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História Mirai Nikki: Fight For Your Life - Capítulo 5


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Notas do Autor


Esse capitulo deveria ter saído ontem mas acho que as coisas vão ficar assim, bom tenha uma boa leitura.

Capítulo 5 - Problemas em Casa


Fanfic / Fanfiction Mirai Nikki: Fight For Your Life - Capítulo 5 - Problemas em Casa

02/07/XXXX. Parque em frente a escola. 13:08.

 

 

Hiyama analisava o diário do futuro do Quinto, que se balançava no balanço, ambos estavam distraídos, o diário da hipervisão era bem fraco por só prever três acontecimentos no dia, mesmo assim ele conseguia ver a utilidade daquele diário, depois de um tempo ele entregou de volta e Reisuke guardou em sua bolsa, os dois ficaram nos balanços.

 

- Tome cuidado.- O professor avisa ao menino que o olha sem entender bem, ele suspira e o encara. - Se o seu diário for destruído acontece o mesmo com você.- Hiyama lembra o garoto que ri.

- Ah tio, se não existe um jogo, não existem as regras.- Explica o porque estar tão calmo naquela situação.

- Entendo.- Hiyama para por um momento apenas observando a paisagem calma daquela rua movimentada, pessoas de todos os tipos caminhavam por lá. - Não nos conhecemos no segundo mundo né?- Ele tenta puxar um assunto.

- Não conhecemos muitas pessoas, aliás você morreu primeiro.- Reisuke lembra o acontecimento do jogo de sobrevivência.

- Você também foi morto.- Hiyama debocha.

- Mas eu quase matei a Yuno-one-chan, duas vezes.- Fica convencido com aquilo.

- Que seja, não me importo mais com aquilo.- Ambos ficam calados. - Quem é esse tal de Akise? Já ouvi falar nele.- Hiyama fica curioso com oque viu no diário.

- É aquele que será um detetive mundialmente famoso! E eu sou o ajudante dele!- Os olhos do menor brilham ao falar dele, Hiyama ignora aquilo.

_ Se me lembro bem deve ser aquele que estava na catedral da casualidade..._ Hiyama pensa no garoto albino que não era um dos donos.

- Tio Hiyama saia do mundo da lua.- O menino faz uma voz grossa apontando o boneco para seu professor, que abaixa a mão dele. - Acho que já está tarde tenho que ir pra casa.- Hiyama se levanta do balanço fazendo um sinal para que o garoto o seguisse.

- Eu te levo, seus pais vão querer uma explicação.- O menino assente.

 

 

Depois de uma longa caminhada eles chegam a casa de Reisuke, a mãe do garoto obviamente questiona porque ele chegou tão tarde, seu pai já iria buscá-lo, Hiyama passou o caminho todo pensando em uma desculpa convincente mas não conseguiu infelizmente.

 

- Eu...- Hiyama começa a suar frio.

- Eu não tinha entendido muito bem então pedi pro Tio me explicar tudo de novo.- Reisuke fala percebendo que o maior não tinha oque dizer.

- Não atrapalhe o homem, ele deve ser alguém ocupado.- A mãe do menino repreende.

- Que nada, esse é o meu trabalho não é?- Hiyama ri sem graça.

- A obrigado, vai entrar?- A mulher pergunta gentilmente.

- Não não, eu vou indo.- Hiyama assente para Reisuke que dá um joinha pra ele, o professor vai embora aliviado.

- O tio Hiyama é bem legal.- Reisuke comenta para mãe que ri.

 

 

Parque aquático.

 

 

 

No fundo Kousaka é afogado brutalmente por Hinata e Mao, Yuno cai na risada, ela fica feliz por nada ter mudado na relação entre eles, ela mergulha sentindo o frio da água e o calor do sol, se lembrando daquele dia no segundo mundo, ela cora um pouco e depois tenta esquecer aquilo, Hinata se aproxima dela no fundo por falta de folego ambas sobem.

 

- Que dia ótimo não é?- A garota de cabelos castanhos sorri para Yuno.

- É está sim!- Yuno retribui, depois de muito tempo nadando, se divertindo, e espancando o Kousaka, os quatro foram para uma lanchonete ali perto, jogaram muita conversa fora, risadas, brigas, tudo estava perfeito para Yuno.

 

 

 

Rua Qualquer.

 

 

 

Hiyama andava por lá pensando em tudo oque avia ocorrido nos últimos dias, foi tudo muito rápido, um homem que ele nunca tinha visto começa a ameaçá-lo do nada, sua saída da prisão, um novo emprego, e um tipo de “amizade” com o Quinto, ele já se sentia alguém novo de alguma forma. Como ele estava distraído ele não percebeu a presença que estava em suas costas, o homem o agarrou pelo pescoço onde mirou sua faca.

 

 

- Passa tudo que você tem agora!- O bandido encapuzado ordena, Hiyama fica indiferente com aquilo.

- Ei solte ele!- Um garoto albino grita chamando muita atenção, ao ver que o criminoso tinha baixado a guarda Hiyama agarra o pulso dele o fazendo largar a faca, ele até tenta entrar em uma luta corporal mas Hiyama aplica um soco em sua barriga que o faz cair de dor.

- Que bom que está bem senhor.- O albino se aproxima e Hiyama logo se lembra dele.

- Não é? Akise Aru.- O professor fala dando as costas. - Acho que você vai cuidar dele não é?- Se refere ao bandido.

- Claro.- Akise responde deixando o homem ir embora, aqueles poucos segundos de tensão não fizeram nada com Hiyama que continuava indiferente.

 

38° Catedral da Casualidade.

 

 

Lá Yukki, Ex Machina e as outras duas Muru Murus assistiam tudo, Yukki percebe a diferença de seu ex professor, ele teria matado aquele homem com certeza, logo que seria considerado por própria defesa.

 

- Você está se tornando alguém melhor certo?- Yukki pergunta mesmo que Hiyama não pudesse ouvi-lo.

- Disse alguma coisa?- A segunda Muru Muru tinha a impressão de ter ouvido a voz de Yukki.

- Ah, não.- Yukki disfarça.

 

 

Hiyama entra em sua casa cansado, das novidades, das crianças gritando, estava cansado até de pensar, ele simplesmente se joga na cama e cai em um sono profundo, esperando não ter outro sonho.

 

- Vai ser sempre um assassino.- Aquela voz feminina repetia a mesma frase na cabeça de Hiyama, ele ficava desesperado com aquilo, o desconforto era enorme, ele pula da cama suado e logo nota que era um pesadelo, ele olha para o relógio vendo que já eram duas da manhã.

 

- Eu dormi tanto assim...- Hiyama coloca a mão na testa, ele estava com uma dor de cabeça terrível, ele toma coragem de se levantar e fazer sua higiene pessoal, em seguida vai até a cozinha e toma alguns remédios sem se importar se estão na validade ou não, sem sono pega um livro e se põem a ler ali mesmo. Depois de um tempo lendo ele ouve uma pancada muito forte na sua porta, ele vai até a escada e olha sem se mostrar, logo outra pancada e aplicada, ele percebe que a intenção é arrombá-la, ele corre para o quarto e pensa noque fazer, ele lembra da caixa que Akise avia enviado, ele corre até o armário e pega ela, é quando ele ouve outro barulho e percebe que a porta tinha sido arrombada de fato.

 

- Foi mexer com nosso bando meu amigo agora você não vai sair vivo.- Um homem encapuzado que aparentava ter uns dezenove anos grita avisando Hiyama, outros quatro estavam com ele, ambos armados com metralhadoras KOCH MP5K.

 

Os cinco se separaram já que a casa era um pouco grande, três no andar de cima e os outros dois embaixo, um deles foi logo revistar no quarto de Hiyama, ele olhou no banheiro, e se abaixou para ver embaixo da cama, Hiyama saiu do armário batendo na nuca dele com uma barra de metal, oque fez ele desmaiar, Hiyama pegou a metralhadora sem nem pensar duas vezes, mas ele não pretendia matar ninguém mesmo que estivesse vestindo seu equipamento, ele só pretendia se proteger e acabar logo com aquilo, ele saiu do quarto atento aos passos, logo notou que tinham mais dois com ele, andou calmamente até se aproximar de sua sala de trabalho e viu um deles observando objetos na sala, provavelmente pensava em roubá-los, Hiyama pegou a barra de ferro firme e partiu pra cima aproveitando que ele estava de costas usou a mesma técnica da última vez, deu certo novamente, o coração de Hiyama estava a mil, ele se agachou e tirou a arma das mãos do menor, se levantou novamente e ao se virar viu que o outro estava apontando a arma para a cabeça dele.

 

- Larga, agora.- O invasor mandou, Hiyama se abaixou colocando as armas no chão, depois disso Hiyama tentou pegar a arma dele com um movimento rápido mas não obteve sucesso, o criminoso o chutou fazendo ele cair no chão com agressividade. - Seu miserável!- Ele estava prestes a atirar quando recebeu um golpe na nuca e desmaiou, Hiyama não entendeu nada que estava acontecendo até que viu aquelas pequenas mãos segurando um bastão de basebol, Hiyama surtou com aquilo.

- Oque diabos você tá fazendo aqui?!- Hiyama ficou desesperado ao ver aquela criança ali, ele deu os ombros sorrindo.

- Ele ia te matar.- Foi a única coisa que o garoto de macacão verde falou.

- Meu traje é a prova de balas e explosivos, já você está vulnerável!- Ele reclamava quase cochichando, para não chamar muita atenção.

- Eu não sou burro o suficiente pra ser morto por esses sacripantas.- Reisuke diz convencido. - Não vai matá-los não é?- Hiyama balança a cabeça negando.

 

- Ele não está aqui embaixo!- O líder deles gritou enquanto subia a escada, os dois se esconderam na sala, quando subiu o homem já achou estranho o silêncio ali o seu companheiro também reparou isso, os dois se separaram o chefe viu o outro desacordado no quarto sem a arma. - Então vai ser assim?- ele seguiu indo para a sala de trabalho achando os outros dois, ele vendo que não tinha mas ninguém se virou em direção a porta, mas logo voltou e atirou nas estantes de livros, Hiyama jogou ela em cima do que atirava mas ele desviou, Reisuke bateu nos ante braço dele fazendo-o largar a arma em seguida o menor a chutou pra longe se afastando também, Hiyama apontou a metralhadora pro outro.

 

- Até que você é bom.- Hiyama riu, mas logo voltou a ficar sério ao ver o outro prestes a atirar nos dois, Hiyama ficou na frente de Reisuke impedindo que ele fosse atingido.

- Corre, corre, corre!- Vendo que não tinha jeito os dois correram dali, mas foram surpreendidos por Kurusu e Nishijima mirando as armas neles, logo largaram as armas e se renderam.

- Tá tudo bem?- Hiyama fala ofegante ajoelhado em frente ao menino.

- Uhum, seu coração tá a mil!- O garoto fala rindo.

- Quinto?- Kurusu fica curioso ao ver ele ali.

- Não conta pros meus pais, não conta pros meus pais, não conta pros meus pais!- O menino repete desesperado, Hiyama ri ironicamente.

- Que seja, só some daqui sem que ninguém mais te veja.- O menino se prepara pra correr pra fora da sala.

- Ei!- Hiyama o impede segurando seu braço. - Obrigado.- Ele solta depois disso o deixando ir, os três veem o menino descer a escada com pressa, o professor suspira aliviado por tudo aquilo ter acabado.

- Dessa vez você vai ter que dar depoimento mesmo sem querer.- Keigo o avisa, mas ele não se importa, não mais.

 

 

De manhã já não tinha outro assunto, todo mundo estava falando sobre o acontecimento na casa do professor.

 

- Ele lutou contra aqueles cinco bandidos sozinho!- Uma garota falava para Yuno, Hinata e Mao, Yunno se lembra do seu professor, que era o Terceiro.

- Hiyama...- Ela fica pensativa.

- Não se preocupe Gasai ele está bem.- Akise aparece, lá para aliviar Yuno.

- Oque?! Você conhece ele?!- A garota que estava fofocando fica surpresa.

- É que ele já foi meu professor...- Yuno fica sem reação naquela situação, Hinata e Mao riem dela. - SUAS TRAÍRAS!- Yuno grita indignada.

 

 

03/07/XXXX. Escola. 07:06.

 

 

Todos os olhavam como se fosse algo de outro mundo, aquilo deixou ele totalmente desconfortável, a diretora então parecia até admirada, só as crianças que não ligaram muito, a partir daquele momento Hiyama passou a gostar mais delas só por aquele motivo, ele começou ao menos se sentir uma pessoa que a sociedade considerava boa, ou ao menos alguém normal que passava por problemas como todos os outros, aquilo o deixou levemente satisfeito, mas naquela carteira encostada a janela, aquele garoto que olhava para o dia lá fora, ele não entendia bem mas sabia que algo nele lhe chamava atenção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Continua…

 


Notas Finais


Esse capitulo foi mais puxado pro Terceiro e pro Quinto, pretendo fazer isso com outros personagens até a hora do plano maléfico chegar, enfim espero que tenham gostado, até breve.


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