História Miraculous: Secret Wars II - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Luka Couffaine, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino
Visualizações 108
Palavras 1.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura!!!

Capítulo 1 - Consequences


Se pudesse nomear um dia como o pior da sua vida, Marinette certamente diria que foi quando eles venceram a guerra secreta contra Hawk Moth e Mayura.

O que é um tanto curioso. Se eles venceram, não seria algo bom? Por que seria o pior dia da sua vida?

A resposta é simples e pode ser resumida em apenas uma palavra: Consequências.

Obviamente Gabriel Agreste não ficou nada feliz quando acordou no seu quarto depois de ter sido derrotado e imobilizado pelo Venom de Queen Bee. O Miraculous do Hawk Moth e da Mayura tinham sido confiscados e as coisas pioraram ainda mais quando soube que quem confiscou foi ninguém menos do que o seu próprio filho.

As coisas estavam difíceis na mansão Agreste. Gabriel tirou uma licença da empresa, ficando trancado em casa todos os dias sem falar com ninguém, a não ser Nathalie. Quando encontrava com Adrien dentro da casa, ou fingiam que não se conheciam, ou iniciavam discussões quase que intermináveis.

Tudo acabava sempre do mesmo jeito, Adrien ameaçando colocar Gabriel na cadeia e saindo para dormir na casa da namorada.

A sorte dos heróis pós-guerra, é que estavam de férias da escola. Momento mais do que apropriado para assimilarem o que aconteceu e principalmente se acostumarem com as consequências – que eles mal sabiam que maiores ainda estavam por vir.

***

— Tudo teria sido bem mais fácil e indolor se vocês tivessem me entregado os Miraculous. Mas vocês escolheram o caminho mais difícil, então agora, lidarão com as consequências disso.

Marinette acordou em sobressalto, ofegante. A movimentação da azulada fez Adrien acordar também e assim que viu o estado que sua amada se encontrava, sentou na cama, colocando o braço por cima dos ombros dela.

— Ei, o que houve? Outro pesadelo? – Marinette assentiu e ele a puxou mais para si – Está tudo bem, ok? Eu estou aqui do seu lado. – a garota pareceu se acalmar, se aconchegando nos braços do namorado.

— É tudo tão real. – o loiro apenas assentiu e ajudou Marinette a deitar novamente.

Ela não queria ficar incomodando Adrien com isso, de verdade. No entanto era inevitável. Todas as noites eram assim. Todas as noites um pesadelo. Embora Adrien não imaginasse a frequência deles, pois às vezes ela acordava sem acordar o namorado e tentava se recompor sozinha.

O problema é que estava cada vez mais difícil ignorá-los.

***

— Adrien? Não vai almoçar? – Nathalie chamou o loiro, assim que o avistou adentrando a casa.

— Não obrigado, prefiro comer no quarto. – respondeu com um olhar de desgosto para o seu pai, que estava sentado à mesa. – Não quero tirar o apetite de ninguém. – se referiu a fala de Gabriel para ele na noite de ontem, quando sentaram à mesa para jantar.

— Pode ficar. Já destruiu a nossa família, um apetite não é nada. – Adrien cerrou os dentes e se aproximou.

— O único que destruiu o que restava da nossa família é você! – apontou o dedo.

— Não ouse apontar para mim, muito menos falar comigo nesse tom! – Gabriel ficou de pé.

— Ah é, e o que você vai fazer? Me akumatizar? – Adrien fechou as mãos em punhos, enquanto Nathalie observava calada. Nas primeiras discussões que tiveram, a mulher até tentou intervir. Porém agora sabia que era melhor não, já que nem adiantava de qualquer forma.

— Já chega! – bateu na mesa, assustando até Adrien – Pegue suas coisas e saia da minha casa! – o loiro encarou o pai, totalmente chocado. – Só volte quando melhorar esse comportamento petulante!

— Está me expulsando? – riu irônico, enquanto Gabriel assentia.

— Não consigo nem olhar mais para você depois do que você e sua namoradinha fizeram.

— Olha bem como você fala dela! – se aproximou mais, fazendo Gabriel recuar surpreso. – Nem pense em falar da Marinette, não toque no nome dela. Aliás, por causa dela, e unicamente dela, você não está mofando na cadeia como deveria. Por que se dependesse de mim, você estaria usando um macacão laranja e dormindo em cima de uma pedra fria. – Gabriel se calou – Boa sorte tentando me expulsar de casa. O dia que eu sair por aquela porta definitivamente, você vai comigo. Mas eu encontro outro lugar para morar e você vai direto pra cadeia, Gabriel Agreste. – dito isso, virou as costas e saiu.

Gabriel ficou alguns minutos em choque pela fala e postura firme do filho. Em seguida, deixou seu corpo cair na cadeira e respirou fundo.

— Senhor, com todo respeito... Acho que deveria contar ao Adrien o que fez com que você se tornasse o Hawk Moth. Talvez ele entendesse os seus motivos. – Nathalie sugeriu.

— Ele não está pronto, Nathalie. Ainda não.

***

— E-Eu não sei ao certo. Parecem flashes de memória, mas eu não vivi isso, entende? – Marinette explicava, enquanto Luka colava os novos pôsteres do Jagged Stone na sua parede.

— Entendi. Não tem a ver com o negócio de linhas alternativas que a Bunnix mencionou?

— Talvez. – deu de ombros – O ponto é, são imagens assustadoras. – Luka terminou de colar e foi até ela, sentando ao seu lado.

— Fique calma, Marinette. – a abraçou de lado – Eu, o Adrien e a Alya, estamos aqui por você. Não se preocupe. E outra, se você tiver algum pesadelo no meio da noite, pode me ligar. Podemos ficar conversando até você dormir, se quiser. – ela sorriu.

Não estava nos seus planos contar para a equipe que ela era a Ladybug – por mais que todos tivessem descoberto que Adrien era o Chat Noir –, no entanto, Luka facilmente conseguiu ligar os pontos e descobrir. A conversa que a heroína teve com ele quando descobriu a identidade do Hawk Moth, fez com que ele relacionasse com o fato do vilão ser o pai de Adrien e Adrien ser o Chat Noir. Não demorou muito para notar as semelhanças e por fim deduzir a verdadeira identidade dela.

Marinette então começou a conversar com Luka sobre as coisas da sua vida como super-heroína. Além de Adrien – que estava com a cabeça cheia demais, lidando com seus próprios problemas – e Alya – que agora passava grande parte do seu tempo envolvida nas atividades do Ladyblog –, podia contar com mais um ombro amigo.

— Obrigada, Luka.

— Não há de quê. – beijou o topo da cabeça dela.

Os dois sorriram um para o outro e o contato visual foi interrompido por um barulho forte vindo da rua.

Era cerca de oito horas da noite, a cidade estava calma como nunca antes. Porém de repente, todas as luzes se apagaram.

— O que foi isso? – Marinette levantou e foi até a janela.

— Não faço ideia. – parou ao lado dela – A energia pode ter caído, só isso. – mais um barulho foi ouvido. Parecia ter vindo de toda a rede elétrica da cidade. – Ou não. – se entreolharam.

— Precisamos investigar.

Marinette e Luka se transformaram, em seguida saíram pela pequena janela, cuidando para não cair na água, pois não enxergavam quase nada – como a lua estava parcialmente coberta por nuvens, a sua luz ajudava, mas não totalmente.

O comunicador da heroína começou a tocar, então os dois pararam – seja lá aonde estivessem.

— É a Queen Bee. – deslizou parte do ioiô para cima, atendendo o chamado – Oi, aconteceu alguma coisa?

— Sim, eu estava secando o meu cabelo e faltou energia. Tem ideia de como fica o meu cabelo se eu deixar secar natural?— os dois riram.

— Você sabe o que pode ter causado a queda?

— Infelizmente não, por isso que liguei. Vão precisar de mim?

— Se quiser vir.

— Aonde vocês estão?

— Não fazemos ideia. – disse Luka, olhando em volta e não enxergando nada além de um breu. – Mas vamos mandar a localização do ioiô.

Uma risada escandalosa foi ouvida, fazendo Ladybug e Viperion trocarem olhares preocupados.

— Precisamos ir, alguma coisa está acontecendo. Fique em alerta, Queen Bee!

— Entendido, Ladybug.— dito isso, desligou. Então os dois heróis ficaram de costas um para o outro, prontos para qualquer coisa.

Um clarão apareceu em sua frente e um ser com o corpo, que parece ser feito, de pura energia elétrica parou na frente dos dois e riu novamente.

— Quem é você? – a heroína perguntou em posição de defesa, então ele deu um sorriso perverso.

— Meu nome é Blecaute e eu vim buscar os seus Miraculous.


Notas Finais


AAAAAAAAAAA FINALMENTE SAIU!!!!!!

Gente, o próximo capítulo vai estar top demais! Não percam, hein!

Não tenho muito o que dizer, porque estou com muito sono hehehe! Mas, esse capítulo foi mais uma introdução a vida deles pós-guerra. Qualquer dúvida pode ser que seja respondida nos próximos capítulos, mas fiquem à vontade caso queiram perguntar.

Muito obrigada por terem lido, nos vemos no próximo capítulo! Espero que tenham gostado <3 xoxo


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