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História Minha Submissa - Capítulo 4


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Notas do Autor


Oi, cerejas!
Muito obrigada pelos 8 favoritos e pelos comentários! Eu fico muito feliz de ver vocês gostando e comentar, favoritar e acompanhar me ajuda <3

Capítulo 4 - Posso perguntar uma coisa?


 Leonardo
Observo-a ir embora. Aquela bunda gostosa moldada perfeitamente pelo pijama estava me fazendo ir a loucura.
Pensei muito antes de contratar uma submissa. Na verdade eu não queria, mas nao tive escolha. Sou da família Higthweel. Por possuírmos enorme riqueza (vinda das empresas Higthweel), temos há anos a tradição de andar com várias mulheres em nossa companhia. Meu pai me pressionava cada vez mais para não deixar essa parte de lado. Fui criado para comandar, assim como ele, meu avô e assim por diante. Na visão deles, mulheres são apenas um objeto insignificante para serem ordenadas, quase como um celular. Infelizmente eu não consigo pensar assim, o que estava cada vez mais fazendo com que ele se desaponte comigo. Por isso resolvi contratar Lena.
Fiz diversas pesquisas antes. Não queria ninguém para treinar. Queria alguém jovem e experiente, apenas para me satisfazer. Acontece que a maioria das meninas que entrevistei se jogavam aos meus pés. Pareciam umas bonequinhas de papel, sem opinião, sem sentimentos, sem nada. A real é que se eu quisesse uma mulher, tinha que ser uma que aguentasse o tranco. Então eu achei Lenaryse. Várias recomendações, experiente e disponível. Me pareceu a pessoa certa. Quando a vi naquele vestido vermelho, percebi que era verdade. Fiquei extremamente intimidado naquela noite, ela parecia vestida para matar. Tenho tentado me aproximar dela cada vez mais, até estar realmente pronto para fazer alguma coisa. Não quero ser bruto de início, preciso me acostumar a ideia antes.
Suspiro e levanto, achando melhor ir para a cama. Ao passar pelo segundo andar, viro o corredor indo dar uma conferida nela. Abro a porta devagar para não acordá-la e a cena que encontro não me deixou nem um pouco mais afim de dormir.
Lena parecia ter escolhido aquele short só pra me provocar. Por ser um pijama, era curto e deixava metade de sua bunda de fora, ainda mais quando ela estava deitada de bruços. A coberta cobria só a parte de cima de seu corpo, e uma de suas pernas estava levantada. A visão do paraíso.
Sentei em um dos pufs disponíveis e fiquei-a observando dormir. Nem tentei, não ia conseguir com uma raba dessas na minha cabeça.
Não sei quanto tempo tinha passado quando ela acordou, ainda era noite lá fora e eu definitivamente ainda estava excitado. Ela me olhou por um tempo e logo se pronunciou.
-Senhor? O que faz aqui?
Cada vez que ela falava a palavra "senhor", um arrepio passava pela minha espinha. É possível ficar assim só por uma palavra?
-Lena, eu... Estava olhando você dormir- Assumi. Não que ela fosse reclamar.
Me olhou um pouco surpresa e no final deu de ombros. Com certeza essa mulher já tinha visto muita coisa em sua vida, ela nem estranhou. Isso me fez sentir um pouco mais confortável.
-Senhor, posso te perguntar uma coisa?- Ela se sentou na cama virada pra mim.
-Claro.
-Não que seja uma reclamação, longe de mim, mas... O senhor não vai fazer nada comigo?
Ela estava... pedindo? Mas... Quê? Eu estou aqui tentando ir com calma para não assustá-la e ela está pedindo?
-Como?
-O senhor me contratou, certo?- Suas bochechas estavam coradas e eu via no seu olhar a vergonha por estar falando aquilo- Homens como o senhor geralmente não passam tanto tempo sem fazer alguma coisa- ela continua pensativa, como se estivesse passando milhões de possibilidades pela sua cabeça- E os que passam muito tempo, quando fazem algo é bem... ruim- ela estremece, como se tivesse uma lembrança dolorosa. Pelo que já tinha passado?
-Eu... Assumo que estou me segurando. Sabe, Lena, você é a primeira submissa que eu tenho. Estou perdido, talvez um pouco mais que você. Mas... Por que a pergunta?
Ela me encara, talvez pensando se vale a pena ser sincera.
-O senhor é... Diferente. Percebi desde que cheguei que tinha algo que não batia com o perfil normal. E... Foi o primeiro que... Bom, que eu realmente me interessei.
O primeiro? Aquela mulher não podia estar falando sério. Ou podia? Tantos caras, tantas vezes e eu fui o PRIMEIRO que ela teve interesse? Lena, Lena, Lena. Suas palavras parecem medidas para me deixar maluco. Mas eu também sabia provocar.
-Posso me deitar com você? Se não se importar, claro.-Pergunto
Ela acena positivamente e chega um pouco pro lado na cama. Já estou sem camisa, de modo que apenas me deito ao seu lado e me cubro com o lençol, mas deixo a parte de baixo de Lena ainda descoberta. Aquela bunda.
-Já que a senhorita diz que tem interesse em mim, pode ao menos me contar o motivo de eu ser o primeiro?
-Bom... A maioria dos contratantes são senhores de idade ou um pouco mais novos, uns 40, 50 anos. Eu não esperava alguém com quase minha idade. Além disso, não tenho muito tesão em idosos, se o senhor me entende. E... tem isso, claro. - ela olha para meu abdômen e fica com as bochechas um pouco vermelhas. Ainda tinha coisas que ela não fez, afinal. Como conversar.
Ah, doce Lena. Eu vou te fazer implorar.
-"Isso"?-pergunto, embora saiba a resposta.
Ela engole o seco e continua. O brilho da lua deixava seu corpo ainda mais bonito e já estava ficando impossível resistir.
-Bom, o senhor é... Extramamente gostoso-Ela diz rápido, como se quisesse se livrar das palavras.
Ok, eu tinha certeza. Essa menina era programada pra me excitar. Não é possível. Só essa frase me deixou duro e ela nem me tocou.
-Se está tão desesperada assim....-Falei e ela sorriu- Podemos resolver isso amanhã.
Vi sua cara se fechar e ela abrir a boca para contrariar. Antes que possa falar alguma coisa me aconchego no travesseiro e abro os braços para que ela possa deitar. Devo admitir que a cama era meio pequena para nós dois, então fiquei tentado a levá-la para o meu quarto, mas pensei no que meu pai meu disse: nunca leve uma mulher para o seu quarto. Elas não merecem a sua cama e nem precisam ver sua vida íntima.
Lena se deita e vira de costas pra mim, em um sinal de revolta. Péssimo erro. A puxo para mais perto e envolvo meus braços no seu corpo, encaixando meu corpo no seu e meu rosto na curva do seu pescoço. Ela se arrepia com o ato e se aconchega. Sinto sua respiração se acalmar até se tornar inaudível. Adormeço logo depois.




Notas Finais


O que acharam do senhor Higthweel? Eu tenho fé nele e vcs?


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