História Minha tentação - Capítulo 60


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dakota, Kentin, Lysandre, Melody, Nathaniel, Rosalya
Tags Amor Doce, Castiel, Pai Do Meu Namorado, Romance, Sogro
Visualizações 316
Palavras 2.193
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ei gente vocês estão bem? Estou achando vocês muito acanhadas, estão sumindo, não estão comentando ahaha podem comentar eu não mordo não ahha me contem sobre sua vida, como foi o dia?
Bom, eu não vou ficar enrolando muito não que eu sei que querem ler o cap logo, então boa leitura pra vcs ♥

Capítulo 60 - Eu sinto muito


Fanfic / Fanfiction Minha tentação - Capítulo 60 - Eu sinto muito

“Se alguém me dissesse que eu estaria aqui agora eu não acreditaria, chamaria de louco, riria como se fosse uma piada e provavelmente pegaria meu dinheiro de volta de uma vidente insensata, mas afinal ela não estaria errada. Sentada aqui agora eu posso ver que no fim nós não podemos ter a dimensão do que pode acontecer, é ilógico, incerto e completamente insano, mas vale a pena cada segundo que estou com você. Será que tem uma coisa que pode me prometer? Pode me prometer estar ao meu lado, até que um de nós não possa mais respirar?”

12 anos depois

Mexi a sopa dentro da panela olhando atentamente pra ela, eu estava perdida em pensamentos, completamente distraída e um tanto quanto cansada eu deveria dizer, quase não pude sentir as mãos do Castiel deslizando pela minha cintura de forma carinhosa e lenta sendo seguidos logo por um beijo em meu pescoço que me fez arrepiar inteira e soltar uma risadinha pega de surpresa. Eu não precisei me virar para ver seu rosto e saber que ele tinha um pequeno sorriso satisfeito nos seus lábios sabendo dos efeitos que ainda conseguia causar em mim, mesmo depois de tantos anos de casados.

Castiel - E então, como ela está? (Ele perguntou baixo, quase sussurrando no meu ouvido enquanto me abraçava por trás deslizando seu polegar sobre a minha cintura por cima da minha blusa me prendendo levemente contra o seu corpo atrás de mim.)

Kate - Ela parece melhor hoje, estou fazendo uma sopa pra ela já que ela disse que não consegue comer, ela não estava muito bem de madrugada. O bom é que a febre dela já abaixou agora de manhã depois de um banho e ela parece estar melhorando. (Me lembro de ter acordado algumas vezes a escutando vomitar no banheiro de madrugada. Hannah estava gripada e nesse tempo de frio era um pouco pior suportar uma gripe e estar com febre sem poder se cobrir para não aumentar a temperatura.) Quantas horas são agora? (Ele se afastou um pouco me soltando, só o suficiente para puxar o celular do bolso e olhar iluminando a tela.)

Castiel - São… 12:45. (Ele disse rápido guardando o celular de volta no bolso e eu assenti com a cabeça, desligando o fogão.)

Kate - Pode levar a sopa pra Hannah por favor? Eu tenho que chamar o Elliot e levá-lo na casa do Nathan, ele ainda não foi buscar o carro na oficina. Nathan, ficou de levá-lo a um show de… Sinceramente eu não sei do que, mas de alguma banda que o Elliot gosta. (Eu disse balançando os braços e puxando um dos potinhos para sopa de dentro do armário e o enchendo com a concha que estava ao meu lado, o entregando ao Castiel que logo esticou as mãos para pegar. Abri a gaveta e peguei uma colher colocando dentro do potinho que ele estava segurando, bati o quadril fechando a gaveta novamente e logo lhe dei um selinho quando ele concordou com a cabeça indo em direção as escadas.)

P.O.V Elliot On

Murmurei um “merda” com raiva por ter morrido pela milésima vez naquele jogo idiota, eu já estava com vontade de jogar o controle do video game na parede, mas é claro que eu não faria isso, meus rage games não eram pra tanto assim e eu prezava pelas minhas coisas, gostaria de continuar com elas intactas. Dei pause ao escutar algumas batidas na minha porta e puxei o celular do bolso, droga, eu não tinha visto que já estava ficando tarde. Me levantei da cama indo atender a porta e a destrancando dando de cara com minha sorrindo docemente pra mim.

Kate - Boa tarde pra você também querido. (Ela disse com ironia e me deu um beijo no rosto me fazendo rir e revirar os olhos.)

Elliot - Boa tarde. (Eu disse ainda rindo e fui até o outro lado do quarto pegar a mochila que já estava no chão com as coisas prontas.) Mãe, qual é, por favor. (Eu resolvi tentar mais uma última vez e ela riu colocando as mãos na cintura e balançando a cabeça de um lado pro outro negando em resposta, olhando pra mim como se não adiantasse eu dizer milhares de vezes, a resposta continuaria a mesma.)

Kate - Depois do que você fez com seu carro? De jeito nenhum que você vai colocar a mão no meu, se quiser espere o seu sair da oficina, ou pode ir a pé até a casa do seu pai, não estou te obrigando a nada, você tem uma escolha. Estou te fazendo o favor de te dar uma carona garoto, não reclame ou abuse da sorte. (Claro que entre andar até lá e pegar carona com minha mãe, eu preferia a carona, não era como se eu fosse estúpido.)

Elliot - O que a Hannah tem? (Eu perguntei quando fechei a porta do quarto saindo junto com ela, olhando rapidamente para a porta do outro lado do corredor com algumas florzinhas na porta e fui em direção a porta da sala depois de ter descido as escadas.)

Kate - É só uma gripe, ela vai ficar bem. (Ela disse despreocupada, mas estava um pouco cansada mesmo que não tentasse demonstrar isso, pude ver de madrugada que ela tinha levantado a noite inteira para cuidar da minha irmã.)

Elliot - Talvez se não fosse praga sua ela não teria pegado uma gripe. (Eu disse em tom provocativo a vendo olhar pra trás indignada, mas ainda assim achando graça.)

Kate - Isso é para vocês filhos aprenderem a obedecer aos seus pais, quando eu digo para levar a blusa de frio que vai esfriar, levem! Não é praga de mãe, é apenas senso comum. (Ela disse meio autoritária e abriu a porta do carro entrando no mesmo.)

Elliot - Ou talvez você seja uma vidente e ninguém saiba. (Eu disse a vendo rir e levantar as sobrancelhas, não discordando.)

Me joguei no banco e liguei o rádio encostando a cabeça no banco esperando que ela arrancasse logo com o carro, mas não o fez. Abri os olhos olhando pra ela vendo o que ela estava esperando, a vi me olhar com as sobrancelhas levantadas como se esperasse algo e me fez revirar os olhos novamente puxando o cinto de segurança e o colocando. Eu sei eu sei, questões de segurança, ok, não era como se eu fosse tão irresponsável assim, qual é, às vezes eu esquecia. O caminho até a casa do meu pai de carro não era lá muito longe, mas 20 minutos de carro era bastante tempo a pé, nesse frio ainda não era nada muito convidativo. Conversamos o caminho inteiro, ou melhor, ela conversou o caminho inteiro e eu não falei muito, sim, ela é minha mãe e se preocupa, mas não era como se eu estivesse lá muito inclinado a querer escutá-la sempre. A mesma conversa de sempre, durma cedo, não beba muito, use camisinha, cuidado com as pessoas e coisas ao meu redor, o de sempre. Mesmo que eu tenha concordado em ir com meu pai, o que foi um custo por que eu realmente não queria, ela ainda se preocupava. Acho que isso era meio que um código de todas as mães, não importando a idade que seus filhos tenham.

Ela diminuiu a velocidade do carro e estacionou na frente da casa do meu pai. Tirei o cinto saindo do carro e pegando a mochila que eu tinha colocado no banco de trás, passaria a noite aqui para não ter que acordar ninguém lá em casa de madrugada quando chegasse. Ela caminhou a minha frente pelo pequeno caminho de pedras que dava de frente pra porta e bateu a campainha quando já estávamos de frente pra mesma. Meu pai não demorou muito para atender a porta, sorrindo abertamente ao nos ver, abraçando minha mãe enquanto eu entrava.

Kate - Não o deixe te enrolar Nathan, eu sei que ele é bem espertinho e você muito bobinho pra saber o que ele está tramando. (Ele riu e balançou a cabeça mordendo os lábios… Eu poderia estar errado, mas… Sei lá.)

Nathan - Não se preocupe, eu não vou deixar ele chegar aqui tropeçando nos próprios pés por causa do álcool. (Ela riu estarrecida, cruzou os braços e levantou as sobrancelhas olhando pra ele.) Calma Kate, eu estou brincando. (Cruzei os braços e me apoiei no balcão atrás de mim observando os dois, geralmente eu não prestava muita atenção, mas ultimamente eu tinha essa dúvida na minha cabeça que estava me perturbando, acho que não era paranóia da minha parte.)

Seus olhos brilhavam ao falar com ela e ele se comportava de um jeito estranho, realmente idiota pra falar a verdade, mesmo que isso seja talvez um pouco maldoso de se dizer se tratando do meu pai. Ela se despediu de mim vindo até mim me dando um abraço e um beijo na bochecha, foi até meu pai também se despedindo dele da mesma maneira o fazendo sorrir feito um idiota. Franzi as sobrancelhas o olhando atentamente… Não! Não acho que eu estava errado sobre isso. Observei ele dar um sorriso bobo e levantei as sobrancelhas novamente, realmente surpreso com o que eu tinha acabado de perceber, mas é claro! Era tão óbvio, como eu não tinha notado isso antes? Ele fechou a porta ainda com aquele sorrisinho idiota no rosto e virou pra mim ajeitando a postura e batendo as mãos uma na outra as esfregando logo após isso.

Nathan - Então… (Ele parecia meio envergonhado e um pouco perturbado por achar que eu tinha percebido algo já que eu ainda o estava observando, ele estava completamente certo.) Nós podemos ficar aqui até a hora de ir ao show ou podemos sair pra tomar um café, o que você acha? (Levantei uma das sobrancelhas e apertei minhas mãos nos meus braços ainda cruzados sem realmente prestar atenção ao que ele estava dizendo, pensando se eu comentava sobre isso ou não, mas… Eu precisava.)

Elliot - Você ainda gosta da mamãe! (Eu exclamei afirmando e ele me olhou surpreso e completamente atordoado, parecendo que eu o tinha lhe dado um tapa na cara.)

Nathan - O que? (Ele riu completamente nervoso.) De onde tirou isso muleque? (Ele disse ainda rindo soltando um barulho engraçado pela boca como se eu tivesse dito o maior absurdo do mundo e começou a se afastar em passos largos, mas eu logo o segui.)

Elliot - Eu vi o jeito como você olha pra ela, na verdade eu já tinha pensado nisso antes, mas nunca prestei realmente a atenção. Você realmente ainda gosta dela! (Ele respirou fundo parando por alguns segundos antes de se virar e me encarar profundamente, agora já não rindo mais.) Pai, eu… (Eu exclamei me sentindo um pouco perdido, sem saber o que dizer ou se deveria consolá-lo. Pela primeira vez, acho que eu estava gaguejando, sem ter nada a acrescentar.) Eu sinto muito. (Foi a única coisa que eu consegui dizer, não conseguindo pensar em mais nada além disso. O que eu poderia dizer afinal de contas? Não tinha nada a ser dito. Ele apenas negou com a cabeça muito lentamente e balançou as mãos na minha frente, como se tentasse espantar uma mosca, ou melhor… O assunto.)

Nathan - Você não vai dizer uma única palavra sobre isso à ela. Certo? (Assenti com a cabeça lentamente mordendo os lábios, notando que mesmo que ele não tivesse dito com todas as palavras, ele estava se dando por derrotado e assumindo a verdade, uma realidade que não deveria nem mesmo existir.)

Elliot - Bom… Se quiser conversar, falar sobre isso... Sei lá. Eu posso ouvir. (Eu disse encolhendo os ombros, acho que não havia muito o que ser feito, pra falar a verdade, não havia nada a ser feito. Ele gostava dela, mas nunca iria passar disso, não seria recíproco. Eu morava com minha mãe e o Castiel, que era como um segundo pai pra mim realmente, eu via diariamente o quanto o amor dos dois era grande e forte, se algum dia eu me apaixonasse por uma garota, gostaria que fosse como o amor deles, era um ponto de referência. Mas agora eu podia ver um outro lado de tudo isso, meu pai desse jeito, isso não era exatamente o que eu desejaria ter notado. Não era exatamente o que eu queria que ele sentisse.)

Nathan - Não, está tudo bem. Não é o tipo de coisa que mata. (Ele disse rindo sem humor na verdade, forçando uma risada que não cabia no momento.) Eu vou sobreviver. (Ele deu um sorriso sem graça e deu de ombros voltando a andar pela sala.)

Elliot - Sabe de uma coisa meu velho. (Eu disse com humor passando um dos braços ao redor dos seus ombros.) Há muitas garotas no show hoje, nós vamos nos divertir. (Eu disse em tom de brincadeira e o balancei um pouco o vendo rir um pouco mais sincero agora, mas ainda assim, isso fez meu coração doer um pouco. Poxa, era meu pai afinal de contas.)

P.O.V Elliot Off


Notas Finais


Sim, a fic já está nos caps finais e assim que essa acabar começarei a postar a nova com o Lysandre como paquera yaaay o/ no dia que eu postar o último cap dessa eu deixarei o link da fic nova aqui nas notas finais do último cap para o primeiro cap da nova, boa noite e até a próxima sexta =)


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