História Minhas Férias Em Reverse Falls - Capítulo 5


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanley "Stan" Pines
Tags Dipcifica, Minhas Férias De Verão
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Palavras 1.569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 5 - Em Busca Da Fera - Parte 2


     ^Pov Pacifica^




Entramos na floresta. Confesso que fiquei nervosa e apreensiva com isso, não sei como essa floresta funciona. Isso é tão assustador para mim, entrar em um local onde você não conhece é um tanto assustador.

Mas... Estando com meu mauricinho por perto... Eu me sentia mais segura e corajosa ao seu lado.

E por falar nele, adivinha quem vai me acompanhar na floresta? Isso mesmo, Dipper Gleeful.

Como a Andy disse, precisamos chamar à atenção da Fera. Para isso, séria curioso uma alma alegre e outra triste. Também disse pra gente chamar ela... Estranho, parecia até que iríamos chamar um amigo ou um cachorro perdido. Não acredito muito que isso posa dar certo. Mas não custa tentar.

O que me intriga também são os pássaros azuis... Estranho, então devemos ficar de olho em pássaros azuis.

Com tudo isso em minha mente, entro na floresta com Dipper. Seguramos a mão um do outro e começamos a caminhar pelo local.

A floresta em si, é um pouco estranha. Cheia de árvores com folhas secas, mesmo no verão suas folhas estavam secas. Parecia que era outono, e a fina brisa gélida bagunçava meus cabelos. Era bonito, mas macabro ao mesmo tempo.

Dipper fitava tudo aquilo curioso e impressionado. Fico alegre com isso, ele sorriu para mim e adetramos mais ainda na floresta.

Mas... temos que chamar atenção da Fera de uma forma. Então eu paro de andar e fico de frente de Dipper, ele estranhou meu ato.

- Isso não tá certo... Temos que chamar sua atenção. - Digo ele me fitou confuso.

- Como assim? - Deixo uma risada escapar e começo a pular alegre.

- Vamos lá mauricinho! Tenha pensamentos negativos! Lembre de coisas ruins! E eu vou me lembrar de coisas felizes! - Digo e começo a dancar. Afinal, eu tenho mais sentimentos felizes do que Dipper.

Isso é um pouco triste... Meu namorado teve uma vida difícil...

Dipper sorriu com o que eu falei e depois fechou a cara. Solto uma risada e começo a cantar DNA da banda BTS.

- Você é esperta, bem vamos achar essa Fera logo - Disse e fitou seu horizonte distante. Bem, temos que seguir o papel.

Eu terminava uma música e começava outra, sempre cantando e sorridente. Me lembro de coisas que me deixavam feliz: Do primeiro livro que li, do meu aniversário de quinze anos, de minhas férias em Reverse Falls, dias de chuva com café, dou meu primeiro beijo com Dipper, dos meus pais, amigos, de minha fada madrinha e de todos os meus amigos.

Meu sorriso aumentava a cada minuto na floresta. Eu estava feliz, e percebo que a floresta estava mais estranha que o normal. Agora estava mais clima de outono e o vento ficava mais frio. Não perco a pose, continuo cantando e pulando alegre.

Dipper estava mais sério, seu semblante era frio. Fico com medo, ele se parecia com o Dipper que conheci. Frio, calculista, esnobe e sádico. Eu não podia ler seus pensamentos, mas sabia que ele estava pensando na morte dos pais, da infância difícil, dos crimes e assassinatos que cometeu, ter que proteger a irmã de tudo, da vida difícil com seu tio e também na minha morte...

Não posso me deixar abalar. Tenho que seguir em frente, com coragem.

Volto a pensar em coisas felizes.

Cada passo que dávamos, Dipper ficava mais frio e distante. Fico preocupada, mas tenho que manter meu espírito alegre. Tento me ocupar com algum mais feliz.

Daí me lembro de momentos felizes com Dipper.

A essa altura já era para Fera aparece. Mas uma coisa me chamou atenção.

Fitando as árvores eu via um pássaro de cor azul. Ele estava empolerado em cima de uma árvore, no galho mais velho e gasto. O pássaro nos fitava com curiosidade, coisa que acho estranho. Mas enfim, é só um pássaro azul, ele não vai sair daí e começar a falar do nada. Isso é muito estranho...

Mas Andy disse para seguimos pássaros azuis...

- Que floresta chata - Resmugou Dipper. Me viro para ele e dou meu melhor sorriso, ele apenas revira os olhos e coloca as mãos no bolso.

   - Vai dar tudo certo... - Digo tentando acalma-lo. Me aproximo dele, com calma tento levar minha mão até seu rosto.

Mas ele desvia a minha mão de seu rosto. Bufou e voltou a andar.

- Vamos logo. Não quero me atrasar - Fico triste e volto a andar. Mas antes, eu fito a árvore, o pássaro azul não estava lá. Dou nos ombros e volta a andar.

Durante o caminho volto a pensar em coisas felizes. Mas ao mesmo tempo fico preocupada com Dipper... Essa floresta deve estar mudando sua cabeça. Acho que ela tem algum poder sobre as pessoas, as deixando mais tristes...

Minha mente se clareou. Dipper estava sob o poder da floresta! Isso! Eu tenho que tira-lo do transe! E já! Senão ele viraria mais uma das vítimas desse lugar.

Quando volto a realidade, o moreno já estava a metros de distância. Tomo fôlego e corro até ele, eu tenho que salva-lo.

- Dipper! Para um pouco de andar! - O chamo alto. Ele se vira, perto dos seus pés havia vários galhos de árvores. Fico tensa com isso, sua expressão era frio e rígida. Não demostrava nenhum sentimento.

- O que quer? Não ver que não vamos achar A Fera! Não ver que não vamos conseguir salvar a cidade! - Esbravejou ele furioso. Recuo um pouco e respiro fundo, eu tenho que tomar as rédeas aqui.

- Calma ai... Respira fundo... - Falo tentando acalma-lo. Com delicadeza aproximo minha mãe de seu rosto. Ele parecia receoso, mas não se mexeu.

Toco seu rosto e lhe fito profundamente. Meus olhos se encontram com os dele, ficamos em silêncio por um longo minuto.

Em seus olhos eu via medo, confusão, tristeza e raiva. Eu sabia de tais sentimentos, mas não gosto deles. Dipper é bem explosivo, e isso eu quero. Eu quero o velho Dipper Gleeful de volta.

- Vai dar tudo certo. Você vai ver... Não fique com raiva...- Digo baixo. Fecho meus olhos e sinto ele me puxa para mais perto, encostamos nossas testa. Minha respiração estava acelerada, assim como a dele.

Eu não tinha medo dele, não mesmo. Dipper não era um monstro, disso eu sei.

- Eu te amo sabia? - Digo e lhe dou um selinho e escuto sua risada baixa.

- Eu também te amo... Sabia disso? - Solto uma risada em ouvir sua voz. Com calma trocamos um beijo rápido e nos separamos um pouco.

Dipper com calma segura uma mexa do meu cabelo. A coloca entre seus dedos e sorriu para mim.

- Me desculpa por ficar daquele jeito com você... - Falou arrependido. Eu toco sua outra mão e tento acalma-lo.

- Você não teve culpa. Você sabe que temos uma missão a cumprir, temos que achar A Fera para resolvemos o problema que temos - Digo calma. Mas isso é um assunto que me deixa inquieta, ainda não tivemos um sinal dela. Talvez, não tenha dado certo nosso plano.

- Eu sei disso. Acho que levei sério demais esse negócio de ser das trevas... Mas tudo bem, há outros meios de acha-la. Você viu um pássaro azul? - Assentir ele sorri aliviado.

- Eu vi um pássaro azul. Mas... Não sei onde ele foi... Talvez tenha indo embora...

- Quem são vocês? - Gestiona uma voz. Eu e o moreno nos separamos e fitamos a floresta apreensivos. A voz era calma, mas tinha um tom questionador. Parecia uma voz feminina, porém tenha me assustado.

- Onde você está? Apareça! - Digo tentando achar a dona da voz. Dipper segurou minha mão, a voz solta uma risada.

- Calma ai, eu vou "aparece" mas por favor não se assustem - Disse e daí saiu o mesmo pássaro azul que vi antes.

Fico de boca aberta. Como assim? Um pássaro que fala? Olha que eu já vi várias coisas estranhas. Mais isso? Me soa ainda mais estranho e assustador.

O pássaro estava na minha frente. Ela me fitava um tanto curiosa, tomo coragem e me aproximo da mesma.

- Bem...Eu vou responder sua pergunta - Me viro para Dipper, ele olhava tudo apreensivo. Trocamos olhares e decidirmos contar a verdade.

 - Eu me chamo Pacifica Menthes Southest e esse é Manso Gleeful. Viemos aqui para falar com A Fera. Você sabe onde encontra- la? - Gestiono para o pássaro devagar. Ela assente e sorriu.

 - Bem, Pacifica eu conheço A Fera sim. E ela também quer falar com vocês, é só me seguirem - Explica ela. A mesma levanta vou e ficou uns poucos centímetros do chão.

- A propósito, meu nome é Beatrice e se quiseram falar com A Fera é só me segui. Tomara que estejam prontos para responder as perguntas que ela tem - Então ela começou a voar. Beatrice vou até uma árvore bem alta e fitou nos dois com raiva.

Me viro para Dipper. Eu sabia muito bem no que ele estava pensando, tínhamos que seguir o pássaro azul até onde está A Fera. Eu sei que é estranho... Mas ok, minha vida é mesmo estranha...

   Eu e Dipper ficamos de mãos dadas novamente e saímos em direção a Beatrice. Ela levantou vou e saiu voando, e seguimos aquele estranho pássaro azul que falava. Afinal, ele nos levaria até A Fera.


Notas Finais


Hummm pássaro azul... hehehehe eu sou fã da série.
Até outro dia de sol


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