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História Miraculous - Agência Secreta - Capítulo 13


Escrita por: Viviane050602

Notas do Autor


Ooi gente, voltei com mais um capítulo! Espero que gostem.
Boa leitura 😘

Capítulo 13 - Alguns mistérios revelados


— Foi ele que mandou você me seguir, não foi? Não duvido que você já esteja trabalhando pra ele. Eu nem precisei te entregar, sua mentirosa — Chat Noir fala em um tom de ódio, eu podia sentir seus olhos me fuzilarem sem ele sequer atirar contra mim.

— O que? Você tá maluco ? Quem é Hawk Moth? — Eu falo dando um passo pra frente ainda com a arma apontada pra cabeça dele.

— Não dificulta as coisas, se pra proteger quem eu amo de tudo isso, for preciso te matar, eu não vou exitar em fazer isso, Ladybug. — Eu senti que nessa hora ele iria puxar o gatilho, meu coração acelerou como nunca, mesmo que eu tivesse também com a arma apontada pra ele, sentia que iria falhar dessa vez.


— CHAT NOIR, NÃO, NÃO FAZ ISSO. ABAIXEM AS ARMAS OS DOIS. — Uma voz feminina surge gritando atrás de onde estava Chat Noir.

— Abaixa essa merda, Chat Noir. — Uma outra voz aparece, mas era masculina dessa vez.

E então, um homem encapuzado surge em meio a escuridão que se fazia presente naquela rua.

— Abaixa — Ele fala forçando a mão de Chat Noir pra baixo, já que Chat se manteve em sua mesma posição, parecia estar em transe enquanto apontava sua arma diretamente pra minha cabeça, seus olhos verdes demonstravam ódio, mas ele logo obedeceu ao homem que forçava sua mão para que abaixasse a arma, e assim ele fez.

— Leva o Chat pra esfriar a cabeça. A gente se encontra você sabe onde. — A voz feminina fala.

— Tem certeza que vai ficar bem ? — O homem encapuzado diz.

— Claro, vai com ele que eu fico com ela, a gente encontra vocês daqui a pouco. — A voz feminina responde.

E então o homem encapuzado some das minhas vistas com Chat Noir.

— Quem são vocês ? — Pergunto ainda com a arma, agora apontada na direção da mulher, que eu mal conseguia ver quem era a estar ali pela escuridão.

— Nós não somos inimigos, abaixa a arma, por favor. — A voz feminina se aproxima mais, dando lugar então a uma mulher também encapuzada, que vinha caminhando na minha direção.

— Quem é você ? Não chega perto, não se aproxima ou eu vou atirar em você. — Falei disparando um tiro no chão, próximo ao pé da mulher.

— LADYBUG! — Ela grita como se estivesse me repreendendo e tira o seu capuz, sendo possível agora ver o seu rosto e o seu cabelo que era incrivelmente rosa. — Sou eu.

— Tikki ? — Foi aí que eu me dei conta, a mulher que estava na minha frente neste exato momento, era nada menos que... a pessoa que me treinou durante o processo de me tornar uma Agente Secreta na Miraculous. Eu nunca iria me esquecer dela, especificamente de seu cabelo rosa.

— Sim sou eu, por favor, abaixa isso. — Ela fala com uma voz doce e calma.

— O que você faz aqui? — Eu disse e abaixei a arma.

— Nós vamos te explicar tudo, mas antes me responda algumas coisas, você veio com alguém? Alguém mais sabe que está aqui ?

— Uma agente sabe que estou aqui.

— Rena Rouge?

— Como sabe ? — Pergunto desconfiada.

— Eu sei de muitas coisas, mas... tudo bem — Ela disse suspirando — eu vou explicar tudo pra você agora. Vem comigo ? — Ela disse estendendo sua mão pra mim.

— Pra onde ? — Pergunto ainda desconfiada.

— Sabe que pode confiar em mim, não sabe ? — Ela me olha diretamente nos olhos, como se implorasse para que eu fosse.

Permaneci por algum tempo em silêncio, me sentia perdida, mas já não tinha mais volta... A minha intuição dizia que eu podia confiar na Tikki, assim como eu havia confiado nela no passado.

— Tudo bem! — Dei um suspiro e cedi, pegando em sua mão.


[...]


"Adrien"


— Que merda você estava pensando quando ameaçou matar a Ladybug? — Plagg pergunta furioso enquanto conversávamos no terraço do prédio.

— Ela me seguiu, eu não sei como, mas ela seguiu e você tem ideia de como tá a porra da minha mente agora? — Falei andando de um lado pro outro, estava com muita raiva.

— Se você entrega ela pro... — Plagg fala nervoso e crava seus dedos no seu couro cabeludo — Adrien, estamos nisso a anos, e você ia colocar tudo a perder por causa de uma cisma sem fundamentos.

— A minha prioridade é proteger as pessoas que eu amo e por um momento eu achei que ela estivesse trabalhando pra ele e que ele tivesse me seguindo como sempre aconteceu. Ela não confiou em mim Plagg, vocês acham mesmo que essa garota é capaz de alguma coisa? Acham que ela vai ser útil com alguma coisa nessa merda? Ela não confia nem na própria sombra, vai estragar tudo. — Falei com ódio.

— Olha... — Plagg colocou a mão no meu ombro — a garota só tá confusa e seria melhor você se mostrar quem é de uma vez e...

— Não repete essa porra nem brincando, nenhuma palavra sobre quem eu sou ou sobre o que eu sei pra essa garota. Agora sou eu Plagg, sou eu é quem não confio nela. — Falo apontando o meu indicador pro rosto do Plagg.

— Tá legal — Plagg fala erguendo as mãos em rendição — Você é quem sabe, Agreste.

— Vai pro inferno, Plagg.


[...]


"Marinette"


Tikki havia me levado para o prédio em que eu havia visto Chat Noir sair quando estava seguindo ele.

— Que lugar é esse ? — Eu falo assim que passo pela porta, o lugar parecia ser um escritório. Havia muitos computadores, mesas, cadeiras, poltronas. Era um lugar bem elegante.

— Quer beber alguma coisa? Uma água, um suco, um café? — Tikki pergunta ao fechar a porta.

— Eu quero que você me explique o que tá acontecendo.

— Marinette... — Ela fala em um susurro

— Como você.... ? — Falo interrompendo ela.

— Eu te disse que sei de muitas coisas.

— Então... começa a me explicar, como você sabe meu nome? Quando me treinou você não sabia quem eu era.

— Senta — Ela aponta para uma poltrona.

— Fala — Falei e sentei na poltrona.

— Tá, vamos lá — Ela respirou fundo e se sentou na outra poltrona ao meu lado.

— O Chat Noir sabe quem eu sou ?

— Não, ele não sabe quem você é, e eu sei que você também não sabe quem ele é. Como você chegou aqui? — Ela pergunta.

— Ele foi até a padaria dos meus pais, e justo no dia de hoje que eu estava lá, eu achei estranho, na verdade eu achei suspeito demais.

— E aí você seguiu ele, não é? onde tá o rastreador? — Ela pergunta me intimidando.

— Como você sabe?

— Eu treinei você, não se esqueça disso — Ela disse rindo.

— Tudo bem — Eu disse rindo. — No guizo do uniforme dele.

— Uau, isso foi ótimo. — Ela disse rindo e batendo leves palmas. — Bom, o Chat não sabe quem você é como eu já havia dito, e ele também não é inimigo, ele só tava participando de uma investigação que eu pedi pra ele fazer pra mim por ali no na redondeza, ele deve ter ficado com fome e foi até a padaria dos seus pais, eu acho que... seria bom ele participar dessa conversa também, eu vou chamar eles pra se juntarem a nós. — Ela fala se levantando da poltrona.


Tikki se levantou e eu apenas permaneci em silêncio sentada no mesmo lugar, eu tremia minhas pernas em resposta a ansiedade que me consumia por inteira.


Alguns minutos depois eu ouvi passos, já esperava que fosse a Tikki voltando com Chat Noir e o homem encapuzado.


— Ele não quer conversar agora, mas eu e o Plagg estamos aqui — Tikki disse vindo na minha direção novamente, atrás dela vinha o homem encapuzado que tirou a arma da mão de Chat Noir.

— Eu conheço você — Eu disse olhando pro homem encapuzado que tirou o capuz ao ficar na minha frente.

— Eu também conheço você, joaninha — Ele disse abrindo o sorriso e estendendo a mão pra mim.

— Você é o Plagg, filho do mestre Fu, né? — Eu disse apertando a mão dele.


Plagg era o filho do Mestre Fu, eu conhecia ele, de vez em quando ele sempre estava lá na Miraculous.


— Exato! — Ele confirma e em seguida puxa uma cadeira e se senta na minha frente.

— Agora eu confesso que tô muito mais confusa, se vocês puderem me explicar logo o que tá acontecendo. — Falo impaciente.

— Tudo bem, eu começo. — Tikki fala e se senta novamente na poltrona ao meu lado. — Ladybug, há alguns anos atrás eu e o Plagg trabalhávamos como Agentes Secretos na Miraculous, especificamente na filial onde você trabalha agora. Tempos depois surgiu um caso cheio de enigmas pra nós, eu e o Plagg começamos uma investigação e descobrimos que se tratava de tráfico de pessoas, pra ser mais específica, tráfico de mulheres.

— Tráfico de mulheres? — Minha voz saia um pouco falha.

— Exatamente isso, nós tentávamos de várias maneiras descobrir quem era essa máfia, mas eles se escondem muito bem, não deixam qualquer rastro a vista. — Plagg completa.

— E... vocês não tem nenhuma ideia de como prosseguir com essa investigação? Isso é... Eu... Eu não sei nem o que dizer. Por que o mestre Fu nunca me disse nada? Há 4 anos ele me promoveu pra liderar a equipe de Agentes na Miraculous, por que eu nunca encontrei relatório algum sobre essas investigações? — Falei confusa.

— Ainda prosseguimos com essas investigações, mas em segredo. O mestre nos proibiu de seguir com as investigações, o caso foi arquivado. — Tikki fala.

— O que? Por que ele fez isso? — Pergunto.

— Quando eu tinha 12 anos, a minha mãe conheceu o senhor Wang Fu, e aí eles se apaixonaram. — Tikki fala com um sorriso enorme, parecia se recordar de algum momento enquanto falava.

— O meu pai já era desse ramo secreto há muito tempo, e aí ele se casou com a senhora Marianne Lenoir, a mãe da Tikki. — Plagg completa.

— E então foi assim que vocês se conheceram? — Pergunto olhando pros dois.

— É... — Tikki começa — Foi, ele nos treinou pra fazermos parte da equipe da Miraculous, a gente amava tudo que fazia, a minha mãe até tinha muitas habilidades, mas ela não trabalhava na agência. Então quando já éramos dois agentes experientes, o senhor Fu nos deu a missão de trabalhar nesse caso de "tráfico de mulheres" o qual havia surgido bem poucos vestígios que nos levassem até a máfia, a gente não encontrava absolutamente nada. Foi aí que a minha mãe apresentou uma Agente Secreta pro senhor Fu, disse que ela poderia ser muito útil e nos ajudar nessas investigações.

— E quem era essa agente ? — Pergunto curiosa.

— Nós não sabiamos a sua verdadeira identidade, ela usava um codinome, atendia por "Le Paon". Ela convenceu a senhora Marianne, até hoje não sabemos como, para que a Miraculous não exigisse que ela revelasse pra nós a sua identidade verdadeira.  — Plagg fala.

— E como o mestre Fu aceitou isso ? Como aceitou uma agente na agência sem saber quem era a pessoa por trás da máscara. — Pergunto ainda sem acreditar no que eu havia ouvido.

— Nós queríamos a todo custo descobrir sobre a máfia, o senhor Fu disse que poderíamos dobrar a grana que a gente ganhava na agência, e eu e o Plagg sempre sonhamos em viajar pelo mundo e trabalhar por conta própria em nossas espionagens, o senhor Fu confiava na minha mãe, ele a amava muito e depositava toda a sua confiança nela, aliás, todos nós confiavámos, ela disse que poderíamos confiar na Le Paon, e assim nós fizemos, como a gente podia imaginar? — Tikki fala.

— A Le Paon era uma infiltrada da máfia, descobriram que estávamos atrás deles e deram um jeito de infiltra-la na agência, mas logo nós também descobrimos sobre a falsa agente. Houve uma troca de tiros e numa dessas, a Le Paon acabou morta, mas eles pegaram o seu corpo, não conseguimos ao menos ver quem era aquela mulher, ela também usava uma máscara de inteligência avançada, impossível que a gente reconhecesse quem estava ali. — Plagg fala.

— E então... eles também levaram a minha mãe de refém, sequestraram ela como uma vingança pela morte da Le Paon. — Tikki diz chorando incontrolávelmente.

— Tikki... Eu... Sinto muito. — Meu coração apertou ao ver Tikki naquele estado, eu apenas segurei em sua mão que estava apoiada no braço da poltrona e apertei firme.

— Tá tudo bem — Ela disse balançando a cabeça negativamente e deixando lágrimas rolarem pelo seu rosto. — bom, o senhor Fu também ficou desolado, ele tentou ir atrás deles, todos os agentes se uniram em busca da minha mãe, mas eles fizeram contato e disseram que se caso fossemos até eles, matariam a minha mãe, tem muita gente grande envolvida nessa máfia, se eles conseguiram simplesmente infiltrar uma mafiosa entre nós. — Tikki diz ao secar levemente suas lágrimas.

— O meu pai proibiu a gente de mencionar qualquer coisa sobre esse caso, mas eu e a Tikki nunca desistimos, mesmo que fosse arriscado.

— É a minha mãe, eu não podia parar, não posso parar, tenho esperanças de encontrá-la — Tikki disse chorando novamente. — eu e o Plagg ficamos investigando escondido e o senhor Fu descobriu tudo, ele tirou a gente da filial da Miraculous aqui em Paris, eu implorei para que ele não fizesse isso, e então ele mandou a gente pra uma filial da Miraculous na Itália, mas sempre tinha gente na nossa cola o tempo inteiro nos vigiando que ele tinha colocado, a gente não conseguia fazer nada.

— Aí lá na Itália a gente conheceu o Chat Noir — Plagg fala.

— Onde o Chat Noir entra nessa história? — Pergunto mais curiosa ainda, quanto mais eu achava que os mistérios acabavam, mais surgiam.

— Bom... — Tikki fala e olha pra Plagg — essa mesma máfia também ameaçou pessoas próximas a ele, e aí a gente se juntou.

— Mas por que ameaçaram? O que ele tem com a máfia?

— Mari olha... isso você vai ter que perguntar pra ele. — Tikki fala me encarando.

— Vocês sabem, mas não vão me contar? — Pergunto mostrando descontentamento.

— Joaninha, eu sempre fui contra esses mistérios todos, mas se é a vontade dele, tudo que a gente pode fazer é respeitar. — Plagg fala dando de ombros.

— Tudo bem, terminem a história. — Falei respirando fundo.

— Nós indicamos o Chat Noir pro senhor Fu, ele disse que queria um agente que fosse de Londres pra mandar pra Paris, por sorte nós estavámos lá na filial de Londres, e o Chat Noir também estava na cidade trabalhando pra outra organização e nem fazia parte do serviço secreto da Miraculous, mas nós bolamos um jeito e mandamos ele como se fosse.

— É informação demais pra minha cabeça — Falei enquanto cravava meus dedos no meu couro cabeludo.

— Se você quiser podemos parar com a conversa. — Tikki fala.

— Não, eu quero saber tudo, tudo que vocês puderem me contar.

— A única coisa que sabemos de concreto, é que a marca dessa máfia tem o símbolo de borboleta. — Plagg completa.

— Bor...Bor-borboleta ?— Eu senti meu coração sair pela boca ao ouvir essa palavra, a mesma sensação de Pânico tomou conta do meu corpo.

— Eu falei que isso não era uma boa ideia, Tikki. — Plagg fala.

— Não Mari, calma — Tikki diz pegando na minha mão, mostrando preocupação.

— Eles sabem quem eu sou... Eles sabem onde meus pais moram. — Falei ofegante, sentindo meu coração sair pela boca.

Após eu falar isso em um tom de desespero, Plagg soltou uma gargalhada.

— Foi a Tikki que mandou aquilo pra casa dos seus pais, Ladybug. Fica calma aí. — Plagg disse ainda rindo.

— O que? — Perguntei sem entender e ainda nervosa.

— Eu queria descobrir quem era você, aí eu usei o símbolo deles pra ver se eu estava certa da sua identidade secreta, mas eu acabei causando Pânico em você, desculpa, desculpa. — Ela fala alisando meu braço.

— Então foi você quem mandou aquele embrulho? — Pergunto com indignação.

— Foi, desculpa...— Ela disse com um uma voz mansa e arrependida.

— Eu não sei se eu te mato ou se eu respiro aliviada por isso. — Falei colocando a mão na minha testa.

— Respira aliviada que é melhor — Ela disse rindo.

— Então eles não sabem quem eu sou, mas encontraram um homem sob efeito de uma droga que se chama Akuma, os agentes encontraram um objeto que parecia ser um chip em forma de borboleta preso sob sua pele, eu e o Chat fomos investigar, houve até um incêndio criminoso na casa onde morava esse tal homem, mas nós não descobrimos nada, nem em qualquer interrogatório que fizemos. Então isso também foi a máfia? Eles não deixaram rastro nenhum. — Falei.

— Foram eles sim, e o cara que te fez de refém naquela negociação também era um deles. — Plagg fala.

— Vocês realmente sabem de tudo, impressionante. Mas vocês disseram que o mestre suspendeu todas as investigações, por que ele me colocou nesse caso então, do material dessa tal droga que foi roubada.

— Ele não sabe que é a máfia voltando a atacar de novo, ele nem sabe que o símbolo da máfia é a borboleta, na época não tivemos essas informações, não tínhamos quase nada, eu e a Tikki que conseguimos descobrir com as nossas investigações que eram eles. — Plagg fala.

— Eles querem você. — Tikki completa.

— Foi o que o homem que iria me levar disse, ele falou em vingança... — Eu disse um pouco confusa

— Você é a melhor agente da Miraculous atualmente, Ladybug, desvendou muitos casos complexos, você é muito conhecida pelo grande potencial de espionagem, ter você com eles seria como ter uma carta na manga. Eles sabem que não vamos desistir de ir atrás deles, e eu sei que eles querem vingança pela morte da Le Paon, o sequestro da minha mãe não bastou pra eles. — Tikki fala.

— A minha cabeça tá explodindo com tudo isso que vocês me contaram.

— Eu sei que tá, mas... por favor Ladybug, eles também estão atrás de você, ajuda a gente a acabar com Isso. — Tikki me olha como se implorasse para que eu dissesse sim.

— Tudo isso que vocês me contaram tá martelando aqui na minha cabeça ainda.

— Tikki, eu sei que é importante, mas... Da um tempo pra ela, é muita coisa pra um dia só. — Plagg fala.

— Não, não precisa disso. É claro que eu tô dentro, é que foi muita coisa mesmo, mas tá tudo bem, eu vou ajudar no que eu puder. — Falo dando um leve sorriso.

— O mestre Fu não pode saber disso e ninguém mais, sobre nada que falamos aqui, tudo bem? — Tikki pergunta.

— Tem a minha palavra sobre isso, mas... e o Chat Noir ? 

— Lá em cima, no terraço — Plagg fala apontando seu dedo indicador pra cima.

— Posso...

— Vai lá — Tikki me interrompe.

— Não acho uma boa ideia, ele tá de cabeça quente agora, vocês vão acabar brigando. — Plagg fala.

— Não se preocupem, prometo que não vou arranjar confusão.


Notas Finais


Só digo uma coisa, ainda tem muitos mistérios para serem revelados kkkkkkk
Espero que estejam gostando, e não se esqueçam de comentar o que vocês estão achando, adoro ver a opinião de vocês.

Prometo que vou tentar postar outro capítulo logo, até a próxima!! 😍😘🥰


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