História Mistake - Capítulo 9


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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Kenpachi Zaraki, Mayuri, Nanao Ise, Nemu Kurotsuchi (Nemuri Nanagou), Personagens Originais, Rangiku Matsumoto, Renji Abarai, Retsu Unohana, Rukia Kuchiki, Shunsui Kyouraku, Shuuhei Hisagi, Toushirou Hitsugaya, Ukitake, Yashiro
Visualizações 18
Palavras 2.831
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O nome em parênteses na frase final do capítulo é a tradução da palavra de invocação da zanpakutou e o nome dela, respectivamente.

Aliás, todas as palavras que não puderem ser traduzidas (ex: Chire Senbonzakura), eu coloquei a tradução em um parênteses que vêm logo ao lado. Lembrem-se disso para os capítulos de ação.

Ah, outra coisa: esse é o último capítulo dessa primeira parte da fanfic. A partir do próximo muitas coisas mudarão em relação à tudo.

Boa leitura.

Capítulo 9 - 8 - Queda


Rukia levou as mãos ao rosto, não exatamente surpresa, mas sim perplexa com a realidade. Como Byakuya supunha aquilo nem tinha passado pela cabeça dela.

- Mas... Por quê?

O Kuchiki não precisou fitar Maee para que ela se retirasse dali. Mesmo ela sabia daquilo, mas achou melhor não contar nada a pequena. Aquele era outro ponto o qual agradeceria a si mesma depois.

- Rukia, nós pervertemos as leis do matrimônio e todas as outras leis morais cabíveis. Leis essas que deveríamos ter seguido sem questionar. Por conta disso, as consequências vão cair sobre você, o que eu tentei evitar. Mas pensei sobre isso hoje e não há o que fazer. Mesmo sendo uma Kuchiki isso pode acontecer.

Rukia sentiu-se perder o rumo. Sequer teve tempo para dizer algo, sua mente formulou a questão, os argumentos e a expressão de seus próprios sentimentos, mas quando seus lábios se prepararam para rebater Byakuya sua voz não saiu. Agravado a seu choque, e por estar em um período mais delicado, sentiu-se enjoar quase que imediatamente, e guiada pelo olhar de Byakuya usou seu shunpo até o banheiro antes de vomitar tudo que tinha comido. Nervosa e aturdida com sua própria situação, deixou-se apoiar sobre uma das paredes.

Naquele momento não queria fitar Byakuya. Envergonhada como estava, saiu de seu esquadrão o mais rápido que conseguiu, deixando o Kuchiki para trás. Ele não gostava de vê-la naquela situação, mas não podia esconder as coisas de si, não com tais fatos evidenciados. Permitiu que Rukia descansasse enquanto em casa, mas agora que tudo voltara ao normal ela precisava saber.

E o resultado disso fora algo que Byakuya previu desde o começo.

...

Maee se manteve a uma distância relativamente segura do sexto esquadrão. Não queria fazer com que Byakuya imaginasse que estava escutando através das portas, não depois de ele parecer mais ameno consigo por conta daquele cronograma. Talvez agora o Kuchiki fosse mais amigável consigo novamente, mas para tanto precisava se manter daquela forma, sempre tratando o necessário e deixando o trivial para a pequena, que tinha intimidade real com ele.

Por falar em Rukia... Sentia certa tristeza por ela. Não imaginava que ela desconhecia aquele fato, mas sua reação deixou claro sua inocência sobre aquilo. E quando a viu saindo da sala de Byakuya sentiu uma vontade intensa de abraçá-la. Sabia como gostava de ser uma shinigami e ser expulsa da Gotei 13 era como morrer novamente, como perder parte de sua vida e do que amava fazer.

Mesmo que fosse se tornar mãe não queria abrir mão de seu trabalho. Não estava preparada para isso. E Maee percebeu. E a abraçou ali mesmo, protegendo-a como uma mãe faria com seu filho. Como Rukia o faria dali alguns anos, se assim coubesse ao momento.

- Eu realmente sinto muito, Rukia-san. Pensei que soubesse disso.

- Eu... Eu não fazia idéia. – Disse chorosa. Ao longe as duas eram observadas por Byakuya. – Eu só queria estar em paz de novo. Como antigamente, e sem que ninguém soubesse sobre o que acontecia em casa.

Maee lhe sorriu condescendente. Byakuya não podia ouvi-las, mas viu a forma como a médica a tratava e acompanhou enquanto as duas se recompunham e voltavam a caminhar em direção ao quarto esquadrão. Rukia estava cabisbaixa e ainda chorava um pouco, mas de maneira discreta, sem chamar tanta atenção. Byakuya a observou e só voltou para sua mesa quando as duas não podiam mais ser vistas da soleira da porta.

...

Unohana recebeu as duas em sua sala algum tempo depois. Protegida pelo local, Rukia se permitiu chorar de fato, de sua forma comedida, mas sem se prender a amarras invisíveis. A médica tentava trazer a calma da pequena de volta, mas a intensidade daquela notícia era um tanto difícil para ser absorvida e esquecida tão rapidamente. Ser uma shinigami era a vida de Rukia, e trocar isso para se tornar uma sombra permanente na mansão Kuchiki doía como ferro perfurando a carne.

- Kuchiki-san, por favor, tente se acalmar. Quanto mais nervosa ficar, pior será o seu estado. – disse Unohana, aproximando-se das duas.

- Não me importo. – Mordeu o lábio inferior e esfregou os olhos com a manga do shihakushou.

Maee se voltou para sua capitã. – Kuchiki-sama falou sobre a provável decisão do Comandante acerca da gravidez. Ela não sabia.

- Sinto muito, Kuchiki-san, eu-

- Por favor, Unohana-taichou. – Rukia a cortou – E desculpe por interrompê-la, mas vou tentar me acostumar com isso como tenho tentado fazer com todas as outras coisas, e em algum momento, vou ficar bem. Só queria não pensar muito sobre isso agora.

- Se é assim que prefere então não vou insistir nesse assunto. Chegou a uma decisão sobre as lacunas em branco de suas visitas?

Rukia assentiu. Empertigou-se na cadeira e respirou fundo, tentando livrar a mente de qualquer outro pensamento. Ainda precisava contar o resto da história para capitã e aquilo ainda a deixava tensa.

- Eu vou sair do esquadrão no começo do terceiro mês. O nii-sama achou melhor e se eu for realmente expulsa... Bem... Não vai fazer diferença.

- Vejo que Kuchiki-taichou parece ter encarado relativamente bem a situação.

Unohana tentou jogar verde, mas a segurança que Rukia trazia consigo mesmo se mostrando tão frágil naquele momento se mostrara bem surpreendente.

- Ah... – Rukia sorriu triste. – Sobre isso, desculpe taichou, esqueci que ainda não sabe. Ele é o pai.

Unohana franziu a sobrancelha, mas não esboçou muito mais reações, o que de certa maneira surpreendeu tanto Maee quanto Rukia.

- Eu imaginava que ele fosse mesmo, Kuchiki-san. Quando me disse que algumas coisas não passam por cima de leis e regras eu supus que Kuchiki-taichou pudesse ser o pai da criança. Ao visto não estou errada.

- Definitivamente não. Então Maee-san pode preencher os espaços em branco com minha saída daqui, mas não sei se as visitas continuariam sendo aqui no quarto esquadrão quando minha barriga crescesse.

- Não me importaria de ir até a mansão Kuchiki. E não acho que Maee também tivesse algum problema. Com toda essa situação nós duas somos as únicas que pudemos ficar sabendo de tudo, então vamos te ajudar da melhor forma possível em relação a isso.

Rukia sorriu de forma serena para ambas e curvou-se respeitosamente a sua frente. – Unohana-taichou, Maee-san, vocês estão fazendo por mim o que eu jamais conseguiria fazer sozinha. Se não fosse por vocês e seus cuidados comigo eu já teria me desesperado e feito algo horrível. Não sei como lidar com as minhas próprias decisões e vocês fazem por mim mesmo sem ser sua obrigação, e eu agradeço imensamente por isso.

As mulheres se entreolharam e sorriram.

- Rukia-san não agradeça por isso. E nem se culpe por suas decisões e seu amor. Não temos controle sobre a vida e sobre o que ela vai fazer conosco, então não se arrependa do que fez e por estar grávida agora. Se permita amar, seja quem for.

- Nós vamos fazer tudo que pudermos por você, Kuchiki-san. – Unohana a dedicou um sorriso – Sabemos de tudo que acontece e de como se sente, mas não se preocupe com isso, estamos aqui por você. E sobre a forma de nos agradecer, apenas se cuide bem e tome todos os cuidados consigo e com o bebê e vai ser o melhor jeito de nos ser grata, está bem?

Rukia assentiu, se permitindo sorrir. Passou um bom tempo com as duas ali colocando alguns pontos em ordem e tomando algumas informações de Unohana para com sua saúde e quais cuidados tomar com a gravidez, ainda mais por estarem naquela época tão fria. Mais do que nunca precisava estar cem por cento para se doar ao bebê.

- E, principalmente – Unohana advertiu – deve evitar passar nervoso. Sei que não é imune as mudanças que estão ocorrendo, sendo as de seu próprio corpo e também do mundo exterior, mas não pode ficar passando mal por conta de estresse, isso pode fazer mal para os dois.

- Vou me cuidar melhor Unohana-taichou. Mas não consigo evitar, ainda mais sabendo que posso não ser mais uma shinigami. Sinto-me absurdamente triste.

- Então coloque essa tristeza para fora, não guarde o que te faz mal. Vai sofrer em dobro se o fizer. Estando grávida as conseqüências podem ser piores e vão vir numa velocidade maior.

- Prometo que vou me cuidar mais. Não quero preocupar ninguém.

Havia um tom de tristeza em sua voz e feição. Mas talvez tivesse mesmo sido melhor que nem Unohana ou Maee dissessem algo, pois naquele momento não adiantaria e não faria com que a dor de Rukia fosse embora. As mudanças que era obrigada a aceitar se impunham implacáveis sobre si e não adiantava querer lutar contra elas de forma descontrolada. A ansiedade e o medo cegavam por normalidade, e estando com as veias carregadas destes sentimentos não era sensato tomar certas atitudes.

Portanto deixaram que Rukia carregasse consigo o sentimento de despedida da Gotei 13, mesmo que nenhuma soubesse a decisão superior. Para a pequena bastava não manter esperança nenhuma e se manter em seu trabalho por mais aquele mês. O que aconteceria depois estava longe de seu alcance, portanto se manteria focada apenas nos momentos que vivia, sem pensar em futuro, sem pensar nas decisões de qualquer superior, fosse ao Comandante, Ukitake ou os outros capitães, mesmo Byakuya.

Viveria aquele mês para si deixando de se preocupar com o que viria dos outros, ao menos em relação ao seu trabalho na Gotei 13.

xXx

O homem planeja e Deus ri. – Ditado Iídiche.

xXx

Se alguém perguntasse sobre como conseguiu se manter aquele dia, Rukia talvez dissesse que não sabia. Havia sido mais difícil do que poderia supor, mesmo dizendo a si mesma que não iria pensar sobre qualquer decisão além. Ukitake também falara consigo sobre aquilo e permitiu que fosse embora mais cedo quando notou que não havia mais força em seu semblante.

Mesmo assim Rukia decidiu ficar. E só para não contrariar tanto o capitão saiu dez minutos mais cedo que seu horário normal, seguindo imediatamente e sem qualquer desvio para a mansão. Sentia necessidade de estar sozinha podendo pensar no que lhe fosse pertinente, sem ser alvo de todos. Dizia para si mesma que não estava pronta para assumir tal responsabilidade, mas ria quase com escárnio de si condenando todas as atitudes que tivera e tudo que quebrara se envolvendo com Byakuya.

- É seu castigo Kuchiki Rukia. Por ser tão pouco e esse pouco ser tão imaturo.

Com lágrimas nos olhos se retirou para seus aposentos. Ali fez toda sua higiene e cuidou do que era necessário antes de ir jantar, tentando sempre se manter a mesma Rukia diante dos empregados, que iam e viam principalmente na sala onde faziam as refeições. Como Byakuya estava voltando tarde todos os dias, não era anormal que se alimentasse sozinha.

Evitou ao máximo o que não podia comer, mantendo assim os cuidados que Unohana lhe passou. A comida lhe parecia um tanto amarga, mas achou que fosse sua boca, uma vez que estava enjoando com frequência e naquele próprio dia também havia passado mal. Ainda assim se mantinha quase que em automático, não se dando realmente conta do que fazia. Era como se dois lados dentro de si brigassem contra o outro, um se mantendo firme em relação ao pensamento de que não deveria se preocupar com o futuro e a decisão do Comandante, o outro querendo obrigá-la a aceitar que não faria mais parte dali, que seu lugar não era mais ali.

De repente a vontade de ir para o Rukongai a atingiu de novo, a parte negativa ganhando força em sua mente e coração. Todos os sentimentos destrutivos se apossando, fazendo com que sua presença em qualquer lugar não passasse de insignificante, lembrando-a de que fazia tempo que não tinha com seus amigos, que não se sentia livre para ir e vir, que não era mais alguém dona dos próprios passos.

De que seu relacionamento era o maior erro que poderia ter cometido e que Byakuya jamais seria muito mais que seu irmão, com filho ou sem. E o solavanco que a atingiu não podia ter sido maior. Sua mente colocava o Kuchiki em foco e ela simplesmente perdia o rumo. Era uma jogada suja, seu próprio ser se voltando contra si num momento em que tudo que ela precisava era de apoio e carinho, e da presença dele ali.

Nunca pensou que aquele filho os manteria unidos, mas já se sentia quebrada demais para qualquer tipo de pensamento que a ajudasse a lutar contra o lado ruim que a estava devastando. O que sua mente lhe trazia era a visão de ser um incômodo para todos que cuidaram de si desde que se pegara com as tonturas, incluindo Byakuya e seu capitão até o momento em que revelou estar grávida no meio daquela tempestade que mais parecia um reflexo de como estava por dentro, colocando Maee na linha de tiro do Kuchiki.

Fizera com que todos se preocupassem consigo e sequer pensou neles, somente em como tudo ficaria dali para frente e como manteria seu relacionamento com Byakuya. Ah sim... Seu lado negativo vencia com facilidade aquela guerra interna, as lágrimas escorriam com facilidade por seu rosto enquanto sentia dedos apontados para si dizendo que era errada, imatura, estúpida, um estorvo para todos que a rodeavam, uma amiga de mentira que deixara de ter contato com quem disse tanto se importar.

Mesmo Renji parecia ali lhe apontando o dedo. E ainda que tentasse lutar contra tudo aquilo, contra aquele devaneio que a cegava para a realidade, não conseguia fazer nada. Era em vão. Via-se em outro mundo, numa realidade que não condizia com a sua, a cabeça doía com força e os passos eram incertos, as pernas pareciam tremular com facilidade, como se estivesse fraca e há muito tempo não tentasse caminhar.

Parecia que mais uma vez tudo lutava contra ela e novamente estava sozinha no tabuleiro da vida. Tentava gritar, mas sentia-se sufocar, como se uma mão a prendesse com firmeza e a erguesse do chão, uma vez que também não sentia os pés tocando qualquer tipo de superfície. Os olhos estavam embaçados por conta do choro, mas com tudo isso ainda conseguiu se guiar até seu quarto novamente. Depois disso tudo não passou de um borrão escuro.

xXx

Uma risada escandalosa escapou de seus lábios.

Ah sim, era realmente fácil corromper algumas pessoas. Não precisava de muito para conseguir seus serviços, bastava oferecer algumas miudezas e tinha para si o controle de algumas vidas que podiam fazer com que seus planos se concretizassem mais facilmente. Se estivesse certo tudo estaria acontecendo como ordenou e aquela paz costumeira da Seireitei estaria perto do fim.

De onde estava conseguia observar a redoma de vidro iluminada, as pessoas ali brindando suas vidas embebidas em regalias e bens em excesso. Tudo que lhe fora tirado anos antes, mas que estava a um passo de recuperar. Logo estaria de volta àquele lugar e tudo se resolveria, tudo ficaria certo e daria adeus ao Rukongai, para o qual tinha um destino guardado.

Um destino tão agradável quanto aquele que teve quando fora parar ali. Tinha sua parcela de agradecimento por tudo que aprendeu sobre como lidar com o psicológico e a mente de uma pessoa, mas seu “obrigado” viria quando estivesse do outro lado, de onde nunca deveria ter saído; de onde deveria estar até agora e ter sido ele a mandar os de sua época para onde fora exilado.

Um exílio que estava perto do fim.

A zanpakutou reluzia sobre a lua, balançando em sua cintura. Passara sem qualquer dificuldade pelos que faziam ronda onde havia decidido estar naquela noite e agora podia novamente desembainhar a espada de lâmina negra, cravejada de brilhantes pedras vermelhas em seu cabo. Aquela que já havia ceifado a vida de muitos agora estava pronta para ser manejada novamente.

E era por isso que seu sorriso não podia ser maior. Os cabelos negros balançaram com força quando apontou para a barreira da Seireitei naquele lugar onde não seria visto ou sentido com facilidade. Riu com escárnio, uma ansiedade crescendo dentro de si novamente. A vontade de matar, de punir quem lhe puniu. Tudo estava de novo em seu alcance e ele não permitiria erros daquela vez. Toda a sua loucura, seu instinto assassino, sua sede de vingança, seu ódio e desprezo por todos aqueles que o tiraram de seu trono do passado emanavam de seu ser. Mantinha sua reiatsu oculta o máximo que podia, mas quando tocara a redoma com a ponta de sua zanpakutou um brilho negro surgiu em seu olhar, um êxtase por tudo que havia pela frente e de como se deliciaria com tudo que aconteceria com a maldita Seireitei que o exilara de seu lugar por direito. E no ápice de seu devaneio interior de sangue, morte e prazer, as palavras escaparam-lhe pelos lábios trêmulos de excitação.

- Kanren suru... Fuhenyowa. (Envolva... Meia-Noite Eterna).



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