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História Minha Vida É Melhor Contigo - Capítulo 9


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Capítulo 9 - E De Repente Acontece O Que Não Era Para Acontecer


O que eu estava pensando quando me aproximei dela, ela nem faz o meu tipo, porque estou assim? porque meu coração está inquieto dessa forma? O que ela tem de tão especial que me deixa assim, ela é fofa eu não gosto de garotas fofas. O que a Sófia disse se ela tivesse ficado mais um pouquinho quieta não teria sido apenas um sonho. Faz tanto tempo que não me sinto assim eu preciso ficar longe dela assim irei evita muitos problemas.

Quando ela voltou da escola pedi para a dona Maria avisar a menina que eu queria falar com ela no meu escritorio.

Depois de quase vinte minutos ouço um leve toque na porta e em seguida sua voz baixa, me arrumo na cadeira dizendo que poderia entrar. Ela colocou primeiro a cabeça para dentro da sala e em seguida o corpo e em passos silenciosos parou no meio da sala encarando os pés.

Fiquei em silêncio olhando ela e pensando comigo, de qualquer forma que eu a olhasse ela não fazia meu tipo pra mim ter agido tão imprudente, talvez se eu tivesse bêbado mas não eu estava completamente sóbrio, seus olhos negros brilha e algo dentro de mim se acende. E de alguma forma seu olhar me parece tão familiar, deixo de pensar e limpando a garganta começou a falar.

- Espero que você não entenda errado o que aconteceu ontem. Ela levanta a cabeça me encarando com os olhos ligeiramente puxados, suas bochecha levemente corar e com um sorriso tímido ela fala apressado as palavras.

- Ah não até parece... - me sinto estranho e a interrompi.

- Você é apenas a babá dos meus sobrinhos! Sim eu estava sendo um completo idiota sendo que fui eu que quis beija-lá.

- Eu sei Fred em momento algum eu pensei alguma coisa! Ela pareceu desconcertada com as palavras.

- E Fred não, para você eu sou senhor Federico! Digo um tanto rispido.

- A.. ah... Me desculpa senhor Federico, eu acabei dizendo por costume... Ela parecia totalmente perdida no rumo da nossa conversa sem conseguir me olhar no rosto.

- Ah sim é melhor nos vivemos em um mundo bem diferente um do outro. Eu disse me sentindo estar sendo muito duro pois ela parecia que iria chorar.

- Como eu ja disse eu sei muito bem aonde é o meu lugar! Ela diz ríspida erguendo a cabeça e me encarando.

- Bom ja que esclarecemos as coisas você pode sair. Digo olhando para algumas folhas sobre a minha mesa, sem dizer nada ela segui para porta em passos rápidos, vendo ela se afasta senti um pouquinho desapontado, não sei o que eu estava esperando. Quando ela tocou na maçaneta ela parou, senti um leve sorriso que se formou no canto dos meus labios. Ela se virou e com passos rápidos venho na direção da minha mesa.

- O..o..qque foi? Pergunto recuando para trás encostando na minha cadeira.

- Sabe eu tava pensando e acho que! Ela para olhando para as folhas sobre minha mesa.

- O que fala direito! Digo tentando entender sua atitude.

- Então as crianças passa a tarde inteira na frente da TV. Ao ouvir ela dizer as crianças sinto um alívio no peito.

- Isso acontece porque você deixa! Digo sem interesse no assunto.

- Não senhor é porque eles não tem outra distração! Sua voz soa autoritária me fazendo ergue o olhar encarando suas bochechas rosadas.

- Como assim? Pergunto cruzando os braços.

- É seria bom eles fazer outras coisas se envolver com outras distrações! Ela diz olhando envolta e eu sigo seu olhar.

- Não ta bom as coisas desse jeito! Digo voltando atenção para minha mesa.

- As criança estão tendo dificuldades para se relacionar com as outras crianças. Ela diz pegando as canetas espalhadas sobre a mesa colocando no seu devido lugar.

- E o que eu tenho com isso vai diser que o problema sou eu também. Pergunto olhando no seu rosto sentindo meu coração inquieto.

- Não senhor mais seria bom por eles para fazer outras coisas também preencher o dia deles! Ela diz me olhando com o olhar meigo.

- Tipo o que?

- Não sei a Sófia pode fazer balé o Joca karatê não sei ou aula de canto ou natação sei la. Ela diz inquieta mexendo nas minhas coisas.

- Não sei se isso é bom não!

- Mais é claro que é! Dizendo isso ela se aproximou da minha mesa se sentando na cadeira na minha frente ela ficou toda empolgada dizendo as coisas que as crianças poderia fazer.

Eu fiquei olhando ela que falava tão livremente como se eu fosse seu amigo próximo. E eu ja nem estava ouvindo mais nada do que ela falava apenas a admirando. Comecei a sentir meu coração ficando agitado novamente e voltei em mim.

- Quem mandou você senta? Digo a encarando sério.

- Que oh me desculpa, senhor Federico! Ela se levanta ficando em pé arrumando a cadeira.

- Eu vou pensar no caso mais acho melhor contrata uma professora particular para da aula pra eles.

- Não isso não! Sua voz soa alto.

- Porque não isso é o melhor para o futuro deles! Digo arqueado uma sobrancelha.

- Eu sei mais eles são crianças estão na  fase de ser criança brincar se divertir não so estudar o tempo todo! Talvez ela tivesse razão.

- Eu vou pensar pode sair agora. Digo querendo ficar só seu jeito de falar seu olhar seu sorriso estava me incomodando.

- Não precisa mandar eu ja vou boa tarde. Ela diz emburrada seguindo para a porta.

- O que foi isso ela ficou brava comigo? Pergunto baixinho vendo ela fechar a porta.

☆☆☆

Depois de quatro horas de gravação eu ja estava cansado olhei no celular e ja era quase nove horas da noite. Sai do set de gravação indo me encontrar com o Mateus e o Lucas e fomos jantar fora. Durante o jantar o Lucas não deixou de falar da amiga da Puka me fazendo ficar pensando nela. O Mateus falou como foi sua viajei no Estados Unidos, eu ouvia sorrindo como se eu nunca estivesse indo lá.

O Mateus é um modelo muito famoso e meu amigo assim como o Lucas e a Hellah nos quatros praticamente crescermos juntos.

Depois do jantar fui pra casa no silencio do meu carro liguei uma musica clássica e me peguei pensando naquela menina. Balanço a cabeça dizendo para mim mesmo ela não faz o meu tipo ela é apenas a babá das crianças. Cheguei em casa quase dez e meia a casa estava silenciosa com as luzes apagadas no corredor do meu quarto pensei nas crianças olhei para a porta deles e segui ate a porta do quarto deles. Abri a porta vendo um quarto escuro, quando olhei a luz do abajur foi acessá iluminando o lugar.

Quando olhei àquela menina estava ali ela me olhou meio confusa, perguntei porque ela estava ali ainda se tinha acontecido algo. Ela se apriximou de mim falando praticamente num sussurro, que o Joca tinha tido pesadelo e acordou chorando.

Fiquei olhando para ela na minha frente com os cabelos soltos meio armado de quem acabou de levantar com uma blusa larga deixando um ombro de fora um short curto deixando suas pernas a amostra, eu nunca tinha a visto assim.

Ela me olhou perguntando se eu queria algo, falei que não so passei para ver se eles estavam bem, nem sei porque também sendo que nunca fiz isso. Ouvindo minha resposta ela me olhou com aquele sorriso fofo o quarto estava escuro apenas com a luz do abajur iluminando o lugar deixando um contraste meio rústico.

Continuie olhando para ela como se não tivesse mais nada envolta, ela me olhou falando que iria dormi e despediu dizendo boa noite. Eu segui ela e quando estava quase chegando na porta ela pisou em um brinquedo no chão fazendo ela escoregar indo para trás. Quando vi que ela ia cair eu me apressei a segurando ela ficou no meu braço olhei para o seu rosto ela me olhou assustada e segurou na minha camisa. Mais quando fui levantar ela, ela ainda estava com o pé no brinquedo e terminou de escorregar me puxando para baixo. Nesse momento que ela me puxou nem vi nada so senti nossos labios colado.

Com os meus labios ainda no dela olhei no seus olhos que estava arregalados com o contraste da luz seus olhos negros que brilhava ela piscou varias vezes e eu senti meu coração que batia tão forte no peito. Me perdi e não sabendo como reagi a soltei deixando ela cair no chão. Sem saber o que fazer ou falar apenas sai do quarto a deixando estirada no chão. Entrei no meu quarto sentindo o coração bater tao forte no peito e sentindo meu corpo quente como se eu estivesse com febre. Caminhe até o meio do quarto abrindo os primeiros botões da minha camisa. Perguntando para mim mesmo, como isso aconteceu? Porque ela tinha que ta lá? Não porque eu fui lá? Não porque eu segurei ela? Droga!

Passei a mão no cabelo o bagunçado, me sentei na cama olhando para o nada lembrando do seus lobios macio.

-Hein Federico acorda.

O que eu vou fazer agora?

Isso não foi nada... sim foi so um acidente.



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