História Minha salvação - Capítulo 1


Escrita por: e EmmaHope

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Tags Agressão, Bangtan Boys (BTS), Jungkook, Vkook
Visualizações 45
Palavras 1.070
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A história possui cenas de agressão, se por acaso o leitor não gostar faça o favor de se retirar.

Capítulo 1 - Capítulo único


A chuva cai cada vez mais forte. Minhas pernas estão cada vez mais bambas; meu corpo cada vez mais dolorido e o meu medo de morrer só aumentando.

A pista estava deserta e silenciosa, nenhum carro estava naquela estrada àquela hora; mas, o infeliz do meu marido estava.

Avistei de longe o carro com o farol aceso.

Só poderia ser ele. Pensei.

Corri o mais rápido que conseguia na tentativa de me esconder, coisa que seria impossível, em uma estrada tão deserta sem nenhuma casa por perto.

A luz foi ficando cada vez mais próxima, e a minha esperança ficando menor. O carro acelerou e eu nem sequer tive tempo de me jogar para o canto da pista. O carro freou bem em cima de mim, me fazendo cair sentado naquele chão gelado.

A porta foi aberta e as botas de couro preto se colocaram para fora; ele fechou a porta e andou vagarosamente até mim.


— Não, por favor, não me machuca…


Ele riu e se abaixou ficando na minha altura. Ele me mostrou o revólver na mão esquerda, e com a direita, fez um sinal de silêncio.


— Agora você vai entrar nesse carro e vai ficar caladinho. —ele puxou os meus cabelos, me colocando de pé, colocando o revólver na minha boca. — Se você tentar qualquer coisa, atiro em você.


Ele me jogou no carro e entrou em seguida. Ele deu a volta e foi em direção a nossa maldita casa novamente. Ele ligou o rádio e colocou no volume máximo; cantarolando a música.

Eu me encolhi no banco, imaginado a surra que iria levar por ter fugido; mas talvez isso pudesse mudar. Olhei para o lado e em fração de segundos o nosso carro foi jogado contra um poste.


— Meu Deus! Eu não posso morrer, não com você do meu lado! — tentei a todo custo me soltar o cinto, mas está bem preso. — Não, não! SOCORRO! POR FAVOR, ALGUÉM ME TIRA DAQUI! —ele juntou suas últimas forças e apontou a arma para mim.


— Se você não for meu, não será de ninguém, TaeTae. —eu fechei os olhos, ouvindo atentamente o barulho da arma destravando, o dedo dele se pondo no gatilho e o som do tiro.


Só que o tiro não veio dele.


Abri os olhos e pude ver as sirenes dos carros de polícia. Olhei para o lado e o rosto do meu marido estava branco e com um furinho na cabeça. Tentei me soltar, mas nada de conseguir.


— SOCORRO! PELO AMOR DE DEUS, VOU MORRER!


O carro foi cercado por bombeiros e por muito custo fui tirado dali. Os médicos me levaram às pressas para o hospital, e lá, tive toda a assistência possível.


— Você está livre querido. Ele nunca mais irá lhe fazer mal.


(...)


Acordei com uma voz muito reconhecida por mim. Abri os olhos e pude ver um homem todo de preto vindo na minha direção, e quando vi seu rosto, eu não sabia o que fazer.


— J-jungkook? O que você está fazendo aqui? —ele sentou na cama e segurou minha mão. — JungKook você está estranho…


Eu posso ter o ódio que for de você, mas nunca, nunca em toda a minha vida, eu deixaria aquele verme tocar em você. —os olhos dele brilharam assim como os meus. — Percebi que ele estava fazendo isso com você há duas semanas, então, falei com o meu pai e ele falou com os amigos deles, que falaram que agiriam. Quando você fugiu, liguei para o meu pai e agimos, e eu te juro, que quando eu te vi livre dele chorei.


Eu senti o meu coração se esquentar. Sabe, quando você se sente feliz e o seu coração esquenta? Foi isso o que eu senti naquele momento.


— Eu lhe devo desculpas.


— Mas, por quê?


— Por não ter percebido antes. Eu me sinto mal por isso.


Ele secou minhas lágrimas e abriu os braços. Com um pouco de receio eu o abracei e me senti bem.


— Sabe Taehyung, vou ir morar no Brasil, o que acha de ir comigo? — levantei a cabeça rapidamente.


— Por quê?


— Falam que as praias de lá são ótimas, e sabe, não vai ter graça curtir aquilo tudo sozinho. —ele segurou o meu rosto e aproximou nossos lábios. — Juro te fazer feliz a todo custo, e jamais em toda a minha vida, te machucar. —uma lágrima desceu por meus olhos. — Comigo, você só irá chorar de alegria!


Ele segurou meu queixo com delicadeza, fechei os olhos e ele colou nossos lábios. Foi um beijo lento e com nossas línguas em sincronia, como se estivessem em uma dança. Sua mão parou na cama ao lado da minha cintura.


— Você pode me tocar…


Ele com cuidado segurou minha cintura e eu seus cabelos, o beijo se aprofundou e só paramos quando o pai dele entrou no quarto.


Wow! Filho ele ainda nem se recuperou e você já... É o meu menino. —JungKook revirou os olhos e riu. — Bom, crianças, Taehyung vai ficar aqui por mais ou menos uma semana e depois vai embora.


— Obrigado Sr.Jeon. — ele sorriu e saiu da sala. Eu ri.


— Está rindo do que gatinho? — ele se posicionou atrás de mim e eu me aconcheguei.


— Nunca pensei que o meu inimigo iria me salvar. Isso é muito conto de fadas. — ele beijou o meu pescoço e isso me causou um desconforto enorme. — J-jungkook


— O que foi gatinho? Eu te machuquei? —ele se afastou me analisando. Passei a mão pelo pescoço lhe esfregando, e ele segurou minha mão. — Desculpa gatinho. Gatinho?


Hm? — voltei a me aconchegar em seus braços e ele soltou as minhas mãos.


— Você aceita ir para o Brasil comigo?


— Aceito.


(...)


Anos depois...


JUNGKOOK DESCE DAÍ! TU VAI CAIR.


— É SÓ UM COQU-


JUNGKOOK!


Corri desesperado na direção dele, assim como outras pessoas que estavam na praia. Um menino formado em medicina se aproximou dele, e falou que devíamos ir ao hospital. Ele havia quebrou o braço.


— Minha vontade é de te matar! — liguei o carro. — Amor você podia ter se machu...


Fui interrompido por um selar inesperado.


— Calma amor. Vamos para o hospital e quando voltarmos, faço carne assada.


— Carne não nego. Vamos comer batata! — ele riu.


— Tudo para te ver sorrir.



Notas Finais


Desde já agradeço os favoritos e comentários. Agradecimento a : @Nutella_Kpop Pela capa e betagem maravilhosa!


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