1. Spirit Fanfics >
  2. Minha perdição >
  3. Vamos fazer diferente.

História Minha perdição - Capítulo 90


Escrita por:


Notas do Autor


Oi :)

Boa leitura!

Capítulo 90 - Vamos fazer diferente.


S/n's P.O.V

– Nun, desce daí! – ralhei com o cão, batendo na cama – Jungkook, ele não vai dormir aqui.

– Ah, pequena... – estreitei os olhos.

– Nem pensar! Faz só quatro semanas que ele está aqui e você já quer deixá-lo dormir nas camas – Nun pousou a cabeça em minha barriga. Acariciei seu pêlo e ele mexeu a cauda – Você não vai me convencer – olhei-o – tem sua cama.

– Ele está sempre limpinho e cheiroso – JK disse e olhei-o, cruzando os braços. Ele riu – Posso deixar a escada livre pra ele circular pelo menos? O veterinário disse que é bom que ele exercite a perna... – se sentou ao meu lado e acariciou Nun.

– Pode, mas se ele sujar algo você vai limpar.

– Eu o treinei, ele sabe onde fazer as necessidades. Não é? – falou com o cão – não é um garoto esperto? – Nun pulou no colo de JK e ele riu.

– Acho que Yumi não era a única a querer um cão, hum? – arqueei a sobrancelha e ele franziu o nariz, num sorriso.

– O que posso fazer? Ele é praticamente meu espírito animal – riu e se levantou, com Nun em seu colo – Vou levá-lo lá pra baixo.

– Vá em silêncio, não acorde Yumi.

JK deixou o quarto com Nun e observei sorrindo. Ele estava muito feliz com o cão, sempre brincava com ele, junto à Yumi. Me sentia feliz de vê-lo assim, estávamos mais próximos de novo desde a viagem. Acho que JK estava certo sobre termos mais tempo para nós dois. 

Acho que vou agradá-lo um pouquinho...

Corri até o closet e comecei a procurar uma das lingeries que JK me deu durante a viagem. Ia guardá-la para outra ocasião, mas acho que uma surpresa sem nada planejado poderia ser divertido. 

Procurei a lingerie por alguns minutos e, quando encontrei, ouvi a porta do quarto se fechando. Fiquei parada ali e senti JK se aproximando. Guardei a peça novamente.

– Pequena, cadê você?

– Estou aqui – disse, saindo do closet, ao seu encontro.

– Vou tomar um banho, quer vir? – me puxou pela cintura e beijou minha testa.

– Já tomei – selei seus lábios e JK segurou minha nuca.

– Não quer tomar outro? – sorriu e mordeu meu lábio inferior.

– Não, amor, pode ir – ele me encarou, confuso e selei seus lábios novamente.

– É sério? – fez um beicinho e acariciou minha cintura.

– Estou um pouco cansada, desculpe – ele deu um rápido e pequeno sorriso e beijou minha testa. 

JK pareceu chateado, mas eu não queria estragar a surpresa. Nos soltamos e caminhei até a cama. Ele se virou e me encarou. Me deitei e sorri.

– Que foi? – perguntei. Ele passou a mão pelos cabelos e sorriu de lado, desafivelando o cinto.

– O que?

– Está parado aí me olhando assim por que? – JK retirou o cinto e jogou no chão.

– Não posso te olhar? – começou a desabotoar a camisa.

– Parece que está me provocando – ele abriu a camisa e passou a mão pelo abdome.

– Eu? – riu soprado – estou só tirando minha roupa pra tomar banho – retirou a camisa devagar, me encarando.

– Me parece mais um striptease – arqueei a sobrancelha. JK mordeu o lábio e sorriu, jogou a camisa em minha direção e a peguei, sorrindo.

– Só estou tirando a roupa, nada mais – desabotoou as calças e desceu o zíper, me olhou e umedeceu os lábios – está incomodada? Posso fazer isso no banheiro...

– Não mesmo – ri e JK sorriu.

– Quer me ajudar? – deixei a camisa de lado, na cama, e engatinhei até JK, segurando o cós de sua calça. Ele segurou minha mão e com dois dedos sob meu queixo ergueu minha cabeça – Esqueci que está cansada... Me desculpe, pequena – se abaixou e selou meus lábios – pode descansar – se afastou.

– Você não presta – suspirei, sorrindo – pode ir tomar seu banho, vou dormir – me sentei e cruzei os braços. Ele riu, lançou uma piscadela e seguiu para o banheiro.

Assim que ouvi o som do chuveiro, corri até o closet e vesti a lingerie. Dei uma boa olhada no espelho e por um momento fiquei com vergonha. Coloquei as mãos no rosto e ri. O que estou fazendo?

Consegui me manter em boa forma porque com minha baixa autoestima devido aos anos se passando, JK resolveu me incentivar a me cuidar mais. Agora malhavamos juntos e admito que foi uma boa ideia, eu me sentia mais saudável e isso se refletiu em meu corpo.

Dei leves batidinhas em minhas bochechas para me acalmar e respirei fundo. Você está ótima S/n. É seu marido, não tem porque ter vergonha. 

Olhei para a camisa de JK jogada na cama e tive a ideia de vesti-la. Fechei os botões enquanto caminhava até a porta do quarto. Tranquei-a e caminhei até a penteadeira, onde fiz uma maquiagem rápida e peguei um frasco de perfume, borrifando uma pequena quantidade em meu pescoço e pulsos. Ouvi o chuveiro sendo desligado e quase entrei em pânico. 

E agora?

Quase ri com meu nervosismo, cobrindo a boca. Me acomodei no meio da cama. Testei rapidamente algumas poses mas não podia demorar. Quando percebi que JK já estava para sair do banheiro, me deitei de lado, apoiando a cabeça em uma de minhas mãos. 

Estava para mudar de posição quando JK saiu do banheiro. Não me mexi e segurei o riso. Ele caminhou um pouco e me encarou. Me mexi, me virando de bruços e apoiando a cabeça em meus braços cruzados, balançando as pernas. JK umedeceu os lábios e se aproximou.

– Dormir, hum? – parou de frente para a cama e cruzou os braços – está me provocando?

– Eu? – ri – por que? – voltei à posição que estava antes, para olhá-lo melhor.

– Você sabe meu fraco por essa bunda e essas pernas e está aí toda linda me esperando – arqueou a sobrancelha e pendeu a cabeça para o lado – por que vestiu minha camisa?

– Gosto do seu cheiro – sorri e me mexi, me ajoelhando e me sentando sobre as pernas. Abri dois botões da camisa – Quer de volta?

– Ah, quero sim – sorriu de lado e estendeu a mão – aqui, na minha mão, mas tira devagar.

– Amor – fiz um beicinho – não fico bem com sua camisa? – ele riu e abaixou o braço.

– Fica linda – JK subiu na cama e se aproximou, sobre os joelhos. Olhei-o de baixo para cima e ele segurou meu maxilar – Mas fica mais ainda sem nada... – se curvou e selou meus lábios.

– Você acha? – ele assentiu e quando baixei o olhar, vi o volume de seu membro se formando na toalha. 

Olhei em seus olhos de novo e ergui meu corpo, ficando de joelhos também. JK levou a mão até a camisa e desabotoou mais uma casa. Segurei sua mão e ele me encarou.

– Tira pra mim, gatinha – pediu manhoso, roçando seus lábios nos meus – me deixa te ver...

– Hoje vamos fazer diferente.

– Quer me provocar, hum? – falou grave e sorri. Passei a mão por seu abdome.

– Sente aí, amor – pedi e me afastei, saindo da cama. 

Fui até o closet e peguei uma gravata de JK. Quando voltei, ele estava sentado na cama, recostado nos travesseiros e com as mãos apoiadas atrás da cabeça. Subi na cama e me sentei sobre ele, que levou as mãos até meu quadril e segurou.

– Quer que eu te amarre hoje? – ele sorriu e neguei.

– Não, hoje vamos trocar – ele franziu o cenho.

– Trocar?

– Eu vou te amarrar – ele riu.

– Ah... Não, pequena... Por que não fazemos como das outras vezes, hum? – arqueei a sobrancelha.

– Por que?

– Ora, você sabe... Eu te deixo mandar um pouquinho vez ou outra, mas você sabe que nós dois gostamos  mais ainda quando domino. Acho que isso não vai funcionar muito... – ele aproximou seu tronco de meu corpo e me abraçou, beijando meu pescoço – então me deixa te amarrar, prometo te fazer gozar várias vezes – mordiscou minha orelha e me olhou – quer?

– Como sabe se nunca tentamos?

– Amor – suspirou – eu gosto de dominar, você sabe disso. Por que isso agora?

– Me deixa tentar – fiz um beicinho e JK suspirou de novo. Peguei seus braços e posicionei-os em suas costas.

– Pequena... – comecei a amarrar seus pulsos – Não faz isso amor, a chance de eu brochar é muito alta – rimos – estou falando sério... – mordi seu lábio inferior e apertei o laço da gravata em seu pulso. Ajeitei os travesseiros e empurrei seu peito, para que se recostasse novamente.

– Está incomodando com os braços assim?

– Não, estou incomodado por não estar me obedecendo – sorri – será que vou ter que te punir depois?

– Vamos combinar uma coisa – olhei em seus olhos e segurei se rosto pelo maxilar – se você não soltar um pequeno gemido sequer, pode me punir. Pode até usar seu cinto, se quiser – ele umedeceu os lábios.

– Está jogando um jogo perigoso, S/n. – passei a língua por seu pescoço.

– Gosto assim – ele riu. Rebolei devagar em seu colo e JK mantinha seus olhos nos meus – gostou da sua camisa em mim?

– Sim, mas como eu disse, ficaria melhor sem ela.

– Sabe o que tem aqui embaixo? – ele passou os olhos por meu corpo e seu olhar encontrou o meu novamente.

– O que?

– Não vai tentar adivinhar? – rebolei em seu colo e sorrimos.

– Tire logo, S/n.

– Está com pressa?

– Um pouco.

– Por que?

– Você me provocou... – ri – tira a roupa pra mim, vai... 

– Então seja bonzinho. Você não me respondeu, sabe o que tem aqui embaixo?

– Os peitos mais lindos que já vi na vida – ele riu. Comecei a desabotoar a camisa e rebolei de novo. Senti JK empurrar o quadril embaixo de mim – eu ficaria muito feliz de poder tocá-los. Me solta, hum? – abri completamente a camisa, exibindo o sutiã e JK riu soprado, lambendo os lábios – não seja má...

– Lembra desse? Você que escolheu – me inclinei e aproximei meus seios do rosto de JK, que mordiscou o local. Voltei ao meu lugar. Ele inspirou pesado.

– Já chega, amor, me solta. Entrei no seu joguinho, mas me deixe fazer como você gosta agora.

– Mas quem disse que não estou gostando? – rebolei em seu membro rígido.

Passei a mão pelo abdome de JK e senti sua pele se arrepiar. Ele suspirava e se mexia, inquieto. Trilhei beijos molhados de seu pescoço até seu umbigo. Abri a toalha que envolvia seu corpo, exibindo seu membro. Segurei-o e comecei a movimentar minha mão, devagar.

– Você parece estar gostando também – JK fechou os olhos e engoliu em seco quando apertei mais seu pênis. Quando acelerei os movimentos, ele puxou o ar entredentes.

– Me solta, S/n.

– Por que? Está ruim? – ele pendeu a cabeça para trás e me abaixei mais, empinando minha bunda. Passei a glande de seu pênis por meus lábios e JK me olhou no mesmo instante, com o cenho franzido e a boca entreaberta.

– Sua safada, me solta agora. Chega de brincar.

– Quietinho.

– Eu quero te tocar, me solta.

– Não – sorri e passei a língua por todo o membro de JK. Ele puxou o ar e pendeu a cabeça para o lado, umedecendo os lábios – não vai gemer? – comecei a chupar seu pênis e JK arfou.

– Me deixa te tocar, S/n – parei, lambendo sua glande. Me sentei em seu colo de novo e passei as mãos por meus seios.

– Assim? – ele comprimiu os lábios.

– Me solta logo. Não me provoque, ou você não vai aguentar depois. 

– Quietinho, amor – desabotoei meu sutiã e retirei-o devagar. JK passou a língua pelos lábios e mordeu o inferior. Segurei meus seios e rebolei em seu membro.

– Eu vou te castigar muito depois disso, pode esperar – sorri.

– Então preciso fazer valer o castigo – rebolei mais uma vez e me levantei, ficando em pé na frente da cama. Me virei de costas e retirei minha calcinha devagar. Girei a peça em meu dedo indicador e joguei-a no peito de JK.

– Vem aqui, S/n, pare de me provocar e me obedeça – ri. JK estava desesperado para me tocar e eu estava me divertindo com isso. Me sentei em seu colo de novo.

– Hoje eu não quero obedecer – ele sorriu e mordeu o lábio. Me afastei um pouco e abri minhas pernas.

– Ah, você não vai... – comecei a me tocar e gemi – não faz isso – ri e encarei-o, ainda me tocando.

– Sei que você gosta – enfiei dois dedos e mordi o lábio. JK suspirou, encarando minha intimidade.

– Vai me deixar maluco...

– É? – circulei meu clitóris com o dedo – Está do jeito que você gosta – passei a mão por toda minha intimidade molhada e JK se mexeu, tentando se soltar. Ri e parei os movimentos – não tente se soltar, amarrei apertado. 

– Pare com isso, já me provocou muito – me aproximei e me sentei em seu colo de novo, roçando minha intimidade na sua – S/n...

JK tentava se mexer em vão e eu aproveitava cada momento para provocá-lo mais. Me mexi, me virando de costas, ainda em cima dele e o ouvir suspirar. Me inclinei, empinando minha bunda e deitando a cabeça no colchão, entre as pernas de JK. Voltei a me tocar, enfiava os dedos e sentia minha intimidade pingar. Cada som que JK emitia me excitava mais

– Amor, senta pra mim – ele pediu – está começando a doer aqui – ri e olhei-o, sobre o ombro.

– Não está mentindo só pra me convencer, está?

– Queria estar – ele riu – você sabe que me deixa nessa situação... – me inclinei de novo e voltei a me tocar – S/n...

– Hum? – gemi e ouvi JK suspirar pesado.

– Vai, senta pra mim – me ajeitei e na mesma posição, segurei o pênis de JK em minha intimidade, lhe dando uma visão privilegiada de tudo – isso – ele disse baixinho – coloca – Continuei apenas esfregando seu membro ali e rebolei – coloca, pequena.

– Você quer?

– Muito.

Coloquei apenas a glande e retirei várias vezes. Ouvi um gemido de JK e sorri. Coloquei seu membro todo dentro de mim e JK gemeu alto. Comecei a sentar devagar e meu marido gemia sem parar.

– Me solta, amor – ele pediu, gemendo e ignorei. Gemi mais e sentei com mais vontade. JK rosnou de novo e depois de mais algumas estocadas o senti gozando dentro de mim. Retirei seu pênis e me mantive na mesma posição, deixando seu gozo escorrer – céus, S/n – ele disse ofegante – que safada – estoquei meus dedos em mim de novo e gemi – me deixa te fazer gozar, por favor – sorri, afastei minha mão e ergui meu corpo, me virando de frente para JK.

– Quer me fazer gozar?

– Você sabe me tirar o juízo... – me inclinei, deixando nossos rostos próximos e esfreguei seu membro em minha entrada – Não quer me soltar agora? – JK mordeu meu lábio inferior – Estou louco pra fazer você gozar – estremeci com o timbre de sua voz e cedi. 

Levei as mãos até suas costas e JK arqueou um pouco o tronco para me ajudar. Quando finalmente retirei a gravata de seus pulsos, senti seu membro me preencher de uma vez e suas mãos apertarem minha cintura.

– Ai, amor – gemi – cuidado – rimos e ele aliviou um pouco o aperto em minha cintura, mantendo seu pênis parado dentro de mim.

– S/n, você me deixa louco – sorri e passei a língua por seus lábios – então quer mandar em mim hoje, hum? – assenti.

– Só um pouquinho – suas mãos deslizaram por minha cintura, até minha bunda.

– E está gostando? – mordeu de leve meu queixo e assenti – Serei bonzinho agora, mas quando for minha vez, saiba que vai ter volta – sorri.

– Espero que sim – ele riu e acariciou minha bunda.

– E como você quer agora? – falou com os lábios nos meus – fundo e forte – estocou – ou com carinho? – estocou de novo e gememos.

– Com carinho – provoquei e JK riu.

– Tem certeza? – envolveu minha cintura com um braço e deslizou a outra não por minha bunda. JK retirou seu pênis de dentro de mim e passou o dedo de minha entrada até meu ânus, espalhando a lubrificação – está tão molhadinha, me deixa te foder daquele jeito que você gosta, hum? – JK voltou a estocar devagar enquanto massageava meu ânus. Não lhe respondi, apenas gemi e rebolei – você gosta assim, não é? – rebolei mais – fala pra mim...

– Está gostoso, amor, não para – JK beijou meu pescoço, depois encostou nossas testas. Gemi e fechei meus olhos. Ele acelerou um pouco os movimentos – Jungkook... – ele gemeu baixinho – Devagar, amor – JK desacelerou e senti sua respiração pesada contra meu rosto. Abri meus olhos e ele me encarava, com o rosto molhado de suor.

– Quero gozar de novo – rebolei e ele gemeu – você é tão gostosa... – comecei a me movimentar também e JK me envolveu com os dois braços, me apertando mais – como consegue me deixar assim?

– Assim como? – sorri e JK riu, aumentando um pouco a velocidade.

– Maluco de tesão – gemeu – me deixa te foder forte, amor... – aproximei meu rosto de sua orelha e mordisquei, gemendo baixinho, enquanto JK estocava devagar.

– Você sabe como eu gosto? – rebolei e JK suspirou, assentindo e deslizando suas mãos até minha bunda – Então me fode – JK estocou fundo e gememos juntos. Ele apertou minha bunda e retirou seu pênis de dentro de mim. Ergui minha cabeça e selei seus lábios.

– Deita de ladinho, pequena – obedeci. 

JK ficou atrás de mim, juntou minhas pernas e me penetrou devagar, deslizou a mão por minha cintura e me puxou, aproximando mais nossos corpos e penetrando mais fundo. Sua mão deslizou até meus seios, onde JK segurou. Ele mordeu minha orelha e senti sua respiração ali, enquanto ele estocava devagar.

– Não para, JK...

– Assim é mais gostoso, hum? – assenti e contrai minha intimidade, ele gemeu – se apertar meu pau assim não vou durar muito – passou a mão por meu corpo, até minha coxa, onde deixou um tapa que me fez gemer. JK levantou minha perna e posicionou a mão em meu clitóris – hoje vou deixar você escolher – massageou o local enquanto estocava devagar – quer gozar no meu pau ou nos meus dedos? – lambeu minha orelha e sussurrou – ou na minha boca?

– No seu pau – JK estocou mais forte.

– Acho uma delícia quando você fala sacanagem assim – sorri e gemi. JK aumentou a velocidade de seu dedo em meu clitóris, enquanto estocava e sussurrava em minha orelha – você é tão gostosa – gemeu e contrai forte minha intimidade, fazendo JK estocar mais fundo – não faz assim, amor, quero gozar depois de você.

– Estou quase – ri – JK rebolou um pouco e arfei. Seus dedos ficaram mais ágeis e soltei um gemido, me sentindo próximo de gozar.

– Então goza pra mim – beijou minha orelha.

– Goza na minha boca? – pedi e ele riu, depois suspirou.

– Você quer? – assenti– que safadinha – mordeu minha orelha e gemi. JK parou os movimentos em meu clitóris e segurou minha perna, mantendo-a aberta. Ele aumentou as estocadas e gemi – só depois que você gozar pra mim – JK ia fundo e eu estava por um fio de gozar. Gemi e rebolei.

– JK – gemi – eu vou... – senti minha intimidade contrair forte antes de terminar a frase. JK deu mais algumas estocadas fortes e saiu de dentro de mim, se ajoelhando na cama. Me sentei e ele estendeu uma mão, enquanto se masturbava com a outra.

– Vem – me chamou e me aproximei, lambendo a glande de seu pênis. JK segurou meus cabelos e puxou – olha pra mim – obedeci – abre a boquinha, amor – abri minha boca e passei a língua por sua glande de novo. JK gemeu e rosnou, puxando meus cabelos. Ele aumentou a velocidade de sua mão e logo se desfez em minha boca. Ele me encarou e sorriu – engole tudo – obedeci e passei minha língua por seu pênis. 

JK se sentou à minha frente, ofegante, e me sentei em seu colo, envolvendo seu pescoço com meus braços e selando seus lábios.

– Você é uma safada, Jeon S/n – JK riu e afastou os fios de cabelo úmidos de meu rosto – foi gostoso – abraçou minha cintura – fiquei surpreso. 

– Quer que eu te amarre de novo? – provoquei e JK riu.

– Não achei que fosse dar certo. Você conseguiu me excitar mesmo sem me deixar dominar, eu admito que foi bom, mas eu ainda gosto quando posso te provocar e mandar em você. Podemos revezar, hum? – ri.

– Podemos – JK sorriu e enterrou o rosto na curva de meu pescoço.

– Passou perfume só pra mim? – afastou o rosto e me olhou. Assenti e ele selou meus lábios – Pequena, não sei se é um bom momento, mas queria comentar – endireitou a postura e me encarou – você parece mais confiante, estou feliz por isso.

– Você me incentivou bastante... – ri. JK sorriu e logo ficou sério novamente.

– Estou falando sério. Você nunca fez uma surpresa assim pra mim... Estava chateado por ver você se martirizando por estar envelhecendo. Eu também estou, amor, é normal... E veja, você ainda parece ter no máximo 30, consegue ver agora? – assenti – Eu queria muito que você visse isso – pendeu a cabeça para o lado – você é linda.

– Obrigada – nos encaramos intensamente – você também é lindo – ele sorriu fechado – obrigada por me incentivar a me cuidar mais.

– Vamos continuar assim, juntos – assenti e selei seus lábios – Agora acho que precisamos tomar banho de novo – rimos – depois podemos usar máscaras, e tudo mais – ele gesticulou, brincalhão e ri mais alto.

– Te amo, Jungkook, você me faz muito feliz – ele sorriu e me abraçou.

– Você também me faz muito feliz, pequena. Te amo demais.


Notas Finais


Até o próximo capítulo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...