História Mistake - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, Halsey
Tags Camila G!p, Halsey G!p
Visualizações 280
Palavras 1.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa é a minha primeira fanfic — que eu posto, no caso — e eu gostaria muito de saber o que vocês acharam. Se devo continuar, ou não. Enfim. 😘💕

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Mistake - Capítulo 1 - Prólogo

• Miami - 2013 •

Lauren Jauregui

O dia estava lindo, o céu estava tão azul que me dava uma sensação incrível de felicidade, o sol estava forte, mas vento fazia com que não estivesse tão calor.

Suspirei, completamente feliz e animada. Nem parecia ser uma Segunda-feira. O que eu particularmente achava ótimo, pois eu odiava Segundas.

Caminhei em direção a grande porta do shopping, ela se abriu e eu entrei, ouvindo o barulho do meus saltos e mais algumas pessoas que conversavam ali. Por sorte, eu não precisaria andar muito, já que a loja de lingeries era ali perto, antes do elevador que levava até o andar de cima.

Entrei na loja sendo logo recebida por uma loira alta e com um corpo de dar inveja.

— Seja bem-vinda. Em que posso ajuda-lá? — Certamente era nova ali, já que não me conhecia.

— Eu gostaria de ver algumas lingeries pretas, por favor.

— Claro, senhorita. Temos uma nova coleção.

Ela se virou e eu a segui até a prateleira que continha várias lingeries pretas penduradas. Observei-as antes de escolher uma com renda e uma camisola preta transparente com abertura na barriga que vinha com uma calcinha minúscula com um lacinho.

Experimentei-as e gostei do que vi. Eu estava linda e sexy, exatamente como Camila gostava. E hoje eu queria estar linda para ela, afinal, fazia onze anos que estávamos juntas. Sete de namoro e quatro de casadas, não podíamos cair na rotina.

Eu sabia que ela havia reservado uma mesa para nós no meu restaurante favorito e teríamos uma noite e um dia inteiro em um motel, no melhor quarto, como fazíamos antigamente quando não tínhamos privacidade.

Camila sempre se empenhou muito para me surpreender nesses dias, então estar sexy era o mínimo que eu poderia fazer para retribuir tudo o que ela havia feito por mim durante esses onze anos juntas.

Paguei as duas lingeries e sai da loja, eu ainda tinha que passar na loja de vestidos, pois ainda tinha que comprar algo para usar no jantar, mas eu iria na loja de Normani, caso contrário eu seria uma mulher morta.

Enquanto eu caminhava em direção a porta de saída, meu celular vibrou e eu sorri. Com certeza era Camila. Peguei o celular e infelizmente não era. Era um número desconhecido.

Desbloqueei o celular e ao abrir a mensagem mordi o lábio, tentando entender. Uma pegadinha de Camila?

xxxx-xxxx: Olá, Lauren! Primeiramente, parabéns pelos quatro anos de casamento! Acredito que você deve estar muito feliz, mas não sei se durará muito tempo.

Sorri. Com certeza era Camila. Isso só pode ser uma pegadinha dela.

Eu: Pare com isso, Camz.

xxxx-xxxx: Camz? Oh, não. Eu não sou sua esposa. Mas, o assunto envolve sua querida e amada esposa. Você deveria dar uma passadinha na casa de Katy. Será um ótimo presente de aniversário de casamento.

Eu: Quem é você? Pare com essas mentiras e insinuações.

xxxx-xxxx: Se não acredita em mim, por que não vai até lá?

Bloqueei meu celular e suspirei, abrindo minha bolsa e o jogando lá.

Camila jamais me trairia, ela era completamente apaixonada por mim e fazia de tudo por nós e para não me perder.

Sai do shopping tentando esquecer esse assunto, era loucura pensar que Camila Cabello estava me traindo, ela não seria capaz. Seria?

Entrei no carro e joguei minha bolsa e a sacola no banco de trás, passei a mão por meus cabelos e bufei. Maldita curiosidade.

Liguei o carro e dei partida, saindo o mais rápido dali. Por sorte, a casa de Katy era poucos quarteirões dali.

Eu não deveria, mas era mais forte do que eu. Era como se eu não tivesse controle sobre meus pés, que mudaram a rota e se recusavam a voltar para o outro lado, mas eu sabia que isso na passaria de um grande equívoco.

Uma quadra antes da casa de Katy, vi o carro de Camila. Ah, eu reconheceria aquele carro em qualquer lugar.

Senti meu coração apertar, eu estava rezando para que aquilo não passasse de um equívoco.

Parei meu carro do outro lado da rua, desci do carro e atravessei a rua, o portão não estava trancado, então não foi difícil de entrar. Tentei a porta da frente, mas estava trancada.

Seria sorte demais, Jauregui.

Dei a volta na casa e todas as janelas estavam fechadas. Corri até meu carro para pegar meu celular, e haviam mais mensagens do número desconhecido.

xxxx-xxxx: Não se preocupe, tem uma chave dentro do vaso de flores.

xxxx-xxxx: Espero que você me agradeça depois.

xxxx-xxxx: Tenha um ótimo presente de 4 anos, Lauren.

Coloquei meu celular de volta em minha bolsa e voltei até a casa de Katy, minhas pernas estavam bambas e eu fazia de tudo para me equilibrar em meus saltos, que nem eram tão altos.

— Certo. Respira, Lauren. — Sussurrei, respirando fundo. 

Fui até os vasos que haviam em seu jardim e após checar três, achei as chaves, eram duas. Provavelmente uma do portão — que não estava trancado — e a da sala. Abri a porta tentando fazer o mínimo de barulho possível. Tirei meus saltos antes de entrar e os deixei no canto dá sala. Fechei a porta e olhei em volta.

Haviam um celular e uma chave em cima da mesinha de centro, e eu não precisava de muito para saber que era de Camila. Fui até a mesinha e peguei o celular, onde logo apareceu uma foto nossa. Senti meus olhos lacrimejarem. Camila não podia ser tão filha da puta a esse ponto, não é?

Coloquei o celular de volta na mesinha e andei até o final do corredor após a cozinha.

Eu ouvia vozes vindo da última porta, fechei os olhos e respirei fundo, me preparando para o que eu iria ver.

Coloquei a mão na maçaneta e abri os olhos, contando até cinco antes de finalmente abrir a porta.

BINGO!

Camila estava deitada com as mãos no cabelo dá vadia que um dia eu havia chamado de amiga, mas que hoje eu mais odiava, e a filha da puta sabia disso!

Quando ela me viu, se levantou assim como Katy, que limpava sua boca. Mas, diferente da expressão assustada de Camila, Katy tinha um pequeno sorriso nos lábios. Claro, a filha da puta conseguiu o que queria.

— Lauren — Ela mordeu os lábios.

— Não, você não pode explicar. Não tem o que explicar. Me poupe dessa cena clichê, por favor — Revirei os olhos, sentindo que eu poderia explodir em choro a qualquer momento.

— Amor. — Ela se aproximou de mim.

— Camila, vá se foder. — Empurrei-a — E você, sua vadia — Fui até a loira oxigenada e acertei um tapa em sua cara — Espero que tenha tudo o que merece — Ela me olhava incrédula.

Camila estava chorando, enquanto vestia sua roupa.

— Lolo, por favor. — Ela me puxou e eu acertei um tapa em seu rosto também.

— Não encosta em mim! Você me dá nojo, Camila! Feliz aniversário de 4 anos, sua idiota. — Tirei minha aliança e joguei nela, saindo dali correndo.

Peguei meus saltos e sai daquela casa o mais rápido possível. Eu queria sumir dali, eu queria distância de Camila e de tudo.

Eu não precisava de roupas, eu não voltaria em casa, eu só precisava de distância da cidade de Miami.

Camila não correu atrás de mim, nem do carro. E eu agradecia a Deus por isso, tudo o que eu queria era distância dali.

Pra mim, Camila Cabello era uma pessoa morta.



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