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História Miraculous - a agência secreta (reescrevendo) - Capítulo 3


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Notas do Autor


Boa leitura!
(E sim eu fiz um horário com a agenda da Marinette😂)
Leiam as notas finais, por favor.

Capítulo 3 - Chapter 3


Fanfic / Fanfiction Miraculous - a agência secreta (reescrevendo) - Capítulo 3 - Chapter 3

Mari on

Saí do gabinete do Mestre Fu, disse adeus ao Wayzz e voltei a cruzar o largo corredor da empresa com imensas portas que davam acesso a escritórios e comecei, outra vez, uma exaustiva sessão de cumprimentos a pessoas que me barravam a passagem.

Finalmente, cheguei ao elevador. Apertei o botão que dava para o piso abaixo. Um piso só de tecnologias funcionais e ativas para as missões e todo o tipo de disfarces e era lá onde os meus dois melhores amigos trabalhavam. A Rena Rouge e o Carapace.

Eu não sei seus verdadeiros nomes e eles não sabem o meu o único conhecedor da minha identidade é meu chefe. E apenas uns funcionários que trabalham a tempo inteiro na agência é que não têm identidade, como Wayzz e outros assistentes pessoais, funcionários da limpeza, recepcionistas, treinadores como minha amiga Tikki, etc.

Só aqueles que têm que ir para o terreno é que possuem identidade. Imaginem que o inimigo sabia nossa identidade! Podia usar amigos e família contra nós, para nos manipular.

Ou se alguém da agência soubesse minha identidade e fosse um infiltrado ou resolvesse trocar de lado! Estava feita ao bife!

Mas por isso é que as identidades são secretas.

Saí destes pensamentos quando a paragem do elevador e a abertura das portas me chamou a atenção. Saí do elevador e caminhei até ao sítio onde Rena e Carapace trabalhavam.

Comecei a olhar para o que eles estavam trabalhando no momento havia várias armas diferentes e eu não fazia a menor ideia do que faziam mas sem eles ali eu nem ia testar pois o que a maioria das pessoas não sabe e que eu tenho o dom do desastre. 

Comecei a ouvir reclamações que só aumentavam de volume e revirei os olhos. Aqueles dois estavam sempre à porrada verbal! Vi-os a chegar e limpei a garganta fazendo com que me notassem.

- Lady! - Rena veio a correr e atirou-se para o meu colo, íamos caindo mas eu me consegui equilibrar e a agarrei.

- Tivemos saudades suas! - Foi a vez de Carapace se pendurar em minhas costas. 

- Gente, eu vou cair! - eles saíram de cima de mim e eu continuei - Nós falamos ontem!

- Mas você não estava cá foi tratar da segurança do imperador na China! Que orgulho, menina! 

O que Rena disse é uma meia verdade... Eu fui sim visitar o imperador mas fiquei com ele durante um ano e não fazer de guarda-costas. O imperador é meu avô e eles querer que eu assuma o controle da China mas eu só quero lutar contra os vilões e levá-los para a justiça e não ser uma princesinha mimada.

Mas ser da família do imperador tem uma vantagem todos nós podemos controlar um elemento da natureza. Mas eu devo ter vindo ao mundo com defeito de fabrico pois consigo ter controle de todos: terra, fogo, água e ar. Mas acho que é um defeito bastante fixe. Este é o maior segredo da família real.

E quando temos uma situação de calamidade, que ponha em risco toda a segurança do nosso povo, entramos em ação. Mas a última vez que foi necessário foi à séculos por isso o povo chinês acredita que os nossos poderes são apenas lendas.

- O que interessa é que eu agora estou aqui. Mas, por mais contente que eu esteja por vos ver, o Mestre disse que vocês têm a informação da minha nova missão.

- Como você sabe, Hawkmoth fugiu e nós temos que apanha-lo - assenti enquanto Carapace nos guiava até a uma mesa com cadeiras para nós sentarmos - Nós sabemos que ele tem um filho e essa é sua fraqueza.

Rena continuou o discurso de Carapace.

- Nós sabemos quem ele é, como ele é bem mesmo se trabalha para o pai. Mas umas informações vazaram e descubrimos que ele anda na secundária Françoise Dupain.

- Eu já andava lá e quando estiveste fora a Rena transferiu-se para lá. Agora vais tu também.

- Nós não sabemos se estamos na mesma turma, Lady. Mas ele é do nosso ano e a escola é pequena por isso só há uma média de três turmas por ano e nosso ano tem apenas duas turmas.

- Ele é da nossa idade por isso ou está numa turma ou está na outra.

- É uma escola de artes temos aulas de danças mas as que predominam são as de música.

- Você sabe cantar ou tocar algum instrumento, Lady?

A pergunta de Carapace me deu vontade de rir mas me controlei. Meu avô me obrigou a estudar canto, ballet, piano e alguns tipos de danças de salão não todos, apenas os clássicos como valsa, foxtrot, quick step, passo doble e tango (com muita insistência minha).

- Na escola de artes eu acho que me safo, obrigada.

- Mas tem que ter muito cuidado em Educação física (ginástica), há uma parte do ano letivo em que damos artes marciais e defesa pessoal. Você não pode mostrar-se boa demais ou vão suspeitar. De vez em quando deixe-me apanhar ou vão descubrir que você é treinada.

- Você vai lá hoje com o Mestre fazer a matrícula na escola e as aulas começam amanhã por isso se prepare que eles não pegam leve.

- Ok! Obrigada, gente.

-  Mais uma coisa, Lady! Tens aqui tudo o que vais precisar para a escola. - Carapace entregou-me uma caixa enorme de papelão - tens aqui cinco uniformes da escola, dois fatos de ballet com collants e sapatilhas, equipamento de ginástica, um body preto, uns calções curtos pretos, uma saia rodada preta e uns sapatos de salto latinos para danças de salão, uma saia comprida para flamenco, uns sapatos para jazz e sapateado.

- Não tem mais nada aí dentro, não? - falei com ironia mas Carapace não percebeu.

- Não sejas tolinha! Nesta caixa não cabe mais nada por isso o horário, os livros, o note book, a agenda, a mochila e o estojo estão nesta aqui. - E de baixo da mesa tirou outra caixa ainda mais pesada.

- Lady, não te preocupes que nós mandamos as caixas pelo correio. Não precisas de as carregar. - disse Rena para me acalmar quando viu a minha cara de assustada.

- Ok! Obrigada e vejo-vos depois.

Saí do escritório deles e vi Fu parado em frente ao elevador.

- Vamos, Ladybug?

- Vamos!

                             * * * * *

Depois de ter feito a matrícula fui para casa. As caixas já estavam no meu quarto. Separei tudo o que ia precisar para o dia seguinte. 

Resolvi olhar para a minha agenda e perguntei-me onde é que eu ia conciliar a carga horária da escola, mais os treinos da agência e ajudar em casa!

Tinha como disciplinas: Português, História da Música, História da Cultura e das Artes, Classe de Conjunto (é uma disciplina onde se junta a turma toda e criamos projetos de músicas, podemos fazer covers de músicas ou criar músicas nossas), Desenho, Ballet, Formação Musical, Piano, Canto, Ginástica/ Educação Física, Redação, Pintura e Danças de Salão (samba, salsa, tango, jazz, jive, cha cha cha, rumba, valsa, quickstep, swing, sapateado,...).

Só de olhar para o horário me sentia cansada e pensar no facto de Hawkmoth estar por aí à solta me dava voltas ao estômago.

Depois que o apanhei ele jurou vingança sobre meus entes queridos e me deixaria uma vingança psicológica muito lenta e demorada e por fim acabaria com minha vida.

Eu duvidava que o homem conseguisse fazer tudo o que prometia sozinho. Muito provavelmente usaria os seus algumas, pessoas inocentes nas quais ele e os seus mercenários as drogavam com uma solução química criada por ele. Esse era sua arma secreta.

A solução estabelecia uma relação de controle por telepatia entre ele e a vítima. Eu venho estudado essa solução e a relação faz anos e consegui inventar uma cura muito fraca mas é um início.

Numa luta, consegui um frasco daquela droga. Estive a separar várias amostras para fazer diferentes experiências com o objetivo de arranjar algo que a anule e decompor aquele líquido para descobrir os elementos que o formam mas haviam elementos desconhecidos e eles estavam misturados de uma forma de que eu não os conseguia separar.

Mas, numa experiência, que eu estava a fazer no laboratório da agência, parti uma das amostras daquela solução e ao apanhar os vidros da minha mesa de trabalho, acabei por rasgar a luva e a pele e caiu sangue na droga.

A estranha mistura começou a borbulhar e mudou de cor. Consegui recolher um pouco da mesa e analisei no microscópio. Cheguei a uma única conclusão.

O meu sangue anulava a terrível poção devido aos genes reais que eram passados de geração em geração pela família do imperador.

Fiquei curiosa com as propriedades do meu sangue mas a única coisa que descobri é que, como a droga, ele tem elementos por encontrar fazendo com que eu chegasse a 0 conclusões.

Como estava cansada resolvi dormir. Amanhã teria um dia com muito que pensar e com que me preocupar...


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Aceito sugestões.
Bjinhos.

Se alguém quiser dar uma olhada no meu canal do YouTube está aqui o link do último vídeo:
https://youtu.be/0IStTsaOi2M


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