História Miraculous – Uma História Diferente - Capítulo 5


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Nino, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrinette, Alyno, Humor, Plakki
Visualizações 2.486
Palavras 2.163
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OOOOIIIEEEE!!!
Mais um cap para vocês.
Espero que gostem amoras.
Boa leitura!

Capítulo 5 - Almoço e proposta


P.O.V. MARINETTE

Depois de comprar tudo eu e o Nathan fomos para o meu apartamento no carro dele. Ficamos o caminho conversando e escutando música. Até agora eu não entendo o porquê das meninas não gostarem dele. O Nathan é um garoto muito legal, gentil, e bonito também. Se eu não o considerasse apenas um amigo, eu ficaria com ele.

Quando chegamos, ele me ajudou tirar as sacolas do carro e então entramos no prédio. Acenei para o o porteiro velhinho. Tudo bem que ele era estranho e o nariz dele parecia uma beringela, e que ele ficava encarando as pessoas, encarando muito por acaso, as vezes acho que ele é um serial killer disfarçado e que em alguma hora vai matar todos. Mas de todo o jeito, eu não consigo ignorar ele, maldita gentileza.

Entramos no elevador e apertei o botão do meu andar. Me encostei na parede e olhei para o Nathan. Ele estava me olhando, percebi que queria me falar alguma coisa.

— O que foi? Aconteceu algo? – perguntei e ele corou.

— É que eu queria muito te falar uma coisa… – ele começou, mas parece que a voz dele morreu. Olhei-o incentivando a continuar, ele respirou fundo – Olha, eu não sei como te dizer isso. Vai soar meio constrangedor. Mas é que nós somos amigos a tanto tempo e eu nem sei se você sente o mesmo… eu só… – Ah já entendi o que ele quer dizer.

— Eu sei. Eu também tento entender isso e não consigo. Mas não se preocupa. – eu sorri para ele que abriu o maior sorriso.

— Ainda bem. Eu, nem sei como ia te falar isso. – ele corou.

— Tudo bem Nathan. Não se preocupa, eu vou conversar com a Alya e a Tikki. – falei tentando tranquilizar ele. Mas, ele olhou para mim confuso.

— Alya e Tikki? – perguntou com uma expressão ainda mais confusa.

— É! Você estava tentando me falar do jeito que elas tratam você certo? – perguntei em dúvida. Ele fez um rosto de quem entendeu e abaixou a cabeça, parecia triste – Nathan? – chamei e ele levantou a cabeça com um sorriso pequeno.

— Huh claro. Alya e Tikki. É, é isso sim. – ele parecia desconfortável, mas sorriu.

O elevador apitou, avisando que já tínhamos chegado ao nosso destino. Saímos de lá e caminhamos em direção a porta do meu apartamento. Assim que eu entrei vi uma coisa que eu não queria ver. O que eles estão fazendo aqui? Olhei para as meninas questionadora, mas elas apenas sorriram. Então eu mandei a educação pra puta que pariu.

— O que vocês estão fazendo aqui? – olhei para eles com os olhos cerrados.

— Ué, as garotas nos convidaram para almoçar aqui. Eu nem iria vir, mas quando soube que você iria cozinhar, fui o primeiro a chegar Princesa. – o Ken falou. E eu fechei mais a cara.

— Não vou cozinhar para você. – falei já irritada.

— Porque Mari? – Tikki perguntou – Você pode chamar o Nathanäel – ironizou o nome dele – E nós não podemos chamar eles? – ela questionou, droga.

— É diferente. O Nathan é meu amigo e vocês mal conhecem eles. – apontei para os três que estavam sorrindo. Porque caralhos eles estavam sorrindo?

— Estamos conhecendo agora. – Alya falou e eu olhei ela indignada. O que aconteceu com a minha Alya desconfiada?

— Hunf! Façam o que quiser. – virei a cara com mal humor.

— Mari, está tudo bem. – Nathan colocou uma mão no meu ombro – Que tal irmos para a cozinha? Eu te ajudo a fazer a comida. – ele estava corado. Já falei que ele fica kawaii? Eu sorri fechado.

— Ta certo. Vamos! – falei e comecei a caminhar.

— Opa! Eu vou também. Quem sabe assim eu não ajudo? – o loiro aguado levantou.

— Nem ouse chegar perto da minha cozinha. Ou eu jogo água fervente na sua cara. – falei sem olhar para ele e ouvi a risada de um dos seus amigos. Deve ter sido do dark boy (dark boy - shark boy - dark boy hehehe.. parei, vou tomar meus remédios).

P.O.V. ADRIEN

Aff! Mais um fora. E o pior disso foi ver o sorrisinho cínico do cabeça de fósforo. Mas eu não desisti. Essa garota vai ser minha. Não, espera, o que eu estou pensando? É apenas uma aposta. Beijou, acabou. Mas de todo o jeito, ela me deixa frustrado. Sabe, eu nunca tive que correr atrás de uma garota. E porque com ela é tão diferente? Argh! Pare de pensar nisso Adrien.

— Cara, você tá ferrado. – Plagg falou ainda rindo.

— É irmão, acho que dessa vez você não consegue. – Nino se juntou ao traidor.

— Vou descolar um dinheiro fácil. Essa você já perdeu Adrien. – completou.

— Como assim? – a criatura rosa saída de uma Docelândia perguntou.

— Ah é que nós apostamos que o Adrien. Não consegue fazer a Marinette beijar ele em um mês. – Plagg falou para elas.

— Espera aí. Vocês não estão pensando em brincar com a minha amiga não é? – Alya perguntou séria.

— Não, não, claro que não. Nós estamos brincando com o Adrien. – elas ficaram confusas – É que, a amiga de vocês parece ser dura na queda e é a primeira que não cai aos encantos do loiro aqui. – Nino bateu no meu ombro – Então, eu não duvido nada que ele acabe se apaixonando por ela. – quando ele terminou eu me engasguei com o ar e comecei a tossir.

— O QUE? Eu? Apaixonado? Isso nunca vai acontecer. – falei convicto. As meninas riram e se entreolharam.

— Vou te falar uma coisa que você mesmo falou hoje: Nunca diga nunca! – e os quatro riram da minha cara. Eles estão ficando loucos. Até parece que um dia, eu, Adrien Agreste, me apaixonaria por alguém. Claro que não, eu tenho espírito livre, não nasci para ficar preso a uma pessoa. Portanto, eu posso dizer que nunca vou me apaixonar.

(…)

Algumas horas depois, a princesa nos chama para almoçar. Confesso que a ideia de comer no mesmo lugar que aquele tomate não me agradava. Principalmente depois de perceber que ele quer a mesma coisa que eu, quer dizer, pessoa. Não, por favor, não interpretem isso errado, até parece que eu teria ciúmes de uma garota. Mas ele é uma enorme pedra no meu sapato e com ele por perto não vou conseguir executar meu plano, plano esse que eu ainda não tenho. Mas mesmo assim, não quero esse tomate perto.

A Princesa serviu uma macarronada com almôndegas, junto com uma salada e uma jarra de suco. A comida era simples mas parecia deliciosa. Assim que comi um pouco, comprovei que estava realmente gostoso. Isso me lembrou da minha mãe, ela costumava fazer macarronada para mim e o gosto é praticamente o mesmo.

— Nossa Mari, caprichou hein? – Tikki falou de boca cheia.

— Realmente, isso está muito bom Marinette. – eu falei em seguida, logo vendo a cara surpresa dela, acho que deve ser porque chamei ela pelo nome, mas ela logo sorriu para nós.

— Que bom que gostaram. Apesar de ser uma comida simples. – ela disse parecendo estar sem graça.

— As melhores coisas estão na simplicidade Mari. – o Tomate falou e ela sorriu aberto para ele. O que eu falei? Aff, esse garoto vai ficar me atrapalhando mesmo? Fechei a cara para ele.

— Mas eu tenho certeza que tudo que você faz fica maravilhoso Princesa. – sorri sem mostrar os dentes e vi ela corar. Espera, ela corou? Isso que dizer que ela gostou não é? Sorri mais e vi o curupira fechar as mãos.

— Ah que nada. Mas obrigada. – ela ainda estava corada, e eu tenho que admitir, ela fica muito fofa assim. Ela é tão branquinha e esse vermelho nas bochechas dela a deixam ainda mais linda. Eu estava encantado com essa visão. Mas logo tratei de voltar ao normal. Nada de ficar assim. O que está acontecendo comigo? Droga!

Depois de alguns minutos e olhares atravessados entre eu e a Ariel, a princesa disse que iria pegar a sobremesa. Ela não quis dizer o que era antes e eu estava um pouco curioso.

— Bom, antes de tudo, eu quero dizer que essa é a minha primeira vez fazendo isso e eu espero que vocês gostem. – ela falou colocando a bandeja em cima da mesa – Essa é uma receita do meu pai do doce Mil folhas. – nossa, eu amo esse doce.

— Ele parece ótimo Marinette. – Nino falou e nós concordamos. Ela sorriu e serviu um pedaço para cada um de nós. Eu peguei um garfo e comi um pedaço. Meu Deus! Isso aqui está divino.

— Aí Meu Deus, Marinette do céu. Isso aqui está dos deuses. – Alya falou comendo mais.

— Então Marinette, não quer trabalhar lá em casa? Você cozinha muito bem. – acho que é a primeira vez que eu vejo o Plagg ser gentil.

— Eu disse que tudo que você faz é maravilhoso Princesa. – eu sorri para ela. Dava para ver o orgulho dela só de olhar.

— Ah Obrigada gente! Mas todos os créditos são do meu pai, já que a receita é dele. – ela é tão humilde. É tão belo esse jeito dela.

Nós comemos, fomos para a sala e ficamos conversando por um tempo. Rolou muitas alfinetadas entre eu e o Castiel – referências –, e finalmente ele foi embora. Depois de alguns minutos eu vi a Mari levantar e ir para a cozinha, eu levantei e segui ela. Cheguei vendo ela começando a lavar os pratos. Essa é minha chance.

— Quer ajuda Princesa? – ela deu um pulinho de susto e olhou para mim.

— Huh, não, não precisa. Dou conta disso sozinha. – ela virou para a pia se novo.

— Mas eu faço questão, afinal, eu também comi aqui e não seria justo você lavar tudo sozinha. – me aproximei dela, parando ao seu lado. Ela suspirou e me olhou.

— Ok! Eu lavo e você enxuga, certo? – ela propôs. Eu assenti e ela me deu um pano de prato. Ficamos um período em silêncio, cada um fazendo sua atividade, o único barulho é da água e dos pratos. Quando estávamos quase acabando eu ouvi ela soltar um gemido, olhei para ela e a desastrada tinha cortado a mão. O corte parecia grande e um pouco fundo. Estava saindo muito sangue.

— Meu Deus! Princesa, como se cortou assim? – perguntei largando um prato em cima da mesa e indo até ela e pegando sua mão – Bom, não importa. Vem, temos que dar um jeito nisso. – puxei ela e sentei-a no balcão. Vi ela corar um pouco.

— N-Não é nada Ken. Eu posso dar um jeito nisso. – até quando ela vai me chamar assim? Eu não dei ouvidos à ela.

— Vocês tem algum kit de primeiros socorros aqui? – perguntei andando pela cozinha.

— Tem um ali no armário. – ela apontou para um armário suspenso na parede, eu fui até lá e abri, vendo a caixinha branca lá. Peguei-a e voltei até a princesa.

— É sério Adrien. Não precisa fazer isso. – olhei para ela com uma sobrancelha erguida.

— É a primeira vez que você diz meu nome Princesa. E ele ficou irresistivelmente atrativo nos seu lábios. – ela corou – Vamos, me dê sua mão. – ela estendeu a mão e eu peguei o algodão com álcool para limpar o ferimento – Isso vai doer Princesa. – ela apenas assentiu e eu comecei a passar o objeto molhado na mão dela que soltou um gemido de dor alto e tentou puxar a mão, mas eu segurei mais forte.

— Ai está queimando muito. – ela disse de um modo infantil. E isso foi muito kawaii.

— Eu sei. Mas eu preciso limpar esse ferimento. – falei calmo. Ela apenas suspirou. Depois de limpar eu peguei uma pomada e passei levemente sobre o seu corte, depois peguei algumas gases e botei para tampar o ferimento, passando uma atadura em torno da palma da mão dela, fazendo segurar a gase na mão. Guardei todas as coisas e joguei o que não servia fora.

— Obrigada Ken. – ela falou e eu olhei para ela. Não sabia que uma pessoa poderia corar tanto assim. Eu sorri para ela e fui na direção dela de novo.

— Me responde uma coisa. – ela assentiu – Porque você não me dá uma chance? – ela me olhou e sorriu.

— Você não parece o tipo de garoto que fica com uma só. E desse tipo eu não quero nada. – ela falou e dava pra ver que estava sendo sincera. E de todo o jeito, ela não estava mentindo. Eu realmente sou assim – E você é um idiota com péssimas cantadas. – essa doeu.

— E se eu te provar que posso ser mais que isso? Que eu não sou tão idiota assim? – eu perguntei.

— E como você faria isso? O seu jeito não tem ajuda em nada. – ela foi irônica? Gostei.

— Se você me der uma chance, eu posso te provar. Apenas um encontro. Se você não mudar de opinião sobre mim eu paro de te perturbar. – ela me olhou interessada.


— Hum! Acho que vai ser bom não ter você enchendo minha paciência. – ela deu um sorriso de lado – Eu topo. – eu sorri. Vou mostrar à ela que eu posso ser melhor que aquele curupira falsificado. E assim, eu também ganho a aposta. Eu sou um gênio!



Notas Finais


Então? Gostaram? Sim? Não? Deixem seus comentários. Essa proposta indecente do Adrien hein? No que vai dar?

Desculpem qualquer erro!

Espero que tenham gostado.
Beijos amoras, até o próximo! 😘


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