História Mirrors; Segunda Temporada: Insanidade Irresistível - Capítulo 49


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Categorias Kuroshitsuji, School Days, Vampire Knight
Personagens Akatsuki Kain, Doll, Finnian "Finny", Grell Sutcliff, Hanabusa Aidou, Haruka Kuran, Kaname Kuran, Maria Kurenai, Mey-Rin, Personagens Originais, Pluto, Rima Toya, Ruka (Luca) Souen, Sara Shirabuki, Sebastian Michaelis, Senri Shiki, Takuma Ichijou, Yuuki Kurosu, Zero Kiryuu
Tags Amor Doentio, Dupla Face, Insanidade, Kuzu No Honkai, Mudança Radical, Obsessão, Possessão, Ressurreição, Submissão
Visualizações 15
Palavras 1.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 49 - Decisão Repentina


Fanfic / Fanfiction Mirrors; Segunda Temporada: Insanidade Irresistível - Capítulo 49 - Decisão Repentina

No dia seguinte, pela primeira vez, Ana se sentia realmente bem ao acordar naquela casa sozinha. Talvez, nem tão sozinha, já que via uma certa Ana que estáva ao seu lado, dormindo tranquilamente, como se fosse uma criança. Isso fez a garotinha sorrir e se levantar da cama, por algum motivo, aquela outra Ana, tinha despertado também. Ainda de olhos castanhos.

— Bom dia! – Ana se espreguiçou.

— Por que está de bom humor? E por que acordou cedo? O seu cedo é meio dia... E são... – olhou no relógio — Nove e meia da manhã.

Ana abriu um sorriso radiante — Eu acordei me sentindo bem!

— Percebi... – fez bico e se deitou na cama.

— Ei? Do que eu posso te chamar? – Ana perguntou — Não acho nada agradável ter que te chamar de “Ei”...

Ela suspirou — Vamos ver... Eu não tenho um nome em específico... Cada século tem que inventar um para que os humanos não acreditem que existam seres sobrenaturais... Mas... Um nome que eu gosto muito, é Evie. É lindo...

— De onde tirou esse nome? – Ana inclinou a cabeça para o lado.

— Eu tirei de New York, lembro que eu estava viajando, foi uns séculos antes de você nascer.

— Entendi! Se você gosta desse nome, assim a chamarei! – sorrirá — Vamos tomar café da manhã.

E assim começou os dias das duas convivendo juntas. Ana continuava a aprender com Akane, que a ensinava muitas coisas e aparentava ter bastante paciência, já que a Evie, começava a falar “se fosse eu, já teria desistido”. E querendo ou não, fazia Ana querer aprender ainda mais rápido e se esforçar duplamente (?). Roselie, Mugi e Zero ficaram surpresos por ver Evie, que sempre dava de ombros e os mandava para aquele lugar toda vez que tentavam fazer algum “experimento” com ela.

Embora, Evie e Zero, montaram uma mini academia na casa de Ana, no último andar, cujo era vazio. Mugi falou que seria bom a mesma exercitar um pouco o corpo. Já que ela era como Ana, não tinha força física.

E os dias se passaram rapidamente...

Tudo estáva indo muito bem...

Tanto que Ana teve uma ideia de fazer Evie se disfarçar de empregada e trazer os seus filhos. E por um enorme milagre, ela não reclamou e foi. E demorou apenas duas horas. Ana estáva ansiosa, sentindo o seu coração bater acelerado, sentia tanta falta dos seus filhos...

E então a porta se abriu.

Evie entrou e se sentou no sofá. Ana esperou um pouco e... Nada.

— Cadê os meus filhos, Evie? – Ana perguntou confusa.

— A tal Juuri falou que eles não iriam vir enquanto ela estivesse viva. Então, voltei de mãos vazias, pelo menos fiz meia caminhada. Cansei no caminho e me teletransportei... – ela parou de falar quando Ana derramou algumas lágrimas.

Aos poucos, com o passar dos dias, Ana continuava insistindo para Evie ir buscar eles. Ela mesma iria, mas não sabia usar o poder para mudar de aparência. E sempre que Evie ia e chegava, era a mesma história, Juuri não deixava os pares de gêmeos virem e Ana chorava toda vez. E ficou ainda mais decidida, começou a estudar e treinar feitiços toda noite depois do jantar até a hora de dormir. As vezes, tentava lutar contra Evie, sem poderes, corpo a corpo. Isso as ajudou muito a ter ótimos reflexos e saberem se defender ainda melhor.

Na mansão Kuran, cada dia que passava, Kaname começava a perder as esperanças que a sua amada menina iria voltar. Já iria fazer um ano que ela estava longe, não era muito tempo para vampiros. Mas para Kaname, já era uma eternidade longe dela. Os seus filhos, estavam ocupados, os gêmeos Luna e Killian, tinham acabado de fazer 17 anos, e eram muitos ocupados com os estudos. Principalmente Killian, que estáva aprendendo aos poucos para administrar o concelho assim como o Kuran, e decidiu fazer medicina, ele não tinha perdido as esperanças que a sua mãe iria voltar, e tanto ela como Hiroki e Luna, tinham a saúde um pouco fragilizada para seres sobrenaturais, por isso, decidiu estudar medicina, queria cuidar de todos que gostava.

Afinal, ele era um vampiro, poderia estudar quantas faculdades ele desejasse no futuro. Já Luna, estava pensando em virar veterinária, ela adorava cuidar de animais, muito mesmo. Por isso estavam estudando tanto. Queriam fazer a melhor faculdade e ser merecido, além de não decepcionar a Ana quando ela voltasse.

Hillary, adoecia sempre que pensava muito na Ana. Ela sentia muitas saudades e fazia Kaname contar histórias dele com a sua mãe, que era o consolo dela. Hiroki, continuava manhosinho, era igual a Ana, mas em momento algum, abandonou a Hillary.

Sobre o casamento que o concelho tanto queria...

Meio que poderia acontecer a qualquer momento embora Haruka tentasse ao máximo enrola-los. E Yuuki, quando soube, começou a se considerar a noiva do sangue puro Kuran Kaname, enquanto ele estáva pouco se ferrando para ela.

E então, chegou o dia que fez Kaname começar a se sentir insuficiente. Aniversário de sete anos de Hillary e Hiroki. Eles amavam uma festa, brincavam bastante e se entupiam de doces. A data favorita deles. Mas dessa vez, eles falaram que não queriam fazer uma festa sem que Ana estivesse presente. E eles não fizeram. Tanto que Killian jurou que tinha visto, no escritório, de madrugada, o seu pai bebendo e chorando um pouco.

E como o segundo líder de família. Começou a conversar com Luna para dar um jeito de fazer Hillary e Hiroki pararem de falar sobre Ana na frente do Kaname, era muito egoísmo da parte deles, podiam ser filhos, podiam ter uma história com Ana. Mas não poderiam se esquecer, que o seu pai, sofria bastante com isso, com a ida de Ana e com o sofrimento dos filhos, oque era o dobro ou o triplo de dor que eles sentiam.

Já o desconhecido...

Ficava cada vez mais encantado com a determinação de Ana.

Ele seria bonzinho, deixaria ela voltar temporariamente para o marido dela, para depois, ele tomar a mesma com tudo e sem compaixão. Até destruir ele aos poucos...

Depois de um ano e meio. May voltou a visitar o seu irmão, dessa vez com um bebê dos braços.

— Esse é o Kaito Michaelis, meu bebê lindo!!! – May elogiou o bebê que estava dormindo no carrinho. Luna e Killian sorriram com a notícia. E pela primeira vez em muito tempo, Kaname abriu um pequeno sorriso.

Os dias se passavam tão rapidamente...

Tanto que Ana nem percebeu que, já estáva fora a um ano e meio. Diferente de antes, agora ela era mais amiga de Zero, claro que as vezes eles queriam se matar. Mas fazia parte, tanto que as vezes, o chamava de “onii-sama”.

E ela já tinha se decidido, movida pelo coração e as saudades que tanto sentia.

— Eu vou voltar hoje mesmo para casa. E irei agora – ela falará do nada. Assustando todos que estavam ali ao redor dela. Roselie ficou de olhos arregalados, juntamente de Evie que tinha acabado de entrar. Zero continuou bebendo o seu café normalmente, que Ana tinha acabado de fazer, estava amargo, do jeitinho que ele gosta.

— O que você está dizendo?! Como fala isso do nada?! - Roselie e Evie perguntaram.












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