História Minha Princesa das Águas (Imagine Park Jimin) - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Imagine, Imagines Bts, Jimin, Jungkook, Minha Princesa Das Águas, Sereia, Sereias
Visualizações 71
Palavras 3.612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha só eu apareci! Então mochis, demorei para postar esse capitulo porque queria que ele ficasse bom! Espero que vocês gostem afinal tá meio grandinho rsrs^^ ! Então sem falação boa leitura! ^^

Capítulo 10 - "Maldita Coroa"


Fanfic / Fanfiction Minha Princesa das Águas (Imagine Park Jimin) - Capítulo 10 - "Maldita Coroa"

(Narrado por S/n)

<Atlanta, 13h50min>

Eu não queria que isso acontecesse só queria ser deserdada agora. Escutamos um alto estrondo e vimos à porta grossa de madeira antiga ser forçada com força fazendo as prateleiras tremerem. Eu e Sarah nos olhamos e engolimos seco, olhamos em volta e não tinha uma abertura sequer, meu olhar rapidamente se voltou para a porta que foi arremessada para trás derrubando uma estante inteira frascos no chão. Eu puxei Sarah que quase foi acertada pela prateira e voltei meu olhar para porta assim tendo a visão dela.

- Priminha? – Ela ri falsa e se encosta-se ao batente da porta. –

- O que você quer aqui capeta? – Eu disse fria. –

- Nossa isso é modo de tratar a sua priminha do coração? – Ela disse sorrindo e retirou de trás de sua roupa um punhal dourado. –

Eu não sei o que essa maluca é capaz mais fazer então cuidado em dobro a partir de agora.

- Foda-se como eu falo com você ou deixo de falar, saia daqui antes que eu quebre essa coisa feia que você chama de cara! – Disse e Sarah segurou meu braço como aviso para abaixar o tom. –

- Me diga o que quer aqui Emmy! – Sarah se impôs fazendo Emmy sorrir brincando com a ponta do objeto dourado em suas mãos. –

- Nossa até que para uma feiticeira adultera, ela mudou sua postura de fala. – Emmy disse rindo debochada. –

Eu não entendi bem a conversa, elas já se conheciam? Eu pensava em meio aquele caos, estava desnorteada tentando juntar as peças do quebra – cabeça. Foi tudo muito rápido se ouviu um forte estalo e um barulho e quando fui ver... Sarah tinha dado um tapa bem dado e estalado no rosto de Emmy, que ria debochada escorada no batente da porta, uma verdadeira psicopata.

- QUEM VOCÊ PENSA QUE É SUA GAROTA INSOLENTE! AQUILO FOI UM ERRO! EU NÃO TIVE CULPA! – Sarah gritou com Emmy, que por um momento só ficou calada escutando os berros da mais velha. –

- A- D- U- L- T- E- R- A! DESONRADA! SUJOU O NOME DE MINHA MÃE E A CULPA FOI SUA! – Emmy avançou com tudo em Sarah que se desviou. –

Elas se embolaram em uma briga, Emmy batia o rosto de Sarah contra o chão e Sarah apertava o pescoço de Emmy com força. Eu não sabia o que fazer não tinha reação, eu por um momento tentei fazer algo mais Sarah não deixou, se pondo em minha frente enquanto Emmy estava descontrolada destruindo tudo a sua volta.

- S-saia daqui agora S/n! Corra para bem longe vá La para cima ele te ama! Vá atr...

Eu só consegui correr sentindo meus olhos encherem de lágrimas. Vi seu último suspiro, ouvi sua voz pela última vez... Olhei para o frasco em minhas mãos e o apertei forte, andei pela casa revirada com tudo quebrado, senti um enorme peso por isso. Era culpa minha, as coisas que tanto demoraram a construir, cada sorriso que demos as três juntas nessa sala, os conselhos de mãe que ela me deu, tudo foi acabado  por um maldito objeto de lâmina afiada fincado em seu corpo rasgando sua pele, para no final se transforma em uma boa lembrança de uma mãe que nunca pode ter e que no dia que eu tive a perdi... Para sempre. Eu não tinha animo para nadar mar aberto, aquilo afetou a minha aura de tal maneira que a tristeza me impedia de ter forças para lutar, cai sobre a areia e quis me encolher e nunca mais sair dali, queria não ter sentimentos, queria não existir, queria voltar no tempo e tomar o punhal de Emmy, mais é como dizem não tem como mudar o passado.

Levantei-me dali e nadei com minhas pernas para o mais longe possível, minha forma hibrida em corpo humano gasta mais energia então estava muito exausta. Sentei escondida sobre alguns corais e continuei ali pensando na minha melhor amiga, e em minha mãe... Tudo parecia estar desmoronando e por um momento eu cheguei a real conclusão de que estou sozinha, nesse oceano infinito com minha alma a vagar pelo vazio. Amenos não vou deixar ela ter dado sua vida a toa, eu vou lá para cima e vou sumir do oceano para sempre... Acho que só tenho minha ultima esperança... Jimin. 

Levantei-me dali e suspirei olhando o nada. Mais todo silencio naquele mar deserto foi quebrado por ela...

- Que bom que te achei embuste. – Disse Emmy atrás de mim. –

- O que você quer aqui? – Respondi imóvel, estava sentindo tudo dentro de mim borbulhar de ódio. –

- Para de cerimônia quero logo te levar ao meu titio para receber minha recompensa! – Ela disse e eu virei e fitei seu rosto nos olhos, e pude sentir o quão sem coração e fria ela era. –

- Eu não vou voltar com você... – Disse fria de uma vez a olhando nos olhos. –

- O que você disse? – Ela falou descrente. –

- EU NÃO VOU VOLTAR COM VOCÊ! SUA ASSASINA INMUNDA! – Não me segurei e acertei seu rosto em cheio. –

Ela caiu no chão e por um instante não respondeu nada, apenas parecia dar uma risada sem som, um tanto demoníaca. Ela virou e se pôs de pé novamente e me olhou sorrindo com aquele maldito objeto dourado que tirou a vida de Sarah.

- Olha vou ser bem sincera, eu não tenho mais paciência para te aturar sua garota mimada! Eu já estou cansada de você! E quer saber... Seria uma pena se seu amado pai soubesse que a filhinha dele foi morta pela feiticeira em um trágico dia né? – Ela gargalhou no final da frase impondo o objeto em posição de ameaça. –

- Como você consegue ser tão suja... – Disse entre os dentes trincados de ódio. –

Em um reflexo rápido Emmy partiu para cima de mim, dando inicio a uma briga corpo a corpo comigo. A mesma tentava me acertar diversas vezes com o objeto em mim mais eu sempre desviava, até que em um passo falso;

- HAAwa! – Soltei um gemido de dor sôfrego forte e cai ajoelhada com as mãos naquele objeto dourado fincado em meu abdômen. – Maldita... O que, colocou nisso... Ahh...

Ela gargalhou passando a mão no cabelo que flutuava mais leve que a água cristalina do mar.

- É um punhal encantado, consegui com uma ninfa das lágrimas! – Ela disse alegre em me ver agonizar de dor ali. –

Eu vi quando ela se aproximou e empurrou meu corpo com força no chão me fazendo apertar os olhos de dor e de uma vez puxou o objeto de meu corpo. Eu comecei a me sentir fraca e minha visão ficou falha mais mesmo assim eu não desisti continuei a lutar e mantive poucamente meus olhos abertos.

Vi que logo apareceram à tropa de busca do castelo, meus olhos pesaram e eu senti meus pulsos serem amarrados forte, podia escutar tudo cada gracinha comentário estúpido e comemoração vindo da parte de Emmy.

 

[...]

 

O percurso foi chato, barulhento e um tanto doloroso, eu sou imortal mais o punhal estava enfeitiçado então sei que aquilo iria doer muito ainda pela frente. Escutei as cornetas e os gritos dos cidadãos da cidade comemorando minha chegada, mal sabiam eles que aquilo era um inferno para mim. Emmy passou ao meu lado e pude escutá-la perfeitamente a mesma sussurrar:

- Bem vinda de volta ao inferno priminha.

 

Eu já conseguia abrir melhor os olhos e via o hall do castelo, estava amarrada em cima de uma espécie de rede com correntes, ao escutar as portas da sala do trono serem abertas ouvi a voz de minha mãe desesperada de alegria correr até mim, continuei com os olhos fechados fingindo não ouvir nada.

- Filha... Como a mamãe sentiu saudades... – Ela passou as mãos em meus cabelos e pude sentir uma de suas lagrimas pingarem em minha bochecha. – A soltem agora! – Disse minha mãe e pude sentir desatarem meus braços. –

Abri poucamente meus olhos e por uma fresta o vi lá sentado em seu trono, olhando minha mãe ajoelhada em meu corpo como se fosse a coisa mais comum do mundo ver um filho quase morto.

Abri meus olhos e pude ver meio embaçado as coisas em minha volta. Olhei para minha mãe que me espremeu em um abraço apertado, algo que me fez segurar um gemido.

- Afaste-se dela Heya. – Ele disse com a voz firme. –

- Ela é minha filha! Cale-se seu imundo! – Me admira muito minha mãe responder o “Grande rei dos mares assim”. –

-Heya! Largue essa garota! Ela tem que assumir a postura devida de uma pessoa “independente e responsável” que ela diz ser! – Meu pai disse debochado, a mais dessa vez eu respondo! –

- Eu sou muito bem independente, e vou sair desse inferno você deixando você ou não! – Disse me levantando com dificuldade e me pondo de pé. –

- Mal se põe de pé sua insolente! Acha que vai a algum lugar! – Ele disse e me empurrou fazendo cair ajoelhada aos seus pés. –

Eu soltei uma risada e o encarei sorrindo debochada.

- Acha mesmo que esse seu planinho de bancar a rebelde vai dar certo comigo garota insolente! – Ele disse me pegando pelos pulsos em um movimento rápido me pondo de pé. –

Ele gritava comigo me sacudia pelos pulsos. Sabe... Nunca senti essa sensação de vazio e fraqueza, não conseguia me defender, escutava meus pais gritando e me sentia perdida sem argumentos para falar, eu não conseguia fazer nada. Meu corpo foi ao chão e senti minha cabeça latejar com a pancada, estava em transe naquele momento se passaram pela minha cabeça os momentos com Sarah, Manu... Jimin, eu não fui o ver hoje, só espero que ele não desista de nós.

Senti elevarem meu corpo e meus pulsos serem acorrentados, abri meus olhos que estavam embaçados por conta das lagrimas e vi poucamente Emmy sair da sala com meus pais, senti ser carregada daquele ambiente para outro com certeza me levaria para as fúrias – Lugar onde mais morre gente KKKKKKKKKKKK PS: Cada “K” é um desespero. –

Após descerem para o subterrâneo comigo me jogaram em uma cela qualquer e saíram dela, estava fraca quase em minhas ultimas forças para me manter acordada, meus olhos foram pesando cada vez mais e depois tudo ficou escuro...

Assim cheguei a conclusão...

- A morte parece menos terrível quando se está cansado, todos temos uma hora e um destino, acho que agora é a minha vez...

 

(Narrado por Park Jimin)

<Busan 19h35min>

 

Hoje o dia foi bem corrido mais em compensação estou entrando de recesso e terei bastante tempo para passar com minha jagiya. Assim que eu saí do colégio fui buscar Roo no colégio, logo em seguida fui para casa. Hoje meus pais chegariam tarde então teria um tempinho a mais com a S/n. A tarde foi como sempre terminei meus trabalhos e coisas da escola e ajudei Roo na tarefa de casa, por fim tomei um banho e dormi.

[...]

Assim que eu acordei vi que já estava escuro lá fora, apenas me troquei rapidamente e desci as escadas animado, peguei uma maça na cozinha e sai de casa cruzando com meus avos que estavam chegando em casa da feira que tinha uma vez por semana aqui. Caminhei eufórico até a praia, hoje estou muito animado – Esqueci de contar que eu vou ganhar um apartamento só meu, e logo mudarei para lá! – para contar algumas coisas para minha estrelinha! Gosto muito de conversar e passar tempo com ela, seu sorriso sua risada tudo me faz bem. Assim que cheguei a nosso lugar de encontro ela não estava lá... Achei estranho porque ela sempre chegava antes de mim, e hoje cheguei antes dela. Sentei-me nas pedras como sempre e observei aquela praia que era enorme e infinita, mais sem sua presença era como um pequeno nada.

[...]

O tempo passou e nem um sinal de sua presença, as ondas do mar vinham e batia contra as pedras causando um barulho gostoso e relaxante, a barra de minha calça se encontrava molhada pela água salgada, meus pés se encontravam afundados naquela maresia gelada, fitava o horizonte que era iluminado pela luz da Lua, aquilo tudo era uma simples e singela noite vazia e sem graça sem minha garota ali. Logo foi ficando tarde e o cansaço do dia estressante me venceu e me levantei indo embora em passos frustrados para casa. Ao chegar subi e tomei um banho, coloquei uma calça de moletom simples e dormi sem camisa mesmo.

 

Dois dias depois...

 

Passaram-se dois dias em que não a vejo como estava de férias apenas passei o dia todo na minha cama pensando nela, ela não era de sumir e sempre vinha me ver... E se aconteceu alguma coisa com minha estrelinha?! Ahhhh! Meu Deus me ajuda...

Remexia-me na cama revoltado fitando o teto nulo do meu quarto sem graça, só vazia dois dias que não a olhava nos olhos da minha S/n e estou enlouquecendo, me sinto triste e nem vontade de comer eu tenho.

[...]

O resto do dia foi assim: Eu, meu travesseiro e minha preocupação. Mais tarde já era noite e eu decidi ir à praia – Isso que é a esperança nunca morrer. Cara hoje estou filosofando muito! – com expectativas de vê-la, algo completamente burro de minha parte. Afinal as horas passaram e ela não apareceu e como não tinha escolha fui para casa  novamente com o coração apertado.

 

(Narrado por S/n)

- Três Semanas depois...

Passou-se três semanas que estou presa aqui sozinha, a ferida em meu abdômen está quase se curando, – Maldita Emmy, como quero esfregar sua cara no chão... - eu na tenho ninguém para conversar somente meus pensamentos para refletir, desde que eu descobri algumas coisas sobre mim mesmas, vou contar a vocês. Naquele mesmo dia fui chamada novamente na sala do trono, meu pai estava furioso mais dessa vez eu bati de frente com o mesmo, minha mãe e ele brigaram e descobri algumas coisas: Meu pai teve um caso com uma feiticeira que gerou uma filha, mais baniu as duas a pedido de minha mãe e minha tia, Emmy contou um monte de coisas para meu pai e ele não ficou muito contente em saber que estive com as “Feiticeiras” que foram banidas, passei por um ritual de corte - Sim, ele descobriu meu selo com Manu e o cortou literalmente ele não teve dó de sua própria filha, pegou uma lâmina e cortou fora a marca de eu pulso, estou com um curativo no pulso agora. – e para ajudar eles adiantaram a minha cerimônia de coroação, mais já tenho um plano para escapar dessa também. Basicamente foi isso que aconteceu comigo! – Aí está crianças, o manual de como tomar no cu, se é filha de Poseidon. –

Duas Semanas depois...

Felizmente chegou o maldito dia de coroação, meu pai mandou Emmy me vigiar 24 por dia, não tenho um segundo só em paz. A cerimônia será as 22:00 da noite, basicamente meu dia hoje será ser paparicada, roupa ali, sapatos aqui, cabelo assim, unhas assim e o caralho todo. Minha mãe tentava falar comigo hoje mais eu não quis nem a escutá-la, pois sei que vai tentar a me casar com Mark, – Sim, aquele embuste ainda está na minha cola! Tadinho dele se o Jimin o visse ksksk. -  só vou aturar pois preciso dele para executar minha fuga de vez daqui.

[...]

O dia passou como os de sempre quando estava naquele lugar, correria e empregadas, arrumadeiras e gente chata me paparicando. – PAU NO CU! Desculpa precisava falar isso! Hoje não to boa. –

Era um saco você não querer usar um  roupa ridícula, e deixar o cabelo todo engomadinho assim iguala de uma “princesinha mimadinha”, essas unhas... Ah! Hoje tudo nessa droga de lugar esta me irritando.

Eu agora estou finalmente comendo tranquilamente no arem e FINAMENTE sozinha. Escutei a porta ser aberta e já fiquei atenta. Olhei de escanteio para trás e vi Mark entrando no local que estava. Ele se aproximou de mim e quando estava perto demais de mim eu me virei olhando seria para o mesmo.

- Nossa não posso nem ver minha noiva?-  Ele disse se aproximando de mim, fazendo eu andar para trás. –

- Não se aproxime mais! – Disse firme. –

- A é? E se eu me aproximar o que vai fazer? – Ele disse me prensando sobre a parede. –

Eu tentei sair mais não adiantou muito, e sem minha vontade ele apertou minha cintura e juntou sua boca na minha. – Cara aquilo não foi um beijo, blé! –

Eu tentei o empurrar mais não deu certo, o mesmo pediu passagem com a língua e eu recusei, ele insistiu e eu mordi forte sua língua, fazendo o mesmo me empurrar e soltar um grito doloroso levando as mãos na boca.

- HAAA! Sua selvagem! Você me mordeu! – Ele disse encabulado. –

- Na próxima eu vou arrancar sua língua e cortar essa alga pequena que tem no meio das pernas! Passar bem mauricinho! – Disse me retirando dali correndo para lavar minha boca e desinfetar os micróbios daquele nojento de mim. –

[...]

A tarde passou e felizmente chegou a hora da minha coroação, olhava pela pequena janela do castelo e não as entradas do castelo lotadas de gentes, crianças, adultos, ninfas, animais tudo que havia no oceano parecia estar ali. A cada segundo me sentia mais agoniada, cada passo meu sapato incomodava, minha maquiagem carregada estava ridículo, o espartilho apertado fazia minha cintura doer,  estava em uma perfeita agonia. Meu “noivo” chegou para me buscar e em silêncio caminhei de braços dado ao mesmo. Assim que as portas do castelo se abriram os cidadãos a minha volta começaram a vibrar e gritar, eu não dei se quer um sorrio permaneci seria e de face tristonha. Aquilo não foi o suficiente para meu pai parar aquilo, hora de por as merdas que esquematizei em mente.

A cerimônia de coroação começou e como sempre o curador fazia aquele discurso idiota, enquanto ele falava olhei em volta e o objeto que tanto me assombrava estava lá, aquela coroa estúpida cravejada de diamantes encantados, com ouros e conchas feitas por ninfas... Eu vou jogar todo o trabalho de seres fora, estragar uma geração, mais minha liberdade eu não perco. Assim como de costume o Curador me chamou até a frente e começou os votos de compromisso final.

- Descendente de sangue puro do Grande rei dos Mares, sagrado seja seu ouros e brilho  dourado nas escamas, a partir de hoje entrego em tuas mão a grande responsabilidade de séculos atrás. – Ele entregou a coroa em minhas mãos. –

Naquele momento eu tremi milhares de pessoas me olhando, minhas mãos suavam, e meu coração disparou, juntei minha coragem e disse de vez.

- NÃO! – Eu gritei e todos fizeram em automático um perfeito “Oh!” de espanto. – Não posso ficar com isso, eu não nasci para governar vocês – Comecei a me distanciar com o objeto em mãos. – me perdoem por isso...

Assim que acabei a frase joguei o objeto no chão com força o estilhaçando em pedaços, fazendo as pedras que antes tinham cor se tornarem cinzas e apagadas sem vida. Olhei em volta e todos não estavam acreditando no que eu tinha feito tudo ficou em silêncio não se ouvia um “A” se quer, em distração arranquei aquela coisa dos meus pés e corri me misturando na multidão. Só corri para longe, dessa vez o estranho é que não teve tropas mais eu sabia que iria vir algo pior. Assim que cheguei à barreira da fronteira escutei alguém me chamar e me virei me assustando.

- S/n! – Meu pai me chamou me fazendo parar de vez. –

- Porque fez aquilo? – Ele disse com o tom arrogante de sempre, sinal de que não devo perder meu tempo. –

- Não é da sua conta! – Disse arrogante no tom que ele sempre se dirigia a mim. –

- Vai pagar por isso Sarah! – Ele disse... Pera quê?! –

Senti meu corpo ser puxado, olhei nos olhos de meu pai e senti um calafrio seus olhos azuis estavam em tom mais escuro, ele me puxou e começou a apertar meu pescoço e o seu assim iniciando a briga de uma Semideusa e um Deus. – Algo que não vai dar certo dois os dois são imortais. – Eu não entendi muito bem o porquê dele me chamar de Sarah... Agora faz sentido!

- Desgraçado... Você deixou Emmy matá-la! – Estava com tanta raiva que não percebi que acertei seu rosto em uma tapa forte. –

- EU VOU TE BANIR SUA FEITICEIRA IMUNDA! – Ele falava com... Os olhos marejados? – E-eu... A culpa foi minha... – O corpo do homem foi ao chão e ali ficou derramando lagrimas apenas dizendo algumas coisas que não se encaixavam. Como não queria acreditar sai dali o mais rápido possível nadado mar aberto com certa dificuldade por conta da roupa ridícula. Passei próximo a minha antiga casa e senti meu peito doer, mesmo assim ergui a cabeça e continuei. Mais a frente arranquei tudo do meu corpo e fiquei apenas com um tecido fino do vestido que rasgou na metade de minhas coxas.

Meu corpo estava exausto, droga de forma humana... Não me dei conta de que já estava à beira da praia, meu corpo não agüentava mais respirar e mover uma parte sem minha calda o caminho tinha sido cinco vezes mais cansativo, meus cortes ardiam, e minhas pernas doíam, arrastei-me ate a beira da água e deixei meu rosto afundar na areia fofa, enxergava pouco e percebi que o nascer do Sol estava próximo. Não agüentei e tudo ficou silencioso e escuro a partir dali...

 

 

 


Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado, desculpe qualquer erro e bjus no coração de vocês até o próximo capitulo!


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