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História Minha única querida - Capítulo 19


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Capítulo 19 - O que vamos fazer?


Fanfic / Fanfiction Minha única querida - Capítulo 19 - O que vamos fazer?

Maxon on 


Eu tentava desviar de alguns golpes, o que no início estava sendo bem fácil. A única vantagem que eu tinha sob ele, era que eu tinha pego um pedaço de madeira na floresta, mas se desse qualquer movimento em falso, ele conseguiria tirar da minha mão.

Até que um soco no estômago me atingiu com tudo e eu cai no chão. Aquele homem olhava e ria  de mim enquanto eu me contorcia de dor naquele momento. 

Ele começou a se agachar em minha direção e eu pensei que seria ali que eu ia morrer. Então vi Meri ainda parada na porta com uma expressão completamente assustada. Eu gritei, antes daquele homem começar a me espancar: 

-Corra! 

Quando ela ouviu, correu, mas não em fuga, em nossa direção. Ela chegou e deu um soco no queixo daquele homem, não foi o suficiente para derrubá-lo, mas o atordoou o bastante para me dar tempo. 

Eu me levantei rapidamente e peguei aquela madeira. Então finalmente bati com ela em sua cabeça, deixando-o desacordado. 

América correu para os meus braços e começou a chorar tanto que molhava a minha camisa. 

—Você está bem? -perguntei.

Ela apenas afirmou com a cabeça, sem sair dos meus braços. Eu apenas ficava acariciando o cabelo dela, ainda meio sem reação.

—Você viu o noticiário? -perguntei.

Ela assentiu de novo, sem me soltar. 

Mas, do nada, ela simplesmente saiu bruscamente e começou a dar tapas no meu peito e a gritar: 

—Onde diabos você estava? -ela berrava. 

Eu segurei os seus pulsos, para impedir que ela continuasse.

—Eu passei duas horas chorando achando que eles tinham te levado! Por que você demorou tanto? 

—Desculpa. -falei, olhando ela nos olhos. 

—Nunca mais faça isso, ok? -ela abaixou o tom de voz. 

—Nunca mais. -eu falava enquanto concordava com a cabeça. 

—Vamos entrar, Meri. A gente tranca ele em um quarto e depois decide o que fazer. 

—Tudo bem. -ela respondeu, ainda meio atordoada. 

E assim a gente fez. Eu levei ele desmaiado até o quarto e tranquei, enquanto América ficou na sala tomando um calmante. 

—O que a gente vai fazer? -ela perguntou ao me ver entrar no cômodo.

Eu me juntei a ela no sofá e indiquei que ela colocasse a cabeça sob o meu colo. 

—Assim que os rebeldes pararem a manifestação, eu vou pedir para que mandem um avião para gente. 

—E depois? 

—Não sei dizer, Meri. Você tem que fazer o anúncio na tv para que comece logo a dissolução, acho que depois disso a gente vai ficar um tempo na Itália. 

—Na Itália? Por que? -ela perguntou.

—Eu estava precisando fechar alguns acordos comerciais e acho que seria bom a gente se ficar lá, por pelo menos uma semana. O castelo da Nicoletta é tão grande quanto o nosso, mas eles tem mais soldados. Talvez seja mais seguro. 

—Só nós dois? 

—Não, não. Eu tenho que levar umas pessoas do conselho para trabalhar conosco. E acho que talvez seria bom levar Marlee, por conta do bebê. Quanto menos estresse para ela, melhor. 

—Em falar do bebê de Marlee, onde diabos você estava? 

—Não importa.

Ela se levantou do sofá e retrucou:

—Importa sim! Diga. 

—Eu tinha ido em uma agência de turismo depois do supermercado. Hoje é o dia mais quente da temporada, então eu pensei que seria bom alugar uma ilha particular.

—Você o que? -ela sorriu.

—É. Mas quando eu tinha terminado de fechar o acordo eu ouvi a reportagem e vim correndo para cá. Fiquei muito preocupado, América. 

—Eu também fiquei preocupada com você. Não consigo nem pensar em viver sem ti. -ela se aproximou e me beijou. 

A gente ouviu o cara tentando praticamente arrombar a porta, então nos afastamos rapidamente. 

—Eu entro lá. -falei pra Meri. 

—Não, a gente entra juntos. 

—Tem certeza? -perguntei.

—Maxon, aquele homem estava tentando arrancar minha roupa. Não importa o que você fizer com ele, eu quero fazer também. 

De repente um ódio percorreu todo o meu corpo. Acho que cheguei a ficar vermelho de tanta raiva. Com certeza se ele tivesse me espancado, eu ia ficar com menos ódio do que ele tendo colocado um dedo na minha esposa contra sua vontade.

Respirei fundo. 

A gente tinha amarrado o corpo dele em uma cadeira perto da porta, para fazer todo aquele barulho, ele tinha que ficar se jogando contra ela. 

Entramos no quarto e ficamos alguns segundos olhando para aquela figura patética.

—Majestades -ele riu. 

Senti o corpo de América arrepiar atrás de mim. 

—Como vocês sabiam onde estávamos?-perguntei com grosseria. 

—Os sulistas são mais espertos do que vocês imaginam. -respondeu enquanto sorria. 

—Tem mais de vocês na cidade? -Meri perguntou.

—Ah minha rainha, por aqui não tem muitos. A gente se espalhou pelas cidades vizinhas já que nos falaram que vocês tinham usado o trem. 

—O chofer. -Meri sussurrou no meu ouvido. 

Eu apenas balancei a cabeça em concordância.

—E por que vocês não estão andando em bandos? -América perguntou.

—A gente não tinha certeza em qual casa vocês estavam, não é óbvio? 

Não respondemos.

—Ah, e por sinal, foi ótimo me encontrar sozinho com você, minha rainha. 

Uma lágrima desceu nos olhos de Meri, e ela enxugou rapidamente. Eu sei que ela tinha ficado com muito medo, até porque se eu não tivesse chegado antes, Deus, não quero nem pensar no que poderia ter acontecido. Ver ela chorando por conta de um abusador, fez meu corpo estremecer de raiva. 

Eu simplesmente parti para cima daquele homem e soquei sua cara repetidas vezes, com muita fúria. 

—Maxon. -Meri falou. 

Eu não me virei para ela, apenas continuei golpeando-o. 

—MAXON! -gritou ela.

—Maxon! Você vai matar ele! 

Continuei sem dar ouvidos. Não conseguia pensar racionalmente, a raiva que comandava minhas ações.

—Por favor, Maxon. -ela choramingou.

Parei e fiquei olhando para a cara machucada do rebelde. 

—Você é bom, se matá-lo, nunca vai se perdoar. -ela puxou meu braço e direcionou meu corpo em direção ao dela. 

Finalmente consegui sair da transe, olhando nos olhos preocupados da minha esposa, me senti muito mal. 

—Desculpa, América, ele te machucou e... -ela colocou o dedo indicador nos meus lábios. 

—Shhh... tudo bem, eu entendo. Vamos falar com alguém do palácio. -ela disse enquanto abria a porta para sairmos. 

—Pelo visto ela gostou de mim. -o homem falou. 

Antes que eu partisse para cima dele, América fez isso por mim. Ela deu um soco bem no nariz dele, fazendo-o desmaiar novamente.




Notas Finais


esse cap ficou meio cagado, perdão kkkkkk


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