História Minha vida como se fosse um livro - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Visualizações 10
Palavras 1.530
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Capítulo 6


Voltamos para a casa de Júnior já era noite e quando abrimos a porta estava Daniel com uma puta na sala, ela estava completamente pelada com as pernas abertas pra Daniel viradas pra porta.

(Daniel): até que enfim vocês chegaram, Júnior que um pouco?

(Júnior): cara você não tem limites?- diz se virando de costas

(Daniel): até parece que você não quer, você só está assim porque a sua namorada está aqui.

(Júnior): não, é porque eu tenho namorada e eu a respeito.

(Daniel): vou poupar seu discursinho. - diz Daniel passando a mão forte na região íntima da puta e indo em direção ao Júnior. - me agradece depois. - diz passando a mão na poça de Júnior.

(S/n): quer saber!? Eu vou embora.

(Júnior): espera.

(Daniel): deixa ela ir, aqui também tem oque você quer.

(Júnior): cala a boca.

Eu vou correndo para o hotel e chorando me sento na porta do meu quarto por vergonha de chegar assim.

(Felipe): s/n, oque aconteceu?

(S/n): nada.

(Felipe): foi aquele idiota né?

(S/n): me deixa.

(Felipe): não, eu sou meu amigo e me emporto com você, me desculpa mesmo por tudo que eu fiz eu percebi que você gosta mesmo dele não vou atrapalhar mais, mas se ele fez alguma coisa com você eu preciso saber.- diz me abraçando e eu o abracei de volta.

Júnior veio correndo atrás de mim e vê o que aconteceu.

(Júnior): então é assim!? - diz se aproximando.

(S/n): assim oque.

(Júnior): é assim que você me agradece depois de tudo que eu já fiz por você!?

(S/n): eu. - sou interrompida por Júnior.

(Júnior): quer saber me esquece.

(S/n): espera. - digo segurando em sua perna.

(Júnior): me solta.

(S/n): você teve ao menos o trabalho de perguntar o que está acontecendo!? Ele estava se desculpando por tudo, como você acha que eu teria coragem de fazer isso com você? Depois de tudo, você é a pessoa que eu mais amo nessa vida, eu só fui embora por causa do seu irmão.

(Júnior): eu..eu..eu.

(S/n): você..você....você oque?

(Júnior): eu sinto muito.

(S/n): pega um copo de vidro e joga ele no chão, oque vai acontecer com ele?

(Júnior): ele vai quebrar.

(S/n): pede desculpas pra ele pra ver se ele volta ao normal de novo.

(Júnior): eu, eu, estou me sentindo um idiota por favor não faz isso comigo, você é a coisa mais preciosa que eu tenho.

(S/n): você não confia em mim?

(Júnior): confio.

(S/n): então porque isso tudo?

(Júnior): porque eu te amo e tenho medo de ter perder.

(S/n): se você continuar assim vai mesmo. - digo entrando para o quarto do hotel e deixando Júnior lá fora pois Felipe já tinha ido para seu quarto.

3 horas Depois

Eu não estava conseguindo dormir sem o abraço, sem o cheiro e sem o beijo de Júnior.

Eu olho no olho mágico e vejo que ele ainda estava lá deitado no chão frio.

(S/n): oque você ainda está fazendo aqui? - digo abrindo a porta

(Júnior): eu só vou embora quando você me perdoar. - diz tirando a camisa mesmo estando muito frio

(S/n): não faz isso.

(Júnior): eu vou ficar doente se for preciso. - diz tirando o resto da roupa e ficando só de cueca.

(S/n): tchau Júnior. - digo fechando a porta.

2 horas depois

ouço alguém fungando e vejo que sai de fora do quarto, quando abro a porta vejo Júnior do lado de fora de temendo e fungando.

(S/n): você ficou mesmo.

(Júnior): e fico mais se for preciso.

(S/n): vem entra.

(Júnior): só se você disser que me perdoa.

(S/n): isso serve? - digo o beijando.

(Júnior): preciso de mais um pra ter certeza.

(S/n): e agora. - digo o beijando novamente.

(Júnior): agora sim. - Diz entrando no quarto.

(S/n): você está muito gelado, vem deita aqui na minha cama e se cobre que eu vou ligar o aquecedor.

Ligo o aquecedor e logo Luara acorda reclamando.

(Luara): você tá maluca? Quer transformar o quarto em sauna? A Oi Júnior, Júnior? - oque ele tá fazendo aqui? Opa tá sem camisa e Júnior se cobre rápido.

(S/n): sai fora ele é meu namorado, e depois eu te explico, tem como você ir dormir no quarto da Soraia hoje?

(Luara): tá.- e sai do quarto.

(S/n): eu já liguei o aquecedor, toma essa caixinha de lenço pra você limpar o nariz se você colocar meleca pra dentro vai causar rinite.

(Júnior): obrigado, mas só de estar com você eu já me sinto melhor.

(S/n): mais que idiotice ficar lá fora sem roupa.

(Júnior): eu faria de novo se preciso.

(S/n): não não faria por que eu não iria deixar.

(Júnior): atim. - Júnior espirra.

(S/n): a boa notícia é que você não tá mais gelado.

(Júnior): e qual é a ruim?

(S/n): é que você tá ardendo em febre.

(Júnior): se eu estiver com você eu tô bem.

(S/n): não tá não, você vai dormir aqui e quando amanhecer você e eu vamos para o hospital.

(Júnior): a não.

(S/n): a sim.

(Júnior): tá.

(S/n): agora vamos dormir.

(Júnior): dorme na outra cama pra você não ficar doente também.

(S/n): não precisa.

(Júnior): precisa sim.

(S/n): tá.

No dia seguinte.

(S/n): Júnior você tá ardendo em febre.

(Júnior): fala mais baixo a minha cabeça tá doendo.

(S/n): desculpa, você tem que tomar um banho.

(Júnior): eu não tenho roupa aqui.

(S/n): coloca a mesma depois.

(Júnior): tá. - tenta se levantar mas não consegue.

(S/n): vai levanta.

(Júnior): eu não consigo.

(S/n): vem que eu te ajudo. - levo Júnior para o banheiro e tiro a roupa dele é dou um banho de água gelada nele.

(Júnior): tá doida eu não entro aí nem a pau.

(S/n): porque?

(Júnior): tá muito gelada.

(S/n): mas você precisa.

(Júnior): não.

(S/n): por favor Júnior por mim, você precisa melhorar.

(Júnior): tá. - diz entrando na banheira. - caralho a água tá muito gelada. - diz deitado na água.

(S/n): eu vou te dar um banho e depois eu vou te levar pro hospital.

(Júnior): tá, e obrigado.

Eu vou um banho em Júnior e o levo para o hospital e eu explico tudo para o médico.

(Médico): nossa, mas isso te custou caro.

(S/n):como assim?

(Médico): ele pegou uma gripe forte.

(Júnior): vish.

(Médico): ele precisa tomar esses três tipos de remédios. - diz me mostrando receita.

(Júnior): ela pode pegar também?

(Médico): pode sim.

(Júnior): ouviu né? Vai ter que ficar longe de mim até eu melhorar.

(S/n): até parece, eu vou cuidar de você até você melhorar.

(Júnior): se eu beijar ela ela pode ficar doente?

(Médico): sim.

(S/n): é claro o cabeção.

(Médico): então vocês já entenderam tudo?

(S/n): sim

(Júnior): não lembro de uma palavra si quer.

(S/n): iguinora ele.

(Médico): resumindo, sem beijo.

(Júnior): sem oque? - diz Júnior de deboche

(S/n): quer bater doutor eu finjo que não vi nada.

(Médico): as leis me proíbem.

(Júnior): mesmo que você me batesse eu ia te quebrar na porrada.

(S/n): desculpa doutor.

(Médico): tudo bem.

(S/n): já podemos ir?

(Médico): podem sim.

O motorista nos pega no hospital e nos leva para a casa de Júnior.

(Daniel): pelo visto o casalzinho se reatou.

(S/n): deixa ele Daniel.

(Daniel): porque ele tá apoiado em você? É porque ele está mancando? É porque ele esta tão pálido?

(S/n): não finja que se emporta.

Levo Júnior para o quarto dele e o coloco em sua cama.

(Júnior): tem certeza que você quer ficar?

(S/n): é claro, agora dorme um pouco

(Júnior): tá bom, e obrigado mais uma vez.

(S/n): não precisa agradecer.

(Júnior): claro que precisa.

(S/n): vida eu faço isso de coração não precisa agradecer.

(Júnior): mesmo assim obrigado.

(S/n): por nada, agora dorme.

Enquanto Júnior dorme eu vou na cozinha fazer um chá pala ele.

(Daniel): oque houve com ele?

(S/n): não venha se fazer de irmão preocupado agora, não precisa fingir que se importa.

(Daniel): eu não estou fingindo eu me importo de verdade. - diz me segurando pelo braço enquanto faço o chá.

(S/n): não venha com essa agora. - digo soltando a mão dele do meu braço.

(Daniel): é sério.

(S/n): tá vou fingir que acredito, ele está com uma gripe forte e seria.

(Daniel): mas como?

(S/n): a culpa é toda sua.

(Daniel): minha?

(S/n): é

(Daniel): a culpa é minha se a namorada gostosa dele não transa com ele e eu quis dar uma ajudinha?

(S/n): você percebe as babaquices que você fala?

(Daniel): desculpa e sério, é que desde que eu te vi pela primeira vez vi que você seria uma ótima namorada. - eu o interrompo

(S/n): não precisa terminar.

(Daniel): precisa sim, eu e o meu irmão só temos dois anos de diferença e eu de você quatro, não é muita coisa, eu não sou desse jeito eu mudei pra incomodar vocês e eu tentar ser seu amigo depois, mas agora eu vi que vocês se amam mesmo é seria muito errado acabar com isso.

(S/n): era só você ter me dito isso a gente podia ser amigos, viu oque você causou?- digo levando o chá para Júnior e deixando Daniel sozinho na cozinha.

(S/n): Júnior, toma esse chá.

(Júnior): tá, mas pra que?

(S/n): o médico que me mandou fazer.

(Júnior): ah, tá. - diz Júnior fazendo cara feia por causa do gosto.

(S/n): eu sei que tá ruim.

(Júnior): que isso tá ótimo.

(S/n): Júnior não precisa mentir, o chá tem esse gosto mesmo o chá é de alho, cebola e mel.

(Júnior): ainda bem porque puta que pariu esse chá é horrível.

(S/n): eu sei. - digo rindo.

(Júnior): vai rindo vai.

(S/n): bebê logo.

(Júnior): pronto. - diz Júnior virando tudo de uma vez.

(S/n): eu já volto só sou lavar o copo.

(Júnior): a não deixa na pia e vem.

(S/n): é rápido.

(Júnior): tá.- diz Júnior enquanto eu vou para a cozinha.

(Daniel): eu não queria fazer isso me desculpa.

(S/n): tudo bem. - digo e Daniel me abraça e eu o abraço de volta

Lavei o copo e voltei para o quarto te Júnior.

(S/n): voltei.


Notas Finais


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