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História Minhas Constelações - Capítulo 27


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Notas do Autor


Boa tarde meus amores, como vocês estão?
Mais um capítulo quentinho e eu realmente espero que vocês gostem.
Boa leitura ❤️

Capítulo 27 - Diversão


Fanfic / Fanfiction Minhas Constelações - Capítulo 27 - Diversão


"As pessoas se tornam mais fortes, porque elas têm memórias que não podem esquecer." – Desconhecido

Aurora Grace

Nova York – Mesmo dia

A noite estava fria como de costume e isso só tornava ainda mais tentadora a idéia de continuar na cama relaxando. Mas por um bem maior – um que definitivamente não era meu – havia um festa para ir.

Foi Stuart quem me acordou, enquanto eu sonhava debaixo de todos aqueles lençóis que me aqueciam.

— Vem aqui pra casa, nós vamos juntos. – foi o que ele disse do outro lado

Gruni, me espreguiçando e tentando enxergar o horário com toda aquela luz vinda do aparelho.

Eram quase 10 horas.

— Uuuh. – resmunguei — Vou tentar chegar aí a tempo, se não….

— Só vem logo. – ele disse, finalizando a ligação e eu praguejei por ter feito aquele trato com Justin 

Eu era realmente boa em tomar decisões quais mais tarde me arrependeria.

                                      ~

Desci alguns degraus da calçada olhando para cima na tentativa boba de enxergar alguma coisa através das janelas, contudo, as persianas me impediam. Não atendiam a porta e eu definitivamente, não havia errado o endereço já que não era a primeira vez que vinha ali 

— Deveria ter ficado em casa. – resmunguei, afundando o dedo na campainha novamente

Mas dessa vez a porta se abriu de forma bruta e o corpo de uma adolescente apareceu diante de mim.

— Oi Aurora! – pisquei

Haylee? – ela sorriu, concordando, e eu questionei-me por quanto tempo havia dormido — Deus, como você cresceu! Faz menos de um ano que nós nos vimos.

— Tenho frequentado a academia. – o sorriso em seus lábios não diminuiu por nenhum segundo e ela parecia orgulhosa de si mesma. Depois,  a morena deu um passo para trás, dando espaço para que eu passasse — Venha, entre. Stuart está lá em cima se arrumando pra uma festa idiota que não quer me levar.

— É uma festa idiota mesmo, tenho certeza que eu vou me arrepender de ir. – murmurei, andando pelo corredor atrás dela

— Mas você já foi a muitas, deve ter perdido a graça mesmo. – a morena se jogou no sofá, pegando um pacote de salgadinho e estendeu para mim— Quer?

Espiei as ondas amarelas e concordei, pegando algumas para cobrir o estômago pois conhecendo as pessoas que Justin anda, não haveria nada além de álcool para consumir.

Um tempo depois, Stuart apareceu na sala todo social e com uma corrente no pescoço.

— O que significa isso? – apontei para o acessório, rindo ao perceber que ele parecia Justin

— Não é nada. – ele escondeu, parecendo envergonhado dos motivos de estar usando aquilo

— Eu não vou nem comentar, viu. Não direi nada.  – levantei os braços enquanto ele rolava os olhos demonstrando estar entediado

— E que merda você está vestindo? Deveria estar usando um vestido ou algo decente para o tipo de festa que nós vamos. 

Foi a minha vez de rolar os olhos.

— Calça jeans é decente e eu estou confortável assim. – passei a mão pela blusa amarela de gola alta — Além do mais, não estou tentando conquistar alguém igual a você.

 A minha alfinetada fez Hailee soltar uma risada como quem diz "toma!".

— Por que você não vai dormir Bambi? – meu amigo soprou, chutando as pernas da irmã e a mesma revidou jogando uma almofada na cara dele

— Sai daqui logo, minhas amigas já devem estar chegando.

Stuart bufou e me puxou até a porta mas antes de sair ele gritou: — Nada de garotos em Bambi.

— Vai a merda Stuart. – ela respondeu de volta e foi impossível não rir

— Você ainda chama ela assim? – perguntei, abotoando meu sobretudo 

— Ela ficou ficou estupidamente folgada desde que os hormônios começaram a funcionar. Faço isso só pra manter o equilíbrio e evitar que o ego gigantesco dela cresça ainda mais. – deu de ombros — Pronta para uma noite divertida?

Meus ombros caíram.

— A noite deixou de ser divertida no instante em que eu saí da cama Stuart.

                                      ~

— Não acredito que fui arrastada para uma festa de fraternidade. – saltei do táxi, me sentindo tapeada — Pelo amor de Deus, eu já passei dessa fase.

A verdade é que a minha adolescência foi muito agitada já que eu tinha uma mãe que não colocava limites em minhas ações, além de amigas com vontades tão precoces quanto às minhas e dispostas a fazer qualquer coisa para supri-las.

Costumávamos entrar de penetra em festas assim, vestidas como garotas mais velhas e nomes falsos. Sem contar toda a cerveja e testosterona nos rodeando e tudo era tão excitante.

Vendo todas aquelas pessoas bêbadas, dançando e se pegando eu percebi que nada além de mim havia mudado e me senti orgulhosa por um instante até lembrar que fora uma das melhores épocas da minha vida,  apesar dos apesares.

— Como é que você pode não gostar disso? – Stuart gritou em meu ouvido enquanto atravessamos a pista em direção às escadas  — É tão….

Excitante? – ele concordou, apertando minha mão suada

Seus olhos brilhavam e eu me obriguei a parar de reclamar por um minuto só para deixá-lo curtir.

— Vem, vamos beber. — o puxei em direção a uma mesa cheia de bebidas — Achei que universitários só fossem ligados em tomar cerveja. — Comentei, erguendo uma garrafa de Red Label

—  Não culpe os filhinhos de papai por terem um bom gosto pra bebida. —  torci o pescoço, vendo uma cara do outro lado da mesa olhando pra mim — Na verdade, eles não ligam pra isso, só querem encher a cara e ficarem bêbados.

Ao meu lado, Stuart arfou enquanto contemplava a beleza do desconhecido. Ele tinha olhos azuis vibrantes, ombros largos e um cabelo ridículo que o deixava um tanto quanto sexy.

— Tem razão. – balancei a cabeça rindo e devolvi a garrafa

— Vocês não são daqui né? – ele perguntou, apontando o indicador da mão que segurava um copo vermelho enquanto exibia um sorriso galanteador que teria feito a adolescente que eu era se apaixonar

Bom...pode não ter feito a adulta que eu sou se apaixonar mas com certeza despertou uma vontade ridícula de flertar com ele.

NÃO!

Eu não era assim.

— Foi uma pergunta óbvia. – devolvi o sorriso, pegando um copo e quebrando o contato visual ao procurar por algo fraco para ingerir — O que vai querer Stuart? Vodka com energético?

— Ah, saquei. – o cara insistiu soltando uma risada e pela intensidade da mesma eu pude concluir que ele ele já estava um pouco bêbado — Vocês são namorados.

— Na mosca. – lancei uma piscadela para ele e Stuart nem ousou me desmentir, já tínhamos feito isso uma vez — O que é isso? – apontei para uma suqueira com algo que parecia ser vodka e muito gelo.

— Isso é suco de limão, sal e gelo. Talvez esteja batizada, mas continua sendo horrível. – dei de ombros e girei a torneira colocando meu copo lá em baixo, Stuart já virava sua bebida enquanto tentava segurar o riso

"Ele é o maior gato e está te secando" – seus olhos gritavam mas eu ignorei

— Bom, preciso ir ao banheiro. Divirtam-se. – ele ergueu o copo e depois se virou entrando na multidão, experimentei a bebida e quase engasguei com o gosto forte de sal.

Ooow. – fiz careta sentindo vontade de arrotar, 

Pra quem só era acostumada com bebidas doces aquilo era horrível mas mesmo assim eu gostei.

—  Você viu aquele olhos azuis? – Stuart piscou de forma dramática — É claro que viu, eles estavam quase te despindo aqui mesmo. E os músculos? Aposto que ele conseguiria fazer flexão com você nas costas.

Enrruguei o nariz.

— Okay, Stuart... Isso soa muito nojento quando você fala. – gesticulei e ele rolou os olhos, depois focou em algo atrás de mim

— Olha, é o Justin. – tomei mais um gole daquela bebida estranha e virei o rosto na mesma direção em que ele olhava. Demorou um tempo até que eu focasse no loiro dançando com bastante estilo no meio de tantas pessoas, ele segurava a cintura de uma garota vestida de cheerleading enquanto a mesma rebolava sensualmente, se esfregando nele de forma bem vulgar.

— Parece que alguém está se divertindo. – passei a língua pelos lábios e meu estômago embrulhou por causa do gosto amargo de limão

— Você deveria fazer o mesmo. – Stuart me lançou um olhar duro e eu me senti sufocada por um instante 

— Acho que tem mais do que só suco e sal nisso. – encarei o copo antes de larga na mesa e cruzar os braços, de repente, "Give It Up to me" e aquilo foi o suficiente para que todas as lembranças voltassem inundando meus pensamentos — Essa é a minha música.

Stuart riu, me olhando duvidoso. Cantei um trecho seguindo a voz de Sean Paul e foi o suficiente para convencê-lo.

— Tudo bem, então acho você não se recusaria a dançar ela comigo né? 

Subi as mangas da blusa e lancei um olhar desafiador para ele. Depois de tempos sem ouvir  e nem lembrar daquele som, foi surpreendente o fato dele ainda causar o mesmo efeito em mim.

Acabou que nós não nos limitamos a dançar só aquela música. Foi uma atrás da outra e quando me dei conta, Justin, Francesca e outra cara já estavam conosco dançando uma música eletrônica qualquer e dividindo a birita. Mas chegou um momento em que o ar me faltou e eu avisei que iria descansar um pouco. Justin veio atrás de mim alegando precisar de água e eu o segui já que também sentia sede de qualquer coisa que não descesse queimando.

— Sabe... achei que você não viesse. – ele comentou, abrindo o freezer onde havia um fardo de água mineral, Justin pegou uma para mim e ficou com a outra

— Eu realmente não viria se soubesse que é uma festa de fraternidade. – balancei os ombros tomando um gole da água gelada — Mas não significa que eu esteja arrependida de estar aqui agora. Talvez amanhã quando acordar.

— Você pensar demais. – ele apontou e antes que eu pudesse revidar, a porta perto de Justin se abriu e dois caras, aparentemente, muito chapados passaram por lá cantarolando a música que tocava

Eu e Justin nós entreolhamos antes de avançar por aquela saída encontrando uma piscina grande e espreguiçadeiras. Haviam algumas pessoas se pegando nas sombras mas eu não me importei nenhum pouco de desabar sobre as cadeiras de madeira sentindo minha cabeça latejar. Fechei os olhos por um segundo que foi o suficiente para me fazer perceber que eu estava com sono e havia ingerido mais álcool do que pretendia.

— Eu realmente não deveria ter vindo...– gruni balançando a cabeça

— Ah qual é, um pouco de diversão não faz mal.

— Faz sim quando ela vem acompanhada de lembranças ruins. – argumentei e seus olhos pregaram em mim como se ele tentasse descobrir  ao que eu me referia 

— Como eram as festas que você costumava frequentar? – ele se virou, os braços apoiados no joelhos enquanto eu me recusava a fazer contato visual

— Insanas. – pisquei, sentindo os olhos pesados e o gosto amargo na boca voltou — Mas eu nem tinha idade para frequentar.

— Não consigo te imaginar fazendo as coisas que você diz ter feito. – ele balançou a cabeça soltando uma risada fraca — Deve ter deixando sua mãe louca igual eu faço com a minha.

Encarei o céu escuro, soltando a respiração pela boca e sorri sem mostrar os dentes.

— Lembra quando você me disse que fazia coisas para chamar a atenção da sua mãe? Bom, eu também fazia mas ela nunca ficava brava ou furiosa. – um vento gelado soprou chicoteando meu rosto e eu me encolhi sentindo o frio — Na verdade, ela sempre me deixou fazer as merdas que eu queria e sair com garotos que ela nem conhecia. Acho que toda aquela liberdade era só uma distração para me ocupar o suficiente até que não sobrasse tempo pra pensar no meu pai.

Um pai que eu não sabia se estava vivo ou morto. Todas as vezes que ela falava sobre ele era pra dizer que era um imprestável que só queria a grana dela e que estávamos bem sem ele.

— Você nunca tinha falado sobre os seus pais antes. — ele observou com o cenho franzido — O que mudou agora?

— Nada. — o olhei de relance — Na verdade eu não tenho muito com quem falar sobre isso mas você parece entender como é ter pais complicados.

— Oh sim, de mães malucas eu entendo muito.  — ele soltou uma risada forçada — Mas você e a sua não são próximas né? Fiquei sabendo que não se falam muito...o que rolou?

Eu nem precisei pensar muito pra adivinhar que ele havia conseguido aquela informação com o Stuart, mas, não fiquei chateada pelo meu amigo boca grande ter contado aquilo pra Justin. Eu confiava nele o suficiente pra deixá-lo saber sobre minha trágica história familiar...pelo menos com álcool no organismo eu não ligava em falar sobre o assunto e ele também já havia dividido coisas pessoais comigo apesar de o meu caso ser bem mais pessoal.

— Nós só nos falamos quando é sobre o Adam na verdade. – apertei os lábios sentindo uma pontada no coração — Eu e ela costumávamos dividir tudo como melhores amigas, mas depois que ela se casou a atenção que era 100% voltada para mim diminuiu por conta das necessidades do marido dela que costumava implicar com os horários que eu chegava em casa ou por eu sair todos os dias da semana com minhas amiga. Era normal pra todo mundo porque ele só estava tentando ser o pai que eu não tive, mas quando minha mãe engravidou e teve Adam ele ficou mais severo impondo toques de recolher e monitorando o tempo que eu passava no celular. Eu obviamente surtei e disse que não era porque ele se casou com minha mãe que podia mandar em mim e mais um monte de coisas que sinceramente não me arrependo de ter tido…

Prendi a respiração, tentando não pensar no que saia dos meus lábios mas era difícil. 

— O que aconteceu depois? – Justin perguntou, visivelmente interessado na história

— Eu fiquei de castigo. – balancei a cabeça rindo — Mas essa não foi a pior parte. Enquanto eu estava presa no quarto ele foi falar comigo e disse que poderíamos resolver aquilo como uma família mas eu me neguei a aceitá-lo como pai apesar de considerar Adam meu irmãozinho, ele era o bebê mais lindo que eu havia visto e estava tudo bem até o monstro do pai dele tentar me tocar

Mordi o lábio inferior com força, me recusando a olhar para Justin. O medo de um julgamento vindo dele me aterrorizou por um momento e o silêncio constrangedor que se instalou entre nós foi torturante o suficiente pra me fazer continuar e acabar com os gritos que eu dava internamente.

— Contei pra minha mãe mas por causa dos últimos acontecimentos ela achou que eu estava inventando só pra causar intriga entre eles… E eu me lembro dela ter ficado tão furiosa que não conseguia nem olhar na minha cara. – a voz falhou e enquanto meus olhos enchiam de água — Acabei perdendo ela e se minha avó não tivesse pedido minha guardar eu teria ido parar em um colégio interno na Rússia.

Soltei uma risada descontraída passando os dedos embaixo dos olhos. Justin me olhava inexpressivo mas a pena em seus olhos eram bem visíveis.

— Já passou, tanto faz.

— Eu não...nem… – o loiro gaguejou, tentando digerir o que eu havia lhe contado —Eu sinto muito Aurora Grace.

— Eu também. – o olhei quando sua mão tocou a minha sutilmente  — Mas está tudo bem agora.

Ele concordou, abrindo a boca para falar algo mas nada era reconfortante o suficiente para ser dito sobre aquilo, por isso ele só me puxou para um abraço apertado.

— Eu realmente sinto muito. – sorri boba, com os olhos fechados inalando seu perfume — Você não merecia.

Ficamos envolvidos por um tempo até que eu me senti constrangida mas não tive coragem para me afastar até o celular no meu bolso vibrar. Puxei o aparelho me desvincilhando dos braços de Justin.

— É a Mack. – pigarreei levando o celular até a orelha — Oi, tá tudo bem?


— É, está mas eu vou precisar da sua ajuda. – ela respondeu, a voz estridente entregando sua irritação — Minha mãe vai chegar amanhã às 7 horas mas eu não vou poder buscá-la por causa do plantão idiota de 36 horas. Você poderia, por favor, pegá-la e levá-la pra casa?

— Claro. – respondi sem hesitar, já conhecia a Sra. Young e ela é um amor eu realmente não me incomodava em fazer aquele favor — Quer que eu diga algo pra ela?

Diga pra ela ficar longe do meu quarto. – ri concordando e ela se despediu alegando ter um paciente para cuidar e seu não a conhecesse tão bem diria que Mack estava tentando evitar a própria mãe por motivos óbvios

Quando a ligação foi finalizada e eu voltei minha atenção para Justin percebi que ele não me olhava do mesmo jeito de antes...era diferente e aquilo me incomodou.

— Vamos voltar lá pra dentro? – ele concordou com um aceno e eu me levantei seguindo para dentro da casa que parecia ainda mais cheia e sufocante

A música também me parecia mais alta que antes mas talvez nada tivesse mudado e aquilo fosse só coisa do meu raciocínio momentaneamente instável por conta do álcool e das lembranças.

Me apoiei na parede das escadas e vasculhei o local em busca de Stuart. O mesmo continuava na pista, dançando com a galera como se fosse um deles.  

— Ele parece estar se divertindo. – Justin comentou ao meu lado — Acho que você está precisando fazer o mesmo.

E como se ouvisse a sugestão do loiro, o cara dos olhos azuis que eu encontrei no início da festa apareceu diante de mim me convidando pra dançar.

— Sabe, eu reparei no seu namorado lá na pista com aquela garota e você não parece estar nenhum pouco incomodada, então, deduzindo que o relacionamento de vocês é aberto, não vejo o porque de não nos divertirmos juntos também.

— Você é tão insistente. – cruzei os braços e ele deu de ombros sorrindo

— Só quando eu vejo que vale a pena. 

Uma das lembranças mais vivas sobre festas desse tipo eram os caras desse tipo, com papo furado atrás de sexo. Já conhecia cada uma das artimanhas e a não ser que eles tivessem evoluído eu não correria perigo em me divertir assim.

— Tá. – concordei, olhando pra Justin que mantinha uma expressão passiva ao encarar nós dois enquanto seguiamos em direção aos corpos suados e dançantes — Mas ainda não sei seu nome. 

— Me chame do que quiser gata. – ele piscou pegando meus braços e jogando em seus ombros de modo que ficamos mais próximos do que deveríamos e eu pudesse apreciar ainda mais seu rosto bonito cheio de traços marcantes que eu não havia reparado antes. Só que eu não me envolvia com caras mais novos mas uma dança não fazia mal algum.

Pelo menos era isso que eu tinha em mente e no final das contas, era uma festa idiota que servia para que as pessoas se divertissem. Eu só precisava fazer isso.


Notas Finais


É um capítulo importante pois como vocês viram, Aurora deixou Justin ver um pouco do seu passado oq afeta um pouco no desenrolar da relação deles.
Me digam o que acharam e até o próximo ❤️


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