História Minha Pequena, Sad - Amor Doce - Garota Suicida - Castiel - Capítulo 3


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Debrah, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Violette
Visualizações 317
Palavras 1.452
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Uma Lágrima -


Fanfic / Fanfiction Minha Pequena, Sad - Amor Doce - Garota Suicida - Castiel - Capítulo 3 - Uma Lágrima -

Lyana já ia a escola junto comigo, porém caiu em sala deferente da minha o que me fez ficar aliviado. Lysandre pegava em meu pé sobre apresentá-la a Rosa, Armim e eles e sempre neguei... Por fim, Lyana sempre ficava na dela, quieta, serena e sozinha, é a primeira vez que ela está em uma escola? Pensei

Lyana On

Faz mais ou menos um mês que estou aqui, com o Castiel... Não tá uma coisa sei lá "boa". Seria bom se ao menos tivesse um diálogo entre a gente, ele parece um mar agitado e contagiante, as vezes calmo, as vezes sereno e as vezes bravo... Pode ser que não, mas, queria ver seu mar em chuva e tempestade afogando seus objetivos e revivendo outros.  

Ouvir ele tocar, as vezes sua sintonia com a guitarra é única quando ele está bravo ele briga com as cordas deixando as notas certas para trás criando um som só dele e quando está calmo não agride a guitarra ele apenas a toca no mesmo som de sempre, no mesmo jeito... 

Hoje é sábado queria acorda tarde mais não consigo. Nunca. Deixo minhas coisas pra trás indo pro banheiro ainda pensando em ter que esperar três horas pro Castiel acorda.

Agora, quero tomar banho vou escovar os dentes antes de entrar no box, vou me despindo, o banheiro não é muito grande, mas à um espelho grande o suficiente entre o box e a pia da pra ver meu corpo todo... Odeio ele, ele é magro, braços finos, só osso, cabelo, olhos, boca, rosto... Tudo, odeio tudo. O que dói mais é que eu me odeio! Em todos os pontos, em todos os cantos, em tudo, nas decisões as ações. 

-Minha vida é um saco-Falo me sentindo a um canto-Minha vida é um saco-Repito, mais na minha cabeça tá "Realmente você é um saco, realmente você vai errar de novo e de novo, todos vão se afastar, Você é um saco só em ser você" minha mente me tortura, me mata e me machuca, sei ,um dia vou morrer só estou viva ainda por conta da minha mãe ela não merece, não merece saber que eu sou infeliz, que saiba o que já passei, ela faz de tudo por mim em bora sua ausência seja grande só quero me livrar da porcaria dos pensamentos que me mata desde então, não sei como ,mas estou com uma gilete, corto o pulso onde boto uma faixa ou nas pernas acima das coxas, assim não preciso da explicação, e ser jugada... A gilete eu peguei num pequeno armário atrás do espelho a cima da pia, coisas boa nunca nos atraí agora coisa ruim ,SEMPRE, costumo dizer que sou azarada uma vez brincado com meu pássaro na gaiola deixei ele voar em liberdade sentir seu olhas triste naquela gaiola sem vida, sem rumo, sem nada sozinho alí como eu era, não queria aquilo pra ele se eu queria sair imagina ele que sempre ficava ali no mesmo lugar... 

-Lyana!-Meu pai me chamou- Por que você soltou o pássaro?

-Por que ele estava triste-Respondi-Por que o senhor o trancou?! 

-Por que queria que você o libertasse-Pensei que iria receber uma reclamação-As vezes precisamos de asas pra voar e ganhar o que queremos também-Ele pós a mão no meu cabelo- Precisamos de gratidão e compaixão assim como o pássaro- Ele queria que eu acreditar no impossível, que eu fosse livre...

-Mais ele voou pra longe!-Falei 

-Eu sei-Meu pai falou calmo 

-Ele vai voltar?-Perguntei 

-Não, ele foi atrás do que queria as vezes fugir do problemas até morrer-Era isso que eu queria...fugir 

Agora olhando com mais calma o mesmo passarinho com meu pai, que voava rápido e agitado para longe dando paquenos giros até uma águia pegá-la no ar, me assustei com a brutalidade e segurei firme a mão do meu pai

-Não me deixa...-Falei baixo

...

Quando estamos em um problema não precisaríamos correr ou voar só enfrentar mais o meu problema é maior e eu não tenho asas. 

Encaro a gilete entre meus dedos e corto não em cima mas do outro lado sei isso dói, virou um vício, me corto não só por existir mais pelo que aconteceu ao longo da vida sinto saudades do meu pai, nojo de outro, abusos, muitos e muitos, choros que nunca acabam, noites mal dormidas, dias sem vida... Deus socorro! 

Já fiz dois cortes, a vontade de me corta é mais de botar muita força mais não posso morrer, não agora, não hoje . Eu podia continuar ali mais a dor o alívio ia aumentando algo se aliviava dentro de mim, queria me corta mais em outros cantos estava feliz por está ali e ao mesmo tempo triste por não ser como eu esperava, continuo a corta agora distribuindo no braço posso dizer que é meus primeiros cortes aqui a dor contamina entre os cortes e os espaços sei isso logo vai ficar roxo e vou começar a coçar, faço mais alguns, sinto lágrimas no meu rosto e suas gotas caindo sobre o braço e arderem

Depois de terminar ainda fiquei sentada me olhando no espelho ainda chorando meus olhos estavam vermelhos eu estava tremendo, sangue no chão e na minha mão junto da gilete que logo joguei fora enrolado no papel higiênico depois entrei no box, estava frio e chovendo lá fora o chuveiro era elétrico mais não quis a água quente, entrei de baixo no chuveiro a água gelada percorria pelo meu corpo e braços, esfriava minha cabeça e meu corpo, meu coração acelerava ao sentir a frieza da mesma mais logo se acalma meus braços estão ardendo a água que passa vem e vai com o sangue fecho os olhos pra poder sentir essa sensação, ao terminar o banho eu saiu e vou pro quarto visto uma roupa qualquer e passo base e pó nos braços depois saio. 

A janela tem gostas escorrendo e o frio me faz bem o ar está puro, ouço um trovão 

-Foi só um...-Falo. não vou mentir isso me dá medo já que é uma das poucas vezes que ouço vou na cozinha pra pegar algo pra comer, abro o armário biscoito, salgadinhos, sucos etc -Não tem nada-Vou na geladeira tem leite, refrigerante, cerveja, vasilhas etc-Também nada-Fecho a porta-Saco. É agora o que vou comer?! 

... 

Bato na porta antes de entrar, não ouço nada então entro 

-Humm... Ca-castiel?-pegunto baixo 

-Hun...- ouvir ele resmungar, fiquei com medo queremdo recuar, recuar!-Fala logo-Ele está entre o pano de dormir enterrando seus cabelos no travesseiro 

-Humm... Nada!-respondo rápido 

-Se não é nada então cai fora do meu quarto-ele jogou um travesseiro 

Sair do quarto fechando a porta e me sentando 

-Uffa-Suspirei-O que eu estava fazendo?!-Pus minha mão no meu rosto-Melhor me virar com alguma coisa...-Me levanto e me deito no sofá lendo um livro qualquer dou por vencida de que não tem nada aqui que preste... Acabo pegando no sono.... 

-Lyana?

-O quê?!-Olho pra trás

-Lyana!!!-Lagrimas, há lágrimas no rosto dela, um sorriso, seus olhos cheios de felicidades

-Lety? Le-Ty é você?!-Ela da um pulo pra me abraçar

-Sim!-Ela se afasta ainda chorando e enxugando as lágrimas

-Hã... ?!-Lety estava tremendo

-Ana cor...e e..e vai te m..t...ar, corre!-ela grita

-Lety não vou te deixar, não hoje!

-Ana ele tá perto eu posso senti-lo, você não pode mais contar comigo... Ele está vindo

-Lety ele não vai...-Ela caiu sobre meu braço dessa vez estava toda ensanguentada e machucada tremendo-O-o que ele fez?

-Ele está vindo atrás de você por favor corra...-Não conseguir me mecher 

-Te achei! HAHAHA- oque? Olho pra trás

-Deixa ela seu desgraçado!-Grita o Castiel. O que tá acontecendo?! Choro, morte, lágrimas...

-Sai da frente garoto imprestável!

-Castiel para...- Por que eu estou no meu próprio sonho... Chorando?!

-Lyana não vou deixar que te leve...

-Cas...-Ouço um barulho de tiro sangue espalhado pessoas gritando

-CASTIEL!-Grita o Lysandre

-O que?...- Falo. À  eu do sonho está parada chorando

-Eu sabia, eu sabia!-Ela repete

-Tá vendo o que você fez?!-Fala meu pai-dastro o que atirou

-Me desculpa Castiel... Não fui eu ,não fui eu-Sinto uma lágrima descer

Castiel  On 

-Lyana?!-Fale, ela está tendo um pesadelo?-Lyana!- pego em seu ombro e sacudo devagar-Hein, Lyana! 

-Me deixa!-Ela me empurra caí sentado 

- Affs Desculpa da próxima te deixo ai-Ela está assustada, chorando... Seus braços com cortes

-Castiel?-Ela me olha se sentando no sofá-Me desculpa-ela me abraça ainda chorando, que idiota


-Nossa!-eu retribuio, não esperava... Eu pude sentir seu coração acelerado e sua respiração pesada-Lyana? 

-Me desculpa-Ela me abraça mais forte, o que será que houve? Por que seus braços estão cortados 

-Lyana -eu nós separo-O que é isso?-seguro os braços dela e a vejo chorar-Hein, hein vai ficar tudo bem?!-Passei a mão no seu cabelo vendo ela se acalmar, tive que parar de não me importa com ela...dessa vez, o que foi que eu vi agora?  

-Me desculpa...-Ela enxuga as lágrimas que insistem cair

Continua...



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