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História Fanfic - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Bem vindos a minha "fanfic"
Sobre essa minha vida que definitivamente não é a minha de verdade sabe rsrs
E nem um pingo no i semelhante
Se achar que estou mentindo
Bom, é que talvez vc tenha razão.

Capítulo 1 - Introduçãozinha de leve


Oi pessoa que estiver lendo isso! Tudo que consigo escrever gastando mais de uma linha são cartas para mim mesma, então não sei muito bem o que eu estou fazendo aqui. Desde já peço desculpas por gastar o seu tempo desse jeito... E agradeço pela atenção.

Eu já tentei muito, inclusive ainda tento sempre passar a escrever histórias criadas única e exclusivamente por meu imaginário... Com falas, momentos... e, se possível, sem essas reticências em excesso, sabe? Essas coisas, mas é tão difícil!

O meu nome é Maria, eu tenho um irmão chamado João, um futuro namorado chamado Pedro e tenho uma prima/amiga de infância chamada Ana. Quis anunciar todo mundo porque eu acho incrível como a minha roda social é tão bem composta pelos nomes mais comuns possíveis. Pode ter certeza de que nós quatro já tivemos nosso nome em livros didáticos em algum momento da vida.

Chamei de meu futuro namorado porque estamos ficando (bom, tem um tempinho que nem nos vemos, mas ele ainda me chama de "mo" então acho que está tudo certo). Um tempinho tipo uns 10 dias, enfim...

Eu tenho 18 anos mas acho que meu cérebro acha que eu tenho 12, talvez seja pela minha carinha de neném... Haha! Como eu sou um amor, meu Deus do céu! Okay, chega.

Digo 12 porque parece que não cai a ficha de que sou maior de idade, reprovada, que a maior parte das pessoas da minha idade já não são virgens, que ano que vem (se o corona não acabar exterminando a humanidade) eu vou para uma faculdade..  Que eu não faço ideia do que quero da vida, mas ainda sim ela está aí me chamando cheia de cobranças (inclusive várias sem sentido).

Então, sei lá o porquê mas acontece que resolvi escrever essa fic e fingir que é uma fic de verdade.

Nesse exato momento estou deitada na minha cama [como passei o dia inteiro - por conta de um filhote de capiroto que se chama depressão, em plena harmonia com um outro demoniozinho, um tal de vírus corona vírus] esperando o sono me querer, mas acho que não faço muito o tipo dele.

Isolamento social. Eu, minha vida inteira e uma desculpa exterior pra que eu possa agir assim.

E cá estou eu usando ela feliz.

Como eu disse na sinopse, essa era uma outra história que eu tive a ideia mas não consegui desenvolver. Se tiver curiosidade é só continuar lendo; se for dar uma chance para os meus dramas te vejo no próximo capítulo e se nós nos despedimos por aqui, bom... Tchau.

Título da história: Bagulhete

Sinopse: É um mundo de monstros, Cerne é um monstro... Nisso, entre os poucos humanos sobreviventes acaba reconhecendo sua sobrinha em uma situação de risco, a salva e decide protegê-la a partir de então. O problema é que esse é um mundo de monstros, o que faz com que ele precise protegê-la até dele mesmo.

Título do capítulo:

Se tudo fossem rosas - capítulo único


Notas do autor:

Sem mensagem ao final... Sem detalhes nem nenhum contexto elaborado, sem motivo aparente.


Conteúdo da História:

Estar vivo é estranho.

Respirar é estranho.

Sentir é estranho...

Lá estava o prédio dos sonhos. Aquele mesmo edifício com pose de importante que algum dia já havia significado tanto pra tanta gente,  agora caía aos pedaços... inúti, irrelevante e indesejado.

Esse é um mundo de monstros, sonhos não duram por muito tempo.

E em frente aos destroços estava Cerne, o ser mais amedrontador que suas mentes forem capaz de imaginar. Ele só encarava o desmoronar da humanidade com um olhar aéreo... Completamente absorto em todos os possíveis significados para sua existência.

A rua estava vazia, os outros haviam se afastado dali para não correrem o risco de se ferir, Cerne não, não precisava se preocupar com esse tipo de coisa.

Desistindo daquele semi espetáculo, ele decide voltar pra casa, passa pela avenida e acaba esbarrando com o Rei Asno... e (como sempre) é recebido pelo mesmo com uma expressão fechada e palavras rudes, atitudes que (como sempre) Cerne decide ignorar.

Já mais afastado dali pode ouvir o rei conversando com o Navalha.

- Se eu fosse você tratava ele com um pouco mais de cortesia… - diz o platinado.

- E por que eu faria isso? - arrogante e ignorante como sempre.

- Porque além de ser mais poderoso, ele ainda tem a lealdade de todos aqui… e se ele  bem quisesse, esse trono, que você gaba ser seu, seria dele.

Então Asno ameaça Navalha, mas é impedido de agir por um simples olhar do outro. Lá no fundo ele sabe que não tem chances contra Cerne, de todas as maneiras possíveis.

Em outro momento da caminhada acaba encontranfo uma "festinha". Matar um humano não é grande coisa pra monstros, fazendo uma analogia simples, é o mesmo matar insetos para os humanos. Mesmo assim, quando matamos um humano por um motivo especial ou de uma forma criativa é normal "brincar" com o corpo.

É aí que Cerne tem um comportamento diferente, como se não respondesse tanto a instintos como os outros de sua espécie. Não que ele se importe de matar humanos, porque ele não se importa, mas também não sente prazer nisso ou em atitudes como àquela.

- Rose?

- você não é humana.

- Não.

- então por que nem participou da festinha com aquele corpo?

- fui eu que tirei a vida dele.

-seu nome não é muito delicado para um monstro?

- não é meu nome todo.

- e qual é?

- Death Rose

- A suserana?



Notas Finais


Pode opinar a vontade...
Me fala, foi um desperdício desistir de Bagulhete?


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