História Miss Ladybug. - Capítulo 6


Escrita por: e Spanios


Notas do Autor


heeeeeeey!

é hot que vcs querem?
é hot q terão, então UHAUHAUAH

esperamos que gostem!
boa leitura!
perdão por any erros!!~~

Capítulo 6 - Capítulo VI.


A azulada agarrou-se ao pescoço do loiro e o puxou para si, deixando seus lábios se chocarem com ânsia e desejo. Eram a porra de dois coelhos no cio se agarrando como loucos! Marinette não podia negar, estava louca para domesticar aquele gato arrisco e agora que ele estava em suas mãos... acabava percebendo que também estava nas mãos dele.

Suas línguas se enroscavam de maneira sexy e animal, buscando mais e mais a cada instante. As mãos grandes de Adrien deslizaram pelas curvas da mestiça com deleite, sentindo cada pedaço macio de seu corpo. Logo chegou a bunda redondinha dela, envolta apenas pela fina calcinha de renda preta.

Nossa! Como aquela mulher era tão...

— Sexy. — Ele sussurrou quando o beijo se quebrou.

— Então aproveite... — Respondeu-lhe com a voz rouca sob seus lábios, em um gesto provocante.

Adrien agarrou a bunda dela e a impulsionou para cima, sentido suas intimidades roçando avidamente quando Marinette rodeou sua cintura com suas pernas grossas.

A tesão preenchia todo o quarto, sendo palpável no olhar intenso que ambos trocavam. Azul no verde.

Não aguentaram e voltaram a se beijar apressadamente, os corpos agora ainda mais unidos enquanto a azulada fazia de tudo para friccionar suas intimidas por cima dos panos, procurando um mínimo de alívio.

Adrien foi se encaminhando a passos largos até a cama se jogou na mesma — por cima de Marinette —, pouco se importando com o chiado que a madeira vez. Estava pouco se fodendo! Planejava até quebrar aquele móvel transando a noite se possível.

Aquele quarto nunca tinha presenciado uma transa antes, já que o loiro fazia suas peripécias apenas no bordel. Agora, parecia justo que Marinette Dupain-Cheng estreasse aquela cama com seu corpo tão tentador e seu jeito viciante.

Adrien desceu os beijos até o pescocinho pálido da mestiça, evitando marcas para não deixar rastros do que fariam aquela noite. Uma de suas mãos foi até a pequena calcinha — aproveitando-se de suas pernas abertas — e a tocou-lhe em seu ponto quente e pulsante. Marinette arfou perante o toque do loiro, fazendo-o abrir um sorriso safado enquanto a observava com olhos predadores.

— Não me queria... mas está tão molhada...

Rasgou a calcinha rendada em um puxão, ouvindo o tecido rasgando facilmente sob a intensidade de sua força. Achou que ouviria uma bela reprimenda da Dupain-Cheng, mas tudo que recebeu foi um olhar que ardia de desejo em cima de si.

— Vamos ver agora... se é realmente como você disse... — Adrien falou encarando a intimidade da azulada sem pudor.

Era rosinha, macia e sem nenhum pelo, da maneira que ela havia dito. Seus lábios salivavam e seu pau se apertava ainda mais na calça diante daquela visão.

— ...um escorrega.

Marinette mordiscou o lábio. A tensão sexual presa naquele cômodo era quase sufocante. Tombou o rosto para trás, jogando o quadril contra o loiro quando ele a atentou: deslizou o indicador, colocando a ponta na entradinha apertada e tirando-o em seguida. O fôlego de Marinette pareceu esvair-se momentaneamente.

Adrien soltou um sorriso deveras curioso.

—  Marinette... — Usou da mão livre para segurar o queixo pequerrucho, bem feito e suave como porcelana. — Já se tocou alguma vez?

As bochechas adotaram um belo rosinha. Adrien teve sua resposta somente com aquele gesto.

— Sim... — Ela murmurou, ajeitando-se na cama de modo a ter algo a olhar que não fosse os olhos inquisidores do Agreste perverso. — Sempre fui curiosa quando a isso e... resolvi tentar.

— E você gostou? — Deixou com que os dedos a tocassem despojadamente, sem nada preestabelecido. Descia, subia, circulava o clitóris molhadinho com o indicador, observando as reações dela: dobrava os joelhos, tentava fechar as pernas, e logo rendia-se.

Marinette tomou fôlego para respondê-lo.

— S-Sim... — O gaguejo indesejado deixou-a ainda mais adorável, na opinião do maior, que continuava os toques sem se preocupar.

— Quer que eu continue te tocando ou prefere fazer isso sozinha?

— Prefiro que continue... — O olhar azulado logo fora desviado para ele, manchado com enormes pintas de luxúria. —... de preferência com a língua.

Adrien piscou. Ainda não havia se acostumado com as drásticas oscilações de uma boneca puritana para uma Vênus que cultuava o sexo como alguém adora os céus.

Mas não era louco — nem bobo — de negar-se a tal pedido.

Beijou sutilmente o nariz arrebitado antes de alcançar os lábios pequenos. Soltou-os e sem preliminares agarrou o quadril pouco largo. Beijou a barriga branquinha, admirando as poucas sardas ali, antes de dar atenção a virilha também pálida da garota. Beijou a pele, deixando marquinhas de chupões naquele triângulo da derme que introduzia o paraíso. Fez o caminho até o sexo molhado com muito êxito, deslizando a língua dotada de saliva pela tez. Fez com que ela saltasse quando mordiscou os grandes lábios, soltando uma risadinha antes de deslizar a ponta da língua entre eles, sentindo o gostinho até mesmo adocicado que ela tinha.

A ponta da língua caçou o clitóris, coisa que ele não demorou a achar. Chupou o pontinho pulsante como quem chupava um picolé suculento. Recebia — em resposta — os gemidos que ela soltava, junto às jogadas de quadril e reboladas que ela dava, forçando o rosto dele ainda mais contra a boceta pequenina e rosada que ela tinha.

Saboreou-a como uma receita especial, gostosa e quentinha. Chupou-a com uma certa vontade. Tinha um desejo quase ardente no peito em provar a ela que não estava casando com um marmanjo sem talento. Pelo menos na arte do sexo — e nas chupadas e linguadas, principalmente — ele era um mestre que dominava sua designada matéria.

E se ela quisesse fazer uso desse talento, ele nunca iria se opor.

Até porque... ela era tão gostosa...

— Adrien! — Ela quase engasgou-se com a saliva quando ele raspou os dentes em sua pele, logo tascando a língua em seu clitóris e enfiando a ponta do indicador em sua entrada, ameaçando penetra-la. Marinette deixou o corpo cair sobre a cama, ficando propriamente deitada. Os cabelos espalhando-se pelo colchão, pelo menos os que não estavam grudados em sua testa pelo suor que escorria pela tez.

Adrien não respondeu. Não iria parar seu trabalho na melhor parte, responderia-a com atitudes.

A primeira havia sido empurrar o dedo para dentro dela, socando-o com cuidado naquele lugarzinho que o apertou. Era quente, molhadinho pela lubrificação dela, e a cada instante, parecia ainda mais estreito. Tirou o dedo, socou-o de novo com um pouco mais de força.

Queria terminar aquela noite com outra parte de seu corpo indo fundo naquele pedacinho apertado, e queria-a um pouco mais maleável para não machucá-la quando fosse seu pau invadindo-a daquele modo.

A segunda atitude havia sido continuar com a língua habilidosa naquele clitóris tão pedinte. Movia-o circularmente, mordiscava os grandes lábios antes de voltar a atenção para aquele pontinho. Chupava-o com maestria.

Marinette sentiu o paraíso quando ele a fez gozar. O orgasmo veio com força, arrebatando o pouco virtuoso de sanidade que ela ainda tinha — e tentava fazer com que ela desse um basta naquilo. Viu estrelas, o ventre antes tão pesado pareceu relaxar instantaneamente. Soltou suspirinhos, abrindo os olhos graciosos para ter a visão sexy e pecadora de Adrien chupando todo o líquido que escorria de sua boceta, deslizando a língua e engolindo-o em seguida. Travou com a visão tão sexual dele ao se levantar, os lábios úmidos e brilhantes por seu líquido fresquinho eram sedutores demais, e ele ainda fizera questão de lambê-los do modo mais provocante que pudera, esfregando a língua tão bem dotada na carne dos beiços, aproveitando até a última gota da porra que saíra de sua boceta.

Marinette estava sem fôlego.

— Gostosa pra caralho. — Aproximou-se dela, deixando o rosto extremamente próximo do dela. Passou o indicador lambuzado sobre os lábios de pêssego da garota, antes de introduzi-lo na boquinha bem feita da Cheng. — Não acha?

Ela assentiu, lambendo o indicador com a mais pura feição de safada. Confessava que já havia tido um desejo exorbitante de saber o próprio gosto, mas parecia muitíssimo mais sexy com ele fazendo-a provar daquilo.

— Boa menina. — Falou com um sorriso satisfeito nos lábios ao retirar o dedo daquela boquinha de boneca.

Marinette sentia cada célula de seu corpo completamente louca, fazendo-o se recuperar do orgasmo em tempo recorde! Ansiando ainda mais por aquele loiro.

Poderiam estar sempre em um jogo de gato e rato, e ela não negava que sempre queria sair por cima. Mas, naquele momento, a mestiça tinha total noção que estava nas mãos de Adrien. Ao menos no quesito sexual, ela sentia que era o Agreste que sempre estaria no controle.

Mas que se fodesse!

A azulada não perdeu tempo e tateou o corpo musculoso e bem definido do loiro, retirando aquela camisa rapidamente para se deparar com um físico de dar inveja!

No fundo ela se alegrava interiormente, batendo palminhas ao pensar que teria um futuro marido extremamente gostoso... por mais que fosse só de mentirinha.

Bem, aproveitaria enquanto pudesse!

Adrien revirou os olhos em puro deleite ao sentir aquelas mãozinhas delicadas passeando por seu dorso nu de maneira tão desejosa. Marinette Dupain-Cheng ainda seria sua ruína!

Ele mesmo fez questão de tirar a calça, mantendo apenas a cueca por uma mera questão de suspense para a mestiça. A realidade é que seu pau já estava tão duro e altivo que lhe doía tremendamente não poder liberta-lo logo e o soca-lo sem dó naquela bocetinha tão apertada.

Mas não estava lidando com uma de suas meretrizes, não... estava lidando com Marinette Dupain-Cheng, a baixinha que havia revirado seu juízo.

Marinette o puxou para um beijo furioso e repleto de tesão e pressa. Suas línguas já pareciam se encaixar automaticamente naquele ritmo intenso toda vez que se encontravam, os levando à um beijo profundo e desolador. 

Adrien soltou um gemido rouco sob os lábios da azulada ao sentir uma de suas mãos atrevidinhas escorregarem para dentro de sua cueca, agarrando-o com uma curiosidade imensa.

— Você vai me deixar louco.

— Esse é o objetivo. — Ela respondeu com um sorriso sacana nos lábios, tirando a mão de dentro da cueca apenas para retirar aquele pedaço de pano com rapidez.

Por alguns minutos engoliu em seco, admirando completamente o homem em sua frente. Não que ela fosse ter medo de algo — muito menos de um pau! —, mas era a primeira vez que tinha uma visão tão completa, e tentadora de um homem.

O pau de Adrien estava duro e completamente ereto, permitindo-a ver um pouco de líquido leitoso escorrendo pela cabecinha rosada.

Ela o analisou. Era vistoso, corpulento, chamativo. Fazia jus ao homem em sua frente, e assim como ele, parecia gracioso. O tamanho fez com que indagasse mentalmente se caberia.

Espantou o pensamento um tanto amedrontador ao lembrar-se que sua parte inferior era capaz de expandir-se para dar à luz a uma criança, com certeza seria elástica para que ele entrasse dentro dela.

Algo que ela sabia ser menos doloroso que parir uma criança, mas ainda assim, doloroso.

A dor a fazia questionar diversas coisas, uma delas era se realmente queria fazer aquilo. Estava bem depois daquele oral, poderia retribuir e eles dormiriam juntos, ou separados. Por que sentir dor naquele momento? Ela estava bem...

Abaixou o rosto, pensativa. Adrien percebeu, levantando o rosto dela e fazendo com que o olhasse.

— Está confortável com isso? Se não estiver, podemos parar...

— Estou... só não estou preparada para a dor. — Soltou uma risadinha nervosa. — Sou um pouco... fraca para isso.

— Ah, princesa... — Puxou-a para perto de si, com um sorriso largo e provocante. — Não posso prometer que não vá doer, mas posso prometer ser carinhoso. Vou tentar fazer com que a dor seja mínima, tudo bem?

Marinette mordiscou o lábio.

— Promete?

Ele sorriu ainda mais.

— Prometo. — Sentou-se, puxando-a para seu colo. — Vou te pôr em cima, você controla princesa.

Marinette o olhou. Estava de frente para ele, cada perna estrategicamente posicionada de um lado de sua cintura larga. Envolveu o pescoço robusto com os braços, enquanto ele ajeitava-a sobre seu membro. Marinette soltou um suspirinho quando a cabeça do pau do Agreste forçou sua entradinha estreita, alargando-a para que passasse. Escondeu o rosto na curvatura quando ele segurava-a pela cintura.

— Quando quiser... só forçar que te ajudo...

Marinette assentiu, soltando outro suspiro. Murmurou um mantra mental de que era o momento de ser forte e destemida, que seria uma dor muitíssimo passageira e ele seria carinhoso. Adrien não era como os ogros que as amigas do bordel relatavam aparecer por lá em alguns dias. Adrien era diferente daqueles homens.

Pelo menos, parecia que seria com ela. Respirou fundo, o peito subindo e descendo ritmadamente quando forçou o quadril para baixo. Adrien entendeu o recado.

Apertou a cintura dela, e puxou-o em direção à sua virilha. Cada centímetro de seu pau entrava com cuidado dentro dela, sendo esmagado pelas paredes internas daquele canal da garota, enquanto invadia-a pela primeira vez. Forçou o hímen sem dó até rasgá-lo, ouvindo o gritinho que ela soltara. Apertou-a contra si, continuando a deslizar para dentro dela até estar completamente abrigado na mestiça.

Que aceitou-o de bom grado.

Marinette o apertava com força. O corpo sacolejando e os chiadinhos que ela soltava lembrava-o a um chorinho baixo, como o de um filhote de animal. Ele suspirou. Beijou o pescoço branquelo da mestiça, junto ao lado direito do ombro desnudo.

— Shiii... vai passar... — Lambeu a pele com delicadeza. — Quando quiser que eu me mova...

— Sim... — Ela levantou o rosto, olhando-o. O rosto manchado por lágrimas, diferenciando-a da garota antiga sempre tão destemida. — S-Se move...

— Como quiser...

Segurou novamente o quadril largo que ela possuía, e estocou-a pela primeira vez. Viu os seios durinhos subirem quando o corpo dela projetara-se em linha reta para cima quando ele a estocou, com ele ajudando-a a quicar em seu colo.

A azulada arfou com o gesto, que mesmo sendo delicado, ainda a fazia lembrar da dor — não tão insuportável — que a invadia.

Adrien pareceu quase rosnar diante da primeira estocada. Ela o apertava tanto que ele estava quase delirando, usando do máximo de seu autocontrole pra não aumentar o ritmo alucinadamente. Havia prometido ser carinho, e realmente queria — e seria — carinhoso com a Dupain-Cheng, mas não tinha culpa se ela o deixava tão fodidamente cheio de tesão!

Sentiu-a levantar o quadril novamente e a ajudou, segurando em sua cintura, para logo senti-la descendo novamente, em uma estocada lenta e torturante.

A dor parecia ter diminuído imensamente, sendo agora apenas uma lembrança distante.

Marinette rebolou, sentindo o pau do Agreste se esfregando em todas as suas paredes.

— Ahm... isso é tão gostoso! — Gemeu em êxtase, enquanto aproveitava daquela sensação.

Já não estava com a cabeça escondida na curva do pescoço do loiro, agora estava tombada para trás, deixando seu pescoço completamente exposto.

Adrien colou ainda mais seus corpos e mordiscou levemente aquele pescoço leitoso. Aquela mulher o levaria à loucura!!

— Porra! — Falou, sem conter a boca suja, ao sentir as reboladas se intensificando.

Agarrou-lhe os seios medianos e rosados, os apertando em uma massagem extremamente gostosa — na opinião da azulada.

Nem sequer lembrava de dor alguma! Suas células agora pareciam embriagar-se de êxtase e adrenalina. Era uma delícia!

— Hora de melhorarmos a brincadeira. — O loiro falou com a voz rouca pelo desejo.

Virou-se na cama, sem sair de dentro dela, a mantendo deitada e ficando por cima. Os olhos azuis de Marinette estavam levemente escurecidos como o céu da noite, o desejo era explícito!

— Me mostrou o que sabe fazer, princesa... — Falou inclinando-se e mordendo o lábio inferior da mestiça. — Agora está na minha vez.

Moveu seu quadril de forma ágil, a estocando profundamente. Marinette revirou os olhos de prazer e soltou um gemido alto e preguiçoso. Eram música para os ouvidos dele.

Estocou-a novamente, sentindo-a aperta-lhe ainda mais. Gemeu, juntamente a Marinette.

Fazer sexo com ela parecia tão diferente e mais gostoso... talvez fosse porque não era apenas sexo.

Sentiu suas mão delicadas passeando por seus cabelos loiros — os bagunçando ainda mais —, escorregando logo em seguida para seus ombros musculosos e definidos. Cravou suas unhas bem feitas na pele de Adrien, precisa descarregar tudo aquele prazer de alguma forma além dos gemidos.

O loiro nem se importou, senti-la marcar sua pele parecia aumentar ainda mais sua tesão. Normalmente proibia que qualquer meretriz com a qual se deixasse, mas a mestiça não era uma meretriz... era sua noiva e futura esposa.

Estava pondo uma coleira em si mesmo a cada estocada que dava na intimidade da Dupain-Cheng, e sabia disso! Mas estava pouco se fodendo! Se usar coleira fosse ter sua dona todos os dias em sua cama, rebolando em seu pau e gemendo seu nome... então sim, ele usaria quantas coleiras fossem necessárias!

— Adrien... — Ela gemeu em forma de súplica, colocando uma perna sobre o quadril dele por extinto.

— Fala princesa. — Falou estocando-a lento. — Me fale o que você quer...

Seu tom provocante e olhar predatório pareciam aumentar ainda mais o fogo que ele sentia queimar dentro de si com intensidade devastadora.

Céus! Como se apagava aquilo?!

— Mais rápido... — Ela falou em um choramingo.

Adrien sorriu. Quando ele se negava a algum pedido daquela garota?

Beijou-a com ânsia, movimentando-se com graça e vontade, indo fundo naquela garota. Porra! Marinette era tão gostosa!

A língua deslizou pela boca pequena. Os lábios delicados se encontrando aos dele. Fechou os olhos, aproveitando a sensação gostosa que era poder beija-lá enquanto socava-se naquela vulva apertadinha. Sorriu quando uma das coxas roliças abraçou seu quadril, e aproveitou-se daquela ação para segurar-lhe a bunda farta, marcando a pele branquela com a ponta dos dígitos pecaminosos.

— Adrien... — Ela suspirou. Jogou a cabeça para trás. Sentia um misto de êxtase e vontade indescritível de mais. Mais dos toques, dos contatos, da pele com a pele roçando-se e encontrando-se naquele movimento tão forte.

— Aguenta... vou te cansar um pouco... — Mordeu-a a ponta da orelha. — Vou te provar que pelo menos em um ponto não vai poder se arrepender de me ter como noivo e futuro marido.

— A-Ah!

Gemeu contra o pescoço do Agreste, sentindo a cintura sendo esmagada pela destra do maior. Adrien não parecia cogitar em parar enquanto não a fizesse gozar, e ela estava em frêmitos. Sentia cada vez mais desejo quando ouvia a cabeceira da cama antiga indo contra aquela parede velha. Só desejava que nada caísse aos pedaços, não enquanto ele estivesse fodendo-a daquele modo.

Chiou quando ele mordeu o pescoço branquinho sem dó, e suspirou quando ele lambeu a ponta da orelha delicada. Não ligou se teria marcas, aquilo era o de menos. Esconderia com muitos lenços.

O que não queria era parar aquele contato que tanto lhe fazia bem.

Agarrou os lençóis quando estava prestes a gozar. Deixou-se vir com um gemido alto que a fez corar. Nunca pensou que sua voz poderia alcançar tal nível vocálico, muito menos no sexo.

Adrien ainda lhe estocou mais 3 vezes, prolongando a sensação maravilhosa que a dominava e fazendo com que ele mesmo chegasse ao seu próprio ápice. Saiu de dentro dela rapidamente, fazendo com que seu líquido melasse a parte externa daquela boceta rosadinha, além de sujar os lençóis, mas o loiro não se importava. No fundo queria gozar dentro da mestiça e fazê-la sentir o quanto é bom ter seu líquido quente a preenchendo, mas lembrava de que ela não queria filhos... e nem poderia aparecer grávida sem antes se casarem.

O loiro soltou um gemido rouco e gutural diante de seu êxtase, fazendo com que os pelos de Marinette se arrepiassem em puro deleite.

A respiração dos dois estava ofegante e desregulada, a prova irrefutável de que tinham tido um sexo maravilhoso!

A Dupain-Cheng se sentia mole e sonolenta, será que aquele era o efeito de transar com Adrien Agreste? Em suma... estava cansada, porém extremamente satisfeita — por mais que não fosse admitir isso a ele.

O loiro se levantou da cama, esbanjando todo seu corpo nu, definido e levemente bronzeado. A mestiça tentou não babar, mas não conseguia desviar os olhos daquele homem. Tinha que admitir que ele era como Vênus em versão masculina, em carne e osso apenas para levá-la à total perdição.

Ela tinha que manter o autocontrole... ou acabaria perdida nele. E isso não era bom... não era mesmo!

— Vamos tomar um banho? — Questionou-a enquanto lhe estendia a mão.

— Agora? Mas acabei de sair de lá... — Ela resmungou como uma criança birrenta. Estava estranhamente manhosa e não queria levantar da cama. 

— E nós acabamos de transar. — Ele falou de forma simples, segurando sua mão e a forçando se sentar na cama. — Precisamos retirar esse suor do corpo.

Marinette resmungou contrariada, mas se obrigou a sair da cama. Assim que seus pés tocaram o chão ela pôde sentir a moleza de um corpo cansado, Adrien também notou a azulada meio bamba e — em um movimento rápido — a pegou no colo.

A Dupain-Cheng se surpreendeu com o ato, arregalando levemente as orbes azuis, mas prendeu na garganta qualquer comentário mais cortante que ela estava acostumada a fazer.

Era hora de trégua.

Adrien foi andando até o banheiro e a azulada até mesmo se esqueceu que estava completamente nua em seu colo. Era tão com sentir o peito nu dele roçando com sua pele desnuda...

Ao entrar no pequeno box daquele banheiro o espaço ficou levemente apertado, mas não de uma forma tão incômoda — ao menos na visão do Agreste.

Marinette abriu o registro e sentiu a água fria chocar-se contra sua pele (ainda) quente. Seus cabelos logo ficaram encharcados, assim como todo o Agreste que estava atrás de si.

— Arghhhh! Está fria! — Reclamou encolhida diante aos pingos congelantes que maltratavam suas células.

Adrien deu um sorriso de deboche olhando para a mulher em sua frente, empurrando-a um pouco mais para água para que se molhasse também. Não se incomodava tanto com a água fria, apesar de preferir a quente.

— Ninguém mandou você gastar toda a água boa. — Falou malandro, molhando por completo em meio a risos e reclamações.

O primeiro banho a dois para os dois.


Notas Finais


pesado JBFNMDFBNB

ou nao q~~

esperamox que tenham gostado!
obrigada por lerem!
comentariox sempre bem vindox!
beijão!~~


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