História Minho's perfect excuse - Capítulo 2


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Categorias SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, KiBum "Key" Kim, Minho Choi, Taemin Lee
Tags Jonkey, Onho, Shinee
Visualizações 128
Palavras 2.915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem pela looonga demora para atualizar essa historia.

Eu espero que gostem e se não for incomodo, deixem comentários com a opiniões de vocês, é muito importante.

Beijos~

Capítulo 2 - Capítulo 2


Os dias tinham passado como um borrão e Jinki se viu afogado na faculdade e no musical para o festival. Na verdade todos eles estavam ocupados, o festival estava chegando e ainda tinha muita coisa para fazer, mas ao mesmo tempo era tão bom ver o resultado do trabalho árduo, ver o roteiro ficando pronto, as músicas sendo ensaiadas e os atores e músicos fazendo audição porque infelizmente nem todo mundo poderia participar.

Eram nove horas da noite quando Jinki finalmente saiu do prédio de música, andando rapidamente para o auditório. Ele tinha estupidamente esquecido o celular lá naquela tarde quando eles tinham se reunido para discutir sobre as músicas e só tinha percebido isso horas depois.

Assim que ele parou em frente as portas do auditório, o som do piano chamou a atenção de Jinki que abriu uma das portas devagar para não atrapalhar quem é que fosse que estava tocando. A música era vagamente familiar mas Jinki não conseguia se lembrar quem era o compositor.

Jinki só precisava entrar sem ser notado, ir até onde o celular dele estava e depois sair, era bem simples. Mas não ser notado era algo que Jinki nunca conseguia fazer, sempre que ele tentava, acontecia ao contrário e hoje não seria diferente, para a infelicidade dele.

Assim que ele começou a descer as escadas para ir até onde o celular dele estava, Jinki tropeçou no degrau e foi tropeçando pelas escadas, com um embaraçoso grito, os braços voando para todos os lados e merda que ele ia morrer ali e nunca seria reconhecido na indústria da música. Os pais dele iriam perder o único filho prematuramente e filhos nunca deveriam morrer antes dos pais, e viver o resto da vida deles lembrando de Jinki.

Mas é claro que não chegou nem perto disso, Jinki tropeçou em alguns degraus até que ele finalmente perdeu o equilíbrio e caiu de quatro, raspando as mãos e joelhos no carpete áspero. A música parou de repente e Jinki apertou os olhos fechados, totalmente humilhado com aquela situação.

“Quem está aí?”

Ele levantou a cabeça, olhando para o palco e xingando, é claro que ele tinha que se fazer de idiota bem na frente de Minho, por que não?

Levantando com as pernas tremendo, Jinki mordeu o lábio nervosamente, a voz presa na garganta de tanta vergonha. “M-me descul...”

“Jinki-hyung?” Minho perguntou franzindo a testa e começando a descer as escadas do palco, indo em direção a Jinki. “Você está bem?”

“Yeah, desculpe ter atrapalhado você,” ele disse apontando para o palco. “Eu só estava procurando o meu celular.”

Minho franziu a testa. “Você esqueceu ele aqui?”

“Em algum lugar por aqui.” Jinki assentiu, olhando para as cadeiras enfileiradas.

“Deixa eu te ajudar então.” Minho disse puxando o celular do bolso e ligando a lanterna, iluminando a fileira de cadeiras e Jinki sorriu, sentindo borboletas no estômago.

“Obrigado.” ele murmurou tentando não olhar para o sorriso Minho por muito tempo.

Como Jinki esperava, o celular dele estava caído debaixo de uma das cadeiras e rapidamente ele pegou, sorrindo triunfante para Minho. “Eu achei.”

O homem mais novo riu e assentiu. “Eu posso ver, por sorte estava escondido e ninguém pisou nele.”

Só de pensar no celular dele com a tela quebrada, fez o estomago gelar. Graças a deus.

“Yeah, sorte minha.”

E então Jinki ficou ali parado olhando para Minho se saber o que fazer. Ele deveria ir embora, deixar o homem mais novo continuar o que estava fazendo antes dele atrapalhar, mas ao mesmo tempo ele não queria ir, ele queria ficar só mais um pouco com Minho.

De repente Minho estalou a língua, assustando Jinki. “Você se machucou.” ele disse apontando para a mão esquerda dele, que não estava segurando o celular.

Olhando para a própria mão, Jinki percebeu que uma gota de sangue estava escorrendo pelo dedo, pingando no carpete. Isso deve manchar.

“Oh, eu não percebi,” ele disse fechando a mão numa tentativa de parar o sangramento.

Não era nada demais, apenas alguns arranhados e cortes, nada do que Jinki já não estava acostumado. Ele tinha várias cicatrizes para provar.

“Tem um kit de primeiros socorros lá atrás, vamos.” Minho disse pegando o pulso de Jinki e o arrastando para trás do palco.

Ele simplesmente não sabia o que fazer ou o que falar, o coração batendo tão rápido que Jinki até mesmo parou de respirar, tropeçando no degrau do palco no processo.

“Hyung,” Minho suspirou, andando mais devagar. “Vamos tentar não se machucar mais, okay?”

Jinki ficou vermelho até as orelhas. Ele queria sair correndo dali e se esconder em um buraco para sempre. Como Jinki podia ser tão idiota ao ponto de cair bem na frente de Minho?

“Eu não quis dizer dessa maneira,” Minho disse fazendo Jinki parar e olhar para cima. “Eu só estou preocupado com você.”

“Me desculpe,” ele disse balançando a cabeça, tentando não surtar com as palavras de Minho. “Eu sou muito desastrado.”

“Eu sei,” Minho disse rindo suavemente. “Aqui estamos, sente ali.” ele disse apontando para o sofá enquanto pegava o kit de dentro de um pequeno armário que tinha no canto.

Ficar ali sentando enquanto Minho delicadamente esterilizava a mão dele e fazia um curativo, era demais pra ele. Os dois estavam tão perto, uma coisa que nunca tinha acontecido antes, e os lábios de Minho de tão perto eram mais perfeitos do que ele tinham pensado que eram.

Mas uma coisa era boa, assim Jinki podia olhar para Minho, ver todos os detalhes como os cílios longos, a cicatriz do lado esquerdo do rosto dele e até a pinta fofa no queixo. Além de que de perto, Jinki podia imaginar o quão bom seria beijar o homem mais novo.

E as mãos do Minho, deus, eram tão grandes que a mão de Jinki tinha sumido dentro da mão do homem mais novo, perdida nos dedos longos e na palma que era áspera e macia ao mesmo tempo.

“Alguma coisa errada?”

“Hum?” Jinki piscou, inclinando levemente a cabeça para o lado.

“Você... você estava me encarando.” ele disse mordendo o lábio para não rir e Jinki apertou os olhos fechados, mortificado por ter sido pego encarando Minho tão descaradamente.

“Eu... eu só estava... agradecido.” ele disse com a voz pequena.

“Meu irmão, Taemin, é desastrado também,” ele disse balançando a cabeça. “Então quando criança sempre caía e se machucava, eu meio que aprendi a cuidar dele e fiquei bom nisso.”

“Oh.” Jinki disse assentindo e pensando como seria bom ter um irmão como Minho para sempre estar lá para cuidar dele.

E então para a infelicidade de Jinki, Minho se afastou, indo guardar o kit de primeiros socorros no lugar. Jinki não sabia exatamente o que fazer então ele só ficou ali sentado olhando curioso ao redor.

“Eu ainda não tive a chance de te parabenizar,” Minho disse chamando a atenção de Jinki que olho para o homem mais novo, que ainda estava de costas pra ele. “A sua ideia foi escolhida para o musical e é muito boa.” ele disse se virando para Jinki e sorrindo.

Jinki não podia estar mais feliz e orgulhoso de si mesmo por isso, dentre tantas ideias maravilhosas, a dele tinha sido escolhida e agora iria ser apresentada para toda escola. Quem sabe essa não era a chance que Jinki precisava para chamara a atenção das pessoas certas.

“Obrigado,” ele disse com um sorriso enorme nos lábios. “Eu realmente não achei que eles fossem escolher a minha.”

“Você não se dá credito o suficiente, hyung, suas músicas são muito boas.”

“Você... você já ouviu minhas músicas?” ele perguntou com o coração acelerado.

“Sim,” Minho disse se aproximando de Jinki. “Kibum me mostrou algumas delas, tenho que te dizer que sua voz é linda e suave, a última música que você escreveu é a minha preferida.”

O que estava acontecendo ali? Jinki sempre pensou que Minho nunca tinha se interessado por ele, mas ali estava o homem mais novo dizendo que ouviu as músicas dele e mais, que tinha uma preferida. As coisas tinham ido tão longe somente porque Jinki não tinha tido coragem de chegar mais perto de Minho?

“V-você está falando de ‘In your eyes’?” ele perguntou tremulo, não acreditando naquilo.

“Essa mesmo,” Minho disse sorrindo brilhantemente. “Essa música tocou o meu coração de algum jeito, me faz feliz só por ouvir ela.”

Talvez, só talvez, Minho se sinta assim porque Jinki escreveu aquela música pensando no homem mais novo e de alguma forma, ele conseguiu o objetivo, que era tocar Minho. Mas sinceramente, nunca Jinki iria imaginar que isso iria de fato acontecer.

Ele estava tão, tão feliz.

“Eu estou feliz.” ele murmurou olhando para baixo, o sorriso tão grande que parecia que o rosto dele iria se partir.

“Então eu também estou feliz,” ele disse parando na frente de Jinki que piscou confuso para ele. “Nós devemos ir antes que eles tranquem o auditório e nós fiquemos presos aqui dentro.”

A imagem de Jinki e Minho passando a noite juntos ali não parecia assim ser uma má ideia, mas passar a noite em um lugar estranho e sem aquecimento não seria tão legal como na imaginação dele.

“Yeah, vamos.”

Quando Jinki entrou no quarto, Jonghyun estava espalhado na cama dele, o celular na mão.

“Aonde você estava?”

“No auditório, eu perdi meu celular lá hoje à tarde.” ele disse enquanto puxava a camiseta, pronto para colocar algo mais confortável para dormir.

“Oh, Minho estava lá?”

Jinki parou o que estava fazendo e olhou para Jonghyun que estava com uma sobrancelha levantada. “Por que?”

“Eu não sei, talvez porque você esteja sorrindo feito um idiota desde quando entrou.”

“Eu não estou sorrindo feito um idiota.” ele disse tocando o próprio rosto e percebendo que sim, ele estava sorrindo.

Jonghyun riu alto. “Você está sim.”

Desistindo de tentar negar o que era obvio, Jinki que finalmente terminou de puxar a calça, sentou na cama. “Sim, eu encontrei ele lá, okay? Eu não sabia que ele tocava piano, ele é bom.”

“Ele toca desde criança.” veio a voz do celular de Jonghyun e Jinki franziu a testa.

“Kibum-ah?”

“Olá, hyung. Você se divertiu com Minho? Vocês finalmente se beijaram?”

Ele grunhiu, caindo deitado na cama e colocando o braço por cima do rosto. “Nós não fizemos nada, só conversamos.” ele disse alto o suficiente para Kibum ouvir.

“Então por que você está tão feliz?” Kibum perguntou.

“Yeah, se nada aconteceu, por que você está sorrindo feito idiota?” Jonghyun perguntou com as sobrancelhas levantadas.

“Porque... porque ele disse que gosta das minhas músicas.”

“Ele disse?” Jonghyun perguntou com os olhos arregalados.

“‘In your eyes’ é a preferida dele.” veio a voz de Kibum pelo celular.

“Oh, essa música...”

Jinki fez sinal para Jonghyun calar a boca, não querendo que Kibum descobrisse sobre aquela música, o homem mais novo nunca iria ficar quieto sobre algo assim e ele não queria que Minho descobrisse.

“O que tem essa música?” Kibum perguntou curioso.

“É a minha preferida também.” Jonghyun disse olhando para Jinki que suspirou de alívio.

“É uma música boa.” Kibum concordou e Jinki sorriu feliz.

“Obrigado, agora eu vou dormir, então fale por mensagens vocês dois.” ele disse já se aconchegando no travesseiro.

 

 

As vozes altas de Leeteuk e Heechul estavam reverberando pelo corredor e Jinki ficou na dúvida se ele deveria ou não entrar na sala, mas ele tinha sido chamado então era melhor entrar.

“Eu não acredito que você fez isso.”

“O que? Não foi minha culpa, okay?”

“É claro que é sua culpa, você quem deveria escrever o roteiro e não os seus alunos, isso era seu trabalho e porque você estava com preguiça, ficou essa bagunça.”

“Hey!” Heechul disse ofendido. “Eu sou o professor deles e o meu trabalho é ensinar esse tipo de coisa.”

“Ensinar, não deixar para eles fazerem tudo sozinhos.” Leeteuk rosnou, bagunçando o próprio cabelo em frustração.

Jinki parado ali sem jeito, bateu na porta, chamando a atenção dos dois professores.

Leeteuk olhou para ele e suspirou. “Entre, Jinki-ah.”

Olhando para Heechul que estava claramente irritado, Jinki sentou onde Leeteuk indicou e esperou até que o professor estava calmo o suficiente para começar.

“Então, Jinki-ah, eu preciso conversar com você sobre o musical.”

“Alguma coisa aconteceu?” Jinki perguntou preocupado.

“Bem, na verdade sim. Heechul-ssi achou que seria uma boa ideia deixar os alunos dele escrever o roteiro e não saiu do jeito que ele planejava. A história acabou fugindo muito do tema e a sua ideia, que a gente tinha gostado tanto, se perdeu.”

“Oh.”

Ele simplesmente não sabia o que dizer.

“O problema é, que nós todos aqui precisamos que esse musical seja a melhor coisa que tenha nesse festival, o presidente está de olhos em nós e os pais que contribuem querem ver o resultado da ajuda que eles dão a faculdade.” Leeteuk disse.

“Eu entendo.” Jinki disse assentindo.

“Então é por isso que eu quero que você reescreva o roteiro.”

“O que?” Jinki perguntou com os olhos arregalados.

Aquilo era impossível.

“Ele não pode fazer isso.” Heechul disse para Leeteuk que suspirou.

“É claro que ele pode e,” Leeteuk disse olhando para Jinki. “Eu vou dispensar você das aulas de tarde e você só terá que assistir as aulas online depois para não perder o conteúdo. Ainda tem tempo e tenho certeza que você consegue.”

“Mas professor, eu não sou escritor, não desse tipo de coisa, como eu...”

“E se você trabalhar com algum ou mesmo alguns dos meus alunos? Assim você não vai ter tanto trabalho e eles com certeza vão te ajudar.”

Leeteuk assentiu. “Essa é uma ótima ideia, na verdade. E você vai ganhar pontos na nota final por esse trabalho extra.”

Como é que Jinki poderia recusar algo assim? E nem era por causa dos pontos extras mas sim porque o musical era muito importante para todos eles ali, todo mundo dependia daquele roteiro. Jinki tinha que fazer não importava o que.

“Okay, eu vou fazer isso.”

Os dois professores suspiraram de alivio e Jinki tentou sorrir, tentou se sentir aliviado também, mas não dava, não naquele momento pelo menos.

Talvez Jonghyun e Kibum pudessem ajudar ele com isso. Jonghyun é muito criativo e Kibum é perfeccionista, então eles podem trabalhar juntos para fazer um ótimo trabalho, criativo e perfeito.

 

 

“Então foi isso o que eles disseram.” Jinki disse sorvendo o café gelado.

“Eles simplesmente jogaram a bomba pra você, huh?” Jonghyun esticando as pernas debaixo da mesa e batendo contra as de Jinki.

“Basicamente isso. Agora tenho que escrever o roteiro, falas e tudo mais. Eu não sei como vou fazer isso.”

“Bem, o professor disse que você podia ter ajuda do curso de teatro, certo?”

“Sim, eu estava pensando em você e Kibum para me ajudar com isso.”

“É claro que vamos te ajudar,” ele disse assentindo e sorrindo para a garçonete que colocou outro copo de café gelado na frente dele. “Não se preocupe com isso.”

“Obrigado Jonghyun-ah. Nós vamos começar amanhã, já que não podemos perder tempo.”

Jonghyun assentiu, bebendo o café. “Eu vou ligar para Kibum e amanhã a gente se encontra na biblioteca.”

“Okay.”

Agora sim Jinki estava mais aliviado, sabendo que os amigos dele iriam ajudar.

Depois que ele tinha terminado de conversar com os professores, Jinki tinha ficado irritado com as pessoas que tinham feito aquela bagunça. Ele não tinha tempo livre para ficar por aí e agora teria que passar as tardes, e provavelmente as noites também, trabalhando em algo que não era da função dele, mas tudo em função de agradar todo mundo e fazer o que ele tinha que fazer. Afinal, aquele musical era uma ótima oportunidade para todos ali.

Jinki pegou todos os livros que ele achou que iriam ajudar de alguma forma, até mesmo alguns livros de terror, e os empilhou em cima da mesa. O computador estava ligado e o roteiro ali pronto para ser deletado e começado de novo parecia zombar dele. Como é que Jinki ia conseguir terminar tudo aquilo a tempo para o festival?

Batendo a cabeça na mesa, Jinki grunhiu. “Eu estou ferrado.”

“Hyung?”

Ele levantou a cabeça, os olhos arregalados. “M-Minho-ah, o que você está fazendo aqui?”

Minho sorriu, sentando ao lado de Jinki que piscou confuso para ele. “O professor Heechul me designou para te ajudar com o roteiro do musical.”

Apesar do azar de ter que escrever o roteiro ele mesmo, ter a ajuda, e companhia, de Minho era muita sorte.

“Oh, eu não sabia que você gostava de escrever também.”

“Bem, eu gosto, só não faço muito isso, principalmente quando tenho uma peça, prefiro me concentrar no meu papel, mas como é para ajudar você e foram os meus colegas de classe que ferraram com tudo, eu aceitei.”

“Tudo bem se você me ajudar? Eu não quero te atrapalhar.”

Por mais que ele estivesse feliz, Jinki não queria atrapalhar Minho com aquilo. Com certeza Kibum ajudaria ele.

Oh, Kibum. Jinki tinha pedido ajudar para os amigos dele.... talvez os três poderiam trabalhar juntos.

“Você não vai atrapalhar, eu quero ajudar você, hyung.” ele disse sorrindo e Jinki teve que segurar a respiração para não ficar vermelho.

Nunca em milhões de anos Jinki iria imaginar que seria tão próximo de Minho. Como não se apaixonar ainda mais?

“Okay então.” Jinki sorriu, totalmente hipnotizado pelos olhos de Minho.

Será que ele iria conseguiu aguentar até o final do musical sem confessar a Minho os sentimentos dele? Jinki esperava que sim.



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