História Minha querida vida. - Capítulo 6


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Categorias Lendas Urbanas
Tags Creepypasta, Slenderman
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Palavras 1.628
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Pronto, acabei agora a pouco.
Espero que goste.

Boa leitura!

~ Nekko

Capítulo 6 - Minha querida pequena.


Depois do pequeno incidente na sala de armas, Slenderman me levou para seu escritório, que ficava no térreo.

Ele não quis nos teletransportar por ainda estar mal pela visão, então tivemos que usar o elevador.

É, eles tem um elevador, já que a mansão tem treze andares, e ficar subindo e descendo de escada é o mesmo que morrer, pelo menos para sedentários, tipo eu.

Ele não falou nada desde a sala de armas, e eu pensei em perguntar sobre a reunião, mas me mantive em silêncio.

Alguma coisa me dizia que não era momento para perguntas.

Assim que entrei, na seu escritório me joguei no sofá de couro antigo dele. Eu já tinha até dormido nele algumas vezes de tão bom que era. Eu gostava tanto dele, parecia que sempre poderia dormi aqui, me passava um sentimento de refúgio, sei lá.

Ele foi andando até uma mesa, e de lá me trouxe uma xícara, que estava fumegante, e me entregou, logo em seguida sentando-se na cadeira ao lado do sofá.

Tome, vai fazer sentir-se melhor.

Peguei e tomei um gole, era chá de gengibre.

Eu amo chá de gengibre.

O branquelo então se apoiou no encosto da cadeira e ficou mexendo nas folhas de um livro, que estava na mesa ao lado de sofá.

Já é a quinta vez essa semana, sendo que você só veio aqui três vezes. Elas estão piorando, não estão? Falou pegando o livro.

— Slenderman, elas estão como sempre, não precisa se preocupar. Tá legal? — falei me recostando no sofá, e fitando o teto.

Não era normal o Slenderman se preocupar comigo, era tão estranho que estava me deixando desconfortavel, estar na sala dele tomando chá enquanto ele pergunta das minha visões não era nada agradável.

O que você viu? Falou enquanto folheava o livro devagar.

Meu pai prometendo-me uma morte dolorosa.

— Uma mulher me torturando com serrotes. — falei, bebericando da xícara.

Foi só isso mesmo? Largou o livro em seu colo, e me "olhou".

Eu poderia falar a verdade? Poderia, mas ia ser mais perguntas sem resposta na minha cabeça.

Já não bastava ter que ver, ainda tinha que dissecar ela?

— Foi. — olhei o sua cabeça sem face, e fiquei pensando em como ele conseguia falar em minha mente.

Você não pode se negar para sempre, sabia? Falou, então senti que deveria falar, mas minha mente ainda se negava a contar.

— Não estou me negando a nada. — afirmei o encarando.

Eu não estava entendendo nada, primeiro pergunta das visoes, agora afirma que estou me negando de sei lá o que. 

— Slenderman, você tá bem? — franzi o cenho, mas foi ignorado pelo mais alto.

Você sabe que a muito tempo nenhuma lenda existia, e que a primeira a ser criada ja morreu, não é? Falou voltando-se ao livro.

— Sei, foi uma das primeira lenda que me contou. Porque? —falei, bebendo mais do chá.

Que droga deram pra ele? Uma pergunta  cima de outra. Isso tava estranho.

Sabe como ela morreu? Indagou, parando em uma página, e me olhando de novo.

Nesse momento me senti estranho, Slenderman nunca me perguntava nada desse tipo, só me contava o que achava necessário, e perguntas eram tão raras quanto sair sem seu terno.

— Não, você nunca me disse, e não achei nada relacionado a isso na biblioteca. — emiti devagar, encarando o carpete cinza.

Ela morreu por negar-se a aceitar que estava errada. Avatar que tinha errado ao deixar alguém que não devia ficar ao seu lado, e mesmo sabendo o certo, que seria manda-lo embora, preferiu ficar no errado,pondo sua vida em risco sua vida pelo puro orgulho.

O fitei, e esperei continuar, mas ele não falou mais nada, só ficou olhando as páginas do livro.

— Mas, o que isso tem a ver comigo? — eu tinha que pergunta se quisesse respostas.

Um dia você vai entender porque ela preferiu ficar no errado pelo orgulho, do que ser humilde e aceitar seu erro. E quando entender, saberá escolher seu lado.

— Que... Que lado? Não estou entendo Slenderman... —

Ele deixou o livro na mesinha, e levantou-se.

•Termine seu chá e vá pra casa descansar.•

Deixei a xícara na mesa, e levantei de soslaio. Pondo-me logo em seguida em sua frente.

— Eu tô bem, não preciso de descanso. — falei de maneira rápida, pois voltar pra casa agora seria horrível. Eu precisava descobrir mais sobre a primeira lenda, nao podia ir assim, sem mais nem menso. Eu precisava saber.

Nicholas, eu estou mandando você voltar. Falou devagar e passou por mim, parou na soleira da porta e se virou.

— Eu não sou submisso a você, você não manda em mim, sabia?! —

Quando for sair, chame Toby, ele vai leva-lo pela floresta.

Logo em seguida fechou a porta.

Já não bastava me mandar ir embora, ainda ia mandar uma babá pra me acompanhar? Ele só podia estar brincando.

Voltei a me sentar no sofá, e peguei o livro que ele tinha. Era um álbum de fotos, e a página que ele olhava estava marcada, o álbum abriu direto nela.

Era uma foto dele e três pessoas; uma mulher e mais dois homens. A mulher estava no meio, e os três a rodeavam, todos sorriam, menos Slenderman, por que né.


Quando terminei o chá, e fiquei deitado no sofá, divagando sobre minha visão.

Como logo ele foi aparecer? Aceitaria melhor se fosse minha mãe, mas ele, daquele jeito, porque?

Era normal ver pessoas sendo desmembradas, torturadas e monstros, mas familiares era muito raro.

Só tinha visto, até agora, meu avô sendo devorando por uma mulher meio rato. Nada de mais, já que eu quase nunca via meu avô.

As palavras do meu pai ainda estavam vivas minha mente, principalmente as que ele dizia que sentiria prazer em me ver pedir misericórdia por lo emu erro.

A porta foi aberta e eu me levantei olhando o pequeno ser ali presente.

— Nick, como você está? — perguntou, e foi se aproximando devagar, receosa.

O urso de pelúcia em seus pequenos braços estava sujo, mas o vestidinho rosa estava limpo.

— Eu estou bem, Sally, não precisa se preocupar, tá bem? — proferi devagar, passando minha mão em seus cabelos castanhos.

Depois que li a história da garotinha em minha frente, criem uma feição indescritível por ela. Ela era uma criança sorridente mesmo tendo passado por situações difíceis.

— Masky disse que é você teve outra visão, por isso veio pra cá. Mas, então, você viu o que? Foi outro homem sendo torturado? Como na semana passada? — indagou sorrindo, ela era outra que gostava de saber sobre as visões.

Ela sorria como se eu fosse uma história de pôneis cor de rosa, e princesas em torres. Mas o seu sorriso era mais malévolo que de um garotinha escutando contos de fadas.

— Não pequena, foi uma mulher me torturando, só isso. —falei, pegando em suas mãozinhas e vendo seu sorriso virar um bico de descontentamento super fofo.

— Ah, mas assim não tem graça. — disse, logo em seguida sentando-se ao meu lado no sofá, com os braços cruzados. — Preferia ela sendo torturada, seria mais legal, não acha? — inquiriu com os olhinhos verdes brilhando em animação.

— Seria bem mais legal, mas eu não mando nas minha visões, não é mesmo? — quem dera mandasse.

— É. — disse encarando seus pés.

Ela era muito fofa, mesmo falando sobre tortura. Tem muitas vez em que ela entra em devaneios sobre isso, e fica falando em voz alta, por minutos a fio. Super fofa.

Levantei, peguei sua mão e sai do escritório.

— Pequena, sabe onde está o Toby? — indaguei, afinal, eu tinha que ir pra casa, contra minha vontade, mas tinha.

— Ele tá no cemitério com o Hoodie e o Liu. Você quer falar com ele? — perguntou, abraçando o seu ursinho. Sally não gostava muito de Liu, achava ele estranho, mais do que o Jeff.

— É, eu preciso falar com ele. Pode me levar até lá? —


Ela pegou minha mão, e me guiou pela casa até o cemitério, mas me deixou ir sozinho quando estávamos chegando perto deles.

— Toby! — chamei, chegando mais perto do local dos três.

— Ya, Nick! — acenou, e andou até onde estava, deixando Hoodie e Liu pra trás.

— Slenderman já falou pra você? — perguntei, assim que ele chegou perto o suficiente pra não precisar mais gritar.

— Já, mas porque essa decisão dele agora? — intagou, já andando em direção aos portões.

— Não sei, ele tava estranho hoje, acho que foi pela reunião. O que ele discutiu nela? — eu tinha que perguntar, oras.

— Se ele não te falou, não vou ser eu a contar. — disse, com um sorriso sapeca nos labios, que ficava ainda mais bonito com a cicatriz em sua bochecha.

Toby até que era bonito, os seu cabelos castanhos rebeldes eram tão tocaveis, que muitas vezes me peguei fazendo cafuné nele; e o jeito meio sociopata, que muitas vezes dava a cara, me deixava com curiosidade pra saber mais sobre essa interrogação que ele era; só Hoodie e Masky o conhecia bem, pelo menos era o que todos falavam; o trio perfeito de proxis.

— Porra Toby! Por favor, me fala. — pedi.

— Nope, pergunta pra ele, oras. — falou abrindo o portão, logo atravessando-o.

Droga, pergunta pra ele não era a melhor ideia, eu tinha que dar um jeito de saber sobre o assunto dessa porra de reunião.

Passei pelo portão, a sensação de novo, e a floreta logo em seguida.

— Toby, mas, ele nunca responde minha perguntas, porque seria diferente agora? — falei seguindo ele entre as árvores.

— Mais um motivo pra não te falar, se ele não responde, porque eu faria? — impossível argumentar com esse desgraçado.

Poxa, custava contar só o assunto, até parece que isso ia matar ele. O Slenderman não faria isso, faria?

— Tudo bem, tudo bem, não pergunto mais. — falei, andando devagar atrás dele.

Eu preciso de uma fonte confiavel pra saber sobre essa reunião.

Mas já tenho uma ideia de quem poderia ser essa fonte. Mas agora só a noite mesmo.

Droga!


Notas Finais


Não sei o que falar sobre; mas se der, posto amanhã o próximo.😼


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