História Mirrors (Espelhos) - Capítulo 10


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Categorias Corpse Party, Kuroshitsuji, School Days, Vampire Knight
Personagens Hanabusa Aidou, Kaname Kuran, Maria Kurenai, Personagens Originais, Rima Toya, Ruka (Luca) Souen, Sara Shirabuki, Sayori Wakaba, Sebastian Michaelis, Senri Shiki, Yagari Touga, Yuuki Kurosu
Tags Arkyos Angel
Visualizações 51
Palavras 1.703
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Jogo Mortal; Um Novo Lugar


Fanfic / Fanfiction Mirrors (Espelhos) - Capítulo 10 - Jogo Mortal; Um Novo Lugar

*Mansão Michaelis*

Sebastian tinha acabado de chegar em sua casa, mas sempre com Ana em mente, ela era quase a sua irmã, e a mesma o tratava dessa forma, ela o chamava de 'Onii-sama', 'Onii' ou 'Onii-chan'. Mas saber que aquela de olhos ametistas era a sua, suposta irmã, o deixou inquieto. Quem poderia ter feito isso com ela? Justo quando Ana iria fazer uma visita para a Sra Senri, a mesma estáva preocupadíssima quando soube que a sua filha poderia estar morta, tanto que roeu as unhas, chegou a ficar mais depressiva. Shiki raramente a visitava, e Ana a visitava sempre, o que não iria acontecer até que ela recuperasse as suas memórias.

Sebastian, depois de tomar banho e vestiu-se com algo menos formal e elegante, depois se deitou na cama, olhando para o teto e pensando. Shiki viria pela manhã, para assim, souber das notícias sobre Ana.

Mas... Por que dos olhos violetas? Para roubar a memória de uma pessoa, não mudaria a cor dos olhos... 

E por que Ana estaria naquele lugar? Foi óbviamente tudo planejado, e para ser tão bem executado, deveria fazer um tempo desde que a pessoa estaria planejando.

Será que descobriram que ela que estava ajudando o Rido?

Que idiotas... - Sebastian pensou sorrindo.

Se tivessem feito isso com Ana por causa de Rido... Seriam muito idiotas. Mas a jovem sabia que isso aconteceria.

Os amuletos que iram fazer o Rido despertar, estão, todos com o Sebastian, Ana passou a responsabilidade para ele, afinal, já tentaram roubar os amuletos dela uma vez, e Ana matou o cara com apenas um olhar de raiva. A cabeça dele estourou.

Por isso, quem faria Rido despertar, seria ele, Sebastian Michaelis, cujo é o "irmão" de Ana, e o melhor amigo de Rido, que ajudou o Sebastian matar o resto das pessoas que obedeciam o seu pai, por isso se deram tão bem.

Sebastian pegou o seu celular na cômoda, colocou no calendário, viu o dia.

— 5 de agosto... Mas como é noite e daqui a pouco irá dar o dia 6 - Sebastian falará alto — Dia 5 de fevereiro, dia que deveremos despertar o Rido - faltava menos de um ano para que o Rido despertasse novamente.

Vampiros... Eles falam de demônios... Mas a maioria deles são tolos, demônios nunca roubariam a memória de alguém sem saber de tudo, eles não mudariam apenas a cor dos olhos e sim a aparência toda... - Sebastian pensou novamente com um sorriso.




*Mansão Kuran*

Depois da jovem ter arrumado as suas coisas, ela deitou-se na cama, estáva um tanto cansada, sentia muito sono e um pouco de desconfiança, não sabia para o lugar que Kaname a levaria, muito menos o motivo dela fazer uma mala com tudo que lhe pertence.

Mas... Ainda estava rolando aquela festa, Kaname tinha lhe contado que estáva devendo mais duas horas junto de Sara.

"— Por que? - Ana perguntou inocentemente.

— Foi o que ela pediu de aniversário, então... - falará Kaname se irritando. Só de falar da Sara já o irritava.

— Tudo bem... - Ana novamente deitou-se no ombro dele."

Então isso esclareceu muita coisa para a menor, Kaname não gostava da Sara, mas só lhe deu atenção pois foi um pedido dela. Ana não entendeu o motivo dele ter explicado tudo bom clareza para ela, mas gostou de saber de tudo, talvez ela realmente fosse egoísta.

...

Ana ainda estava adormecida, parecia um anjinho, estáva encolhida enquanto abraçava o travesseiro, tinha a respiração calma e tranquila. A morena mexeu-se na cama ao sentir alguém tocando em seu cabelo, depois fizerem um leve cafuné.

— Ana, acorde - uma voz serena e masculina a chamou.

— Hum? - hesitante ela tentou abrir os seus olhos, mas foi em vão, eles ainda imploravam para ficarem fechados, isso a fez piscar diversas vezes, até que os conseguissem abrir por completo.

— Bom dia... - falará o homem tranquilamente.

— Kaname? - Ana perguntou coçando o seu olho delicadamente.

— Sim, podemos ir? - ele estáva com pressa, quando Sara acordasse, ele já queria estar longe daqui.

— Huhum... - falará sonolenta.

— Me perdoe por apressa-la - beijou a testa dela delicadamente, Ana corou, Kaname sorriu com essa reação dela.

— Não... Ah... Eu... - nem sabia o que falar, o seu coração estáva acelerado. Ela cobriu os olhos com as mãos infantilmente, tinha vergonha, nunca foi tão próxima de Kaname dessa forma.

Kaname deu uma leve gargalhada, era engraçado deixá-la vermelha e envergonhada, e de fato, Ana era inocente.

Mas... O Kuran ainda estava curioso, como alguém poderia ser tão puro? Poderia ser pela perda de memória, ele também se sentia interessado para saber como que Ana era com as suas memórias e a sua personalidade verdadeira.

— Troque-se, estarei lhe esperando lá no jardim - parou de acariciar aqueles cabelos negros que eram bem macios — Não esqueça de sua mala.

— Huhum - ela tirou as mãos dos olhos, olhando-o inocentemente e com um lindo brilho no olhar.

Kaname levantou-se da cama, olhou a última vez para a jovem e saiu, estava extremamente curioso.

Por que ela me interessa tanto? - Kaname se perguntou.

...

Ana vestiu-se com um vestidinho lilás, era curto e batia na metade de suas coxas, eram sete e dez da manhã, mesmo assim já estava ensolarado, o seu vestido tinha as bordas roxas, cujo era a borda das mangas, uma bordinha abaixo do seu busto, também tinha uns fiozinhos roxos como enfeite. A jovem colocou uma sapatilha com salto baixo preto, um colar de prata com um pingente de coração.

A morena pegou a sua mala, ela estáva perto da porta, era de rodinhas da cor negra, um pouco grande e estava pesada.

Mas do mesmo jeito, Ana a arrastou cuidadosamente, assim não acordaria ninguém.

A jovem tentou pegar a mala nos braços, claro, quando chegou mas escadas, mas não conseguiu, a mala em si já era pesada.

Mas foi teimosa, infelizmente, quando ela tocou nas rodinhas, fez um leve corte em seu dedo, Ana reclamou mentalmente, tinha doído, ela colocou o dedo na boca, sugando o próprio sangue.

Com isso, mesmo do lado de fora, Kaname sentiu aquele cheiro, rapidamente entrou, alguém poderia acordar, ele viu que a menor estava com dificuldade para descer a mala.

— Ana por que não pediu ajuda? - ele perguntou já subindo as escadas.

A mesma assustou-se, quando se virou, acabou tropeçando nos próprios pés, ela tentou manter o equilíbrio mas não conseguiu.

O Kuran a segurou, Ana estáva ofegando, ela por um segundo tinha pensado que iria realmente cair.

— Sinto muito Kaname... - pediu envergonhada.

— Por tem vergonha? - Kaname perguntou, ele já estáva a conhecendo muito bem.

— Porque nem uma mala eu consigo carregar sozinha... Me sinto tão dependente assim... - ela o respondeu.

— E qual é o problema? Estou aqui para te ajudar - ele fez a menor sentar-se no seu braço, ele pegou a mala dela.

— Eu não sou um incômodo? - ela perguntou inocentemente.

— Não é, e eu já te falei isso milhares de vezes - ele a respondeu.

— No caso... Só duas... - Ana murmurou.

Kaname deu risada — Você é muito insolente mesmo... - falará malvado. Ele gostava quando o obedeciam e não o respondiam. Resumindo, coisa que Ana não é.

...

— Estamos chegando? - Ana perguntou dentro do carro, já fazia muito tempo que eles estavam lá dentro.

— Sim, não vai mais demorar, prometo - ele sorriu.

— Sim - ela sorriu.

Ana olhou pela janela, tinha diversas árvores e plantas, mas não era um parque, o chão era de pedra. Mas depois de umas duas voltas, o carro parou. Tinha um enorme e belo portão, por trás uma mansão lindíssima. Ana ficou boquiaberta. 

O portão abriu-se sozinho, parecia ser eletrônico, o carro voltou a andar, fazendo Ana ver a belíssima paisagem, ele entrou na garagem, e estacionou.

— Onde estamos Kaname? - Ana perguntou o olhando.

— Na minha casa - ele a respondeu sorrindo.

— Mas... A sua não era....? - Ana estáva confusa.

— Eu tenho diversas, espero que se sinta confortável aqui. - ele parecia tão gentil... — Venha - ele estendeu a sua mão para ela.

— Sim... - Ana sorriu, Kaname realmente era bondoso com ela, ela segurou a mão dele delicadamente.

Kaname estava surpreso, ambos saíram do carro, e começaram a andar. O Kuran observava a jovem pelo canto do olho, vendo a animação dela.

— Está gostando? - ele perguntou.

— Sim... Aqui é muito lindo... - ela estáva encantada — Mas... Por que me trouxe aqui Kaname? - ela perguntou inocentemente.

— Vamos morar aqui. Se desejar, podemos ir em outra das minhas casas - ele passou uma mão na cintura dela, mantendo-a mais perto.

— Não... Mas... Por que quer me levar? O senhor poderia mudar-se sozinho - ela estáva curiosa.

— Eu falei que cuidaria de você, e é isso que eu vou fazer, além que, eu gosto muito de sua companhia... - Kaname foi interrompido por uma mulher que pulou nele.

— Oiiii Kah!!! - estáva animada, era uma jovem de cabelos castanhos curtos ondulados e olhos âmbar.

— Solte-me - Kaname mandou friamente, a felicidades dele desapareceu rapidamente. Só que ele gostava mais dela do que da Sara.

— Nossa que frio - ela o soltou.

Ana estava com a cabeça inclinada para o lado e com um olhar de interrogação.

— Ana, deixe-me te apresentar, essa é a Raquel, a minha empregada - Kaname apresentou.

— Prazer - a morena a comprimentou com a cabeça.

— Prazer, Ana certo? - falará a garota animadamente.

— Sim... Esse é o meu nome - Ana ficou tímida.

— Você realmente é adorável!! Você é a namorada do Kah? - Raquel pergunta com os olhos brilhando, mas não deu tempo deles responderem e continuou a fala — Kaname não sabia que você gostava de lolis... Mas... Você... - ela apontou para Ana — Você não me parece loli, mas ao mesmo tempo parece... Além de ser adorável... Uma gracinha - Raquel analisou Ana dos pés a cabeça.

— De um tempo, somos amigos - falará Kaname um tanto irritado.

— Sei... E você senhorita, gosta do Kah? - Raquel perguntou.

— Sim! Ele é muito legal comigo - falará Ana sorridente.

— São namorados? Ficantes? Amigos de sexo? Noivos? Casados? - Raquel perguntou para a Ana.

— Não... Amigos - falará Ana.

Depois de mais perguntas de Raquel, ambos descediram entrar. Raquel apresentou cada lugar da casa para Ana, depois a ajudou a desfazer a mala dela, apresentando um novo quarto para a morena.















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