no segundo andar estava aberta, assim como avisara Liam, mesmo não havendo seguranças na porta, eles estavam lá, ela já havia subido em arvores o bastante para saber como chegar ao batente, com Harry logo atrás.

O cheiro lá dentro: medo, ansiedade, excitação, sexo, fizeram aquela parte nova e inesperada de Alya se contorcer, e ela ficou momentaneamente tonta, era, estranho, uma sensação que mexia com alguma coisa dentro dela, se Harry estava sentindo a mesma coisa, ele não demonstrou.

O silencio era assustador, apenas os passos dos seguranças no andar de baixo, quebravam o clima, com o coração na boca, Alya conduziu Harry pelo corredor, depois, até a escada do sótão, o terceiro degrau rangia, e ambos sabiamente o evitaram, a tranca só podia ser aberta do lado de fora, então, com um suspiro nervoso, Alya abriu a porta.

-x-

Ele estava ficando louco, aqueles cheiros eram demais para ele, principalmente com o cheiro de Alya bem forte, é claro que não era proposital, mas... porra!

A casa estava cheia de ferormônios, mas também, o cheiro de medo, isso o fazia ficar ansioso, nervoso até, mas nada o preparou para a sensação que subiu quando Alya abriu aquela porta.

Tinha uma ômega lá dentro, no cio, ou bem próximo, encostada em uma parede, nua, soltando um cheiro tão forte que Harry arquejou, era tão fodidamente doce, e incomodativo até, e cheirava a desespero, depois o cheiro de Alfa, era mais fraco, e vinha de Liam, do outro lado da sala, sem camisa e ofegante, vestia apenas uma calça de pijama azul, e... pequena, como se não tivesse tido tempo de escolher nada melhor.

Ele olhou para nós, a pupila quase cobrindo toda a íris, e o cheiro de alfa aumentou. Alya foi aos tropeços até ele, Harry não conseguiu, estava nervoso, ele tinha um bom autocontrole, mas ter três ômegas com cheiros fortes e um alfa que exalava domínio o deixava nervoso, queria tirar Alya dali rápido, afastá-la de Liam, logo, mas ela só continuou se aproximando de Liam, disse alguma coisa para ele, em voz baixa, e depois o ajudou a levantar.

Quase foi até lá, mas Liam rosnou para ele, mostrando os dentes, os caninos pontudos, e veio apoiado em Alya até Harry que segurou seu cheiro, mantendo-o controlado, não queria deixar Liam mais a flor da pele.

“E a ômega? ” Perguntou para Alya, em um sussurro

“Uma prostituta, não está sofrendo de verdade, deve ser um remédio, deixe-a aí”

Eles seguiram de volta ao quarto, havia vozes, Harry percebeu, no andar de baixo, vozes sussurradas e passos de seguranças, o coração dele batia tão rápido que Alya poderia escutar, mas ela não estava prestando muita atenção nele, ela deixou Liam sentado na cama, pegou uma mala e começou a tacar roupas lá dentro, de Mail, de Liam, levou alguns segundos para ela perceber o que ela estava fazendo: Liam e Mail não iam voltar àquela casa.

Harry começo a trabalhar também, foi até o armário e separou um conjunto de roupas para o outro alfa: calças de tecido mais grosso, uma blusa branca, e um moletom escrito cinza, então foi até Liam, ele estava sentado, com as mãos cobrindo os olhos, suando.

“Vista isso, vai disfarças o cheiro” Disse, mas Liam o ignorou, estava tremendo e não estava bem, então ocorreu a Harry que Alya era uma ômega, com um cheiro bem forte e que não fazia ideia de como controla-lo, e que, mesmo marcado, Liam podia ser influenciado por isso.

A espécie híbrida era primitiva, funcionava por cheiros, sensações, e Harry era um lúpus, e estava sendo ameaçado por um alfa no cio, então ele se abaixou a altura dos olhos de Liam e disse: “Olha só, eu sei que você está se segurando, mas sua irmã está fazendo um favor para você para salvar seu ômega, então você vai vestir essas roupas agora” E Liam compreendeu, vestiu as roupas hesitante e quando Alya voltou, carregando uma mala gigante, ele a olhou como se ela fosse sua irmã, e não uma ômega.

-x-

Liam não queria deixar a casa sem Mail, ele insistiu e usou de todos os tipos de chantagem possível para convence-la de que era uma boa ideia deixa-lo descer para pegar o ômega.

Mas eles eram igualmente teimosos, e no fim, Alya venceu.

Liam sabia se controlar, e ainda não estava no pico do cio, então ele desceu a janela, pegou a mala e foi até o carro, que estava parado no fim da rua. O coração dela batia muito forte e seu íntimo, aquela parte estranha e nova, estava com uma sensação de formigamento no corpo, mas quando Liam finalmente saiu, algum tipo de pressão saiu de dentro dela, um alivio, mas não durou muito, porque alguém começou a gritar.

Aquela prostituta de merda tinha acabado de dedurar eles, e os passos e gritos começaram a vir na direção deles, aquilo era ruim, se Vanessa os visse ali, seria um desastre, Alya ia desfigurar aquela vagabunda de merda.

“Harry, desça e tente entrar pela janela da cozinha, tem uma pequena porta perto da lavanderia, o Mail deve estar lá, eu vou distrair eles” O alfa pareceu hesitar.

“Mas Aly”

“Vai logo, eu vou ficar bem” E ele foi.

Alya deu um suspiro, mas não conseguiu relaxar, porque de repente ouviu-se o barulho do gatilho sendo armado.

“Olha só o que temos aqui! ”  


Notas Finais


Prontinho, espero que gostem, bejão


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