História Mini imagine - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Visualizações 18
Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Harem, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annyeong ♥

Capítulo 1 - Capítulo I


- Promete que vai me procurar quando você voltar? - lágrimas molhavam meu rosto. - Que não vai me esquecer? 

- Não importa quanto tempo passe, eu nunca a esquecerei. Mesmo que eu morra. - Delicadamente ele envolveu seus braços em minha cintura. 

Ele sussurrou em meu ouvido:

- Eu te amo. Eu voltarei por você!

            *   *   *    *    *

Abri vagarosamente os olhos, mas uma vez o mesmo sonho, mas uma vez acordei chorando. A mais ou menos três meses, eu vinha tendo esses sonhos estranhos. Mais quem era aquele menino? Que promessa era essa? Por que eu me sentia vazia por dentro? 

Preguiçosamente saí da cama indo para o banheiro. Olhando meu reflexo no espelho me assustei. Cadê a garota de algum tempo atrás? Suspirei. Escovei os dentes e fui tomar banho. A água quente levou embora todos os  pensamentos indesejáveis. 

- Bom dia mamãe. - cumprimentei-a quando entrei na cozinha. - onde está o papai? 

- Bom dia filha, ele saiu logo cedo para o trabalho. - ela tirou o avental e virou-se para mim encarar. 

- Eu juro que não fiz nada. - exclamei rapidamente sacudindo as mãos em frente ao corpo. - Eu acho. - sussurrei a última parte. - ela estreitou os olhos. 

- O que você fez mocinha? - desconfiada dei a volta no balcão da cozinha e peguei um copo para tomar água. Ela riu. 

- Precisamos conversar S/n.

- Não podemos fazer isso quando eu chegar do colégio? Eu já estou atrasada. - falei olhando para o relógio de parede. 

- Está bem. Mais coma algo antes de ir. 

- Eu como algo lá mesmo. Por hora vou comendo apenas duas torradas. - peguei as torradas do balcão. Depositei um beijo na bochecha dela e saí. 

A caminho do colégio, encontrei meus melhores amigos. Kim Seok Jin, Minas Yoon-Gi e Kim Nam-Joon. Eles eram incríveis e os garotos mais populares da escola por causa de sua beleza. Nos conhecemos quando eu tinha 14 anos e desde então não nos separamos mais. 

- S/n você parece distraída hoje. Oque a acontecer? 

- E qual é o dia que ela não está Jin hyung?

- Muito engraçado deus da destruição. 

- Ah, vai dizer que você ainda está chateada comigo, por que eu quebrei a sua... Como é o nome daquele bregueço,  hyung? - ele se virou para o Yoon-Gi. 

- Chapinha. 

- Isso! Chapina. 

- Chapinha, seu idiota! E sim ainda estou! 

- Mais você nem a usava. Ei... - virei as costas para ele e fui sozinha para o colégio, deixando todos para trás. - S/n, ei, nos espere. - ele gritou, mais não olhei pra trás. 

Nam e eu vivíamos brigando, mais lá no fundo nos amavamos. Eles como eram irmãos que nunca tive. Jin era protetor e um excelente cozinheiro, eu amava sua risada, era muito engraçada, Yoon-Gi apesar de ser ignorante e grosso por fora, era doce e gentil por dentro. Ele se auto declarava um gênio. Nam era o responsável, e sempre achava as palavras certas para me dizer quando estava triste. Ele também tinha o costume de quebrar os objetos - sem querer - que ele tocava. Daí o apelido, deus da destruição. Dado por mim, claro. 

Mais como não existe história perfeita e todas tem um diabo - No meu caso, uma diaba. - E a minha não é diferente. 

Chegando no colégio me deparei com uma multidão em volta de um grupinho de pessoas. Pelas vozes irritantes e histéricas, eu já sabia quem eram; Ji-soo e seu bando. Me aproximei para poder ver melhor. Elas estavam chutando livros e cadernos de um garoto que nunca havia visto antes. 

- Isso é o que você ganha por me tocar. 

 O garoto estava com alguns machucados perto de seus olhos e no canto da boca. Ao lado do rapaz, estava seus óculos quebrados. Não suportei quando Lisa desferiu outro tapa no rosto dele e acabei segurando seu braço quando ela ergueu a mão novamente. 

- O que você acha que está fazendo? Me solta agora S/n! 

- Isso não tem nada haver com você! - Ji-soo largou a mochilo do garoto e me encarou. 

- Ah, mais eu vou fazer ter. - segurando seu pulso com a mão esquerda, esbofetei-a com a direita, deixando os cinco dedos em seu rosto. 

- Sua vaca! - Lisa se afastou de mim, enquanto levava a mão até seu rosto. 

- Agora isso me envolve também. Não é?- levei as mãos ao quadril e dei um sorrisinho cínica. 

- Sua vaca, cafona. Isso não tinha nada haver com você. Por que sempre tem que se meter no que não é da sua conta? 

- E por que você gosta de implicar com quem não te fez mal algum? Diferente dos outros, eu não abaixo a cabeça para piranhas. 

- Isso não vai ficar assim. Eu juro. - elas pegaram suas mochilas e saíram dali. 

Me agachei ao lado do garoto que me olhava espantando e comecei a ajuntar suas coisas. O ajudei a levantar e o apoiei no meu ombro. Enquanto caminhávamos, observei o garoto ao meu lado. Ele tinha mãos pequenas e fofas, elas eram delicadas e suaves. Ele tinha cabelos louros e era da minha altura, minha pele perto da sua parecia carvão, não que eu fosse negra, eu era morena, cor de café com leite, - mais café que leite. - mais perto dos coreanos eu sempre ficava parecendo chocolate. Seus olhos eram pequenos o suficiente para se fecharem ao sorrir. 

Quando chegamos na enfermaria, apesar de todos os seus protestos, eu o sentei - a força - na cama e tratei de seus ferimentos. Terminando o de perto de seus olhos, joguei o algodão sujo, e peguei outro com álcool. Tratando o ferimento de sua boca. 

- Oh! - só quando terminei o curativo, foi que fui perceber a a proximidade de nossos rostos. - Me desculpe. 

- Não se preocupe. Obrigado. - ele fitou o chão, as pontas de suas orelhas ficando vermelhas. 

- Eu me chamo S/n, Park S/n. Bem-vindo ao inferno. 

- Park S/n? - ele pareceu surpreso por um momento - O...brigado, eu acho. Me chamo Park Jimin. - Quando abri a boca para falar, fui interrompida por um baque na porta.

- Jimin! - um garoto ruivo entrou desesperado na sala. - O que fizeram com você? - ele levou as mãos ao rosto de Jimin. - Oh céus! 

- Quem fez isso com você? - outro garoto entrou dentro da sala. Diferente do outro esse tinha cabelos prateados. Que estranho. Uma sensação estanha passou por mim quando o garoto me encarou. - Quem é você? - ele parecia irritado comigo. Eu o olhei incrédula. 

- Hyung, não! Ela me ajudou. - Jimin se levantou e ficou ao meu lado. - Essa é S/n, - o garoto de cabelos prateados, me olhou com uma mistura de emoções em seus olhos. - Park S/n. Esses são Jung Hoseok e Kim... - ele o interrompeu. 

- Me chamo V. - foi a única coisa que ele disse antes de sair puxando Jimin pelo braço e sendo seguindo por Hoseok. 

         {quebra de tempo}

Quando cheguei na sala escutei risos abafados de onde Ji-soo estava com suas amigas. Jin se aproximou de mim, sua expressão era indecifrável, olhei por cima do ombro e os meninos também estavam com a mesma expressão. 

- Por que você fez isso? Por que? - eu não estava entendendo onde ele queria chegar com aquilo. 

- O que quer dizer Jin?

- Você bateu na Lisa.

- Sim, para... - ele me interrompeu. 

- Depois que outro garoto havia batido nela. - batido? Garoto? - Por que você fez isso? Você não é de fazer esse tipo de coisa. - aquela altura ele já estava gritando comigo, e aquilo me machucou mais que as próprias ofensas da Ji-soo ou até mesmo das patadas do Yoon-Gi.

- Jin, eu...

- Você não me respondeu. - Jin nunca havia gritado comigo antes, pelo menos não daquele jeito. Abaixei a cabeça. 

- Me desculpe Jin. - ouvi uma voz atrás de mim.

- Você não pode gritar com ela! - era o Jimin, ele parecia muito chateado.- Ela não fez nada de errado. 

Não levantei a cabeça, eu estava com os olhos cheios de lágrimas. Mas não daria o gosto deles me verem chorar. Peguei a mochila que havia colocado na carteira de sempre e saí correndo. Acabei tropeçando e caí em cima de alguém. Abri os olhos e dei de cara com o V me encarando, nossos olhos se encontraram por um momento. Ele piscou quando uma lágrima caiu em seu rosto. Peguei a mochila e me levantei, antes que ele pudesse segurar meu braço, e corri o mais rápido que pude. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...