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História Mister O (KakaSaku) - Capítulo 17


Escrita por: e XxAfrodite


Notas do Autor


Roi.. Sakura né? Kkkkkkkkk
Que piadinha patética, meu Kami.
Oiii meus amores, tudo bem? Bem, eu espero que sim.
Pra esse capítulo eu recomendo muita água e estar sozinhx pra ler hein? Até lá embaixo 🔥

Capítulo 17 - Namora comigo


Fanfic / Fanfiction Mister O (KakaSaku) - Capítulo 17 - Namora comigo

Meu pau ardia enquanto eu pensava o quanto seria gostoso receber esse castigo. Eu estava ansioso, não era como se estivesse em abstinência porque né? Mas hoje eu deixaria a Saky me domar do jeito que quisesse. 

— Quero ver os braços levantados, Kakashi. — um arrepio correu pela minha espinha quando ouvi isso, mas obedeci imediatamente. E não sei de onde, surgiu algemas. — Eu agora vou te prender e nem pense em se mexer ou então sua tortura será prolongada.

Acho que dei o sorriso mais malicioso de toda minha vida, já pensando em quanto tempo eu conseguiria aguentar a tortura, porém, pensando na recompensa. Apenas balancei a cabeça em uma confirmação silenciosa mas por dentro estava eufórico.

Minha camisa foi arrancada as pressas, na cabeceira da cama meus braços foram separados e presos um de cada lado. Me peguei pensando onde ela arrumou essas algemas que eu não vi quando a ajudei na mudança, só que ao pensar nisso o ciúme me tomou e pensar com quem ela já tinha usado tal acessório foi inevitável. Empurrei o pensamento para mais tarde, eu não tinha direito de a questionar por algo que sequer ela me devia explicações.

— Você quer me tocar, aisuru? — meus pensamentos foram jogados para longe e eu balancei a cabeça automaticamente, confirmando a pergunta. — Mas não vai. Você por enquanto só vai assistir.

Mordi os lábios nervoso, esperando o próximo movimento dela. Estava hipnotizado, minha respiração estava irregular e meu coração batia forte. Me sentia, inclusive, virgem novamente.

— Quando eu me soltar, você se prepara. — ela me deu um risinho debochado e eu acabei puxando o pulso pra dar um tapa na bunda dela, esquecendo eu que estava imobilizado.

— Eu tô contando com isso. — safada. Com certeza que está.

Vi ela ligar uma música qualquer no rádio, nem prestei atenção na letra, nem em nada. Meus olhos haviam sido sequestrados por ela. E não posso negar, não tiraria os olhos nem se pudesse. Senti suas mãos abrirem o cinto da minha calça e a puxar pra baixo junto da cueca, nem notei que os sapatos não estavam mais no meu pé.

— Acho injusto eu estar sem roupa e você toda vestida. — toda é uma palavra pesada. — Eu quero te ver sem nada, gostosa.

— Shhhh. Esqueceu que quem manda agora sou eu? Só observa. — suas mãos deslizaram nas minhas pernas, arranhando por onde passava até chegar ao seu destino: meu pau.

Soltei um gemido baixo porque ela mal tinha me tocado e eu já estava assim. Queria arrebentar essas algemas e foder com ela do jeito que ela merece. Mas eu precisava ser paciente. Suas mãos continuaram a me masturbar de leve, espalhando o pré gozo na glande e pra me torturar ainda mais, soprando em seguida. Mas acham que foi só isso? Não, claro que não. Essa cachorra, safada largou meu pau de repente, o que me deixou inicialmente confuso mas alerta para o que ela faria.

Ela subiu em cima de mim, se encaixando um pouco acima do meu pau, literalmente com a bunda sentada nele. Ainda com os olhos fixos em seus movimentos vi ela empurrar o pano que ela chama de calcinha para o lado e se tocar. Bem na minha frente. Da distância que estava conseguia sentir o cheiro da boceta gostosa dela.

Ela não tava brincando quando falou que ia me torturar. Queria meter a língua nela e fazer ela gritar meu nome como um animal que estava me tornando nesse momento. Seus dedos passavam pelas dobras que brilhavam de excitação, minha boca salivava e ela mordia os lábios me olhando.

— Ahhhh Kashi.. Tá tão gostoso.. Estou imaginando que são seus dedos que me tocam agora. — gemi involuntariamente, é sempre assim, não consigo mais me segurar quando estou com ela.

Minha boca estava absurdamente seca de tanta sede que eu sentia de tomar todo esse mel dela. Continuei puxando meus braços, em vão, até doer. Não ia adiantar, nem ao menos conseguiria abrir as algemas, mas isso não me impedia de tentar.

— Deixa eu te tocar, hana. Por favor. — eu ia morrer do coração a qualquer momento, tinha certeza disso.

— Não, não. Eu disse apenas olhar. — vi ela afundar ainda mais os dedos na boceta. Kami, meu lábio inferior já estava doendo de tanto eu morder. Seus dedos se agitavam pressionando o grelinho e céus, como eu queria chupá-lo nesse exato momento. — Ahhh Kakashi...

— Goza pra mim, Saky. Chama meu nome. — a coisa mais linda de todas era ver ela gozando. Seu espartilho foi baixado dos seios e uma das mãos estava lá, apertando o bico duro e puxando. Todos esses movimentos feitos com os olhos grudados um no outro. Sabia que quando ela fosse gozar, eles fechariam, mas não importa, eu a veria. — Goza, Sakura. Quando eu me soltar daqui, vou te comer com tanta força que minhas bolas vão entrar em você.

Senti seu líquido escorrer na minha barriga, denunciando que ela estava gozando. Seu grito também não ficou preso na garganta, acabei ficando com dó dos hóspedes, porém foda-se. O importante hoje somos nós.

O mais foda é que essa mulher não tem limite – não que eu esteja reclamando – mas ela ainda teve a audácia de debochar de mim e continuar me provocando enquanto me mantinha algemado. Passando as mãos nos seios e apertando, a destra que estava molhada do orgasmo espalhou o líquido por eles também, deixando aqueles peitos brilhando de gozo. Tão safada.

— Sua safada, sensei. Quem diria que acabaríamos assim? Sensei e aluna? — pelo visto eu esternei meus pensamentos, queria rir, mas a malícia das últimas palavras dela não deixava.

— Sabe que você me deixava de pau duro toda vez que me chamava de sensei? Eu adoro a malícia com que você fala. — só dei munição pra ela, né?

— É mesmo, sensei? Duro igual está agora? — ah, filha da puta. Eu não poderia ser mais feliz por ter uma mulher dessa. Quero lembrar que eu ainda estou preso, mas às vezes não resisto em me inclinar pra tentar alcançar ela. O sorriso malicioso e a cabeça balançando em negação é uma tortura deliciosa. — Eu não disse que poderia se mexer, disse?

Sem pestanejar segurou meu pau com uma mão, com a outra se apoiou na minha coxa e engoliu tudo até onde sua garganta permitia. É difícil descrever como eu me sinto nesses momentos. Não durou tanto quanto eu gostaria mas foi um dos melhores boquetes que ela me fez. Mas não parou por aí.

Depois de me chupar brevemente, ela se levantou, ficando novamente no meu colo e mais uma vez empurrou aquela miserável calcinha pro lado mas dessa vez ela se encaixou no meu pau.

— Gostosa. Como eu queria te dar agora os tapas que você tá merecendo. — porra, cacete, caralho. — Senta gostoso, caralho.

Mais que boca mais imunda a minha. Ficaria constrangido se não soubesse que ela adora meus palavrões na hora do sexo.

— Assim? — seu modo de sentar não foi agressivo, foi lento e torturante, mas me senti bem no fundo. Seu clitóris se esfregava em mim e Kami, que delícia.

— Ohhh sim. Assim. — poucas palavras e era isso. Mal tava conseguindo raciocinar quanto mais usar palavras profundas. Mas eu sabia que ela estava chegando no ponto, o aperto no meu pau começou.

Senti ela parar bruscamente e confesso que fiquei com medo de ter machucado de alguma forma (como se eu pudesse fazer isso algemado, mas okay, não me julguem) mas não, ela foi até a mesinha de centro e pegou a chave das algemas.

— Eu não aguento mais, preciso que me toque, como só você sabe fazer. — agora sim é meu momento.

— Eu vou te tocar, hana, como você merece. — por mais que esteja enlouquecido, eu sempre terei cuidado com ela.

Senti as algemas sendo afrouxadas do meu pulso de um lado, e em seguida do outro. Olhando agora para eles, a pele estava marcada com vergões, claro que dos puxões eu dei, mas vi que minha hana se sentiu mal por isso. Coloquei minhas mãos em seu rosto, fazendo um carinho na bochecha.

— Tá arrependida por ter me maltratado é? — falei rindo pra aliviar a consciência dela, não que ela tenha culpa, eu que fiquei me debatendo, mas eu a conheço. — Porque eu não estou.

Agora sim. Ela me sorriu e eu devolvi, maliciosamente falando. A beijei puxando seu corpo para cima do meu, correndo as mãos por suas costas. Nosso beijo não era desesperado, não mais. Era um beijo contemplativo, de "desculpas", de paixão e de amor.

Abraçado a ela, deitei seu corpo sobre a cama e fiquei por cima, ainda olhando cada pedacinho da mulher dona do meu coração. Como pode ser tão linda assim? E ser minha? Aliás, eu espero que continue sendo minha. Seu rosto foi ficando vermelho e os lábios sendo mordidos disfarçadamente, da mesma forma que eu a avaliava, ela fazia o mesmo comigo.

A cintura fina, os seios médios, a pele alva, as tatuagens que me davam um tesão absurdo, tudo isso era lindo demaise atraente, sem dúvidas. Mas a minha coisa favorita nela é os olhos. Os verdes feito grama ou até mesmo feito a pedra esmeralda, tão límpidos e vívidos, e tão sinceros. E agora eu vejo em seus olhos, ela sente o mesmo por mim. Tô quase pulando como uma garotinha, nunca me senti tão feliz quanto eu sinto agora. Devo estar sorrindo como um psicopata porque ela começou a rir também, aquele sorriso doce e sincero que eu amo.

— Eu estou apaixonada por você, Kakashi. Sempre estive. — faltei chorar com essa mas dane-se, segurei como o bom homem que eu sou. Perai, ela disse sempre? Arregalei os olhos com essa constatação e ela viu. — Sim, aisuru. Sempre. Mas depois falamos disso. Agora vem cá que eu quero você.

— Claro, minha hana. — novamente nos beijamos com adoração e agora, finalmente, com amor.

Seus lábios pareciam ainda mais gostosos do que antes, seu corpo mais delicioso e ela mais linda. Meus dedos foram para suas costas tentando soltar o espartilho, na cabeça não tinha mais tiara nenhuma e eu nem vi quando ela sumiu, as luvas idem. Deixei em seu corpo apenas as meias e a cinta-liga, essa combinação é sexy demais.

Voltei a beijar sua boca, indo em seguida para o pescoço. Por mais que eu quisesse enlouquecer novamente, agora era nosso momento de fazer amor e eu não o perderia por nada. Podemos transar, trepar, fazer sexo ou qualquer outro desses nomes em qualquer momento, mas agora precisamos fazer amor. Nossos corações e almas estão abertos para isso.

Lentamente me conectei a sua entrada novamente e entrei devagar, com calma e adoração como eu disse que faria. Suas mãos foram para as minhas costas, fazendo um carinho gostoso enquanto eu beijava seus braços ao meu redor. Os movimentos eram lentos, mas forte, eu ainda batia no fundo dela, quase entrando literalmente com as bolas em seu corpo pequeno.

A diferença era nossos olhares. Eles sorriam um para o outro, e nós também. Eu estava tão feliz e completo que cheguei a ficar com lágrimas presas nos olhos. Vi que os dela também brilhavam, mas diferente de mim, ela as deixou sair. Beijei suas lágrimas e seus olhos em sequência, ainda sem dizer nada, não precisava.

Coloquei uma mão entre nós, alcançando seu grelinho inchado, massageando, vendo ela arfar baixinho. Tão perfeita quando um pôr-do-sol. Suas pernas enroscaram na minha cintura e se é que é possível, eu fui ainda mais fundo. Não tenho o menor medo de dizer que gemi também. Eu nem lembro a quanto tempo eu não transava nessa posição, não era a minha favorita, ela dizia mais do que eu normalmente tinha pra dizer. Então evitava. Mas aqui, com a mulher da minha vida, me pergunto porque não fazíamos mais vezes.

Meu pensamento foi cortado pelo aperto que eu senti no pau. Prestes a gozar, suas mãos estavam abraçadas ao meu pescoço, puxando de leve meus cabelos. Meu nome saia de forma chorosa pelos seus lábios, o timbre da sua voz era perfeito para mim.

— Ka-kakashi... Vem comigo. — era nosso momento esse. Eu iria, sem questionar.

— Vou para onde você quiser, Sakura. — seu corpo tensionou, apertando-me ainda mais forte, me deixando na beira do precipício. Eu pularia, sem medo.

Ouvi dizer que o amor é como um precipício, a gente se joga e torce para nunca chegar ao chão. Eu estava prestes a pular em queda livre com a minha Saky, não tem outro lugar que eu gostaria de estar mais do que aqui. Ela é meu lugar.

Senti seu gozo molhar ainda mais meu pau e toda aquela divagação me fez gozar. Sim, gozamos juntos. E foi maravilhoso.

Ajeitei meu corpo sobre o dela, ainda sem quebrar nossa conexão e sem jogar meu peso sobre ela. Ainda recuperando nosso fôlego, eu soltei de uma vez.

Hana.. Minha hana, namora comigo? — dessa vez ela nem tentou esconder, as lagrimas caíram de seus olhos em meio ao seu sorriso que eu julgava ser felicidade.

— Achei que nunca fosse pedir, Kashi. Claro que sim. — eu tive um suor hétero escorrendo pelos olhos também, não são lágrimas, lógico que não.

— Você é o amor da minha vida, Sakura. — seus dedos recolheram o suor dos meus olhos e ela sorriu. Porque quando a gente ama fica tão otário? Cada segundo que eu a olho parece que ela fica mais e mais linda.

— E você da minha, aisuru.


Notas Finais


Ai ai que eu fico toda chorosa com esse cap.
Eu ouvi um "amém"? Finalmente ele pediu, genteeeee
AAAAAAAHHHHHHHHHHHHH
Eu surto demais.
E aí, me digam, o que estão achando?
Até o próximo, beijinhos.


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