História Miss You - Capítulo 5


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Categorias Kara, Neo Culture Technology (NCT), TWICE
Personagens Chenle, Gyuri, Haechan, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jihyo, Jisung, Personagens Originais, RenJun, Taeyong
Tags Chensung, Jaeje, Jaeyong, Markhyuk, Nomin
Visualizações 276
Palavras 2.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Os tênis do Lee estavam jogados de mau jeito  no meio da sala, enquanto ele estava jogando no sofá, encarando um ponto fixo na parede atrás da televisão, segurando a garrafa de cerveja com menos da metade cheia em mãos. Já havia perdido a conta de quantas vezes havia bebido na noite, se passavam das dez da noite e ele ainda estava acordado, e sóbrio. Tudo que sabia no momento era que não havia bebido mais do que cinco garrafas. Umidecia os lábios quase que de segundo em segundo ou maltratava o lábio inferior com a mesma frequência de tempo. Milhões de pensamentos passavam por sua cabeça e isso era bom, poder pensar sozinho. Não que ele não quisesse a presença do namorado, mas andava com muitos problemas, gostava de pensar numa forma de tentar resolvê-los sozinho sem ninguém por perto e Jaemin por algumas vezes falava de mais, o irritando.

Jeno havia decidido-se, daquela semana não passaria. Ele precisava contar o que estava acontecendo, a relação dele com o Na havia se tornado a pior para si, a que ele menos desejava ter logo com Jaemin, mas não conseguia se controlar, quando se tocava já havia falado algo impróprio que magoava a Jaemin, o que resultava nos dois bravos. Lee se arrependia de todas as palavras duras que dissera ao mais novo, era horrível vê-lo chorar, saber que o havia machucado de alguma forma, mas não conseguia pensar antes de falar. Pelo menos não com Jaemin. Ele sabia que grande parte da culpa do afastamento de ambos eram seus hormônios a Flôr da pele, e isso só o deixava ainda mais angustiado.

Largou a garrafa de vidro no chão e seguiu para o quarto. Decidiu tomar um banho, e neste, demorou mais ainda, pensando. Mesmo com todas as discussões, seria difícil para Jeno dormir sem Jaemin. Ele ainda não havia se acostumando com os plantões noturnos do namorado.
Quando saiu do banheiro apenas com uma bermuda, abriu o guarda-roupas que ambos dividiam e pegou um dos moletons que era seu, mas do qual Jaemin havia se apossado. Apesar de ser do Lee, o casaco tinha o cheiro do Na, o que incentivou Jeno a vestí-lo e ir se deitar. Abraçou o travesseiro para tentar suprir a falta que teria do outro naquela noite e em seguida, adormeceu.

(...)


Faltavam pouco mais de dez minutos para as três da tarde quando Jaemin foi finalmente liberado. Apesar de estar bem acordado – devido a uns três copos de café – havia passado a noite em claro, estava exausto e precisava descançar.


No percurso até sua casa dentro do ônibus, ele cochilou por diversas vezes, mas acordava sempre assustado com medo de ter passado do ponto. Quando finalmente chegou em frente a porta de seu prédio, deu graças a todas as entidades conhecidas e seguiu, dando boa tarde ao porteiro, logo tendo que esperar pelo elevador.
O elevador daquele prédio demorava meio século para chegar, fato, mas o Na não sobiria as escadas nem que lhe pagassem. Sua pernas gritavam em cansaço, além de que até chegar em seu andar seria uma luta daquelas.


Para seu azar, quando o elevador chegou seu vizinho mais irritante adentrou as portas do mesmo em seguida de si. Era um velho rabugento que odiava e reclamava de tudo e todos o tempo todo. Logo Jaemin não poderia tirar seus cochilos rotineiros de elevador, ou seria infernizado pelo resto da semana.

— Você respira alto de mais sabia? Na minha época... — foi cortador pela voz sonolenta do mais novo.

— Boa tarde ao senhor também, Sr. Choi — suspirou.

Foi um alívio para o Na aquele senhor te se calado, ele tentava não o odiar, de verdade, mas era difícil, quase impossível.

Quando chegaram em seu andar Jaemin praticamente correu para o apartamento, abrindo a porta de qualquer jeito. Se ouvisse mais qualquer coisa daquele senhor iria surtar.

— Jeno, cheguei! — exclamou jogando a mochila no chão. O cheiro de comida enchia o apartamento, então o Na deduziu que o Lee estava cozinhando e seguiu para o quarto.

Procurou por algumas roupas antes do banho e como não encontrou o moletom que costumava usar, optou por apenas uma blusa de mangas longas e seguiu para o banho. Havia esquentado bastante e o Na resolveu que seria bom tomar um banho frio, apesar de ter passado a noite no ar condicionado.

Ao sair do banheiro, secou o cabelo enquanto procurava pelo celular, só então se lembrando de que este estava na mochila, na sala, descarregado.

Além de ter que responder as mensagens de Chen le, tinha que saber como Donghyuk estava depois de ter se empolgado demais durante a conversa dos dois e ter bebido além da conta.

Andou preguiçosamente até a sala, buscando pelo aparelho e assim que o achou buscou o carregador e os conectou na tomada ao lado da televisão. Jeno ainda estava na cozinha, então Jaemin foi até lá e o abraçou por trás, dando um beijo na bochecha do mesmo.

— Boa tarde... O que faz a essa hora?

— Ahn... Eu tive um pouco de dificuldade pra dormir, então acordei meio tarde. Tem pouco tempo que eu acordei na verdade, e, isso é o almoço — riu.

— Ah, sim — sorriu. — Eu almocei no hospital, então não vou comer de novo — deixou avisado. Recebeu um aceno positivo do outro e franziu as sobrancelhas. — Esse moletom, não é meu?

— Seu? — Jeno ergueu as sobrancelhas sorrindo irônico.

— 'Tá, seu que eu roubei, mas eu sempre uso ele, você sabe — se soltou do outro cruzando os braços e fazendo um bico.

Bico este que o Lee beijou, arrancando uma risada envergonhada de Jaemin.

— Tudo bem então, eu vou dormir um pouco. Estou acabado! — exclamou massageando os olhos que começavam a pesar. — Se não for sair, me acorde antes de anoitecer, por favor. Ok?

— Ok.


[...]


Jeno estava terminando mais uma sessão com uma nova paciente da clínica enquanto ansiava pelo horário de almoço. Lee não queria passar pela recepção de jeito nenhum, não queria ter mais dores do cabeça do que já estava tendo nos últimos tempos, mas era a única opção. Ou saía e passava por lá, ou ficava preso na clínica.


Mas como para ele não era preciso ir até o diabo, ele vinha até si sem ser invocado. Alguém bateu na porta de sua sala e ele pediu quem quer que fosse entrasse. Jeno ergueu os olhos dando de cara com Yuna o sorrindo da forma que ele mais odiava.


— Bom dia, Jeno — cumprimentou se sentando no sofá onde eram realizadas as consultas do mais novo. — Podemos conversar?


— Fala — pediu anotando algumas coisas em papéis.


— Eu só queria saber — ela se acomodou melhor no sofá, se deitando no mesmo, mostrando o quão folgada era. — Quando você vai largar aquele seu namoradinho sem graça? — perguntou brincando com as próprias mechas do cabelo.


Jeno a lançou um olhar confuso, com as sobrancelhas juntas, sério. No mesmo momento ele largou a caneta e juntou as mãos com os cotovelos apoiados na mesa.


— Hm, primeiro: eu não te dei o direito de falar assim do meu namorado; segundo: eu não sei o que te faz pensar que eu vou largá-lo — disse óbvio.


— Ah, você sabe sim o que me faz pensar isso — sorriu de lado se levantando. Seguiu até a mesa do mesmo e apoiou os braços ali encarando o outro. — Se não largar logo ele eu vou ser obrigada a contá-lo que-


— E o que te faz pensar que me separar dele vai me fazer ficar com você? — ergueu uma das sobrancelhas. — Você é oferecida, convencida e irritante. Tudo que o Jaemin não é — deu de ombros.


O sorriso que antes estava no rosto da Choi fora substituído por uma expressão séria.


— Você vai se arrepender disso — bateu as mãos e semicerrou os olhos.


— Pode se retirar por favor? — pediu apontando em direção a porta. A mais velha balançou a cabeça em sinal negativo ainda irritada e saiu da sala, batendo a porta com força.


Jeno revirou os olhos e jogou o corpo para trás na cadeira, passando as mãos sobre o rosto e cabelo. Mais problemas – pensou.


Um relógio apitou, anunciando que era seu horário de almoço e então ele guardou todos os pertences e seguiu até a sala do diretor da clínica no andar de cima. Deu leves batidas na porta da sala do mesmo e pediu licença assim que este disse que ele poderia entrar.


— Sr. Kim — fez uma pequena reverência ao entrar e se sentou na cadeira de frente para sua mesa. — Posso ir para casa agora? Não estou me sentindo muito bem.


— Claro — disse simples. — Não é bom que trabalhe nessas condições — ergueu o olhar por trás dos óculos. — Mas precisarei que chegue um pouco mais cedo amanhã por conta disso, ou terei que descontar do seu salário. O movimento tem aumentado bastante esses dias, entende?


— Entendo. — fez que sim com a cabeça — Amanhã chego mais cedo para cobrir hoje, se o senhor quiser posso ficar até um pouco mais tarde.


— Não será necessário. — sorriu. — Só isso?


— Uh, Sim. Tenha uma boa tarde Sr. Kim — disse se levantando e se retirou.


Voltou a sua sala e pegou os pertences guardados na mochila, trocou de roupa no banheiros da sala e saiu da clínica. Dando graças a Deus por quem estar na recepção ser Bomi, e não Yuna.

Se despediu da mesma, dando um Boa tarde antes e saiu da clínica. Decidiu que iria andando para casa, não estava tão tarde e então ele não estava cansado como normalmente ficava após o fim do expediente. Chegando a frente do prédio o olhou até o último andar e então respirou umas três vezes antes de entrar, cumprimentar o porteiro e seguiu para as escadas de incêndio. O Elevador demoraria mais do que ele queria e bem, ele já não estava muito bem, queria chegar logo ao apartamento para poder conversar com o namorado, e ficar preso numa caixa de metal até chegar no andar onde moravam seria meio torturante.

Abriu a porta de seu andar e andou até a porta de seu apartamento que ficava um pouco mais longe do que se tivesse subido de elevador. Pegou as chaves no bolso de fora da mochila e a abriu, dando de cara logo com quem menos queria ver.

— Ah, Jeno — a garota sorriu sínica e Jaemin o olhou com raiva.

Lee sabia o quanto Jaemin odiava Yuna, e ele não estava muito diferente, mas com certeza ela estar ali não seria nada bom para ninguém.

— O que você está fazendo aqui? — perguntou, não escondendo a raiva em seu tom de voz.

— Eu só vim conversar com o companheiro do meu colega de trabalho... Não posso? — Choi fez uma cara confusa, que deu a Jeno uma vontade imensa de socá-la.

— Não, eu quero conversar sozinho com ele pode sair por favor — largou a mochila no sofá e apontou para a porta.

— Ora, não me expulse assim, Eu-

— Sai, Yuna. — pediu a olhando sério.

A garota se virou para o Na com um sorriso ladino que estava irritando ambos os rapazes ali.

— Jaemin, o que eu vim conversar com você é...

Lee respirou fundo e segurou Yuna pelo braço, tentando ao máximo não o fazer com força de mais e abriu a porta e pondo para fora.

— Não me faça ser mais rude do que já estou sendo com você. — pediu e fechou a porta.

— O que essa vadia queria aqui, Jeno? — o Na cruzou os braços nada satisfeito com a cena que havia acabado de ver.

— É exatamente sobre isso que eu queria conversar com você... Menina inconveniente — bufou. — Eu vou tomar um banho e depois a gente conversa, O.k? — recebeu um aceno positivo do outro e então pegou a mochila seguiu para o quarto. Se no dia seguinte visse aquela garota na rua a esganaria.

Jeno passou quase meia hora no banho, criando coragem para finalmente contar ao namorado o que estava acontecendo. Ele tinha medo da reação do outro, mas pensara em tudo o que Renjun havia o dito. Por mais que pudesse abalar seu relacionamento era melhor do que continuar escondendo, seria pior depois. Quando terminou de se lavar, se secou e se vestiu no banheiro mesmo, saindo com o celular na mão, desligou a música que tocava antes e voltou a sala.

Jaemin estava na cozinha comendo alguma besteira, sentado na bancada enquanto esperava o outro. Jeno foi até lá e se sentou ao lado deste o olhando por alguns segundos.

— Pode começar... — Na disse sem olhar o namorado.

Jeno suspirou, era agora ou nunca.


Notas Finais


Eu de verdade estou com muito medo de continuar esse capítulo e ser morta por vocês rsrsrs. Gente, não fiquem com ódio do Jeno, nem o ameacem de morte u.u vcs vão entender por que... (perdoem os erros, vou revisar depois)
Mas como vcs estão? Eu estou intupida de trabalhos pra fazer então se eu demorar muito pra atualizar é por isso, ok?
Vou tentar atualizar semana que vem, Beijosss 😘


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