História Minha Professora. ; saida - Capítulo 1


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Categorias TWICE
Personagens Dahyun, Sana
Tags Lésbica, Sahyun, saida, Twice
Visualizações 291
Palavras 2.982
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Fantasia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Orange, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


desculpa

Capítulo 1 - Capítulo Único


Talvez seja porque DaHyun é virgem que ela sempre teve medo de se aproximar dos outros. Ter medo de perder isto com uma simples pessoa, sem cuidado, sem nada de especial.

Com 14 anos, terminando o ensino fundamental, DaHyun se deu de cara com sua nova professora, Minatozaki Sana, uma estrangeira de 20 anos que agora em diante daria aulas para si.

Foi então que começou a sonhar com Sana. De leves e românticos sonhos que ela se imaginava com ela, a partir do tempo foi evoluindo para uma pesada foda entre as duas. 

E esse sentimento não mudou ao decorrer do tempo, agora, já estava com 17 anos, pronta para fazer 18 e largar o ensino médio. E, como sempre surpreendendo, DaHyun quer fechar ocm chave de ouro, matando o grande desejo de perder a virgindade com sua professora.



O Ensino Médio é horrível, ainda mais quando se tem que ficar até tarde na escola na sexta-feira. Mas DaHyun gostava, poderia ver Sana falar e ensinar a vontade.

Já era final da aula, Sana tinha saído da sala de aula e deixados os alunos às sós. Ela voltou depois com vários papéis, escrevendo várias coisas que nenhum aluno jamais entendeu.

Já tinha 4 anos que Sana e DaHyun se conheciam, tinham uma boa relação de professora e aluna. DaHyun é uma garota exemplar, e menso estando apaixonada, conseguia entender todos os assuntos. E Sana gostava muito de DaHyun, tanto que a chamava de "filha".

Tofu sempre foi tímida com Sana, e o tempo não ajudou nem um pouco, mas poderia dizer que conseguia trocar ideias ou puxar assuntos com Minatozaki, mesmo nervosa e com respiração falha.


: DaHyun — O que são esses papéis?

: Sana — Irei mudar de escola.


Foram essas palavras que causaram um nó no estômago de Kim. “Sana iria embora?! E agora? Como irei vê-la?”


: Sana — DaHyun? (Tentou acordar a aluna com um estalo.) Filha?

: DaHyun — Você vai embora? O que vai fazer? 

: Sana — Bem, eu sempre quis ser uma paleontologa, e eu já estava estudando para isso. Desculpe-me. (Sana tinha uma voz calma, mas ao mesmo tempo sexy, que fazia DaHyun se arrepiar parte por parte.)

: DaHyun — Por que "desculpas"?

: Sana — Sua reação não foi tão boa...

: DaHyun — É que... Vai ser difícil perder uma professora como a senhora.

: Sana — Obrigada, DaHyun. Mas não me chame de senhora, nem sou casada.

: DaHyun — “Que bom.” (sussurrou para si e deu uma risada após.)

: Sana — O que disse? (Arrumou seus óculos.)

: DaHyun — Nada.


Sana olhou para baixo e voltou a prestar atenção aos papéis. DaHyun olhou para o teto, observou os alunos conversando. ChaeYoung, que sabia do plano, observada DaHyun com um olhar penetrante, como se a obrigasse a pegar a professora por cima da mesa. Olhou para um relógio que tinha lá, viu as horas, era quase o toque e iria embora.


: DaHyun — Posso ajudá-la no final da aula?

: Sana — Não precisa.

: DaHyun: Por favor! (O sinal tocou.)

: Sana — Ah, tudo bem...


O tempo passou, DaHyun arrumou a sala enquanto Sana arrumava uma papelada em sua mesa. Sana sempre assoviava, qualquer coisa que estivesse fazendo, assoviava igual um pássaro.

DaHyun terminou de arrumar a sala. Olhou para a professora, que já estava no último papel.


: Sana — Pode me ajudar a levar isso a sala dos professores, Kim?

: DaHyun — Claro.


Sana pegou algumas papéis e deu para DaHyun, logo depois pegou uma pilha maior.


: DaHyun — Pode me dar mais papéis, "Doutora", não precisa segurar isso tudo.

: Sana — Dahyun-ssi---

: DaHyun: Por favor.


DaHyun conseguiu, pegou a metade dos papéis de Sana, agora estava meio a meio, ambas levavam papeladas à sala.

Chegando lá, Sana puxou uma chave e abriu a porta. Aquele lugar era sagrado, quase nenhum aluno havia entrado ali. O espaço era pequeno, porém formidável e confortável.


: Sana — Coloque na mesa.

: DaHyun — Ok.


DaHyun colocou os papéis na mesa. Estava um pouco pesado, e ter descido as escadas não ajudou. Ela ofegou ao soltá-los e Sana a imitou rindo após.


: Sana — Ser adulta é um lixo, aproveite enquanto pode, filha.

: DaHyun — Tô tentando ao máximo, mas não tenho mais tanto tempo quanto antes. (Apertou a mesa que deixou os papéis e mordeu os lábios com ansiedade.)

: Sana — DaHyun, quantos anos você tem?

: DaHyun — Vou fazer 18.

: Sana — Ah, se fudeu. (Sana riu.) Oh, desculpe. Não deveria ter dito isso. 

: DaHyun — Tudo bem. Pode falar o que quiser 

: Sana — É que os professores não podem falar assim com os alunos, temos sempre ser educados.

: DaHyun — Isso é uma merda.

: Sana — É, mas fazer o que?

: DaHyun — Honestamente, nem sei.


Sana apertou a mesa também, mas estava com nervosismo também. DaHyun notou e ficou confusa, por que estaria assim?


: DaHyun — O que foi?

: Sana — Nada...

: DaHyun — Ninguém aperta a mesa assim. Pode falar, finja que não sou uma aluna.

: Sana — Hmm... Como posso dizer? ... Você já... Sentiu tesão por alguém que não pode ter senão pode acontecer merda?

: DaHyun — Já, todo dia. 4 anos pra ser mais exata. (Olhou para sempre e umideceu os lábios, Sana falar aquilo a delirou em silêncio.)

: Sana — Já? Por quem?

: DaHyun — Hmm... Uma pessoa mais velha.

: Sana — Mulher ou homem? (DaHyun não respondeu, apenas fez um pequeno 'o' com a boca. Sana respirou fundo.) Depois que surgiram com o boato que eu sou... gay e saía com a Tzuyu e Momo, ou Eunha, ou todas, foi um sufoco. Quase fui punida pela própria escola. Foi difícil, todos me olhavam e olham torto, como se eu fosse um monstro, uma aberração. 

: DaHyun — E você é?

: Sana — Sou. (DaHyun ficou boquiaberta.)

: DaHyun — Por que não admitiu?

: Sana — Medo. Se já tiveram essa reação com um boato, imagine ae fosse confirmado.

: DaHyun — Entendo...

: Sana — É...

: DaHyun — Eu acho .. eu acho que sou assim também.

: Sana — Esse tesão de 4 anos é por uma garota?

: DaHyun — Mulher, na verdade. Ela é mais velha. 6 anos.

: Sana — O que fosse quer com ela? Além do tesão?

: DaHyun — Se eu fizer... "isso" com ela, eu estarei realizando basicamente um sonho.

: Sana — Que sonho?

: DaHyun — Eu sou apaixonada por ela desde que a vi e a conheci. 3 anos.

: Sana — Você gosta mesmo dela?

: DaHyun — Sim.



DaHyun se aproximou de Sana.

"FODA-SE, ME FODE COM FORÇA!"

A surpresa foi que Sana retribuiu o beijo, que havia se tornado uma grande maré sensual.

Minatozaki separou o beijo e retirou os papéis e outros objetos que estavam lá, e DaHyun sentou-se lá de pernas abertas, onde Sana ficou de frente ainda a beijando.

Sana segurou a cintura de DaHyun e a colocou sobre , tirou o colete do uniforme escolar da garota e voltou a beijá-la. 

Aquilo estava excitante, pegando fogo. Sana tinha as mãos um pouco exageradas, onde sempre pegava em algum lugar de DaHyun sem parar. A aluna estava com as mãos na bochecha e no pescoço da professora, sem soltar uma única vez para recuperar o fôlego.

Sana abaixou as mãos que estavam na cintura e as levou para as coxas de DaHyun, as apertando e adentrando suas partes ainda por baixo da sua saia.

Sana se aproximou e não parecia que respirava, já que soltou DaHyun e deu chupões e lambidas em seu pescoço. Estava ofegante, quase impossível de respirar naquela salinha fechada, ela recuperava o ar enquanto seu pescoço era vítima de chupões. Sana respirou um pouco, mas não deu três segundos e ela já tinha voltado para a boca de DaHyun.

Agora as mãos de Sana ficavam cada vez mais próximas da virilha e consequentemente da intimidade de DaHyun, que já estava pedindo para ser tocada.


Iriam transar. Era óbvio. Muito óbvio. Mas não. Não. Não alí. Alí não. Primeiro pela falta de espaço, segurança e privacidade. Segundo que alí não era onde DaHyun esperava perder a virgindade, numa sala quente. Terceiro que é pra maiores de 18 então tem que ter sexo sim.


Sana separou-se da aluna e pegou o colete caído no chão. Agora iriam sair de lá, mas a professora empurrou DaHyun para a mesa. DaHyun ficou de costas, Sana ficou por trás e levantou a saia de DaHyun. Ela deu um tapa estalado.

A pele de DaHyun era tão branca, tão branca que ficou a marca de toda a mão de Sana, que voltava ao branco aos poucos. Sana sorriu maliciosa.


: DaHyun — Por que fez isso...?

: Sana — Você é tão branquinha... Será fácil e divertido te marcar.

: DaHyun — Não me deixe toda vermelha.

: Sana — Eu tenho um fetiche por tapas, então será impossível não dar alguns.


Ainda ofegante, Sana abriu a porta e as duas saíram de lá. Havia alguns funcionários, mas nenhum deles notaram os duas saindo de lá. Sorte.

Sana levou DaHyun para o seu carro, iriam para sua casa.

Já estava anoitecendo, o céu de Seul a noite era maravilhoso. Azul escuro, roxo, branco e rosa se misturavam de formas incríveis e peculiares. A lua já estava quase completamente exposta, era branca, estava tão brilhante que poderia ser chamada de sol.

DaHyun estava nervosa, muito. Ela não contou que era virgem, que nunca se tocou, ou se interessou por alguém e ficou com ela. O máximo que conseguiu foi beijar umas amigas, com o motivo que elas chamavam de "aprendendo a beijar". E funcionou.

Sentiu algo nas pontas dos dedos, era a mão de Sana. Agora suas mãos estavam entrelaçadas e juntas. DaHyun era branca como a neve, parecia um fantasma em comparação a pele de Sana que estava morena devido à uma viagem a praia que teria feito.

Chegaram na casa. Sana abriu a porta. Agora fudeu, não tinha volta. Era agora.


Após DaHyun entrar e a porta se fechar novamente, Sana segurou seu rosto e a beijou. Esse beijo foi diferente, era mais calmo e suave, Sana não maliciou nada.


: Sana — O que foi? (Disse após ver DaHyun num estado crítico.)

: DaHyun — Eu... eu nunca fiz isso.


A japonesa não teve nenhuma reação, mas DaHyun ficou corada com as próprias palavras. Sana soltou o rosto de DaHyun se fez um carinho em seu cabelo, logo depois o alisando com os dedos.


: Sana — Tá tudo bem.

: DaHyun — Tá?

: Sana — Tá. Não tem nada de mais em ser virgem, inclusive todo mundo já foi.

: DaHyun — É que... Você pensou que se uma aluna te beija daquele jeito e ainda vem pra sua casa é porque já perdeu a virgindade?

: Sana — Pensei sim.

: DaHyun — "desculpa"?

: Sana — Desculpada. (Riu.) Tá tudo bem DaHyun, e obrigada por me contar. Eu cuidarei de você. Mas antes... Vamos te acalmar.


Sana se afastou de DaHyun e a sentou no seu sofá, indo até um armário e puxando uma garrafa e uma taça.

Ela encheu o copo de vidro com um líquido rosa e entregou a DaHyun.


: Sana — Beba.

: DaHyun — O que é isso?

: Sana — Álcool.

: DaHyun — E-Eu não... Eu não bebo.

: Sana — Claro que não. Você é menor de idade, não deve beber.

: DaHyun — Então por que tá me dando isso?

: Sana — Ih, é mesmo né? (Sana tirou das mãos de DaHyun.) Vai contar pra polícia? (Disse num tom engraçado.)

: DaHyun — Não.

: Sana — Então tome, pode beber.

: DaHyun — Eu vou parar de ficar assim?

: Sana — Sim.


DaHyun fechou os olhos e deu um gole. Ardeu, ardeu tudo. O "Argh! Isso arde!" e "É veneno?!" fizeram Sana rir da aluna, mas ela a mandou tomar novamente. Depois de três tentativas de beber sem sentir a ardência, DaHyun sentiu algo doce. Okay, agora estava com um gosto muito melhor. Bebeu outro.


: Sana — Calma, quero você sóbria ainda.


Pegou a taça e colocou encima de um aparador que havia na sala.


Vamos começar.


Sana desabotuou os botões de seu uniforme de educadora e sentou no colo de DaHyun. Agora seus braços envolviam o pescoço da aluna, seus lábios se tocaram mais uma vez, DaHyun apertava a cintura de Sana.

A professora estava com seus peitos amostra, cobertos pelo sutiã. Mas DaHyun queria vê-los, mordê-los, apertá-los, chupá-los. Então colocou a mão sob a camisa de Sana e invadiu suas costas, a arranhando e libertando o sutiã.

Agora, Sana colocou suas mãos nos ombros de DaHyun e deixou com que a aluna aproveitasse aquilo. Retiraram a camisa que ainda estava em Sana e a deixou seminua, com a cintura para cima ainda cobertos.

DaHyun fez um caminho de beijos até chegar na clavícula de Sana, e a marcou lá. Finalmente chegou nos seios, agora iria se divertir de verdade.

DaHyun chupava, mordia e lambia o seio esquerdo de Sana, enquanto massageava o outro. Depois trocou e seguiu.

Após terminar lá, as duas seguiram para o quarto. Estava tudo escuro, já era noite, DaHyun nem estava em casa, mas isso não a preocupou, ela sabe que seus pais não ligam se ela voltar ou não para casa.

Sana jogou, repito, JOGOU, DaHyun na cama e subiu na garota. Fazia tempo que não transava, ou sentisse prazer, aquela era a hora de botar pra foder, literalmente.

Sana estava por cima e DaHyun por baixo, se beijavam como nunca. Em uma tentativa de tirar as roupas de DaHyun, foi expulsa.


: DaHyun — N-Não! (Empurrou Sana.)

: Sana — O que foi?

: DaHyun — E-Eu... Eu não me sinto segura.

: Sana — Insegurança? Com o corpo?

: DaHyun — S-sim... Eu ...


Minatozaki não deixou DaHyun terminar de falar e a beijou novamente. Agora num tom seguro e fofo, que fez DaHyun se sentir mais confortável. Sana retirou sua saia e meia calça da escola, beijou o interior de suas coxas, depois de retirar as roupas de DaHyun por completo, a beijou por inteiro.


: Sana — Você é linda, Você é perfeita, sabia?


Sana beijou DaHyun novamente, dessa vez desceu as mãos e massageou os peitos da aluna. DaHyun arfou em seus lábios e riu. Se sentiu segura, Sana a deixava segura.

Sana focava nos seios de DaHyun sem argumentos. Sana era boa naquilo, fazendo DaHyun gemer um pouco mais alto do que tentava segurar.

Foi então que recebeu um tapa no mesmo lugar que havia levado na sala dos professores.


: DaHyun — A-Ah?

: Sana — Já estava branco. Por quê? Não gosta de tapas?

: DaHyun — Eu quero mais 


Os tapas doíam, mas após sentir o alívio que era eles saindo era um tanto prazeroso e excitante.

Sana beijou a barriga de DaHyun e desceu para a intimidade de DaHyun.


: Sana — DaHyun, você já se tocou?

: DaHyun — Nunca.

: Sana — Sabe, ao menos, estimular seu clitóris?

: DaHyun — Acho que não, ou sim...

: Sana — Quero que o estimule para mim.

: DaHyun — Por quê?

: Sana — Cada clitóris é diferente, cada estimulação é diferente. E, além de ser a "área do prazer", é uma área extremamente sensível. Não quero tocá-lo e machucá-la.

: Dahyun — Okay.


Não demorou muito, DaHyun havia encontrado seu jeito para estimular o clitóris. E quem diria? É bom pra porra. DaHyun começou a gemer, Sana apenas assistia e via como DaHyun fazia aquilo.


: DaHyun — Por que eu nunca bati siririca na vida?!!??

: Sana — Já entendi.


Sana retirou os dedos de DaHyun e imitou perfeitamente os movimentos no clitóris. Era a melhor outra pessoa a tocando, realmente. 

Sana parou e empurrou DaHyun mais ainda para a cama. Abriu mais ainda duas pernas e enfiou a língua em sua intimidade.

DaHyun gemeu e segurou os cabelos de Sana. Mordeu os lábios, tentava segurar o máximo dos gemidos possíveis.

Sana deu outro tapa, só que dessa vez mais forte e com raiva.


: DaHyun — Ah!

: Sana — Seja uma boa garota e gema para mim. 

: DaHyun — Mas pode acordar a--

: Sana — Eu não ligo, se acordar, problema dela.


Sana voltou a chupar aquele lugar, e a cada sugada ou mordida, DaHyun soltava um gemido manhoso. Sana viu que DaHyun estava molhada, que sua vagina produziu agora um lubrificante natural, ela aproveitou.

Sana retirou a língua e enfiou um dedo.

Com calma, foi devagarinho. DaHyun era virgem e Sana tinha o maior medo de machucar qualquer pessoa.

Após o dedo entrar por inteiro, Sana deixou com que DaHyun se acostumasse com o toque. DaHyun começou a quicar/rebolar sobre os dedos de Sana. Entrou mais dois dedos e mais um tapa estalado.

DaHyun gemia, Sana colocou outro dedo em seu clitóris, depois a língua junto aos seus dedos em sua vagina.


: DaHyun — Sana--- eu tô.. sentindo algo!

: Sana — Como?

: DaHyun — Como se eu fosse explodir.


Sana retirou os dedos e as línguas. DaHyun estranhou, ela sabia que já estava chegando ao ápice e foi interrompida. Mas depois Sana encaixou-se com sua intimidade na de DaHyun, fazendo a posição tesoura. Agora era óbvio, as duas intimidades se tocando e roçando, era, para DaHyun, ainda mais excitante e que chegaria mais prazerosamente ao limite assim.

DaHyun gemeu e gozou, alcançando um orgasmo e o ápice.


. . .


Após um banho e 30 minutos observando Sana dormindo, DaHyun dormiu.

Acordou sem Sana ao seu lado, mas ouviu um assobio, era ela.

DaHyun a abraçou por trás.


: Sana — Bom dia.

: DaHyun — Bom dia. (Abraçou mais forte. DaHyun olhou para frente e notou uma senhora as observando.) Que

: Sana — É a minha mãe.

: Sra. Minatozaki — Pelo visto alguém se deu bem ontem a noite.

: Sana — Duas vezes. — TWICE UWU —

: DaHyun — Ela sabe?

: Sana — Sabe.

: Sra. Minatozaki — A Sana tava perguntando se te pedia em namoro.

: Sana — Mãe!

: DaHyun — Eu aceito.

: Sana — Que?

: DaHyun — Eu aceito.

: Sana — Eu queria que fosse mais bonitinho.


Sana se ajoelhou e segurou as mãos de DaHyun, rindo.


: Sana — Quer namorar comigo?

: DaHyun — Já disse Sim, caralho.

: Sana — Ela estragou tudo.

: DaHyun — Sua mãe escutou?

: Sana — Não. Ela é meio surda. E pervertida. Uma vez trouxe um cara e eu fiquei sem dormir a noite toda. Isso foi vingança.




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