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História Missão praticamente impossível. - Capítulo 2


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Notas do Autor


Aproveitem.
Podem a haver erros.
Capa referente as roupas que eles trocaram.

Capítulo 2 - Os três restantes: Asuna, Alice e Eugeo


Fanfic / Fanfiction Missão praticamente impossível. - Capítulo 2 - Os três restantes: Asuna, Alice e Eugeo

Estádios Unidos – Califórnia – Dia anterior às 13h

Agência Especial das Forças Americanas.

Uma linda mulher de cabelos laranja-acastanhados, caminhava calmante pelas instalações do lugar, ela vestia um blazer, gravata, saia preta e meia calça, em seu braço direito havia inúmeros papéis. Tal mulher recebia inúmeros olharem de desejo dos homens que ali trabalhavam, mas nenhum deles teria coragem para a chamar para sair, ela transmitia um ar de intimidação, onde por vezes afastava os homens saidinhos, de fato uma habilidade interessante.

A mulher se encaminhou até a sua sala, chegando lá se pós a sentar em sua cadeira e suspirou cansada, ela havia finalizado mais uma missão e aqueles papéis eram o seu relatório, mais uma vez suspirou, e ficou a olhar para o teto, lembranças inundaram a sua mente, sorriu ao lembrar de sua família, eles eram o combustível para ela continuar seguindo em frente e naquela profissão.

Alguém bateu na porta, para logo depois entrar, era uma mulher de cabelo curto, liso e preto, a mulher encarou a jovem sentada e lentamente se aproximou e se sentou na cadeira de frente para a jovem.

– Você é a Yuuki Asuna-san né? – indagou e cruzou as pernas.

Asuna – Sim, por que? – perguntou desconfiada e estreitando os olhos.

– Não precisa ter essa desconfiança, não lhe farei nenhum mal – disse suavemente – Eu me chamo Koujiro Rinko, do Japão, prazer em conhecê-la – estendeu a mão em cumprimento.

Asuna – Yuuki Asuna, mas você já sabia – a cumprimentou – O prazer é meu Koujiro-san – acenou levemente.

Rinko – Pode me chamar apenas de Rinko – sorriu de lado.

Asuna – Certo – concordou e encarou a mulher – Há que devo a sua presença? – questionou.

Rinko – Estou aqui para lhe convocar para fazer parte de um time, para prender uma pessoa extremamente perigosa, que está fazendo uma algazarra no Japão – disse seriamente.

Asuna – E por que eu deveria aceitar? – indagou cruzando os braços.

Rinko – A questão aqui é outra – apoiou a cabeça na mão – Por que você não aceitaria? Sendo sincera, eu não vejo desvantagem, afinal quando esse trabalho for concluído você será bem remunerada e pelas minhas contas você deixará de trabalhar pro resto da vida – sorriu de lado.

Asuna – QUÊ? – gritou e bateu as mãos na mesa arrancando um sorriso ainda maior da mulher a sua frente – E quanto seria o pagamento? – se acalmou e tentou manter a compostura.

Rinko – Deve ser – pareceu pensar e levantou o dedo indicador – Uns 1 milhão de dólares? – se perguntou e sorriu.

Asuna se engasgou com a próprio saliva, aquele dinheiro realmente a faria parar de trabalhar pelo resto da sua vida, mesmo que ela já tivesse uma boa grana guardada, mas nem de perto ela iria se aposentar tão cedo, começou a sonhar que estava em uma ilha paradisíaca com a sua família e que nunca mais precisaria trabalhar, sorriu

Rinko – Asuna-san? – a chamou.

Asuna – Onde eu assino? – disse eufórica – Digo – fingiu tosse – Quando a gente vai e eu não preciso da permissão do meu chefe? – indagou curiosa.

Rinko – Hoje mesmo iremos para o Japão, não se preocupe tem roupas para você no hotel onde iremos ficar e também já foi tudo resolvido com o seu chefe – sorriu.

Asuna – Certo, vou apenas avisar meus pais e vamos – disse se levantando e indo a um canto da sala ligando para o seus pais, Rinko apenas sorriu enigmático – Já avise, vamos Rinko.

Rinko – Vamos – se levantou – Provavelmente vamos chegar amanhã de manhã e aí você terá um tempo para descansar – sorriu.

A dupla de mulheres se encaminhou para fora da instalação, um carro já estava as esperando e elas já foram em direção ao aeroporto. Asuna estava pensar no dinheiro que ganharia e no por que ela de tantas pessoas altamente capacitadas foi escolhida, mas resolveu deixar de lado, talvez seja por sua fama ou por seu renome no resto do mundo, não importava, para ela era apenas mais uma missão e que teria total sucesso.

Mas será que seria tão fácil assim quanto Asuna pensava?.

No mesmo dia em uma cafeteira.

Uma jovem loira, estava sentada tomando um cappuccino, em frente a essa jovem estava um homem de meia idade, ele sorria de lado e parecia que estava a esperar algo da jovem a sua frente.

– Então? Você aceita a proposta? – voltou a perguntar.

– Por que eu deveria? Isso não tem nada a haver com o país que eu defendo agora – disse seriamente.

– Jovem Alice, acho que você não entendeu a situação como um todo, se esse cara não for parado agora que está no Japão, com toda certeza ele irá atacar os outros países e possivelmente o EUA é um provável alvo – explicou calmante.

Alice – E o que isso tem haver comigo? – indagou – Tem inúmeras pessoas mais capazes que eu, então por que justo eu? – perguntou seriamente enquanto encarava o homem.

– Você é a melhor “peça” por assim dizer – fez as aspas – Seu conhecimento sobre armas e a sua enorme capacidade em luta corpo a corpo junto com o seu histórico de missões cumpridas, são mais que suficiente para você ser a escolhida em meio a milhares – disse entrelaçando os dedos.

Alice – Arff – suspirou – Tudo bem, entendi, eu aceito a proposta – se deu por vencida – Mas que fique claro, se for uma armadilha, você está morto – ameaçou e uma forte intensão assassina pairou no lugar.

– Tudo bem, entendi o recado e pode ficar tranquila, não é uma armadilha, eu garanto – disse enquanto levantava os braços em rendição – “Ela tem mais ou menos 20 anos, mas essa intenção assassina foi de outro nível, o que essa criança teve que passar pra ter essa aura?” – se perguntou e olhou tristemente pra a jovem loira – Então, vamos para o aeroporto, e antes que diga sobre roupas, não se preocupe, quando chegarmos no Japão iremos diretamente para um hotel onde será providenciado as suas roupas – explicou e a viu acenar.

A dupla também se encaminhou para o aeroporto e em algumas horas eles já estavam no Japão.

Tanto Alice e Asuna foram para hotéis diferentes, tudo para que elas não se encontrassem e fosse uma surpresa quem seria a equipe para tal operação. Logicamente nenhum dos recrutadores disseram que um ex-criminoso estava envolvido, para não haver uma possibilidade delas recusarem.

Japão – Tokyo – Dia da soltura de Kirito – Campo de Treinamento de Tiros – 13h.

Um rapaz loiro andava de um lado para o outro observando os seus alunos atirarem contra os alvos, o rapaz de vez em quando dizia onde eles precisavam melhorar. Um homem alto, estava escorado em uma parede apenas observando o jovem rapaz ensinando os novatos a atiradores, sorriu de lado, talvez o loiro fosse o mais fácil de se recrutar, o homem fez um pequeno sinal de mão e isso chamou a atenção do rapaz que rapidamente encerrou a sua aula.

– Qual foi? – indagou o rapaz cruzando os braços.

– Você deve está a se perguntar por que eu estou aqui certo? – perguntou ficando frente com o rapaz.

– Sendo sincero, nenhum um pouco, apenas quero que vá embora, você atrapalhou minha aula – disse seriamente.

– Oh me desculpe – acenou levemente – “Droga!! Pensei que ia ser fácil recruta-lo – pensou – Você sabe que a guerra contra o crime nunca acaba né?

– E? – ironizou.

– E que eu estou aqui para lhe recrutar, você e mais 3 iram formar um time para prender uma pessoa – disse seriamente.

– E o que te faz pensar que eu vou aceitar? – levantou a sobrancelha.

– Você vai aceitar por que pode ser que tenha uma pista sobre aquele aciden.. – não completou pois rapidamente foi imobilizado no chão – “Rápido!!! Eu estava com a guarda alta e mesmo assim ele me imobilizou” – estava espantado.

O rapaz colocou o joelho em cima da coluna do homem e o ouvi gemer de dor, se aproximou do ouvido do homem e disse seriamente.

– Nunca mais, fale sobre isso, entendeu? – rosnou e pressionou com ainda mais força o joelho na coluna do homem – A menos que você queira morrer – ameaçou – Esse acidente já foi arquivado e o culpado preso. Então por que esse cara aí estaria envolvido? – indagou.

– Você.....Não...Sabe....De....Nada – disse com dor – Senhor... Eugeo.... O caso.... Nunca... Foi.... Esclarecido... – fechou o punho com força, a dor que sentia era enorme.

Eugeo – Você.... Está dizendo que a porra do cara que tá preso não foi o culpado? – indagou e sua expressão escureceu – E que tudo o que passei e fiz foi em vão? – rosnou com raiva.

– Isso... aí... – grunhiu alto.

Eugeo lentamente retirou o joelho de cima das costas do homem, e ficou esperando ele se recuperar, a mente do rapaz estava em branco, sua vida toda girou em torno de descobrir quem havia matado seus pais e agora alguém chega e diz que o cara que foi preso não tinha nada a haver com história e que era apenas um bode expiatório. Raiva era o sentimento que mais definia o rapaz de cabelos loiros.

O homem se recuperou da investida do mais novo, ele estava surpreso, mesmo estando com a guarda alto foi facilmente imobilizado, ainda bem que ninguém iria saber do que aconteceu naquele lugar. Suspirou e olhou para o rapaz, um leve medo percorreu a sua espinha, não dava para ver a expressão no rosto dele pois os cabelos tampavam, mas a aura em volta do rapaz deixava clara uma coisa, ele mataria o primeiro que aparecesse na sua frente, o homem engoliu em seco e quando ia repetir a proposta, a fala do rapaz o surpreendeu.

Eugeo – Eu aceito – disse calmamente, embora seus olhos transmitiam uma enorme fúria, isso fez com que o homem engolisse em seco e apenas concordasse.

– Então vamos para um hotel, onde estará algumas coisas e roupas que você irá precisar – explicou e recebeu um aceno.

A dupla foi em direção a um carro que estava os esperando, o homem sentou no banco do passageiro e Eugeo no banco de trás, pelo retrovisor ele observava o rapaz, a expressão dele estava inesperadamente calma, pensou que deveria ser pelo fato que ele era das Forças Especiais, então seria alto explicativo que ele conseguisse controlar as suas emoções.

O rapaz olhava as pessoas nas ruas e de vez em quando via famílias rindo e se divertindo, sentiu um aperto no coração, sentiu saudade de seus pais e quando finalmente tinha seguido em frente tendo prendido o suposto culpado um cara de paletó chega pra si e diz que tudo nunca foi solucionado e que praticamente tudo o que fez e as pessoas que matou foi em vão, olhou pra a sua mão direita, a mesma mão que apertava o gatilho e que decidia quem morreria e quem viveria, suspirou, e fechou os olhos numa tentativa falha de esquecer o seu passado.

Chegando no hotel rapidamente a dupla subiu para o quarto e Eugeo tomou um banho rápido vestiu a sua roupa e voltou para o quarto, em cima da cama havia uma o maleta e o rapaz nem perguntou o que tinha dentro apenas a abriu, colocou o coldre axilar e a pistola 9mm no lado esquerdo, por cima vestiu um moletom azul com capuz. Ele estava pronto e queria conhecer logo os outros 3 que iriam fazer equipe consigo.











Até o próx.


Notas Finais


Finish


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