História Missão 1012 - Capítulo 26


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drogas, Investigação, Luta, Missão 1012, Poderes, Policial
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shounen, Violência
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiee meu povooo! Mais um cap saindo do forno, espero q gostem!

Capítulo 26 - Algo de errado.


Fanfic / Fanfiction Missão 1012 - Capítulo 26 - Algo de errado.

Capítulo 26

Terça-feira - 21:35

Yoshida se afasta de Yu e o olha nos olhos.

Yu: O que foi? - Ele faz uma expressão de preocupação. - Fiz algo errado?

Yoshida: Não, pelo contrário. - Ele ri. - A gente não veio buscar um jogo? - Ele olha para o grande armário de Yu.

Yu: Ah! Verdade! Tinha me esquecido. - Ele vai até o armário e procura pelas portas que correm, fica nas pontas dos pés e pega uma caixa numa prateleira. - Achei.

Yoshida: Vamos voltar então?

Yu: Espera. - Ele se aproxima de Yoshida e da um leve selar em seus lábios. - Pronto, Agora podemos. - Ele ri da Expressão tímida do rapaz.

Yoshida: Ok... - Ele diz desviando o olhar e sorrindo de ladinho.

Ao abrir a porta, Yu se assusta e quase derruba a caixa.

Yu: Que susto mãe! Nossa! Você está ai ha quanto tempo?

Mirano: Tempo suficiente! - Eles se entreolham. - Quanta baixaria! - Se olham novamente com preocupação.

Yu: Mas... eu já tinha conversado com você.

Mirano: Que coisa feia Yu Jin! Que errado! Fica ai se pegando com esse rapaz tão bonitinho e inocente! Você vai contagiar ele com essa sua perversão! - Ela diz brincando.

Yu: Ai nossa que susto. - Ele ri causando a mesma reação em Yoshida.

Yoshida: Mas eu gosto do jeito dele.

Mirano: Essa juventude... na minha época, ser safado era coisa de gente... gente... gente safada! - Todos riem.

Yu: Mãe, você tem 31 anos. Sua época nem passou ainda. - Continua rindo.

Mirano: Ah é... IDAI?! NÃO RESPONDE SUA MÃE MENINO! CADÊ O RESPEITO?! - Ela diz brincando. Os três riram mais um pouco. - Depois você chama seus outros amigos, a janta está quase pronta. A Miko-san fez uma comida tãaaaaaoo boa! - Ela sorri largo, deixando os olhos mais estreitos do que já são.

Yu: Ok! Nós vamos jogar uma partida e já vamos. - Diz se afastando da moça.

Quarta-feira - 08:24

Akami descabelada, levanta seu tronco no susto, ofegante ela olha para os lados tentando reconhecer onde estava. Logo lembra que havia dormido na casa de Yu.

Com a visão turva, ela esfrega os olhos tentando melhora-la. Ela olha para o colchão ao lado e vê Subaru dormindo serenamente. Yoshida e Yu estavam dividindo um quarto e Akami e Subaru outro. Poderiam até trocar as duplas ou então dormirem todos juntos, mas Yu disse que preferia assim.

Ainda assustada com o sonho que teve, levanta rápido e vai ao banheiro, afim de se arrumar. Quando volta, ela para em pé na frente do colchão do rapaz, e fica alguns segundos o observando. Subaru estava sem o casaco e a gravata do uniforme, o deixando muito mais despojado e confortável. Ele estava até mesmo de cabelo solto, coisa que Akami havia visto apenas uma vez. Reparando em todos os detalhes ela continua o olhando.

- Pare de me secar. - Ele diz ainda de olhos fechados.

Akami: Que?! Caramba que susto! - Ela começa a se mexer de nervoso. - E-eu estava pensando n-numa maneira de te acordar! Só isso!

- Não era mais fácil apenas me chamar? - Ele diz se sentando e esfregando os olhos.

Akami: Faz sentido... enfim, não era por isso que eu precisava te acordar.

- Era para enxer meu saco? - Ele passa as mãos no cabelo e rapidamente o amarra.

Akami: Haha engraçadinho. Eu tive um sonho esquisito.

- Teve um pesadelo? Tadinha... queria um abraço? É isso? - Ele diz debochado.

Akami: Vai se ferrar. Não é nada disso! Eu sonhei com minha irmã. Yuuei a levava de novo.

- Talvez seja porque você ficou com muito receio de deixa-la sozinha depois do que aconteceu.

Akami: Não sei... Eu preciso ir vê-la para ter certeza. Estou muito desconfiada.

- Eu vou com você. - Se levanta e alisa sua camisa, e começa a abotoa-la.

Akami: Ok. Será que os meninos já acordaram?

- Temos que ir ver. - Coloca a gravata e a ajeita.

Akami: Esse uniforme é tão "frufru". - Ela começa a rir.

- Como assim? - Coloca o casaco.

Akami: Parece que você está de terno. Se eu usasse todas as peças do meu, iria ficar parecendo um pinguim igual você. A única coisa que quebra é o azul.

- Tem razão. Mas acho elegante. - começa a abotoar o casaco.

Akami: Prefiro minhas roupas. Odeio essa saia. Não da nem para chutar as pessoas.

- Talvez a intuição não fosse lutar né. - Ele vai andando até a porta e abre a maçaneta.

Akami: Ah, mas deveriam preparar para tudo né. Vai que eu sou obrigada a massacrar todos meus colegas? Para isso eu precisaria das pernas sem ter medo de que minha calcinha apareça para alguém. - Ela ri. Os dois vão andando até uma porta próxima a que acabaram de sair.

- Faz sentido. - Ri também. Param em frente a bela porta. Akami iria girar a maçaneta mas o garoto a impede. - Devemos bater, né?

Akami: Ah é verdade. - Ela dá umas batidinhas leves na porta.

Eles continuam batendo e nenhuma resposta é obtida, até que Akami fica impaciente.

Akami: Vamos! Abram logo! - Ela gira a maçaneta tentando abrir a porta. Mas ela está trancada. Num impulso do momento os dois se olham ao mesmo tempo, eles expressavam um olhar malicioso. - Ih rapaz. - Continua com sua expressão que insinuava o que os dois teriam feito.

- Melhor irmos embora... esses dois não vão sair dai tão cedo.

Akami: Ok, estou escutando barulhos lá em baixo. Vamos avisar alguém.

Quarta-feira - 09:19

Os dois estavam num ônibus a caminho da casa de Akami. Subaru sentou-se próximo a janela, sempre gostou de olhar o movimento.

- Nossa. Eu estou surpreendido até agora.

Akami: Hm?

- A mãe do Yu.

Akami: O que? Por ela ser cega?

-Não. Por ela ser gostosa para caralho. Quantos anos deve ter? Impossível ter mais de 25.

Akami: Puta merda Subaru. Ela é mãe do Yu! Vocês homens não param de pensar nisso em momento nenhum, caralho. - Ela da um tapa no ombro do garoto.

- Ai! O que foi? - Ele ri. - Normal pow, só estou comentando fatos verídicos.

Akami: Aff.

Depois de um tempinho de viagem, os dois finalmente chegam a casa de Akami.

- Isso me lembra quando a gente estava fugindo daquela gangue. - Ele olha aos redores da casa dela.

Akami: Nossa verdade. Parece que faz tanto tempo! - Ela ri. - Foi agora a pouco. - Diz destrancando a porta. Quando ela entra, a surpresa de ver tudo revirado e algumas coisas quebradas a faz arregalar os olhos. - KYOKO! - Ela começa a correr pela casa, procurando a garotinha. - KYOKO! - Continua a chamar enquanto derrapa pelo chão de madeira.

Subaru sem perder tempo vai correndo atrás dela.

Quando Shizuko vai entrar no quarto de Kyoko, a porta se abre e uma garota baixa e de cabelos curtos surge. Ela está usando apenas um pijama curto e esfrega os olhos tentando se acostumar com a claridade.

Kyoko: Onee-chan? - Tenta a olhar de olhos estreitos.

Akami: Kyoko! Nossa senhora! - Ela abraça a irmã num abraço apertado. Subaru apenas observa um pouco mais atrás. Ele olhava cada centímetro da casa, analisando-a. - O que houve aqui?! Por que está tudo quebrado?

Kyoko: Ah... e-eu fiquei com raiva... não foi intencional...

Akami: Mas por que estava tão nervosa assim? Alguém veio aqui?

Kyoko: N-não... eu fiquei brava por que... briguei com Yang.

Akami: Você brigou com a Yang? Mas vocês duas nunca brigaram. Tem certeza que foi isso?

Kyoko: Sim... vou tentar fazer as pazes qualquer hora...

Akami: Ok então... - Ela se afasta da menor. - Se quiser pode voltar a dormir.

Kyoko: Vou. - Ela adentra na porta atrás dela.

Subaru encostado na parede e de braços cruzados continua olhando ao redor.

- Alguém esteve aqui. - Ele diz em tom baixo.

Akami: Certeza? - Usa o mesmo tom.

- Pelo jeito parece que ela estava fugindo. A destruição começa depois da porta do quarto dela e vai até um pouco antes da porta. E tudo isso alguém não faz por perder o controle. No máximo ela quebraria alguns vasos e retratos, mas até as cadeiras e plantas estão no chão, e tem cacos de vidro por todo o local. Isso não se faz sozinho.

Akami: O que você supõe?

- Yuuei. Você teve um sonho com ele, acho que foi o instinto protetor, pois na verdade aquilo aconteceu. Você tem o número dessa tal... Yang? Para confirmar esta história que ela contou.

Akami: Tenho. Espera. - Ela começou a procurar numa gavetinha do lado do telefone fixo. Mas logo percebeu que a agenda de números estava para fora. - Subaru.

- Oi? - Ele se aproxima dela.

Akami: Olha. - Ela mostra a agenda aberta a ele. - Estava aqui em cima aberto no meu número. Sem contar que o telefone estava fora do gancho.

- Você precisa de mais provas?

Akami: Vou ligar para a menina. - Ela procura o número folheando as páginas e logo está a discar no telefone. Espera um tempinho e logo é atendido. - Alô? É da casa da Yang? Sim, é a irmã da Kyoko. Eu queria perguntar se você está sabendo se as duas brigaram ou algo do tipo. Não? Ah sim, muito obrigada. Era só isso mesmo. Obrigada, tchau. - Ela desliga o telefone e se vira para Subaru. - Não. E isto nem surpresa é.

- Sabia.

Akami: Por que ela mentiria para mim?

- Talvez ela não esteja mentindo... - Murmurou a si próprio.

Akami: O que disse?

- Nada... pensei alto. Você tem que ficar de olho nela. Supervisão agora é a melhor coisa.

Akami: Certo.

- Acho que vou indo. Boa sorte ai... com tudo isso.

Akami: Nem pensar! Você quis vir agora vai ajudar! - Ela o entrega uma vassoura. - Pode começar com os cacos de vidro. Eu vou organizar as coisas.

- Ahh fala sério...

Akami: Seríssimo! Vamos que quanto antes começarmos, mais cedo a gente acaba.

- Ok, ok madame exigente... e olha que eu não tenho nada a ver com a história e vou ter que ajudar. Imagina se tivesse...

Akami: Reclama menos e varre mais.

- E ainda quer impor o que eu devo dizer ou não. Essa menina está muito abusada pro meu gosto.

Quarta-feira - 11:28

~ligação on~

???: Alô? Gostaria de falar com o... Yoshida Yashiro, é do hospital que ele esteve recentemente.

Yoshida: É ele mesmo. Pode falar.

???: Então... os resultados dos exames que o senhor fez, já estão prontos. Se puder dar uma passadinha aqui para pega-los...

Yoshida: Ah! Certo! Estou indo ai agora! Tchau.

???: Tchau.

~Ligação off~

Yoshida estando extremamente animado, saiu em disparada. Yu quis ir com ele, também estava curioso. O motorista de Yu os levou ao hospital, não demorou muito a chegarem.

Os papéis estavam dentro de um pacote branco na recepção. Tomou posse deles rapidamente e os abriu de forma impaciente.

Ficou um tempo lendo tudo e procurando.

~Folha~

Paciente: Yoshida Yashiro.

Idade: 16 anos.

Parentesco: Nenhum registro necessário. (Pais sem modificação)

Local: Daitoshi, Japão. Centro de pesquisas P.D.A.P. (Poderes descomunais, anomalias e peculiaridades.)

Modo de contaminação: Células receptivas entram em contato com DNA modificado.

Possíveis habilidades possuídas: Paralização ao toque. (Possivelmente regulável)

Fraquezas notórias: Ao paralisar alguém com o toque, é paralisado também.

~//~

Yoshida: Ai eu não estou acreditando! Eu tenho um poder!

Yu: 90% de conseguir.

Yoshida: Yee!!!

Yu: parecem ser bons, só não vá me paralisar!

Yoshida: Eu nem sei como fazer isto! - Ele ri.

Dr. Hyuuga: Para isso servem os treinamentos. Se você quiser, podemos lhe ajudar nesta questão.

Yoshida: Não sei... não irá sair muito caro?

Dr. Hyuuga: Mas nem é você que está pagando, não ha com o que se preocupar. Além do mais, os preços não são nada absurdos.

Yoshida: Ok...

Algumas horas se passaram e a notícia já havia chegado aos ouvidos de Akami e Subaru.


Notas Finais


Obrigada por lerem! Caso estejam gostando, comentem! ♡ até a próxima!


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