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História Mini Imagines com BTS! - Capítulo 14


Escrita por: e Bella1997brJK


Notas do Autor


Bum! Capítulo novo para voxeisss!

Espero que gostem! 👉👈
Talvez vocês me odeiem pelo final😶 - medo -.

Resumo prévio: Dois vândalos de Busan e a polícia; vocês sabem no que vai dar.
Atenção!: contém drogas, vandalismo e palavras de baixo calão.

Boa leitura!👍💜

Capítulo 14 - Coringa e Arlequina Min Yoongi



- Estamos quase terminando. - Yoongi sorriu gengival de forma contente chacoalhando a lata de spay cor branca logo passando no muro recém feito pelo prefeitura, contornando o rosto do Coringa.

- Logo logo Busan saberá que somos o Coringa e Arlequina daqui e que mandamos na porra toda. - sorrio psicótica e batemos as mãos, pego uma lata de spray na cor rosa e pinto as mechas do cabelo loiro da Arlequina.

Eu amo fazer isso aqui, ainda mais com meu maninho bad boy.


Sento no chão e abro minha mochila logo sentindo o cheiro de cocaína entrando em minhas narinas fazendo soltar um sorriso de alívio.

- Meus bebês - afino a voz e pego dois pacotes, jogo um no peito de Yoongi que pega num reflexo rápido e mostro a língua para ele. Prendo a narina esquerda e mando ver na sucção da droga, tusso e aperto meus olhos por aquilo arder como o inferno; mas o melhor é acordar chapada no dia seguinte.

- Você está pior que eu garota - Yoongi disse orgulhoso guardando o pacotinho no bolso da jaqueta de couro e acendendo um cigarro.

- Seu idiota - o empurro pelo ombro e balanço meus pés pegando seu cigarro e colocando na minha boca dando uma tragada e soltando a fumaça, o mesmo toma de mim e o olho incrédula soltando uma risada em seguida - Sujou, corre Yoongi! - levanto rapidamente ao ouvir o barulho da sirene de polícia e o puxo junto na direção contrária do carro. Meu coração batia rápido e angústia reinou em mim, nada pode acontecer com esse moleque ou nunca vou me perdoar - Yoongi! - o chamo quando ele se solta e para de correr.

- Vai e se esconde. 

- Deixa de ser doido, anda - o puxo pela jaqueta e começamos a correr de novo bem mais rápido; Yoongi tem o histórico de ser ex-jogador de basquete, aquilo era normal para os pulmões dele porém para os meus não.

Entramos em um beco e desço a escada da varanda de um prédio abandonado deixando Yoongi ir na frente.

- Parados ai! - um policial apareceu no beco e coloco meu pé na escada subindo o mais rápido que consigo. Meu corpo tremeu involuntariamente quando escuto o som ensurdecedor de tiro e Yoongi caiu por cima de mim fazemos nós dois irmos para a chão de uma altura razoável, senti meus pulmões serem pressionados ocasionado falta de ar e minhas costas doeram para cacete.

- Yoongi? - o jogo para o lado de modo desesperada e vejo um furo em sua regata branca marcada pela mancha de sangue que não parava de aumentar. Pressiono o ferimento com as mãos sentindo meus olhos arderem - Seu filho de uma puta! - grito olhando para os policias que não ligaram com o comentário. Volto meu olhar para o corpo de Min enquanto ele olhava para o céu escuro suspirando pesado como se estivesse sem ar, engasgando com o próprio sangue.

- Você está presa por vandalismo e por consumir drogas. - meus braços foram tirados do ferimento e em seguida algemadas, chuto a perna do policial que grunhiu de dor e me ponho de pé com cara de inocente.

- Por favor chamem uma ambulância. - suplico chorando a outro policial que soltou um sorriso debochado ignorando meu pedido e travo meu maxilar.

- Aqui é a viatura 237, precisamos de um ambulância na delegacia e rápido. - outro policial mais atrás disse e me curvo em agradecimento logo rosnando para o debochadinho.

- Eu 'tô... bem - Yoongi cuspiu sangue e sinto as lágrimas percorrerem minhas bochechas e caírem no rosto do menor, coloco minha testa em seu peitoral que subia e descia em busca de ar e choro baixinho dizendo a mim mesma que aquilo era um pesadelo; quando eu acordasse, tudo iria voltar ao normal.


Choque de realidade.


Meus braços foram segurados com força e me debati gritando para que me soltassem imediatamente, fui jogada na viatura assim como Yoongi que gemeu alto de dor e com certa dificuldade por conta das algemas o faço deitar em meu colo; mesmo com a visão embaçada dava para ver seus olhos quase sem vida, sua boca vinha ganhando uma coloração roxa enquanto seus dentes batiam.

- Eu... te amo, S/N - sussurrou com a boca tremendo e soluço engasgada.

- Eu também maninho, eu também - encosto nossas testas molhando meus lábios com a ponta da língua e ouço Min segurar um resmungo - Tente não respirar forte Min, tudo vai ficar bem - pego a arma na barra de sua calça e levo para a parte de trás da minha blusa com discrição. Encosto minhas costas no banco de couro e tento fazer Yoongi ficar acordado durante o percurso, dizendo: tudo ficará bem, ainda seremos Coringa e Arlequina de Busan; alegria dura pouco para gente como nós - Yoongi? Yoongi, não! Yoongi! - o balanço no banco chorando desesperada quando vejo seu corpo ir amolencendo - Parem! - grito para os policiais chutando as poltronas de ambos com força.

- Calada! A ambulância já está na delegacia. - o policial debochadinho gritou alterado com as mãos no volante.

- Então anda rápido seu filho da puta ou então vou quebrar esse seu nariz grande - devolvo na mesma moeda e ele me olhou pelo retrovisor de forma maldosa - Me desculpa - sussurro aproximando meu rosto do de meu maninho que estava gelado - Eu que era para ter levado o tiro Min, desculpa - aperto meus olhos com força e sinto meu coração bater rápido, meu corpo estava quente como o inferno e com certeza meu rosto está vermelho; isso se chama demônio.


Assim que chegamos na delegacia e a viatura parou, chuto a porta do veículo e saí puxando Min comigo. Os médicos o colocaram numa maca e segurei sua mão mesmo algemada.

- Não! Eu vou com ele! É o meu irmão! - grito quando os policiais me seguraram enquanto os médicos tentavam fazer alguma coisa em Yoongi. Me soltei das mãos do fardado e pedi para que ele se afastasse quando apontei a arma em sua direção.

Escoro-me no carro da ambulância e vejo os médicos tentando salvar meu irmão; fecho meus olhos e pedia a Deus que ele voltasse.

- Infelizmente não temos mais o que fazer, a bala pegou numa área letal. Sinto muito. - uma moça vestida de branca disse abafado por conta da máscara e abro minha boca tentando dizer alguma coisa.

- Não, não. Está mentindo - subo na ambulância e olho para um médico que negou com a cabeça de forma lamentável - Porque você está mentindo?! Porque?! - bato contra o peito do mesmo com força diversas vezes, até sentir-me ser segurada.

- Vamos conversar, com calma. - o policial disse em meu ouvido me puxando para fora da ambulância enquanto eu esperniava.

- Conversar o caralho! - grito embargado e acerto meu cotovelo em sua barriga - Implore, implore pela vida! Implore! - aponto o cano da arma na testa do fardado enquanto chorava - Por sua culpa meu maninho está morto seu arrombado! Isso é por ter nascido - chuto seu rosto - Isso é por ter virado policial - chuto sua costela - E isso é por ter matado o meu irmão. - atiro em seu rosto sem dó.

A adrenalina e ódio estavam em mim, essas duas coisas combinando são mais que perfeitas.


Eu juro maninho, que eu vou ser tão louca e ladra quanto você. 

Meu Coringa.



Notas Finais


Gostaram?
Espero que sim!
Desculpem pela morte do Min ;-;

😪


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