História Minha Pequena Tsundere - Capítulo 12


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Categorias Histórias Originais
Tags Ddlc, Dokidoki, Natsuri, Yuri, Yuri X Natsuki, Yuriforlife, Yurixnatsuki
Visualizações 46
Palavras 835
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ficção, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Mutilação, Spoilers
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


F I N A L M E N T E
SIM, EU CONSEGUI CONTINUAR CEDO ALELUIA
Bem, eu tirei essa ideia de um sonho lol
MANOOO VIRTUAL DROID É TÃO LEGAL
Quem quiser me encontrar, nos servers Americanos meu nick é "I'm a Trap" e no Server br to como "Lolicon", "Loli" ou "LittleFoxy"

Capítulo 12 - "Não encoste um dedo nela."


Depois de um final de semana bem agitado, aguentando a rivalidade entre Nat e Haruru, nós voltamos para casa, cansadas, e para completar a viagem, alguém tinha que ficar doente, certo? Bem, esse alguém foi a Nat.

Ela estava com febre alta, e eu tive que passar a madrugada acordada, cuidando dela.

Queria poder faltar no dia seguinte, mas já estava no limite de faltas, e fui até avisada que poderia reprovar se eu faltasse mais, mas eu realmente gostaria de ficar com ela.

-Nat, eu realmente preciso ir, vou avisar os professores de que você está doente, ok?

- Não... Eu quero que você fique comigo... - Ela murmurou num tom cansado e com seu rosto corado por conta da febre.

- Eu também queria, mas eu vou reprovar se continuar faltando... - Ela me olha triste. - Eu fiz comida pra você, vou deixar na cabeceira da cama, quando sentir fome, coma, e depois se você quiser, pode comer alguns lanchinhos que eu coloquei do lado, e--

-Yuri...! Eu ficarei Bem, apenas vá logo... - Ela me olha frustrada.

-Mas antes de tudo... - Eu coloco um pingente em seu pescoço que meus pais costumavam colocar  em mim quando eu era menor. -Caso algo aconteça, aperte esse botão, e eu virei o mais rápido que eu puder!

O pingente continha um botão que dispararia o meu se fosse ativado, mostrando que algo havia acontecido a ela.

-Tenho que ir agora, durma Bem, meu amor. - Eu a chamava assim quando queria mima-la.

-Heh, eu te amo Yuri...- Ela logo pega no sono, e eu pego o meu material, com um buraco no meu peito, e saio de casa, trancando a porta.

Logo, chego no colégio, e as coisas fluem normalmente...

Elas fluiriam normalmente, se não fosse esse buraco no meu peito.

No intervalo, quando ia sair para ir pro terraço, o pingente começa a disparar, e eu rapidamente olho para ele em desespero, e digo para os professores que eu não estava bem e precisava ir embora, assim que eles me deixam ir, eu corro o mais rápido que posso em direção a casa.

Eu então jogo minha mochila no chão, e com a faca na mão, eu corro.

Aquele desgraçado, invadiu a minha casa e agora estava dando socos e chutes na minha namorada?

Eu tiro ele de cima de Nat e olho para ele com um olhar mortal.

-O que você pensa que está fazendo?- olho para ele no fundo de seus olhos.

- Eu estou ensinando a está bastarda que ela não pode fugir de mim!

Eu olho para Nat, que estava chorando, e eu logo jogo meu celular para ela.

-Ligue para a polícia, se algo acontecer, tudo isso foi em defesa.

Ela rapidamente disca o número de emergência, enquanto eu colocava minhas mãos ao redor do pescoço dele e apertava com toda a minha força, com a faca do lado dele.

-Você nunca mais se atreva a encostar um dedo nela, se não eu vou fazê-lo pagar tudo o que fez, milhões de vezes pior. - Olho para ele que estava com os olhos cheios de medo.- Se você algum dia pensar em machuca-la, lembre-se... Eu não tenho medo de ir presa por te matar.

Ele se cala e logo começo a ouvir os carros da polícia se aproximando.

Assim que vejo o estado de Natsuki, eu me descuido, e ele pega a faca e, por sorte, eu consigo desviar, mas sentindo uma dor aguda em meu braço esquerdo.

 -N-Natsuki? - Olho para ela e vejo um pouco de sangue escorrendo pela sua testa, seu rosto corado, e respiração pesada.

Mesmo com a dor, eu a pego no colo, e a levo pra fora, deixando os policias lá, e correndo rapidamente a ambulância, que estava lá apenas por precaução.

- Por... Por favor, ajude ela! -Eu a entrego para eles, e me encontro perto do portão de casa, onde ele estava sendo levado pela polícia.

-Ela deveria ser presa, ela sequestrou a minha filha! -Ele grita, e eles param e me encaram.

-Pelo o que eu saiba, ela já é considerada independente, já que ela tem 18 anos. -Retruco rapidamente. -Check-mate. -Sorriso sarcásticamente para ele.

Os policias o levam, e uma garota sai da ambulancia e se aproxima de mim.

- Ela vai ficar bem, não se preocupe... Agora, deixe-me tratar desse corte. -Quando ia puxar a manga do casaco, lembrei que nesses últimos dias, não havia me cortado muito, mas os cortes ainda não estavam cicatrizados.

-Ãhn, eu realmente prefiro que você se concentre apenas nela... Disso eu posso cuidar sozinha... -Sorriso para ela forçadamente.

Ela me olha desconfiada, mas desiste de qualquer maneira.

Olho para o corte de relance, parecia fundo, mais profundo do que eu normalmente fazia, então subo as escadas, e pego um kit de primeiros socorros, que deixava no armário do banheiro, caso algo acontecesse, ou melhor, caso eu cortasse muito fundo.

Eu faço um curativo improvisado, e mesmo com a dor, eu desço, e ajo como se nada tivesse acontecido, e vejo Natsuki deitada em uma maca, com vários equipamentos improvisados.

Começo a acariciar seu cabelo, e depósito um beijo em sua testa.

Vou apenas esperar ela acordar...



Notas Finais


Nossa, na parte de CLÍMAX do Cap
EU PERCO
T U D O
Mas aí depois, por obra do destino, ele voltou lolol
Yuri full pistola com o pai da Nat, tipo, eu entrei no personagem, e tipo, tive um mini ataque de raiva e saí descontando em tudo que era amigo meu KKKKKKKKJK


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