História Minha Pequena, Sad - Amor Doce - Garota Suicida - Castiel - Capítulo 4


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Debrah, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Violette
Visualizações 82
Palavras 1.279
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - O Diário -


Fanfic / Fanfiction Minha Pequena, Sad - Amor Doce - Garota Suicida - Castiel - Capítulo 4 - O Diário -

Minha mente demorou para refletir ,o que havia acontecido e por quê?

A morena estava a minha frente, podia ouvir seu coração e sua timidez de perto, pude sentir seu medo e o quanto ela tremia, pude ter um gostinho de uma única lágrima e então

-Calma...-Por fim, a abraçei com força e pequena se encolhia em meus braços- Não precisa pedir desculpas a toda hora...-Levei minhas mãos a sua cabeça acariciando e a peguei no colo- Seja o que for, como for, o que acontecer, não faça mais isso-A levei a minha cama pegando uma caixa de remédios-Entendeu?-Falei a encarando- O que aconteceu para você ter feito isso?!

-...-Ela permanecia calada

-Não vai falar nada?!-Ela balançou a cabeça em afirmação -Você quem sabe... -Falei. Passei uma pomada pra sara logo, a morena se deitou e parecia dormi

***

Estava na sala assistindo TV, mas minha mente estava em outro lugar, tentando juntar o máximo de peças possíveis... Como agir, ou sei lá, o que fazer?

Eu queria saber o por que daquilo. O motivo de ela ter feito isso? O que aconteceu? Quando isso começou? Tenho vontade de perguntar, e não posso

De tanto pensar optei por ir lavar o rosto, enquanto pessava no que fazer. Enchaguei. Sequei. Espelho. Sair

Foi até o quarto onde a morena estava, era bem arrumado e organizado. Abri a porta do guarda roupa e não vi nada de interessante, fui até sua cama olhei por debaixo e não tinha nada de importante, olhei alguns livros que a mesma via ler, olhei folha por folha, livro por livro e nada encontrei, até  encontrar um caderno com chave... Sacudir para ver se tinha alguma coisa e caiu um papel pequeno que caiu no chão, sentei na cama da pequena e recolhi o papel, estava escrito "Algo está mudando dentro de você, é você não sabe", e a trás estava escrito "Primeira porta"... 

-Primeira porta...-Pensei é só me veio a mente o guarda roupa, novamente abrir as portas e analisei, não vi nenhuma chave...- Primeira porta...- Me sentei olhando o corredor vaziu-A primeira porta...-Fui em direção a porta do quarto e analisei, tinha pequenos vãos na qual mal cabia meu dedo e um buraco em baixo onde pus um dedo e logo caiu uma chave pequena. Peguei e abrir o diário... Pensei bem antes de abrir e ler sem mais nem menos, fui até meu quarto onde a morena estava fiquei olhando a mesma que dormia tranquila. Estou aliviado... Por que eu vou ler isso?-Pensei- Melhor eu deixar quieto...

Levei para a sala e deixei em cima do sofá, fui beber uma água e voltei

-Eu vou ler- Meu celebro comandava

-Não...-Pensei

-Olha só se você não ser mais tarde vai se arrepender...-Ele continuava

-Aah Droga!- Pulei no sofá pegando o diário e abrindo. Fechei os olhos e abrir em uma página aleatória

"Se você fosse descrever como tá por dentro em uma palavra, como você descreveria?

É no fim, como eu me definiria em ambas as partes? Como desconhecida, desconhecida por ser fraca o tempo todo e não ter razões pra falar o que penso, desconhecida por ser inútil como sempre e nunca conseguir o que quero, desconhecida por não seu eu ali o tempo todo... em ambas as partes no fundo não sou eu quem você realmente queria que fosse, não chego nem perto... 

Meu coração apertou e minha cabeça doía, Lyana, uma garota de 16 anos, a fofa, a meiga e quieta, a que não reclama, sentia isso tudo? Para uma única pessoa ela é bem... Ela sofreu muito? Abrir outra parte aleatória do caderno

Mãe!

Hoje faz poucos dias que estou na casa do Castiel, é divertido, conheci coisas novas e a nova escola é legal. Eu estou bem, levando também, mas é a senhora como está? Sei aí deve está difícil e só de pensar me dói a cabeça, eu espere que a senhora consiga deter meu padrasto de atos indesejáveis... Ainda sinto sua mão pelo o meu corpo, e o medo que ocorra outra vez só que em outra cena com outro personagem...

Aqui deixo minhas despedidas

Beijos, Lyana

Agora eu tremia

Fechei o diário e guardei onde havia pegado, voltei ao meu quarto dessa vez observando Lyana. Eu a olhava e meu coração apertava, só em saber que a morena estava presa a algo que ela não pertence, não se encaixa ao seu padrão

Por impulso levei minhas mãos até seus pele morna e macia, toquei em seu cabelo e descia até sua boca depois seus braços, esses por fim estava gélidos com os cortes finos e poucos. Logo vi a pequena se mexer e então acordar

-Como dormiu?-Perguntei

-Bem-Ela respondeu cabisbaixa

-Não precisa...-Levei minhas mãos a sua cabeça-Ter medo-Ela balanço a cabeça em afirmação- Eu tô aqui para o que precisar-Falei

-Eu quero apenas viver como qualquer outra pesdoa! Sentir o vento!-Ela fala em meio as lágrimas-Eu sou uma ameaça a vocês!

-Do que você tá falando?-Fiquei confuso

-Eu não quero voltar!-Ela confessa-Eu tô com medo de voltar, de perde vocês...

-Você não vai nós perder...-retruquei

-É fácil falar...

-Então me explica!-Falei -Como tudo começou?

-E-eu estou tentando fugir... Do mau padrasto-Ela falou

-É o que?-Fiquei surpreso

-Por eu te ganhado a herança de minha avó sou a garota mais rica, não saiu, não falo, não me divirto... dia e noite olhando o mesmo forro-Ela fala entre as lágrimas-Eu não tenho se quer uma vida... Quando...-Ela deu uma pausa-Quando minha mãe finalmente disse que eu sairia daquela prisão, fiquei com muito medo de talvez ser arriscado tanto pra mim quanto para ela...- Segurei firme seu braço e ela continuou

-Meu padrasto não sabe o significado da palavra limites e isso era o que ele não tinha limites... Eu o odiava, mas, pelo fato de eu ser adotada sempre aguentei calada ouvindo as coisas que ele jogava na minha cara mesmo eu sabendo que com boa parte saia de mim, minha mãe adotiva ela sim me entendia  e me queria longe ela falava que quando me adotou eles não pensavam no dinheiro e sim em só me criarem, só que com um tempo isso foi impossível e então me mantivesse trancada por pessoas de confiança, "queriam te sequestrar...", Eles diziam isso, mas, daí fiquei com muito medo, toda noite nós meus 12 anos alguém aparecia ou pro bem ou pro mal... Só lembro de toda vez apagar...-Ela novamente parou de falar- Em...em uma das vezes eu lembro ter despertardo-Ela travou.-...-Ela não falava mais nada-

-Lyana?-Chamei vendo seus olhos secos encherem novamente de lágrimas-Se não quiser não fala...-Fui interrompido

-Na verdade eu quero falar...-Segurou meu braço- Mas não consigo-Ela confessou olhando pra baixo eu sem querer apertei o braço dela-Isso dói!-Lyana falou. Eu parei pensando, não ouvir a pequena falar

-Lyana-Olhei para ela-Você foi estrupada?

Lyana apenas levou a mão ao nariz limpando e balançou a cabeça em afirmação... Eu simplesmente cai na torre

-Calma... Eu sinto muito-A abrecei

-Não precisa...-Ela falou baixo

***

-Lembro-me também-Lyana continuou- Que em outro dia eu sem querer eu presenciei uma briga deles, sem medo, sem calma, minha mãe o enfrentava e batia de frente com ele... Ele por fim a agrediu a deixando três dias desacordada, eu fiquei só mais o melhor foi vê-lo preocupado de lá pra cá eu até fiquei com medo mais  tive que ficar de boca fechada-Ela fim encerrou

-Me desculpa!-Desa vez eu me desculpava

-Ok cabelo de tomate!-Ela mudava de assunto tão rápido e feliz rindo

-Ok tábua sem juízo!-Retruquei-Toma-Entregueu a ela um comprimido e água

-Eu não gosto de comprimidos!-Ela apenas falou e botou na boca junto da água

-Isso vai ajudá-la... Eu acho...

Sem pestanejar eu a fiz deitar em meu colo passando a mão entre seus cabelos até ela  dormi, eu queria acalma-la, então o comprimido era a única saída... Ela estava começando a ficar com febre mais dormia calma, com cuidado a ajeitei no sofá e fui ver algo pra abaixar a febre



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