História Minha Vida Começou com Você - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Bellatrix Lestrange, Draco Malfoy, Harry Potter, Lílian Evans, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Narcissa Black Malfoy, Remo Lupin, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Drakharry, Harry Potter, Omegavers, Tomarry
Visualizações 581
Palavras 1.708
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que Gostem do capitulo, perdoem os erros.

Capítulo 2 - A Descoberta


Fanfic / Fanfiction Minha Vida Começou com Você - Capítulo 2 - A Descoberta

- o que é que você tem pequeno, que não me deixa lhe matar? Por que não consigo mais me afastar de você? Por que fico triste quando você fica triste? Por quê? – Voldemort fez todas essas perguntas olhando para Harry e tendo como resposta um único sorriso do moreninho em seu peito, sorriso esse que foi espelhado por Voldemort.

 

4 Anos Depois.

Voldemort estava em sua sala tomando uma xícara de chá na companhia de Lucius e Narcisa Malfoy, ele estavam apreciando o chá quando de repente um furação de cabelos pretos apareceu correndo e se jogou nos braços do Lord das Trevas.

- Tom, vamos brincar – chamou manhoso, Harry agora tinha cinco anos e já fazia três anos que Voldemort tinha lhe dado permissão para lhe chamar por seu nome verdadeiro, isso por que o pequeno de dois aninhos vivia reclamando que “Voldemort” era um nome muito grande e complicado de se falar, por isso o Lord tinha lhe contado que Voldemort era só um nome que ele tinha inventado e que seus nome verdadeiro era Tom, desde então Harry só se referia ao terror do mundo mágico como Tom, e ele era o único que conseguia isso, sem ser cruciado e depois morto pelo Voldemort.

Lucius e Narcisa ficaram tensos ao pensarem que Voldemort iria cruciar o menino, porem ficaram chocados ao verem o Lord escorregar do sofá para o chão onde começou a brincar com o pequeno menino, enquanto ainda conversava com o casal Malfoy.

 

3 Anos Depois

Um jovem moreninho de cabelos rebeldes corria pela mansão Riddle a procura do seu Tom, um pequeno filhote de cobra em sua mão, a cabeça pendia molemente de sua mão esquerda, o corpinho da jovem serpente estava cheio de cortes da onde sangue escorria por sua mão e manchava suas ricas vestes, assim que entrou na sala onde ele sabia que Tom estava com seu Tio Lucius e suas Tias Narcisa e Bella, Harry não sabia o porque, mais odiava ver sua Tia Bella perto do seu Tom, ele não tinha problema e ficar perto dela, desde que ela não estivesse perto do seu Tom, porem assim que entrou viu sua Tia Bella pendurada no braço direito do seu Tom sentiu uma raiva enorme e um ciúme muito grande e sem pensar direito ele levantou sua mão na direção da mulher que saiu voando pela sala até bater na parede.

- ele é meu – Harry falou sério, enquanto sua magia se descontrolava, fazendo uma forte ventania começar pelo lugar, levantando coisas e quebrando os vidros, a mansão Riddle começou a tremer, Bellatrix continuava preza na parede a meio metro do chão, parecia que tinha alguma coisa lhe esmagando contra a parede.

- Harry, pequeno, tá tudo bem, ela não vai mais chegar perto seu Tom – Narcisa falou tentando acalmar Harry, já que ela fora a primeira e se recuperar do choque ao ver tal demonstração de magia vindo do pequeno.

- promete? – Harry perguntou.

- eu prometo, ela não vai mais chegar perto do Lord – Narcisa respondeu, e na mesma hora o vento parou, os moveis voltaram para o lugar, os vidros que se quebraram voltaram a ficar inteiros e Bellatrix caiu no chão tentando recuperar o fôlego.

Harry então se lembrou do por que tinha ido atrás do seu Tom.

- Tom olha – falou correndo até Voldemort mostrando o filhote de serpente ao Lord – ajuda ela Tom, por favor, ajuda ela – pedia com os olhinhos cheios de lágrimas, o que deixou o coração do Lord apertado ao ver aquelas duas belas esmeraldas tão cheias de tristeza.

Voldemort pegou o filhote e serpente e levou para seu laboratório de poções, com o pequeno Harry seguindo atrás, Voldemort começou a curar a cobrinha com feitiços e poções, enquanto Harry ficava olhando por cima da mesa o que Tom fazia com a pequena serpente.

Enquanto isso na sala, Lucius continuava pensativo, não apenas sobre o comportamento do pequeno Potter em relação ao Lord, mais sobre tudo o que aconteceu desde que Harry viera para a mansão Riddle, em sua cabeça uma teoria começava a se formar.

Levou duas horas para Tom conseguir curar o filhote de cobra.

- ela vai ficar bem? – perguntou o pequeno curioso, que não tinha tirado os olhos do que Tom fazia desde que entraram na sala de poções do mais velho.

- vai, ela vai sim, mais ela vai precisar de muito descanso, ela passou por muita coisa – Tom falou num tom gentil que ele só guardava para seu pequeno Harry – vamos colocar ela no terrário e a deixar dormir – Tom falou conjurando um terrário e colocando o filhote ali dentro. – você sabe o que ela é, pequeno? – Tom perguntou com carinho, passando sua mão nos cabelos revoltos do Harry.

- não Tom – Harry respondeu curioso – o que ela é?

- ela é uma metamoforcobra – Tom explicou – ela pode ser dês de uma simples cobra d’agua até um Basílio com um único pedido do seu mestre – Tom explicou Harry sempre teve muita vontade de aprender, dês dos três anos quando Tom resolveu lhe ensinar a ler e escrever ate hoje quando Tom lhe ensinava feitiço, poções, transfiguração, magia negra, Harry sempre se mostrava disposto a aprender e sempre curioso, sempre querendo saber mais, Tom sabia que Harry tinha magia para ser mais poderoso que ele, porem ele nunca se preocupou com a possibilidade de Harry se virar contra ele, algo dentro de si lhe dizia que Harry sempre estaria ao seu lado.

- Tom – Harry chamou o mais velho fazendo ele lhe olhar, Harry então chamou Tom com o dedinho, fazendo o menor se abaixar e ficar da sua altura – obrigado – o pequeno falou e deu um selinho em Voldemort, que a princípio ficou surpreso com a atitude do menor.

Aos poucos Voldemort foi se recuperando e se rendendo ao selinho do seu pequeno, que atrevidamente lambeu seus lábios, e Voldemort inconscientemente abriu a boca dando passagem para a língua do pequeno, Harry não sabia bem o que fazer ele só sabia que queria provar o seu Tom, então ele enfiou a língua dentro da boca do mais velho, e Harry se assustou ao ouvir um gemido vindo da boca do Tom, na mesma hora Harry se afastou.

- te machuquei Tom? – perguntou meio arrependido.

Tom ainda demorou um tempinho para se recuperar do beijo, nada inocente que tinha acabado de dar com o seu pequeno, antes de responder.

- claro que não meu pequeno, eu gemi por que gostei, gostei muito do seu beijo – Tom respondeu sincero.

- haa que bom – Harry falou todo vermelhinho – Tom? – chamou.

- sim meu pequeno? – Tom respondeu.

- posso te beijar de novo? – perguntou ainda mais vermelho

Tom sorriu para seu pequeno, ele era tão doce e inocente, e tão possessivo.

- pode sim pequeno – Tom respondeu, e logo os dois tinham voltado a se beijar.

Narcisa estava ajudando Bella a se sentar no sofá, a morena ainda estava abalada com a explosão de magia do pequeno Potter.

- querida vou até nossa casa, caso o Lord pergunte eu volto logo – Lucius avisou dando um selinho em Narcisa e indo em direção a lareira, Lucius demorou meia hora para voltar, Narcisa percebeu que ele segurava na mão um frasco de poção incolor e um pergaminho.

- Lucius querido, o que é isso? – Narcisa perguntou curiosa.

- acho que a finalmente descobrir o motivo de nosso senhor ser tão apegado ao pequeno Harry, agora só preciso confirmar minhas suspeitas – Lucius respondeu enigmático.

 Finalmente depois de um tempo o Lord voltou para a sala com Harry pendurado em seu pescoço, o pequeno estava vermelho e ofegante, porem tinha um sorriso enorme, Voldemort, também tinha um ligeiro sorriso, e uma leve coloração vermelha em suas maçãs do rosto.

Lucius e Narcisa resolveram deixar qualquer comentário sobre isso de lado, já Bellatrix nem mesmo olhou para seu Lord, com medo do pequeno lhe atacar novamente.

- Mi Lord, por favor, acredito ter encontrado a resposta para o motivo do senhor e do pequeno Potter, serem tão ligados assim.

- então me diga Lucius – Voldemort falou olhando para seu comensal.

- primeiro Mi Lord eu gostaria de comprovar minha teoria – Lucius pediu.

- como pretende comprovar sua teoria Lucius? – perguntou Voldemort.

- fazendo um simples teste de magia no pequeno, senhor – Lucius respondeu.

Voldemort hesitou por tempo, um teste de magia significava que Lucius teria que pegar algumas gotas do sangue do Harry, e tirar umas gotas do sangue do Harry, significava que ele teria que cortar seu pequeno menino e isso faria seu menino sentir dor e ele odiava ver seu pequeno com dor.

- Tudo bem Lucius, mais seja o mais delicado possível, entendeu? – mandou.

- sim Mi Lord – Lucius respondeu.

- pequeno, o Tio Lucius vai precisar tirar um pouquinho do seu sangue, isso vai doer um pouquinho, mas tente ser forte por mim ok? – pediu.

Harry olhou nos olhos do seu Tom – tá bom Tom, por você – o pequeno respondeu esticando seu dedinho para Lucius.

O Malfoy pegou uma adaga afiada, e com cuidado fez um pequeno corte no dedinho do Harry.

- aii – Harry falou e olhando para Tom deixou algumas lágrimas escaparem, que foram prontamente limpas por Tom que deu beijinhos na cabeça do Harry para acalmá-lo.

Lucius deixou três gotinhas caírem dentro da poção, que ainda era transparente, ela rapidamente ficou da cor rubra, Lucius então pegou o pergaminho e deixou a poção cair no pergaminho que absorveu toda a poção.

Lucius colocou o pergaminho em cima da mezinha de centro e pegando sua varinha de dentro da bengala, lançou um revelio no pergaminho, em pouco tempo letras começaram a se formar no pergaminho, os quatro adultos se inclinaram para o pergaminho para lerem o que tinha nele.

Ao mesmo tempo quatro arfadas foram ouvidas na sala, enquanto os quatro adultos, liam o pergaminho abismados.

- não pode ser – Bellatrix falou se recusando a acreditar.

- isso é verdade? – Narcisa perguntou olhando chocado para o pergaminho.

- não tem como o resultado dar errado, foi Severus quem fez a poção – Lucius respondeu ainda abismado.

- a profecia é falsa – foi só o que Voldemort falou, num tom sério e até mesmo com raiva.

Continua...


Notas Finais


Gostaram? Então comentem.
bjs


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