História Miraculousa Paixão - Capítulo 3


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Lila Rossi (Volpina), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Plagg, Sabine Cheng, Tikki
Tags Adrinette, Emilie Agreste, Gabriel Agreste, Ladynoir, Miraculous, Plagg, Romance, Tikki
Visualizações 211
Palavras 2.790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vejam aqui o retorno de uma vítima de sinusite crônica que retornou das cinzas kkkkkk
Mals aê pela demora, glrr, prometo ser mais rápida pra lançar o próximo!
Bjim de luz pra vcs, mores!

Capítulo 3 - Bom, nesse caso...


Fanfic / Fanfiction Miraculousa Paixão - Capítulo 3 - Bom, nesse caso...

Adrien acabava de largar a última estaca da carga, o suor brotando por cada poro da pele. Suspirou exausto enquanto espalmava uma mão contra a outra para se livrar do excesso de sujeira, depois fechou a tampa da carroceria e dispensou duas tapinhas na lataria para permitir a saída do caminhão. Não esperou sequer um segundo para dar as costas, a poeira do arranque o engoliu mesmo assim, fazendo-o praguejar.

- Hei, Roger. - o homem parou de serrar o tronco que tentava partir e o encarou. - Acabei. - anunciou apontando com o polegar por cima do ombro para o caminhão que se direcionava ao local onde seriam feitas as cercas.

Roger era um dos operários mais antigos da fazenda, conhecia-o desde que era criança, e ele era o responsável por seu novo trabalho. Gabriel confiava a vida àquele funcionário.

- Ótimo. - o peão de pele morena falou, depois passou o olhar pela dimensão dos terrenos, e então encarou o jovem Agreste novamente. - O meu sobrinho vai buscar o rebanho para o curral agora... - e Adrien estalou a língua contra o céu da boca, preguiçoso, ao entender aonde aquilo iria dar. - Acompanhe-o, talvez ele te ensine alguma coisa. - Roger finalizou antes de voltar a serrar o tronco.

- E aonde vou encontra-lo? - perguntou sem boa vontade alguma para aquela função, seu pai encontrara realmente o pior castigo de todos os tempos para puni-lo.

Roger não tirou os olhos da serra para responder. - À essa altura, ele deve estar nos estábulos, preparando a própria sela.

Adrien bufou contrariado, fitando toda a extensão do caminho que deveria tomar à pé e naquele sol de fim de tarde. Planejava se esconder após recolher os animais, talvez só assim Roger parasse com a criatividade de lhe oferecer tantos trabalhos. E, mesmo que não estivesse tão afetuoso com o peão, o obedeceu.

Puxou a camisa que pendurara nas calças e a levou ao rosto, limpou-se do suor da face e do pescoço, aquilo lhe rendeu um pouco de frescor ao receber vento. Caminhou sem muita vontade, torcendo para que o tal sobrinho partisse antes de sua chegada, mas murchou os olhos bronzeados quando um pequeno grupo de operários afirmou ter visto o dito cujo ainda na companhia dos cavalos.

- Vai encontra-lo lá ainda, Nino nunca sai na hora. - um deles falou, para as risadas dos outros três. O pequeno grupo pregava tábuas para estruturar um cercado, já bem próximo dos estábulos. - Vão ter sorte se voltarem antes do anoitecer. - completou antes de bater o martelo contra os pregos.

- Talvez você o coloque na linha, novato. - o mais baixo comentou enquanto apanhava outra tábua. Adrien não estranhou o tratamento, Roger era o único ciente de seu novo trabalho, ninguém mais o conhecia. - O garoto é preguiçoso como uma porta. 

- É, mas tenha cuidado... Ele é sobrinho do chefe, ser parente dos grandões tem lá suas regalias. - outro alertou, o palito de dente remexendo na boca conforme falava.

O loiro assentiu agradecido pelos conselhos, preparando-se para se dirigir aos cavalos, quando um som distante lhe chamou a atenção. A estrada era um pouco afastada, mas podiam ver claramente qualquer coisa que passasse por ela do ponto onde estavam. A poeira subia atrás do cavalo que corria maestralmente.

E Adrien engoliu em seco ao ver quem conduzia o animal, a mulher soltava uma cascata escura voando com o vento, as botas podiam ser vistas à quilômetros de distância, as calças justas marcando toda a superfície generosa e curvilínea das pernas e dos glúteos. O loiro somente saiu do torpor de observa-la quando seus ouvidos captaram os comentários dos peões.

- Aquela ali sim é problema... - o gordinho murmurou, as mãos sem unhas coçando a cabeça suada.

- Eu trocaria todos os meus problemas por aquele problemão... - o homem do martelo sibilou com alguns pregos ainda nos lábios.

- Feche a boca, novato, ela não é pro nosso bico. - o rapaz do palito falou risonho, provocando risos nos demais, mas Adrien apenas conseguiu piscar lentamente como se saísse de um transe. - A senhorita Delícia só tem olhos pro idiota do filho dos Couffaine.

Teve vontade de dizer que conhecia a 'senhorita Delícia' há muita tempo para ser obrigado a ouvir aquele tipo de tratamento para com ela, mas cerrou os punhos para se controlar, não podia estragar o disfarce já no primeiro dia de trabalho. Então a única coisa que se permitiu fazer foi assentir, o mais inteligente no momento era fingir ignorância. Fitou a estrada por uma última vez, o rastro de poeira ainda pairava sobre o chão, e então se despediu um pouco mais frio do que deveria.

Alcançou a entrada dos estábulos ainda carregando uma carranca de irritação, a camisa ainda pendurada no cós lateral da calça, completamente suado e evidentemente cansado. Toda aquela imagem de derrota, no entanto, não pareceu amedrontar o sobrinho de Roger.

- Deve ser o novato... - disse um rapaz sorridente, de óculos e boné para trás, tão moreno quanto o tio. O loiro assentiu, receoso. - Deixe-me advinhar, tio Roger mandou você pra cá e agora eu tenho que cuidar de você. - comentou abotoando as últimas fivelas da sela, não precisava de resposta para saber que estava certo. - Sou o Nino, inclusive.

- Hum, sou o... André. - respondeu, ainda parado no mesmo lugar.

- Sabe preparar uma sela, não sabe? - indagou com uma sobrancelha erguida, as mãos ainda nas fivelas do cavalo. E, mais uma vez, o famigerado novato afirmou com a cabeça. - Então o que está esperando?

Adrien revirou os olhos e se encaminhou aos estábulos, seus instintos o levando direto para o último cavalo da fila direita. Sorriu largamente ao encontrar Solar tão brilhante e musculoso quanto se lembrava. O equino se agitou empolgado ao reconhecer o velho companheiro.

- Hei! O que pensa que está fazendo?! - o grito de Nino era quase apavorado. - Esse é o cavalo de um dos patrões! Não pode sair com ele!

E então a realidade o abateu, aquele fora um movimento nada inteligente, realmente. Fitou o animal com um semblante de desculpas, depois se afastou, se encaminhando para os cavalos de operações. Ainda podia sentir os olhos do sobrinho de Roger o fuzilando pelas costas enquanto selava Ferrugem.

- Pronto. Vamos? - chamou sem esperar por uma permissão para montar o cavalo após a preparação.

Nino ergueu as sobrancelhas, depois concordou e o imitou. E ambos saíram à galope dali, com o equino vermelho do moreno na dianteira, guiando o caminho. Tomavam a direção dos vales, era onde pastava o gado todos os dias desde que Adrien se entendia por gente, e ele ficou feliz de ver que ainda conhecia algumas coisas da rotina da fazenda.

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Marinette pousou graciosamente, mal percebendo os muitos pares de olhos que a encaravam naquele momento. Tempestade aproveitava para beber água enquanto era amarrada, e a moça que o fazia esteve tão concentrada que não foi capaz de perceber a aproximação de uma das pessoas que a observavam.

- Senhorita Cheng... - e ela sorriu divertida, somente ele a chamava assim.

- Olá, Nathan. - cumprimentou educada, dando mais atenção à égua de sua família do que ao homem que se apoiava na árvore diante de si.

- Fico feliz que tenha vindo me visitar. - o homem de feições bonitas e cabelos ruivos falou com um sorriso calculista. - Assim posso entrega-la meu último presente.

A mulher riu, Nathaniel era bonito e esperto o bastante para conseguir qualquer garota das redondezas, mas insistia em tentar deixa-la sem graça. Sabia que não passava de um desafio, por isso se divertia ao dar falsas esperanças vez por outra, mas a pressa não lhe permitia aquele tipo de brincadeira agora. 

- Você não tinha um celeiro para limpar, ruivinho? - brincou se encaminhando para os degraus do alpendre do casarão dos Agreste.

- Nada que me impeça de agracia-la com a minha presença. - devolveu de imediato, fazendo-a sorrir.

- Oh, assim você derrete meu coração de pedra... - ela falou, subindo os degraus com um rebolado que quase o fez desmaiar. - Pensou nessa resposta durante a semana toda, imagino. - e tocou a campainha.

- Assim você superestima a minha inteligência. - ironizou risonho, tratando de tomar o caminho para o celeiro ao notar a porta sendo aberta.

Marinette ainda ria pela piada, mas não foi capaz de assumir isso quando Emilie Agreste se mostrou contente por pensar que a alegria era pela visita. As duas se abraçaram como mãe e filha que não se veem há tempos, e, de fato, parecia fazer meses que não se encontravam.

- Oh, querida, fico tão feliz que tenha vindo! 

- Eu também, tia. - a moça respondeu ainda ajeitando a alça da mochila no ombro.

- Venha, vamos ao quarto, essa casa fica tão sombria quando fico sozinha! - Marinette entendeu o que a mulher falou, mesmo sabendo que as empregadas sempre fazia companhia para Emilie. - E como vai a faculdade, Docinho?

A moça sorriu diante do apelido de infância enquanto subiam as escadas. - Muito bem, graças a Deus. Mais alguns meses e consigo o diploma.

Emilie a fitou por cima do ombro sem esconder o orgulho. - Saiba que a proposta do emprego continua de pé. Gabriel adora você, quer muito contar com o seu trabalho na empresa.

Marinette agradeceu, sem conseguir camuflar a alegria, eram pouquíssimos os que saíam do curso já com um emprego de verdade. - Ficarei feliz de poder ser parte da equipe. Mas não sei se quero o Plagg como o meu chefe, ele não consegue encontrar os próprios sapatos... - brincou, provocando sonoras gargalhadas na loira.

- Faço questão de coloca-lo como seu secretário! - Emilie respondeu assim que adentraram o enorme quarto do casal Agreste. - Os meus meninos são todos assim, desorganizados... Podiam ter puxado a loucura metódica do pai...

A de cabelos azuis riu enquanto tirava a mochila. A loira ainda reclamava de dentro do closet, embora provavelmente soubesse que suas palavras chegavam inteligíveis no quarto, e reapareceu vestida em um lindo vestido vermelho.

Marinette cerrou os olhos em análise, de pé e de frente para Emilie, que esperava por algum comentário. - Sim, posso ajustar mais o busto e os ombros. - e se aproximou com a almofada de alfinetes já presa ao pulso e a linha já bem enroscada à agulha.

A loira passou um tempo apenas vendo a concentração da garota através do espelho, sem mover um músculo para não ser espetada. - Marinette... - chamou, sorrindo ternamente ao se ver encarada pelo reflexo. - Não sei se já teve a oportunidade de vê-lo, mas Adrien está de volta. - era impossível não notar a alegria daquela mãe ao dizer aquilo.

E Marinette não foi capaz de controlar a própria respiração. - Oh, é... A minha mãe... Minha mãe me disse, hoje de manhã. - não era uma mentira, apenas achou melhor esconder toda a parte do possível reencontro peculiar.

- Ele pediu que fosse segredo por alguns dias, mas tive que contar ao menos para Sabine... - Emilie confessou sem conter a empolgação. - Liguei assim que eles saíram para a festa. - e o assunto não era dos melhores para a saúde da frequência cardíaca da moça de fios azuis. - Soube que você também foi.

- Sim. - disse em um fio de voz. - Mas estavam todos de... Sabe? Máscaras... - por um momento, perguntou-se se estava enganar a tia ou a própria sanidade.

- Imaginei que não fossem se reconhecer. Já faz tanto tempo... - e então a loira assumia um semblante nostálgico. - Parece que foi ontem que vi vocês dois cobertos de lama depois de tentarem salvar os porquinhos do chiqueiro... - e as duas riram diante da memória.

- Foi tudo ideia do seu filho, eu apenas fui incitada. - Marinette comentou ainda risonha, acertando o último alfinete. - Que acha do caimento? - e se pôs na ponta dos pés para conseguir ver o reflexo por cima do ombro da tia.

- Sim, perfeito. - Emilie respondeu em agrado, permitindo que a outra iniciasse a costura.

- Ele vai ficar feliz em ver você... Foi a única amiga que ele teve aqui. - murmurou com um quê de orgulho, sonhando com o jantar daquela noite. - Logo estaremos chegando lá.

Marinette sorriu amarelo, sem evitar o enrubescimento, passara o dia com as entranhas se revirando desde que sua mãe lhe contara sobre os planos para o jantar. - Mal posso esperar. - mentiu de tal maneira que a outra não foi capaz de perceber a ironia.

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Fitou a gravata com desconfiança, a impaciência lhe fritando o cérebro, era a quinta que provava. Terminou decidindo ir sem, livrou-se daquela com violência e a arremessou longe, reclamando de dor no braço logo em seguida. Lembrou-se então que todos os músculos do corpo doíam, passar o dia como um operário de fazendo não era o melhor jeito de estar em casa, não depois de todas as frustrações que teve que enfrentar na capital.

Plagg apareceu na porta, tão despojado quanto ele, e Adrien finalmente se sentiu melhor por ver que não iria tão diferente. Uma calça social e uma camisa branca, nada extraordinário, mas nada que o deixasse passar despercebido diante de Marinette. Sabia perfeitamente do visual estonteante dela para se sentir na obrigação de deixa-la tão impressionada quanto ela o deixou ultimamente. Nada demais, apenas devolvendo o favor.

Gabriel dirigiu a camionete sem pressa alguma, sem perceber que o caçula ameaçava implodir a qualquer momento. Adrien engoliu em seco ao notar uma moto estacionada perto do carro dos Dupain, por um momento sentiu o sangue ferver por imaginar que talvez o maldito Luka estivesse lá.

Sabine e Tom já acenavam da porta antes mesmo que os Agreste descessem. O show de cumprimentos demorou bastante, até que todos já tivessem permutado abraços e beijos, mas Adrien franziu o cenho o tempo todo à procura de Marinette. Todos então entraram, com Emilie e Sabine já seguindo à frente, como se costume, para a cozinha. Enquanto isso, os três se encaminharam para a sala de estar, onde um vinho tinto já os esperava aberto e devidamente preparado.

- E então, Adrien? Gabriel me contou que prefere não se envolver na empresa... - Tom começou após uma troca de olhares com o velho amigo, ao que o caçula da família ergueu a sobrancelha em desconfiança.

- Sim... - confirmou ainda um tanto quanto receoso.

- Se preferir, alguma das padarias pode acolher você... Um garçom certamente sua bem menos que um peão. - sugeriu naturalmente, bebericando do vinho e sorrindo de leve ao ouvir o bufo de Gabriel.

Adrien fuzilou o pai com os olhos, soube na mesma hora que ele planejara aquilo. - Oh, é muita gentileza, tio. - estava pronto para recusar.

- Marinette poderia orienta-lo, ela e Alya cuidam da padaria do centro, tenho certeza que ela não se importa. - opa, agora a perspectiva parecia diferente.

Plagg riu quase engasgado, recebendo um olhar assassino do irmão. - Bom, nesse caso... - começou sem esconder a sombra de um sorriso, aquela era uma boa oportunidade de se reaproximar de sua antiga amiga, com sorte até teria chance de ajuda-la a se livrar do maldito Couffaine que a atrasava.

Fitou a própria taça, deixando que os demais mudassem de assunto, sabendo que aquela proposta estava em um forno bastante confiável. Esperou alguns minutos para finalizar aquela primeira remessa de vinho, e então se levantou, disposto a se servir de mais. Se dirigiu ao balcão do pequeno e refinado bar de Tom Dupain, pronto para catar a garrafa, mas virou o rosto diante de vozes diferentes.

Foi quando viu.

Duas moças trocavam cochichos próximas do portal da cozinha, ambas altas e risonhas. Uma de cabelos castanhos presos em um coque apertado, com óculos retangulares cobrindo a face morena; enquanto a outra tinha os cabelos soltos e graciosamente ondulados, tão azuis quanto as uvas que cresciam nos vinhedos da família dela, e com lábios perigosamente vermelhos e carnudos, mas nada perturbou mais Adrien do que os olhos, azuis e sapecas, como duas pedras de turmalina. Ele as via, mas não era percebido, por isso achou melhor voltar para junto dos outros homens, não queria ser mal interpretado, principalmente depois da outra noite. Mas tinha que admitir, sua amiga crescera, e estava mais linda do que nunca. Isso não o agradava tanto, sentia que teria um grande trabalho se quisesse recuperar a amizade de antes, um grande trabalho com os outros caras.


Notas Finais


E é isso... Curtinho, pra ser bem tranqss
Obg pra vc q tá gostando!
Bjão!
E me conta o que achou!


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