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História Miraculous: Mysteries and Lies - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


Oii, estou de volta com essa história desculpe pela demora.

Boa leitura!!

Capítulo 11 - Capítulo 11: Blue Jacket


“Quando parece que está tudo bem, algo terrível acontece.”

—Riverdale



Alegria. Uma palavra que começava a fazer sentido no vocabulário de Adrien. Ele estava ali, sentado na grande mesa de jantar, com Marinette, que agora era sua namorada. Parados no batente da porta estavam Gabriel e Emilie, que pareciam ter se reconciliado.

Pai e filho apenas se olham por um tempo, até um deles se pronunciar:

— Vocês voltaram? — pergunta Adrien.

— Bom... Acho que sim. — fala Gabriel, olhando para Emilie.

— Sim. — fala a loira sorridente.

— Que bom! — diz Adrien, levantando e dando um abraço apertado nos dois. — Eu quero que vocês conheçam a Marinette, minha namorada.

A azulada se levantou, um pouco vermelha, e se dirigiu até o recém reformado casal. Eles se apresentaram, todos sorrindo, e receberam Marinette como já da família.

Logo depois, Mari e Adrien foram chamar seus amigos para caminhar um pouco. Espairecer depois de tantas loucuras seria bom para todos.


•••


Nathalie ou Mayura, como era chamada entre os Kwamis, ainda estava presa. Ela não disse nada a ninguém sobre, na verdade, não ter matado Luka. Mas fez isso para esconder a identidade do real assassino, que sim, ela sabia quem era.

Nossos detetives estavam certos em suspeitar, pois ela só queria proteger a verdadeira pessoa por trás daquele crime.

Enquanto estava sentada em sua cela, um policial apareceu trazendo sua comida e informando que havia chegado uma visita. Nathalie não entendeu quem iria visitá-la, até vê-lo entrando pela porta e parando para encará-la.

— O que você está fazendo aqui? — perguntou Nathalie.

— Bom, só vim me certificar que você vai me ajudar a esconder o segredo sobre o "incidente" — disse o desconhecido.

— Não se preocupe, eu estou do seu lado. Mas eu não tenho certeza de que aqueles pirralhos pararam com a investigação.

— É impossível eles encontrarem alguma coisa. — falou o desconhecido.

— Ok, acho que você está certo. — disse Nathalie cabisbaixa.

— Tudo bem, já vou indo. Só queria fazer uma visita para você.

O desconhecido saiu pela porta da delegacia, sem ninguém ter reconhecido seu rosto. Estava usando um casaco de touca afinal, então a face por baixo dele não estava totalmente à mostra.

A prisioneira ficou encarando o chão, enquanto seu amigo culpado saía pela porta. Ela ainda ficaria trancada ali por um bom tempo.


•••


Os quatro amigos andavam calmamente pelas ruas de Paris. Como era sábado não havia tanto movimento pela cidade, e o clima estava muito bom.

Todos já tinham desistido de pensar que Lila era a assassina. Pela primeira vez, ela não parecia ter mentido em sua resposta durante o jogo da garrafa na noite anterior.

Mas mesmo em seu passeio agradável pelo parque, aquele tipo de assunto não parecia ir embora. Conversavam sobre coisas aleatórias, até Marinette se lembrar de algo sobre o assassinato de Luka.

— Pessoal, vocês lembram daquele casaco do Luka?

— Sim, o que tem? — fala Adrien.

— Nós não pensamos em ter dado uma olhada dele. E se tivesse alguma coisa que ainda estava escondida nos bolsos? — diz Marinette.

— É, isso faz sentido. — fala Nino.

— Onde ele está agora? Na delegacia? — pergunta Alya.

— Sim. Deve estar guardado com o Xerife Roger. — explica Marinette.

— Por que não pedimos para ele? Podemos falar que queremos dar ele para a família. Na verdade podemos fazer isso mesmo, depois de vasculharmos. — fala Alya.

— Essa é uma ótima ideia. — diz Adrien.

O grupo se dirige até a delegacia, em busca de mais respostas para as tantas perguntas, observando mais um pouco o horizonte antes de realmente ir.

Enquanto chegavam, viram uma pessoa encapuzada saindo pela porta da delegacia, alguém que só saberiam momentos depois a indentidade. Não prestaram muita atenção a ele ou ela, e entraram.

O Xerife estava ali, em sua mesa, olhando alguns papéis, então Marinette foi na frente e perguntou ao policial se ele poderia entregar o casaco de Luka para ela. Explicou que queriam devolvê-lo aos familiares, que ficariam felizes em ter algo que era do azulado.

Roger acabou cedendo, entregando por fim a grande bolsa preta para a menina. Mesmo depois de tantos problemas, a sacola parecia dar um pingo de esperança para os amigos.

Resolveram ir até a casa de Marinette, um local um pouco mais seguro do que abrir a bolsa no meio do parque, ou na casa de Adrien, e conseguissem ter privacidade.

Subiram silenciosamente os degraus até o quarto da azulada, pensando se aquela poderia finalmente ser a chave para resolver aquele mistério inacabável.

Todos se sentaram no chão, fazendo um círculo ao redor da sacola preta. Antes de chegar ali resolveram ligar para Marc, avisando que tinham pegado o casaco de Luka de volta, e pensaram em vasculhar.

O amigo contara que não poderia ir, e disse num sussurro que estava em um encontro com Nathaniel. As garotas ficaram felizes por ele, mas não falaram muito forte para não estragar o momento de Marc, então apenas o parabenizaram.

Todos estavam se olhando, decidindo mentalmente quem abriria a sacola. Adrien se voluntariou, abrindo a bolsa e pegando o casaco azul contido nela.

Ele o observou por um tempo, depois de virou para Nino.

— Nino, veste. — diz Adrien, passando o casaco pelas costas do amigo.

— O quê? — pergunta Nino, surpreso.

— Veste.

— Cara, isso é estranho. — ele já vestia o casaco, ficando de pé junto de Adrien.

O loiro começou a vasculhar nos bolsos, como Mari havia dito. Enquanto colocava a mão no bolso direito encontrou um pequeno pendrive, e um bilhete.



"Eu não queria que as coisas tivessem chegado a esse ponto. Espero que você me perdoe."      

                    Ass: R.



— O que é isso? E quem é R? — perguntou Alya.

— Não faço ideia, mas acho que devíamos ver isso aqui. — diz Adrien, segurando o pendrive na mão.

Marinette pegou o objeto de metal e o colocou no computador. Todos ficaram em volta dela para conseguir ver a tela, enquanto Mari abriu uma pasta e um video apareceu.

Todos se concentraram enquanto o video passava no computador. O silêncio preenchia o quarto, enquanto o grupo olhava atentamente para o aparelho.

Uma lágrima caiu pelo rosto de Marinette e um grito de espanto foi escutado por Alya, seguido de suspiros de surpresa dos garotos.

Marinette desligou rapidamente o computador, e retirou o pendrive. Uma lágrima gélida ainda descia por sua bochecha, e um sentimento de puro pavor reinava no local. Aquela era a verdade mais terrível que eles podiam imaginar.


Notas Finais


Foi isso, espero que tenham gostado.

Tchau!!


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