História Missão: Infiltração - Capítulo 4


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Kakashi Hatake, Pain, Personagens Originais
Tags Agência, Allhina, Espiã, Gangue, Harem, Hentai, Hinapain, Kakuhida, Painhina, Policial, Sasodei, Tobidei
Visualizações 26
Palavras 1.237
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura e desculpem pela demora!

Capítulo 4 - Capítulo III


Hinata estava já dentro da festa, estava sentada em um dos bancos do balcão que nele se encontrava as mais diversas bebidas e petiscos extremamente finos e caríssimos. Isso agradava a Hyuga, sensação de poder. Oh! Essa sensação ela amava, estar sob o controle e a par de tudo e por isso entrou para o mundo dos agentes, tinha adrenalina, fogo, armas. Um combo perfeito de exitação e perigo, a atiçava. Atraía ela de uma forma inexplicável. Mas não era hora de relembrar aquilo, estava em uma missão de riscos. Primeiro passo, não deixar que matem Hashirama Senju, tinha que protegê-lo, afinal, a missão pede isso e nenhum agente descumpriu sua missão, jamais. Era tão forte o quanto nós somos fiéis a agência que não importa mortes, morrer era banal para a agência.

Hinata ainda lembra da morte de Shino Aburame, era tão jovem. E um destino cruel, as balas do homem tinham acabado e o atirador matou-o sem nenhuma piedade, mas ninguém da agência chorou. Era apenas uma morte, acontece todos os dias, era rotineiro. Todos iriam morrer não é mesmo? Uns iriam ir mais cedo e outros mais tarde. Inevitável.

Riu Hinata ao ter pensado nessas coisas, era realmente uma sádica. 

— Oh! Hinata. — A Hyuga virou-se e se deparou com Mei, uma membra da organização. Hinata se levantou da cadeira e foi até a amiga dando um abraço apertado, o que ela estava fazendo ali? No meio de um possível atentado? Perguntaria depois para a acastanhada de olhos verdes. — Que bom te ver, você cresceu bastante, tá mais bonita.

— Obrigada, Mei-San. — Gentilmente beijou a bochecha da mulher, a mesma sorriu e deu um aceno para Hinata, logo se distanciando. — Tenho vinte e cinco minutos.

A perolada só usava um vestido longo para esconder suas duas armas que continha em suas coxas, e uma faca abaixo do seu antebraço e outra um pouco mais para dentro da sua calcinha, com todo cuidado é claro.

Só faltava uns dez minutos para a Akatsuki chegar no local, mas Hinata foi interrompida de seus pensamentos ao escutar um barulho de vidro sendo estourado, era os Akatsukis estavam cobertos por máscaras e tinha um manto de cor negra, repleto de nuvens vermelho-sangue. Hinata rápidamente colocou um disfarce em si, era um baile de máscaras, o que facilitava para Hyuga. Eles começaram a bombardear o local, Hinata sacou sua arma e atirou em uns capangas figurantes da Akatsuki. Matou a maioria de forma discreta, estava tudo um caos, pessoas correndo, balas para tudo quanto é lado e algumas vítimas com ferimentos fatais. A garota correu até o andar de cima rapidamente, arrombou a primeira porta que vira e deu de cara com um casal transado loucamente. Murmurrou um "Puta merda" e saiu dali a passos pesados, arrombou outra e mais outras e enfim deu de cara com o Senju. Ele ficou surpreso ao escutar os bombardeios.

— Vamos ter que pular, cara. — Hinata pegou o pulso de Hashirama, que ainda estava incrédulo. — Vamos logo! Eles já virão vir aqui, é melhor descer se não quiser ver o céu. — Ele se arrepiou e Imediatamente pulou com a garota da janela, não era tão grande a altura. Porém rendeu bons arranhões em seu braço e pernas, a Hyuga se levantou dos arbustos com maestria e elegância, ele viu Hinata pegar um celular e ligar para alguém.

— Sakura, preciso que o sistema seja Hackeado! E destrua essa casa, a bomba já está instalada, vamos tentar matar esse malditos. — A Haruno ouviu tudo atentamente e fez o que foi mandado, a rosada fez tudo com maestria. Uma verdadeira Hacker.

— Saia daí junto com o prefeito! Essa mansão vai ir pelos ares em três minutos. — Peguei a mão do carinha e corremos até a saída, e depois de uns segundos a mansão fez um estrondo e um barulho ensurdecedor. Hinata virou-se e viu a casa destruída. Estava longe então esperava que os malditos estivessem mortos. Hinata estava completamente enganda. — Hinata? Hinata?

— Eu estou bem, e o prefeito também. Está tudo sobre controle, obrigada Sakura. — Sakura sorriu e desligou a ligação logo voltando para suas pesquisas e trabalhos.

— Meu deus. — A de cabelos negros azulados olhou para o prefeito e riu de seus lamentos, realmente aquela mansão deve ter custado uma grana boa. Mas era a missão, agora só resta saber se os malditos estão vivos ou foram encontrar Deus ou o capeta.

Peguei na mão de Hashirama e nos escondemos atrás de uma parede perto de um beco, dali tinha uma visão ampla da mansão destroçada. Hinata arregalou os olhos perolados ao ver os Akatsukis sem nenhum ferimento grave ou mortos, impossível! Como poderiam ter sobrevivido? 

Konan, investiga todo esse lugar. — Hinata estava um pouco longe então não escutou direito a fala do líder, o mesmo estava com uma máscara, cobrindo todo seu rosto, mas dava para perceber os fios alaranjados e pirciengs nas duas orelhas. A Hyuga achou aquilo atraente, não! A mulher tirou esses pensamentos na cabeça e foi embora junto com Hashirama, precisava mandá-lo para um vôo rápido para Washington, Kakashi irá cuidar dele.

— Vamos. — Monossílaba, Hinata pegou no braço dele e arrastou-o até uma grande Van preta, era discreta. O homem começou a espernear mas ela deu um jeito e colocou uma venda nele e uma mordaça, deu um aceno para Sakura, a mesma estava dirigindo e rapidamente saiu dali, em direção aos Estados Unidos. — Acho que meu trabalho aqui acabou. 

— Eu acho que não. — Hinata arregalou os olhos e olhou para trás, a voz era grave e rouca. Imponente, de um verdadeiro chefe. Estava lá ele com o típico manto, simbolizando as atrocidades que já tinha feito em sua vida. Os cabelos laranjas que pareciam ser bastantes macios e sedosos. Yahiko Pain estava lá, olhando-a com um ar impassível e a expressão de tédio e até de raiva. — Não deveria estar aqui, Hyuga.

— Como sabe meu nome? — Perguntou a garota tentando não falhar nas palavras, suas pernas estávam tremendo, parecia que ia perder as forças e ir direto ao chão gelado daquela rua com um silêncio amedrontador.

— Não lhe devo satisfações. — Disse ele, Hinata tentou ignorar o jeito rude mas olhou-o com os olhos perolados cheio de raiva. Pegou uma arma e sacou, apontando para cabeça do mesmo, se atirasse ia ser tiro um certeiro.

— Calma aí, gatinha. — Os Akatsukis saíram de seus esconderijos e apontaram suas armas para Hinata, que suspirou e jogou sua arma para longe. Ela levantou os braços em sinal de rendição e suspirou tediosa.

— Vão me matar? Se quiserem andem logo. — Sem medo nenhum a Hyuga fala enquanto dava um sorriso, realmente nunca temeu a morte. Os Akatsukis sorriram sem humor, menos Pain que agora a olhava com uma sobrancelha arqueada, sua coragem era realmente admirável e isso atraiu Yahiko Pain.

Não vamos te matar, você é uma peça importante para nosso jogo. — Dessa vez quem tomou a palavra foi Sasori Akasuna, com seu típico ar sem sentimentos e com uma metralhadora em mãos. 

— Que tipo de jogo? — Hinata perguntou dessa vez com uma ponta de curiosidade.

— Você nos ajudará a matar a gangue do Zabuza. — Yahiko ordenou com uma voz mais rouca do que o normal.




Notas Finais


Em breve mudarei o nome da Fic e a Sinopse! Os Shipps irão ser atualizados e mudarei algumas coisas importantes, obrigada por ler meus anjos e até a próxima!


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