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História Miraculous Ladybug: Purple Rain - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá pessoal, essa é a minha primeira vez nesse site, na verdade minha primeira fanfic, espero que essa experiência me ajude a escrever melhor e que vocês gostem das histórias.

Capítulo 1 - Capítulo 1: A queda da joaninha.


Ladybug foi jogada do alto da torre eiffel, mas eu consegui lhe segurar antes que atingisse o solo. “O que vamos fazer Milady?” lembro de perguntar, porém os acontecimentos seguintes não ficam claros na minha mente. Eu sei que ela tinha um plano, aquela garota sempre tem um plano, e cara, se você visse ela como eu saberia que não teria como nada dar errado enquanto ela estivesse ali ao seu lado, bom, ao menos eu pensava assim.

  Hawkmoth e Mayura tinham um senti monstro muito poderoso, seu nome era Purple Rain, ele era um ser humanoide, pouco mais de 1,60 de altura, ele era magro mas extremamente forte, conseguindo realizar saltos sobre humanos e demonstrando uma força e resistência superior às nossas. Seu corpo era feito de um panapaná de borboletas negras que recebeu um amok do miraculous do pavão, ele tinha o poder de atingir e controlar o coração de suas vítimas, sem necessidade de sentimentos negativos ou da intervenção do Hawkmoth, sem que as pessoas pudessem sequer resistir. A vitória parecia incerta visto que não podíamos nos aproximar o suficiente dele para fazer algo. Ladybug me entregou dois miraculous e disse para nós separarmos, ela ia atrás de outros dois aliados, era preciso uma equipe para derrubar um ser tão poderoso, eu só consigo pensar que deveria ter ficado ao lado dela, talvez nem isso seria o bastante, mas cairíamos juntos. 

   Tínhamos que agir rápido, eu comecei a saltar por telhados a procura dos nossos aliados, tudo em vão. Antes mesmo que eu conseguisse cumprir o dever a mim confiado, vi que Rena Rouge e o Carapace tinham sido atingidos e se virado contra nós, Ladybug já estava cercada por aqueles que deveriam lutar conosco. Minha cabeça apagou ao ver ela ser derrubada, eu tentei alcançá-la, ela olhou nos fundos dos meus olhos, eu senti seu desespero “Agora é com você Chat noir”. Eu não lembro do que aconteceu depois, sei que acordei em minha cama,  não tenho ideia de como consegui sair de lá.


  Me levantei por volta das nove da manhã no outro dia, era estranho mas ninguém tinha vindo me chamar, não me deixavam dormir tanto. Estava morrendo de enxaqueca, não tinha dormido bem e ainda estava desnorteado, a vertigem era evidente. Corri para o banheiro e vomitei um pouco na pia, foi quando levantei meu olhar e percebi o homem no espelho me olhando de volta. Deus, como ele estava acabado, tinha olheiras e estava pálido, seu cabelo loiro bagunçado tinha uma mecha inteira branca, me tomou alguns segundos para entender que aquele era eu mesmo. Segundo relataram muitas pesquisas o estresse crônico pode ser causa de envelhecimento precoce, mas eu não imaginaria que poderia ser tão devastador, o incidente ainda me atormentava fisicamente e psicologicamente. 

   Liguei a televisão assustado, apenas para descobrir que a realidade era bem pior que meus pesadelos. Paris estava tomada por borboletas negras e as pessoas estavam se tornando servos do Hawkmoth a todo  momento, nenhum lugar era seguro, a cidade havia sido tomada pelo caos. O ataque era liderado por um doce e familiar rosto, cujos traços eu bem conhecia de paixão, mas que agora se transformará numa carranca fria de raiva, era a própria Ladybug, os akumatizados juntos ao Purple Rain não deixariam pedra sobre pedra até me encontrarem. O jornal noticiava “A queda da Ladybug, O que será de Paris?”, Marinette, Sabrina, Chloe, Juleka, Rose, Nino e Ayla eram todos nomes conhecidos que apareciam na lista de desaparecidos, eu tinha que salvar todos eles de alguma forma. 

  O que o Hawkmoth queria com isso tudo era meu poder, e a cidade, o povo de Paris ia sofrer por minha causa, era hora de agir, eu ainda tinha mais dois miraculous comigo e iria formar uma força de contra ataque. Peguei meu celular e mandei mensagem para dois contatos, eles estavam bem e juntos para minha sorte, só tinha que arrumar um jeito de chegar lá, com minha força isso não ia demorar. “Plagg mostrar as garras!” Gritei mas ele não apareceu, foi quando ouvi seus murmúrios, ele estava jogado no meu travesseiro, jazia esgotado, tinha sido ele que tinha me tirado da rua na noite anterior? Bem, se eu estava tão destruído pelos eventos da noite anterior ele também estaria, eu não podia cobrar mais dele nesse momento até que se recuperasse, dei um pedaço de queijo camembert para ele. 

  Fui até meu armário e achei uma pasta preta de couro sintético da Louis Vuitton em estampa xadrez, coloquei o Plagg nela, algumas peças de queijo, água, lanternas, isqueiros, caneta e caderneta, qualquer coisa que pudesse me ajudar lá fora. Peguei por fim uma boina cor de framboesa que Marinette havia me dado a pouco tempo, ela seria útil para me disfarçar caso necessário. Eu estava prestes a sair pela janela quando a Nathalie abriu a porta do quarto e disse que meu pai desejava me ver.. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, novos capítulos em breve.


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