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História Minhas ideias de fanfics - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Harry Potter: O Herdeiro de Sonserina


Os alunos de Hogwarts e seus professores, juntamente com alguns aurores, estavam esperando as escolas que iriam participar do torneio. Nenhum deles tinha ideia de como a Academia de Magia Beauxbatons e o Instituto Durmstrang chegariam a Hogwarts.

Além dos alunos e professores havia também alguns aurores e indescritíveis. O uniforme dos dois grupos eram bastante semelhantes. O uniforme auror é preto feito de um material bastante resistente, já o uniforme indescritível é vermelho escuro feito do mesmo material.

Eles estavam em Hogwarts para garantir a proteção dos convidados, pois ainda estavam em guerra com Valdemort e seus Comensais. Apesar de que os ataques serem muito menos frequente do que eram a quatorze anos atrás. Nesses quatorze anos os ataques passaram de uma vez por semana para uma vez a cada dois meses.

Ninguém sabia o porquê, mas todos sabiam que isso começou após o sequestro do herdeiro da antiga e nobre casa de Potter. Em primeiro lugar pensaram que Valdemort o matou, mas os Globins disseram que Harry Potter ainda estava vivo porquê ele ainda é o herdeiro. Em segundo lugar pensaram que Valdemort iria usá-lo para fazer os Potter mudarem de lado ou se tornarem neutros, no entanto isso também nunca foi confirmado, pois o Lorde das Trevas nunca mandou uma carta ou apareceu em nenhum ataque nesses quatorze anos desde o sequestro.

Ninguém sabia o que ouve do herdeiro Potter, mas todos sabiam que Valdemort tinha um plano que o envolvia. No entanto, não se sabia o que ele havia planejado e quando iria acontecer. Mas todos sabiam que era um grande plano.

Todos estavam concentrados esperando as escolas quando notaram um casa ou algo do tipo voando na direção deles.

- Parece que a Academia de Beauxbatons chegou. - Dumbledore disse sorrindo.

Quando mais perto chegou notaram que não era uma casa, mas sim uma enorme carruagem azul-clara do tamanho de um casarão, que voava para eles, puxada por doze cavalos alados, cada um parecendo um elefante de tão grande.

Um garoto de vestes azul-claras saltou da carruagem, curvado para a frente, mexeu por um momento em alguma coisa que havia no chão da carruagem e abriu uma escadinha de ouro. Em
seguida, recuou respeitosamente.

Então todos viram um sapato preto e lustroso sair de dentro da carruagem, um sapato do tamanho de um trenó de criança, acompanhado pela maior mulher que eles já viram na vida. O tamanho da carruagem e dos cavalos ficou imediatamente explicado. Algumas pessoas exclamaram.

Ao entrar no círculo de luz projetado pelo saguão de entrada, ela revelou um rosto bonito de pele morena, grandes olhos negros que pareciam líquidos e um nariz um tanto bicudo. Seus cabelos estavam puxados para trás e presos em um coque na nuca. Vestia-se da cabeça aos pés de cetim negro, e brilhavam numerosas opalas em seu pescoço e nos dedos grossos.

Dumbledore começou a aplaudir; os estudantes, acompanhando a deixa, começaram a bater palmas, muitos deles nas pontas dos pés, para poder ver melhor a mulher. O rosto dela se descontraiu em um gracioso sorriso e ela se dirigiu a Dumbledore, estendendo a mão faiscante de anéis. O diretor, embora alto, mal precisou se curvar para beijar-lhe a mão.

– Minha cara Madame Maxime. - Dumbledore disse. – Bem-vinda a Hogwarts.

– Dumbledore. - Madame Maxime disse, com uma voz grave. – Espero encontrá-lo de boa saúde.

– Excelente, obrigado. - Dumbledore respondeu.

– Meus alunos. - Madame Maxime disse, acenando descuidadamente uma de suas enormes mãos para trás.

Os alunos, cuja atenção estivera focalizada inteiramente em Madame Maxime, repararam, então, que uns doze garotos e garotas, todos com pelo menos dezessete anos pela aparência, haviam descido da carruagem e agora estavam parados atrás de Madame Maxime. Eles tremiam de frio, o que não surpreendia nenhum dos alunos, pois suas vestes eram feitas de finíssima seda e nenhum deles usava capa. Alguns tinham enrolado echarpes e xales na cabeça.

– Karkaroff já chegou? - Madame Maxime perguntou.

– Deve estar aqui a qualquer momento. - Dumbledore respondeu. - Então Madame Maxime você gostaria de espera-lo ou entrar para se aquecer? - perguntou.

- Nós iremos entrar para se aquecer. - Madame Maxime respondeu. - Mas os meus cavalos...

- Não se preocupe. - Dumbledore disse. - Meu professor de Cuidado de Criaturas Mágicas irá cuidar deles.

- Meus cavalos são muito fortes e exigem um cuidador muito forte. - Madame Maxime disse com uma expressão e voz que dizia que ela não tinha certeza que o professor poderia cuidar deles.

- Não se preocupe. - Dumbledore disse. - Lhe asseguro que Hagrid é completamente capaz de cuidar deles. - completou.

- Ótimo. - Madame Maxime disse se curvando ligeiramente a Dumbledore. - Avise a esse tal de Hagrid que meus cavalos só bebem Uísque de Malte.

- É claro. - Dumbledore disse retribuindo a curvadura.

- Venham. - Madame Maxime disse imperiosamente aos seus alunos que a seguiram para dentro do castelo.

Todos continuaram parados, agora tremendo um pouco de frio, à espera da delegação de Durmstrang. A maioria das pessoas contemplava o céu, esperançosa. Durante alguns minutos, o silêncio só foi interrompido pelos enormes cavalos de Madame Maxime. Mas então...

– Vocês estão ouvindo alguma coisa? – perguntou uma dos alunos da Corvinal.

Todos prestaram atenção; um barulho alto e estranho chegava até eles através da escuridão, um ronco abafado mesclado a um ruído de sucção, como se um imenso aspirador de pó estivesse se deslocando pelo leito de um rio.

– O lago! – berrou um aluno da Lufa-Lufa apontando. – Olhem para o lago!

De sua posição, no alto dos gramados, todos tinham uma visão da superfície escura e lisa da água – exceto que ela repentinamente deixara de ser lisa. Ocorria alguma perturbação no fundo do lago, grandes bolhas se formavam no centro, e suas ondas agora quebravam nas margens de terra e então, bem no meio do lago, apareceu um rodamoinho, como se alguém tivesse retirado uma tampa gigantesca do seu leito. Algo que parecia um pau comprido e preto começou a emergir lentamente do rodamoinho e, então, os alunos avistaram um valame.

- Um mastro. - todos pensaram.

Lenta e imponentemente o navio saiu das águas, brilhando ao luar. Tinha uma estranha aparência esquelética, como se tivesse ressuscitado de um naufrágio, e as luzes fracas e enevoadas que brilhavam nas escotilhas lembravam olhos fantasmagóricos. Finalmente o navio emergiu inteiramente, balançando nas águas turbulentas e começou a deslizar para a margem. Alguns momentos depois, ouviram a âncora ser atirada na água rasa e o baque surdo de um pranchão ao ser baixado sobre a margem.

Havia gente desembarcando, os garotos viram silhuetas passarem pelas luzes das escotilhas. Os recém-chegados pareciam ter físicos semelhantes aos de Crabbe e Goyle dois alunos do quinto ano da Sonserina. Mas então, quando subiram as encostas dos jardins e chegaram mais próximos à luz que saía do saguão de entrada, os alunos viram que aquela aparência maciça se devia às capas de peles de fios longos e despenteados que estavam usando. Mas o homem que os conduzia ao castelo usava peles de um outro tipo; sedosas e prateadas como os seus cabelos.

– Dumbledore! – cumprimentou ele cordialmente, ainda subindo a encosta. – Como vai, meu
caro, como vai? - perguntou

– Otimamente, obrigado, Prof. Karkaroff. - respondeu Dumbledore

O homem tinha uma voz ao mesmo tempo engraçada e gordurosa. Quando ele entrou no círculo de luz das portas do castelo, os alunos viram que era alto e magro como Dumbledore, mas seus cabelos brancos eram curtos, e a barbicha não escondia inteiramente o seu queixo fraco. Quando alcançou Dumbledore, apertou-lhe a mão com as suas
duas.

– Minha velha e querida Hogwarts! – exclamou, erguendo os olhos para o castelo e sorrindo, seus dentes eram um tanto amarelados, alguns repararam que seu sorriso não abrangia os olhos, que permaneciam frios e astutos. – Como é bom estar aqui, como é bom... Vítor, Harrison e Natanael, venham, venham para o calor... você não se importa, Dumbledore? Eles estão com um ligeiro resfriado. - Karkaroff perguntou.

Karkaroff fez sinal para que três de seus estudantes avançar. Quando os rapazes passaram, os alunos notaram que um deles era um rapaz alto, magro e pálido, com cabelos e olhos escuros. Ele tinha um nariz grande e curvo, um perfil afiado, sobrancelhas grossas e negras, ele estava com os ombros redondos e os pés no chão.

O segundo garoto tinha cabelo preto, olhos verdes brilhantes, mas em vez de ser brilhantes como esmeraldas, eles pareciam tão intensamente como a maldição da morte e sua pele parecia mármore de tão branca e bela. O garoto tinha características aristocráticas e uma postura que apenas puros-sangues da elite tem.

O terceiro garoto tinha cabelos castanhos, olhos negros e uma pele bronzeada. Ele também possuía características aristocráticas e uma postura que apenas puros-sangues da elite tem.

Os professores e alunos arregalaram os olhos quando viram o segundo garoto. Ele tinha uma aparência que lembrava uma mistura entre os Potters e os Blacks.

- Eu tenho certeza que vocês já os conhecem. - Karkaroff disse sorrindo. - Mas vou gostaria que os três se apresentassem. - completou.

- Eu sou Viktor Nikolai Krum Herdeiro casa antiga e nobre de Krum. - se apresentou o primeiro menino.

- Eu sou Salazar Harrison Órion Black-Sonserina-Valacius herdeiro das  antigas e nobres casas de Black, Sonserina e Valacius. - se apresentou o segundo menino.

- Eu sou Nataniel Rebastan Lestrange herdeiro da antiga e nobre casa de Lestrange. - se apresentou o terceiro menino.

- Se você não se importa Dumbledore nós iremos entrar. - Karkaroff disse antes de se virar para seus alunos. - Me sigam! - exclamou.

Logo Karkaroff e seus alunos já entravam dentro do castelo. Todos, menos os alunos da Sonserina, ainda estavam processando o que acabaram de ver. Especialmente os alunos do quarto e segundo ano da Grifinória, respectivamente, Daniel Potter e Emanuelly Potter, e o Auror James Potter e a Indescritível Lily Potter.

Meia hora depois. No Grande Salão

Os alunos e os professores de Hogwarts estavam sentados em seus respectivos lugares. Já os aurores e os indescritíveis estavam espalhados pelos lados do salão. Dumbledore se levantou.

- Boa noite a todos. - Dumbledore disse. - Agora vamos ao que interessa. Gostaria de que dêem as boas-vindas aos maravilhosos alunos da Academia de Beauxbatons. - anuncia.

Então todos os alunos de Beauxbatons entram. As meninas estavam de braços dados com os meninos, atrás deles vinham a Madame Maxime e uma garota alta e esbelta, com um ar de graça que a fazia parecer deslizar quando andava, e sua presença parecia emanar um brilho fraco e prateado. Ela tinha longos cabelos loiros prateados que caíam quase até a cintura, grandes olhos azuis profundos, pele clara e dentes muito brancos e uniformes.

- Gostaria de agradecer a todos vocês por nos agraciar com sua presença. - Dumbledore agradeceu.

Os alunos de Beauxbatons ficaram de pé por alguns instantes antes de decidirem se sentar nas mesa da Corvinal. Já Madame Maxime se sentou no lado direito de onde Dumbledore se senta.

- Agora dê em as boas-vindas aos poderosos e orgulhosos alunos de Durmstrang. - Dumbledore anuncia.

Os alunos de Durmstrang entram em uma fila de dois. Ao entrarem completamente se separam e ficam de costas para as mesas de Lufa-Lufa e Corvinal. Eles então cruzam o braço direito no peito e se curvam um pouco para frente. Então os três jogadores de Quadribol Profissional entram seguidos por Karkaroff.

Depois disso as três estrelas se encaminham para a mesa de Sonserina seguidos pelos outros alunos de Durmstrang, enquanto Karkaroff se senta do lado direito de onde Dumbledore se senta. Então os alunos de Durmstrang sentam na mesa da Sonserina com Black, Krum e Lestrange se sentando de frente para Malfoy e seus amigos.

- Não me foi dito que você iria vir para Hogwarts, Salazar. - Draco diz sorrindo para o primo.

- Isso porque foi uma decisão de última hora. - Salazar diz. - Mãe não queria que eu viesse. - completa com uma careta.

- Eu vejo que a Tia Bella continua tão protetora de você como sempre. - Draco riu. - Mas novamente você conseguiu convencê-la, como sempre. - completa olhando para o primo.

- Draco, eu sempre consigo o que quero. - Salazar disse com um sorriso.

- Na próxima vez, Salazar, me avise que pode haver um chance de você aparecer. - disse uma garota sentada do lado direito de Draco de cabelos loiros dourado e olhos azuis iridescentes. Ela tem uma pele extremamente clara e o rosto em forma de coração. - Você sabe que eu odeio surpresas. - completou.

- Daphne, querida, ter seu noivo vindo de outro país para te ver deveria ser algo bom, não? - Salazar disse ou perguntou para Daphne Greengrass, herdeira da antiga e nobre casa de Greengrass e sua noiva.

- Salazar, você só faria isso se eu estivesse morrendo. - Daphne disse. - O que não é o caso. - completou.

- Uma pena, pois foi o motivo que eu dei para minha mãe. - Salazar disse. - Bem, ela vai descobrir que eu menti quando entrei no torneio. - completou.

- E como, em nome de Merlin, você fará isso? - Draco perguntou.

- Como eu disse anteriormente... - Salazar começa a dizer com um sorriso predador em seu rosto. - Eu sempre consigo o que quero. - completa.

Logo todos perceberam que conversaram o jantar inteiro. Pois, neste momento, Dumbledore havia se levantado para falar algumas coisas.



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