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História Minha rainha - Capítulo 1


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Notas do Autor


HELLO!!!!

Olha eu aqui novamente!
Ficaram com saudades? Com certeza não, porque eu perguntei isso? Eu sou retardada.

Bom, essa é mais uma fluffy minha. Espero que gostem, é isso.

E me desculpem qualquer erro ortográfico.

Capítulo 1 - "Quer ser minha rainha?"


Fanfic / Fanfiction Minha rainha - Capítulo 1 - "Quer ser minha rainha?"

- “Quer ser minha rainha?”


O príncipe já havia levantando e estava se arrumado. Hoje iria visitar seu namorado – vulgo Katsuki Bakugou, o filho de Mitsuki Bakugou e Matsuru Bakugou, os líderes da tribo mais forte e temida da floresta e seus arredores – e conheceria seus sogros. Queria estar pelo menos apresentável e não com cara de sono ou de acabado – mesmo que muitos servos vivessem o dizendo o quão bonito era.

Shoto sentia-se ansioso. Seu coração parecia que iria pular do peito a qualquer momento. O problema não eram seus sogros, e sim o que faria hoje. Talvez se contasse a alguém o que pretendia fazer, logo escutaria um:

-“Ele é um bárbaro! Tem que ser alguém da realeza! Não um bárbaro! “

Mas sinceramente? Estava pouco ligando para o que pensariam. Eles que cuidem da vida dele, sendo pessoas de grandes posses ou apenas súditos xeretas.


☆☆☆


O bicolor viajava em seus pensamentos enquanto a carruagem fazia aquele caminho tão bem conhecido pelo príncipe.

- “Talvez isso seja loucura da minha porque...” – Pensou o meio ruivo soltando um suspiro pesado e se jogando no banco da carruagem decorada de dourado e branco que o levava até seu destino.

- Tsk, que todos vão para o estrume do chiqueiro – Falou baixo, evitando ser ouvido pelo cocheiro, apesar de ser ele quem o levava boa parte do tempo para aquela clareira aonde Katsuki morava junto aos seus pais e amigos.

Ele sabia que ultimamente andava falando muito palavrão, mas era isso era por conta da convivência com o loiro explosivo. E outra, a culpa não era dele que o loiro vivia xingando durante seus momentos mais íntimos... Tudo bem, talvez um pouquinho da culpa seja dele.

A carruagem finalmente parou, indicando que haviam chegado. O meio a meio desceu de seu “veículo” e foi em direção a entrada da tribo, aonde havia crânios de animais e lanças fincadas na grama verde. Não demorou para ver o amor de sua vida, vulgo um loiro de olhos de rubi e uma carranca de raivosa em seu rosto. Mas essa que se desfez ao ver o bicolor.

- Finalmente você chegou. – Falou Bakugou andando na direção do outro e o abraçando, esse que não demorou a retribuir o abraço.

- Alguém estava com saudade por acaso? – Disse o mais alto em um tom brincalhão.

- Não enche seu bosta. – Respondeu o garoto loiro, com seu tom bruto de sempre – Pronto para conhecer eles?

- Eu já fui ao inferno e voltei, conhecer meus sogros não deve ser tão ruim. – Shoto disse rindo e Katsuki o acompanhou.

- Fala isso porque ainda não conheceu minha mãe! Vem, eles estão nos esperando.

Os dois foram andando lado a lado enquanto conversavam, trocando olhares apaixonantes e risadas bobas, fora as expressões de amor incondicional que ambos compartilhavam.

Quando chegaram na frente da grande tenda de couro e galhos fortes, no centro de todo aquele acampamento que parecia está se preparando para uma futura guerra de tantas armas e escudos espalhados por ai, já era possível ouvir os gritos da mãe do loiro ao seu lado.

- INFERNOS! CADE A PORRA DO MEU COLAR DE PÉROLAS DO RIO!? – Shoto sabia que sua Sogrinha era estressada igual ao namorado, porém não sabia que era pior que ele. E somente essa curta frase – gritada aos quatros ventos e Reinos – fez ter a certeza de quem era o gene predominante em Bakugou.

- Descobri para quem você puxou... – Falou baixo rindo no final da frase.

- Eu falei pavê. A velha é estressada. – Ao terminar a frase o mais baixo vai até uma camada de pele solta, algo que deveria ser a “porta” do local, a abre cautelosamente, subindo o pano com um peso razoável e colocando o corpo para adentro do local.

- O VELHA! CHEGUEI! – Gritou o Bakugou mais novo. Ouvindo passos de um lado para o outro, possivelmente Mitsuki ainda procurava seu colar rústico de pérolas esbranquiçadas.

- VELHA É TEU PAU, MOLEQUE! – Berrou a mais velha em resposta imediata.

O de olhos carmesins fez um sinal para que o príncipe entrasse. A tenda apesar de parecer bastante grotesca era organizada, é simplesmente magnífica. Os sofás marrons de couro entravam em contraste com o chão totalmente branco feito com algum tecido ou pedra lapidada encontrada ali mesmo na clareira, a lareira um pouco longo acessa, dando uma luminosidade para o local aconchegante e confortável, seus tons vermelhos entravam em contraste de cores básicas, era simplesmente lindo.

- Wow... – Todoroki já tinha visto muitos Castelos chiques e casas. Mas aquela era sua primeira vez em uma tenda de Bárbaro, entretanto não desgostou da mesma, ela era maravilhosa.

Assim que terminou de entrar foi possível ver uma mulher que aparentava ter seus trinta a poucos anos, colocando um colar rapidamente no pescoço, com as roupas feitas de pele de animais e uma grande “coroa” feita de penas pintadas de vermelho e branco. A loira era igual a Bakugou, e tinha uma beleza exuberante, tal filho tal mãe.

- Olá! Eu sou Mitsuki Bakugou, a mãe desse bosta ae – Apontou para o filho, o mesmo que mostrou o dedo do meio em resposta – Você é o ser Divino que atura meu filho. Príncipe Todoroki. – a loira até iria se curvar, em um sinal de respeito mas o bicolor a parou com um aceno suave de mãe e um olhar calmo.

- Não precisa do príncipe, não sou igual a meu pai. Me chame apenas de Shoto, ou genro já está ótimo. – Disse gentil e sorrindo.

- Puta merda Katsuki, como que um anjo desses namora um demônio como você? – Perguntou Mitsuki olhando para o filho.

- Cacete velha não enche. Cadê o velho?

- Esta na cozinha esperando a gente. – Ditou indo em direção ao cômodo citado.

Ao chegar na cozinha – que era dividida apenas por um calção de madeira bem detalhado, e que por dentro não tinha muitas coisas tão chiques quanto o Castelo aonde Todoroki morava. Era apenas um caldeirão baixo, sendo esquentando por uma fogueira minimamente pequena, visto que qualquer fogo em excessivo poderia causar um incêndio de grande escala – nem Katsuki reconheceu seu pai. O velho estava com uma carranca indescritível, e a aura que exalava era claramente de ódio.

Parecia que seu pai e sua mãe trocaram de corpos.

- Vixi. – assobiou.

O loiro sabia que seu pai era ciumento quando se tratava dele, mas não sabia que o demônio encorporava em seu pai em momentos como aqueles.

- Pai... Esse é o meu namorado Shoto. – Disse pensando no que poderia fazer para acalmar seu velho, qualquer coisa, ainda mais agora que o mesmo possuía uma adaga em mãos – aparentemente estava cortando os legumes de algum ensopado bastante encorpado.

- Olá senhor Matsuru. Sou Shoto Todoroki, príncipe do reino vizinho e namorado do seu filho. – o bicolor falou tranquilo, aparentemente sem notar o grande risco de vida corria.


☆☆☆


O almoço até que ocorreu tranquilamente – tirando o “pequeno” ataque de ciúmes do pai de Katsuki.

Já estava entardecendo, e Bakugou e Todoroki estavam indo ao seu lugar favorito para ver o pôr-do-sol. Um lugar mais afastado do acampamento, próximo a um penhasco, aonde a vista do horizonte parecia quase infinita, em um verde belíssimo e vívido.

- Pode se passar quanto tempo for, esse lugar ainda é maravilhoso ao entardecer. – O loiro murmurou enquanto se sentava na grama macia, encima daquele grande morro com um precipício no qual se encontravam.

- Esse lugar é no máximo lindo, porque maravilhoso sou eu. – Brincou Shoto realizando o mesmo ato que o outro e se sentando ao lado do outro garoto. Deixando as pernas bem esticadas, quase podendo sentir a potência da brisa que vinha debaixo levar a sola de seus sapatos de majestade.

- O principezinho tá convencido hoje. – O de olhos de rubis ditou debochado dando um leve empurrão no outro.

- O que foi? A princesa não concorda? – O meio platinado amava chamar o loiro assim, sabia que isso o irritava.

- O que disse príncipe de merda? – O de fios dourados perguntou furioso.

- A princesinha tá surda? – Após a última frase o meio ruivo só pode ver um vulto vindo para cima dele, rapidamente e sem tempo de uma possível fuga ou defesa.

- Se atreva a falar isso de novo e eu vou explodir sua cabeça pavê de merda. – Ameaçou Bakugou. O mais novo estava sentado no colo do mais alto, não tinha escapar, se sentia um rato encurralado.

- Ok, ok, parei. – O heterocromático levantou as mãos em sinal de rendimento vendo o garoto sair de cima de si, ainda bufando e aparecendo contrariado. Riu – Ei – chamou o outro novamente.

- O que foi infe-... –

Assim que o loiro se virou, viu Shoto ajoelhado segurando entre as mãos pálidas duas peças douradas brilhantes, se aproximou mais um pouco cabuloso e pode descobrir rapidamente que aquilo se tratava de alianças – graças ao fato de seus pais usarem algo semelhante, não do mesmo estilo raro, mas o anel em tons escuros feito do caroço de uma fruta selvagem simboliza isso.

- Você quer ser minha rainha? – Perguntou o meio a meio sem jeito.

A essa altura do campeonato o outro já não segurava mais as lágrimas, essas que tinham se formado pela felicidade repentina que sentia.

- sim, SIM, CLARO SEU MERDA! – Gritou o loiro, se jogando nos braços do meio albino, sem medo e com um sorriso gigantesco estampado na face.

- Eu te amo Katsuki.

- Eu também te amo Shoto.


Notas Finais


Me digam se gostaram!

Foi isso, logo volto com mais histórias.

Bye, bye!


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