História Minha vida mudou. - Capítulo 10


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Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Magcon, Matthew Espinosa, Shawn Mendes
Tags Depressão, Dor, Perda
Visualizações 68
Palavras 2.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiie meus amores,vim trazer mais um capitulo para vcs!!

Tem acontecido várias coisas que me impediram de vim postar para vcs,mas eu to de volta!

Me desculpe pela demora,mas juro a vcs que esse capitulo vai compensar bastante,já que ele vai ter altas surpresas!!

Preparem o psicológico e bora pra leitura!!!

Capítulo 10 - Vou morrer?


Fanfic / Fanfiction Minha vida mudou. - Capítulo 10 - Vou morrer?

Enquanto andava nas ruas escuras de Los angeles eu percebia o quão eu era sozinha,se fosse anos antes de minha mãe se for,eu estaria cheia de amigos,de parentes me paparicando,meu pai se preocupava comigo a cada 5 minutos,e não a cada 5 dias como está sendo agora.

 

Antes eu só tinha que se preocupar com que roupa usar,com o coral e com a escola,mas é claro,sempre sendo responsável e sempre feliz.E agora? O que me sobrou? Nada!

 

Família destruída por causa de um doença desgraçada,uma madrasta que parece não ter defeitos para eu odiá-la,”meios irmãos” que também parecem não ter nada para que eu odeie,riquinhos mesquinhos,um pai que agora tem como prioridade o seu novo casamento. Resumindo estou na merda meus amigos!

 

Graças a Deus eu tenho uma amiga,que apesar de não bater bem eu amo! Foi algo que não foi destruído,anos de amizades que ainda prevalece,e que eu vou fazer de tudo para cuidar,já que é a única coisa que me sobrou.

 

Ultimamente eu venho observando o quanto Aaron se preocupa comigo,ele faz de tudo pra me ver bem,se sente mal quando eu não estou bem,ou ele se preocupa comigo ou ele é um bom ator. Mas eu não consigo gostar dele,porque apesar de ele ser meu “meio irmão” e ter destruído o pouco de relação que eu havia com meu pai,ele é sempre tão bonzinho e isso me perturba, ninguém é tão bonzinho assim! Me dá nos nervos e eu me sinto uma idiota por querer provocá lo a todo momento.

 

Pelo jeito fazia horas que eu estava andando sem rumo,pois meus pés estavam doendo muito,eu nem sei que parte de Los Angeles é essa.

 

Parei e observei em volta,estava em uma parte onde tinha uma linha de trem mais a frente,a rua era bem suja e os postes de luz não iluminavam direito,a maioria das paredes estavam pichadas,e tinha alguns mendigos em volta de um tambor que havia fogo dentro para se esquentarem.

 

Ao perceber que eu estava na parte mais perigosa da cidade sozinha e indefesa eu me desesperei,comecei a andar o mais rápido que meus pés podiam andar.

 

Eu ouvia de tudo,latidos e uivos de cachorros,vozes de alguns moradores de rua e buzinas de carros que estavam na avenida um pouco distante de onde estava.

- O que uma mocinha linda como você está fazendo em um lugar como esse? - Ouvi uma voz grave e rouca falar atrás de mim,ignorei e tentei apressar mais meus passos.

- Ela deve ser surda e muda Will - Outra voz falou debochado me fazendo esquecer como se respirava,eu estava com toda certeza ferrada. Eu tentava andar rápido,mas meus pés doíam,seus passos pareciam mais próximos de mim

 

- Vem aqui pra conversarmos menininha! - Um deles falou e eu senti malícia em seu tom,me fazendo se desesperar e correr,eu corria tanto que meus pulmões queimavam e minha respiração estava descontrolada. Eu queria gritar e pedir ajuda,mas além de parecer que perdi o movimento da boca eu tinha medo de atrair mais homens como eles já que aqui estava cheio.

 

Gritei ao sentir um deles me pegar no colo por trás, tentei me soltar,bater nele e correr novamente,mas seu aperto era muito forte e preciso,me desesperei ao ver três homens na minha frente,todos com sorrisos maliciosos e olhares maldosos,comecei a chorar e me debater para sair do aperto do nojento que me segurava e ria.

 

- Porquê quer fugir meu bem? - Um deles perguntou,ele tinha os dentes bem amarelos e roupas velhas e desgastadas assim como a dos outros.

 

- Por favor me deixa ir embora! Eu não tenho nada de valor aqui,por favor! - Implorei chorando fazendo eles rirem.

 

- Você pode dar outra coisa querida! - Um que estava com uma toca rasgada falou chegando perto com um olhar maldoso. Senti meu coração gelar e a bile subir,eu juro que vomitaria em cima dele.

 

Eles começaram se aproximar me fazendo chorar mais desesperadamente ainda,e me debater violentamente,um deles se aproximou do meu rosto e lambeu minha bochecha direita,me fazendo vomitar em cima dele e no chão,os outros riram e fizeram barulho de nojo,mas o cara em que eu vomitei soltava fogo pelos olhos.

 

- Sua vadia desgraçada - Gritou e me deu um soco,fazendo meu rosto latejar e eu gemer de dor e logo em seguida outro soco no meu abdômen me fazendo perder o ar e me sentir fraca devido a dor. - Tira a roupa dela! - Ordenou aos outros que começaram se aproximar,e eu chorar mais do que antes.

 

- NÃO NÃO NÃO NÃO POR FAVOR!!! - Eu gritava desesperadamente enquanto me debatia com todas as minhas forças,ao fazer isso o cara afrouxou um pouco o aperto me fazendo aproveitar e dar uma cabeçada em seu rosto e um pisão no seu pé,ele me soltou e eu corri como se minha vida dependesse disso,e depende!

 

Entrei em um beco e corri o mais rápido que conseguia,tinha uma grade separando o beco,eu escalei ela com um pouco de dificuldade por conta da dor que estava,quando estava no topo senti meu pé ser puxado e eu quase cair de cima da grade,gritei com o susto e comecei a chacoalhar  a minha perna pra ver se ele me soltava,e com muita dificuldade ele soltou,eu olhei e vi que os homens estavam se aproximando da grade e o que puxou meu pé estava escalando ela, então eu pulei dela,sem pensar em nada eu apenas pulei.

 

Gritei ao sentir meu pé doer muito,mas não parei continuei correndo com dificuldade.

Meu corpo foi com tudo para frente me fazendo bater a cabeça no chão,meu corpo foi virado,e eu fiquei de barriga para cima,vendo tudo embaçado e distorcido,minha cabeça doía muito eu podia sentir o sangue escorrer pelo meu rosto. Vi que o cara que puxou meu pé na grade estava em cima de mim.

 

- Sabe...Bem que eu queria te compartilhar com meus amigos,mas uma coisa gostosa como você eu prefiro aproveitar sozinho! - Falou com um sorriso nojento e perturbador,eu apenas chorava e implorava de todas as formas para aquele nojento não me fizesse nada, até que ele se irritou e me deu vários socos no meu rosto,perdi o foco de tudo,eu sabia o que iria acontecer a seguir,mas eu não tinha mais forças pra lutar,eu estava com dores horríveis pelo corpo,eu não conseguiria fugir das garras desse homem.

 

Mas algo me chamou atenção,eu podia jurar que vi minha mãe,era com toda certeza ela,e ela apontava para algo do meu lado,virei o rosto com muita dificuldade e vi um tipo de vaso de cerâmica,o homem que estava tirando minha calça não percebeu quando peguei o vaso e taquei com tudo em seu rosto,fazendo ele cair no chão desmaiado e com sangue na cabeça,olhei novamente onde eu havia visto minha mãe,mas ela não estava mais.

 

Não fiquei pra tentar descobrir onde estava,me levantei com muita dificuldade arrumando minha calça quase sem força,tentava segurar o choro por conta da dor,mas não consegui,comecei a correr com muita dificuldade quase caindo pro chão algumas vezes e finalmente depois de quase desmaiar de dor eu cheguei na avenida onde bastante carros passavam.

 

Vi que um táxi passava e eu estiquei o braço para lhe chamar a atenção,ele parou e eu entrei.

 

- Onde vai ir senhorita? - Me olhou estranho e com os olhos arregalados,meu olhos e meu rosto devem estar inchados e ensanguentados. Depois de passar o endereço do Aaron o homem não falou nada,e um tempo depois o carro parou em frente ao prédio do Aaron,peguei uma nota de 10 dólares que tinha em meu bolso e dei para o moço que parecia me encarar com pena,lhe dei um sorriso amarelo e saí do táxi e fui em direção do prédio mancando,assim que atravessei a porta giratória alguns dos poucos funcionários e moradores me encararam de boca aberta e expressões de pânico,revirei os olhos e segui até o elevador mancando,apertei o botão e esperei o elevador chegar.

 

- Senhora? Está tudo bem? - Senti uma mão em meu ombro e me virei dando de cara com uma loira que parecia preocupada.

 

- Estou sim! - Dei um sorriso amarelo e me virei para o elevador,assim que chegou eu entrei e apertei o botão do andar do apartamento do Aaron. Levei um susto assim que me vi no espelho gigante que havia ali,minha roupa estava toda suja e com manchas de sangue,meu rosto estava todo machucado,com pequenos cortes e com sangue,meus olhos inchados e meio arroxeado devido os socos que me deram,meu supercílio estava cortado assim como o canto da minha boca,havia um corte bem grande na minha testa onde escorria sangue,eu estava toda ferrada. Agora entendi a reação de todos!

 

Assim que cheguei no andar que queria andei com dificuldade até o apartamento,mas então me lembrei das chaves,e comecei procurá las,mas eu havia perdido. Ótimo!

 

Parei com meus movimentos e me concentrei em ouvir os barulhos que havia dentro do apartamento. Havia gente ali!

Bati na porta,e encostei a testa nela fechando meus olhos e engolindo em seco, rapidamente a porta foi aberta e um Aaron super preocupado me olhou com os olhos arregalados e mãos cobrindo a boca que  com certeza se encontrava aberta.

 

- Jéssica! O-o quê? Ai meu Deus! - Falava tudo desesperado eu tentei dizer algo mas não consegui pronunciar uma palavrinha sequer,de repente tudo foi ficando tudo escuro e do nada perdi minhas forças,mas antes de cair no chão senti braços me pegar e apaguei completamente,só via breu.


 

Aaron Carpenter P.O.V

 

Desesperado e assustado era o que me definia no momento,eu chorei assim que ela caiu e eu a segurei, chorei porque eu posso imaginar o que aconteceu,chorei porque ela não merecia ter passado por isso,ela passou por tanta coisa,perdeu sua mãe na fase que ela mais precisava,e agora aparece toda machucada e fraca,meu Deus eu não consigo ficar sem uma raiva tremenda só de imaginar alguém a machucando.

 

Peguei ela no colo e a levei pra dentro no desespero,o Cameron,os Jacks e a Madison se assustaram assim que apareci chorando com ela desmaiada e toda machucada em meus braços.

 

Eles vieram pra cá depois de ficarmos procurando ela pelo bairro ou por lugares que ela poderia ter passado,mas não achamos então viemos para o meu apartamento para ver se ela já não estava aqui,ou esperá-la chegar.

 

- AI MEU DEUS! O QUE ACONTECEU COM ELA? - Madison gritou desesperada com os olhos marejados e com as mãos cobrindo sua boca.

 

- Eu não sei! - Falei chorando enquanto a colocava no sofá com cuidado, - Mas eu tenho uma ideia do que pode ter acontecido - Disse olhando para ela e depois virei meu rosto para eles,todos estavam assustados com a situação.

 

- Você não acha que… - Gilinsky cobriu a mão na boca - Puta que pariu! - Ele havia entendido o que podia ter acontecido.

 

- Vocês acham que ela foi estuprada? - Cameron perguntou com dificuldade olhando para o corpo da Jéssica no sofá e engoliu em seco,ele negou com a cabeça e foi com as mãos na cabeça para a cozinha. Ele se preocupa com ela,mesmo negando ele se preocupa. Ele diz que a odeia,mas eu sei que não!

 

- O que vamos fazer agora? - Johnson perguntou ele observava o Gilinsky tentando acalmar a Madison que chorava desesperadamente.

 

- Temos que denunciar! Nenhuma mulher merece passar por isso,nenhuma! - Falou fungando enquanto tremia, enxuguei uma lágrima que caiu de meus olhos. - E-ela não merecia isso! Eu imagino o que pode ter acontecido e eu fico muito mau,por que se fosse comigo eu ia ficar acabada! - Continuou enquanto o Gilinsky a abraçava de lado afagando seus cabelos.

 

- Ela está certa! - Ouvimos a voz de Cameron e olhamos em sua direção - Vamos esperar ela acordar,vamos cuidar dela e depois vamos fazer ela falar quem foi,e quando eu descobrir eu mesmo mato! - Disse frio e olhou para Jessica desmaiada com um olhar triste. De uma coisa eu sei,todo esse ódio que Cameron tem pela Jéssica é uma fachada,para seus reais sentimentos não ficarem a mostra.


Notas Finais


Eai bebês o que acharam?

Vcs acham que Cameron sente algo?

Eu agradeço muito a vcs,pelos favoritos e comentários,realmente sou muito grata a todos!
Amo vcs meus amores!!

Até a próxima!


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