História Minhas Meninas - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 2
Palavras 1.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiiii <3
Espero que gostem desse capítulo, ele foi muitoooo descritivo sobre a casa da Maria Clara, vulgo Camila Cabello.
Mas eu prometo que no próximo capítulo vamos ter mais conversas e mais descobertas nas histórias, tanto da Maria Clara, quanto na da Yasmin e alguns personagena novos?!!! Isso fica com vcs.
Boa leitura!

Capítulo 2 - Finalmente Livre


Fanfic / Fanfiction Minhas Meninas - Capítulo 2 - Finalmente Livre

POV MARIA CLARA
6:00 AM
CASA DE MARIA CLARA

Acordei com uma pequena enxaqueca, eu havia chorado muito por tudo que estava acontecendo, o desespero havia realmente me domado na noite anterior. Me lavantei da minha cama, olhei ao redor. Meu humilde quartoquarto pintado de rosa, escolha do meu pai, ele queria que eu fosse sua menininha para sempre. Erguo minha cabeça e faço um sinal negativo com a cabeça, como se aquele simples gesto fosse afastar tais memórias. Me lavanto e volto a olhar ao redor, minha cama,nem sabia se podia chamar aquilo de cama, era apenas dois colchões amontoados, mas eram muit confortaveis, assim que me lavanto vou até meu armário de apenas duas portas, que ficava ao lado da minha mesa de estudos, que estava uma bagunça, prefiro acreditar que era uma bagunça criativa. Do armário tiro uma toalha, minha blusa de uniforme, com o nome da escola, e uma calça moletom, e uma toalha. Passei pelo tapete azul, que se mantinha no meio do quarto, fui em direção a porta e a abri, dando de cara com a sala de minha casa, ela não era muita coisa, suas paredes brancas davam um ar chic, assim como o sofá preto, que estava ali desde antes de eu nascer, havia uma televisão, não de última geração, mas conseguia cumprir sua missão, ao lado do sofá havia uma janela, a qual estava trancada e ao seu lado, a porta de entrada, me virei para a esquerda e subi um pequeno degrau, resultado de uma pequena falha no piso, passei pelo banheiro, que ficava em frente ao quarto da minha mãe, e um passo mais adiante, entrei na cozinha, ela era o maior cômodo da casa, passei pela mesa feita de madeira, presente de um tio, e fui até a região dos armários, ao lado dos armários havia a geladeira,e do lado da gigante branca, um balcão com temperos e outras coisas, no mesmo havia duas gavetas, onde residiam os talheres, e ao lado do balcão, um fogão antigo, tinha medo daquela merda explodi a qualquer hora. Retirei da geladeira uma garrafa de leite, e percebi um bilhete grudado jinto a um imã,nele dizia:
Querida,
Infelizmente surgiu um imprevisto e vou ter que viajar a trabalho por um mês. Não se preocupe, já deixei minha conta registrada e as contas seram pagas em um saque mensal, como sempre, deixei algum dinheiro na sua mesa, e por falar nisso, deve arruma-la, Milena virá duas vezes na semana para arrumar e limpar.
Não deixe de ir a escola e tirar notas boas.

Mamãe.
-Eu também te amo, mãe- Disse revirando os olhos e logo em seguida jogando o bilhete fora.
Guardei novamente o leite na geladeira, peguei uma colher e a lata de toddy, no armário,logo depois, peguei minhak caneca favorita, que minha avó havia me dado, nela estava escrito: "Sou menina, não comida" Eu havia achado aquilo maravilhoso, mas minha mãe nem tanto, ela era uma machista e homofobica de merda, mas fazer o que, terminei de preparar meu leite e enquanto o bebia, frio, eu odiava leite frio, mas minha mãe também era contra a modernização, então... Dei uma olhada no que estava acontecendo no mundo pelo meu celular e dei uma olhada no grupo da turma, era sempre hilários ler as discussões sobre as coisas mais insignificantes do mundo. Quando acabei meu leite, o coloquei na pia e me dirigi ao banheiro, logo entrando no mesmo, deixei minha roupa da escola em algum lugar para não molha-la e simplesmente larguei meu pijama no chão, depois da escola eu o pegaria, entrei na minha parte favorita do dia, meu delicioso banho, lá era um lugar onde eu ficava apenas com meus pensamentos, não havia preocupações, era mágico, decidi não lavar o cabelo, pois chegaria atrasada, assim que sai do banho, me enxuguei com minha toalha e a larguei junto com meu pijama, me vesti com a roupa do Colégio e me olhei no espelho. As cores da minha camiseta eram verdes, a cor do Colégio, quando me olhei mais de perto no espelho, por um segundo, eu não sabia quem eu era, meus cabelos estavam presos em um coque mau feito, meu rosto possuía olheiras enormes e meus olhos inchados, sinal de que eu não dormirá bem noite passada, passei a água gelada da pia no rosto, e repeti meu mantra. Você consegue, porque é incrível, apenas tente mais um pouco. Fiz o que meu mantra mandou. Escovei os dentes e passei uma base que Yasmin havia me dado. Oh Yasmin. Fiquei um bom tempo pessando nela noite passada, e em tudo que haviamos passado. Juntas. A verdade era que eu a amava, mas na minha cabeça,apenas como prima, e eu tinha que aceitar isso. Prendi meus cabelos em um rabo de cavalo alto e saí do banheiro, verifiquei a hora e novamente entrei no meu quarto, ele ainda estava com as cortinas, rosas, fechadas, por mais que não gostasse da ideia, eu tinha que abri-las, minha avó sempre reclamava de eu insistir em mante-las fechadas, ela falava que escuridão, só traz mais escuridão, outro mantra que eu repetia para ser forte,por ela e por mim, me volto para minha mesa de estudos, pego minha mochila, que estava em cima da cadeira e começo a preenche-lá, pego meus cadernos de biologia, história e matemática. Matemática. Eu não odiava a matéria, pelo contrário. Eu a adorava. Não gostava do meu professor, Carlos, ele era ridículo, dava em cima de todas as minhas colegas, considerando o fato de termos apenas 13 anos e ele 40, ele sempre diz coisas como "deveria vir com uma calça mais coladas, sua bunda é muito bonita", me sentia agredida, e a direção nunca fazia nada,ele sempre se defendia com argumentos tolos. Me vejo esmagando minha bolsinha, a raiva que sentia desse homem era tremenda. Você consegue, porque você é incrível, apenas tente mais um pouco. E foi com meu mantra que deixei minha casa, passei pela porta e pela pequinina área, repleta de rosas. Obrigada vovó. Passei pelo portão e o tranquei e logo comecei a caminhar pelo caminho até chegar na escola. Bom, pelo menos até agora, uma coisa havia me alegrado, minha mãe havia viajado, o que significaria que poderia passar mais tempo com minha avô e que Yasmin poderia dormir na minha casa para estudarmos para o simulado de inglês da próxima semana.


Notas Finais


Então galera,vulgo Leon e Nilce, já devem saber que pela fic ser yuri, ela terá assuntos relacionados com a homofobia, preconceito, machismo, entre outros assuntos que nos fazem ter um ataque. Enfim, não se esqueçam de favorita e comentar, pois isso ajuda muito e me deixa muito feliz.
Bjkas <3


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