História Mirror Mirror - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Camren, Lauren Jauregui, Romance
Visualizações 190
Palavras 1.474
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem e uma boa leitura pra todos.

Capítulo 18 - Capítulo 18



POV Lauren




Fico paralisada olhando pra ela tentando entender as palavras que saiam de sua boca, se era realmente o que Dinah dizia ou eu estava ouvindo coisas, de repente sinto a minha visão ficando turva e tudo que escuto uma voz distante dizer o meu nome antes de apagar.



-Lauren!





Não sei por quanto tempo fiquei desacordada me despertei ao senti o lado esquerdo do meu rosto queimar, imediatamente abro os meus olhos levando a minha mão ao local vendo Dinah me olhando com uma expressão no rosto que não consigo decifrar então ela pergunta.




-Tudo bem com você Lauren? —Ela pergunta preocupada.




-Sim, estou bem obrigada pela preocupação —Falo me levantando do sofá onde e estava deitada.



-O que aconteceu? —Pergunto confusa.




-Estávamos conversando sobre você e Camila então de repente você desmaiou do nada.




-Então realmente você disse que eu quer dizer Camila e alguém idêntica a mim tiveram um caso?




-Sim.




-Então eu não estava ouvindo coisas. —Falo pra mim mesma.




-Não, até onde eu sei não.




-Mas você realmente esta se sentido bem?




-Sim, estou bem acho que a minha pressão deve ter caído ou a glicose, eu não tenho me alimentado direito esses dias.




-É deve ter sido isso mesmo. —Ela fala calma.




-Acha que podemos volta a nossa conversar ou prefere que eu volte outra hora ou nos encontramos em outro lugar para podemos conversar.





-Podemos conversar agora estou bem.




-Tem certeza? —Ela pergunta receosa.




-Tenho sim.



-Tudo bem como havia dito antes eu não concordava com o seu quer dizer, com o relacinomamete que Camila tinha  com uma mulher idêntica a você devido aos problemas que ela já tinha.




-Que tipos de problemas ela tinha.




-Ela sofria muito bulling na escola e o relacionamento com os pais dela não estava nada bom devido ela ter confessado a eles que gostava de gatotas, a minha dela meio que surgiu sabe.




-E Camila estava muito frágil com tudo isso que estava acontecendo, então uma mulher idêntica a você aparece para piorar tudo.




-Sabe tinha algo no olhar dela que não me inspirava confiança, eu tentei falar com  Camila sobre o que eu achava, mas ela não quis me ouvir.




-A sua quer dizer a influência dela sobre Camila era muito forte então decidi conversar com ela cara a cara, mas sou piorou a coisas.





-Como assim piorou? —Pergunto receosa.




-Quando fui conversar com ela, ela mostrou a verdadeira face dela e me ameaçou se eu afastasse Camila dela.




-Que tipo de ameaça?




-Se eu continuassem a me intromete entre elas coisas ruins iriam acontecer principalmente com Camila.


-Nossa. —Era tudo que eu conseguia dizer pois estava chocada demais com as ovas descobertas.




-Eu tentei conversar com Camila sobre essa Lauren ser perigosa, mas ela estava tão cega que não quis me ouvir e se afastou ainda de mim e de sua familia por causa dela.






-E algumas semanas depois veio o baque Camila foi encontrada morta de forma brutal, algo que até hoje nunca conseguir superar.




-E quando te vir naquele dia no restaurante sendo apresentar como a melhor amiga da minha namorada eu quis te matar com as minhas próprias mãos já que eu desconfiava do envolvimento dela com a sua morte.





-É totalmente compreensível, mas o que te fez mudar de ideia sobre mim.





-Bom em primeiro lugar os seu olhar não se pareciam em nada com a outra apesar de vocês praticamente serem idênticas fisicamente, mas eu só tive certeza quando tive uma conversar muito séria com a Mani.




-E ela me provou que vocês se conheciam desde que eram crianças, e principalmente que era impossível você ter a mesma aparência que tem agora comparado a dez anos atrás.




-E também ela me contou sobre o seu surto há três meses atrás e ela me contou que você ligou para a policia que havia testemunhando que um garota chamada Camila havia sido assassinada.





-Mas ela achou tudo muito estranho pois você havia dado o seu endereço como o local onde havia acontecido o assassinado, e ela também disse que você estava em choque quando ela e os policias chegaram aqui.




-Eu não conseguir suporta ver o que vir depois de tanto tempo em ver ela.....




-Como assim me explica essa historia direito não me esconda nada? —Dinah fala me interrompendo.






-Sei que parece loucura o que eu vou te contar, mas é a pura verdade.




-Tudo bem estou ouvindo.




Contei tudo desde que comecei a ver Camila quando eu era criança através de espelhos ou qualquer superfície que refletisse alguma imagem, enquanto ela me ouvia chocada com a boca entreaberta, ela me ouve sem questionar, depois de alguns segundos me encarando em silêncio Dinah fala.




-Quer dizer que tod esse tempo que via ela até o que voce testemunhou a três meses atrás você nunca viu ou encontrou com ela pessoalmente?




-Não, era tudo que eu mais queria em minha vida, eu sempre tive esperanças de que algum dia isso fosse possível.




-Posso imaginar, mas agora que você me contou isso agora faz sentindo algo que Camila me disse uma vez.




-O que? —Pergunto curiosa.



-Que ela se sentia sendo vigiada por alguém, mas não sabia como explicar como isso era possível.




-Mas ela não via ninguém?




-Não apenas que sentia que os seus passos eram observado por alguém, agora imagino que era você.




-Sabe cheguei a pensar vem alguns momentos que ela também podia me ver. —Falo levantando do sofá.




-Se ela tivesse visto alguém com certeza ela teria me contado alguma coisa do tipo.





-Entendo.




-Tem certeza que não quer nada para beber? —Pergunto indo em direção a cozinha.





-Tudo bem aceito qualquer bebida alcoólica que você tiver.





-Acho que ainda tenho cerveja, tudo bem pra você?



-Sim.


Assim que ouvir ela dizer isso vou até a cozinha respiro fundo tentando assimilar tidas essas informações que mais pareciam ter saido de algum filme de ficção ou um livro, pego duas cevejas e volto para a sala com Dinah mexendo em seu celular com se estivesse mandando alguma mensagem, então ela se virabpra mim e diz.




-Estava mandado uma mensagem para Mani confirmando que irei encontrar com ela depois.




-Certo, aqui esta. —Falo entregando a cerveja pra ela que sorrir em agradecimento, me sento no sofá a sua frente e dou um gole em minha cerveja e pergunta a ela.




-O que você está achando de tudo isso. —Pergunto curiosa.




-Que tudo me parece uma grande loucura, mas ao mesmo tempo surreal.



-É você tirou as palavras da minha boca. —Falo tomando outro gole da minha cerveja quando ouço ela perguntar.




-Você acha que existe alguma possibilidade de você ter encontrado uma forma de viajar no tempo? —Me engasgo com a sua pergunta.




-Nossa que pergunta mais doida. —Falo limpando a minha boca devido ter me enganado com a minha bebida.




-É mais isso explicaria o fato de você ter a mesma aparência de agora quando nos conhecermos a dez anos atrás.





-Sabe o que eu acho que você anda assistindo muito o Exterminador do futuro.





-Ah é como você explica isso.




-Não sei, mas se houvesse uma pequena possibilidade de eu ter encontrado uma forma de voltar no tempo, você acha mesmo que eu voltaria para fazer algum mal para a Camila? 





-Não você,  mas a sua versão sim vamos chamar-la assim.




-Mas por qual motivo? 




-Eu ainda não sei. —Ela fala bebendo um gole de sua cerveja.



-Isso não faz sentido.




-Eu sei que não. —Ela diz pensativa, neste momento o alarme do meu celular toca me avisando que está quase na hora de minha consulta com o doutor Cowell.




-Eu preciso sair agora.




-Pra onde você vai? —Ela pergunta curiosa.



-Daqui a pouco é hora da minha consulta.




-Ah é claro com o psiquiatra.



-Sim, faz parte do acordo com os meus pais para eles não me internarem.





-É a Mani me falou alguma coisa do tipo.





-Então vamos conversar sobre isso depois? 




-Claro vamos manter contato, mas quero te pedir uma coisa.




-O que?



-Que não conte nada para Mani.



-Por que não? —Pergunto curiosa.




-Bom pelo simples fato que ela acha que você não está batendo bem imagina o que ela vai pensar de nós duas.




-Eu já imaginava isso, mas só vou contar pra ela quando eu puder provar que não estou louca.




-Concordo com você sobre isso, mas não se preocupe com isso pois você não está só nessa.






-Obrigada Dinah.




-De nada, agora já vou já que você tem consulta não quero te atrasar.




-Tudo bem.



Antes dela sair se vira porá mim e me abraça e se afasta em seguida tirando um cartão de sua bolsa e me entrega dizendo.





-Este é o meu número quado precisar conversar comigo sobre isso ou qualquer outra coisa que precisar.



-Obrigada.




-Tá a gente se vê por ai.




























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