História Mistérios Ararienses III - REINÍCIO(Terceira Temporada 2018) - Capítulo 24


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Categorias Star Trek (Jornada nas Estrelas)
Tags Aventura, Ficção, Revelaçoes, Serie
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Palavras 877
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 24 - Identidade Revelada.


Fanfic / Fanfiction Mistérios Ararienses III - REINÍCIO(Terceira Temporada 2018) - Capítulo 24 - Identidade Revelada.

Havia alguém inspecionando o tal túmulo negro, como ficara conhecido a sepultura do visitante desconhecido no decorrer dos anos. O homem, com trajes que o camuflavam aos olhos das pessoas, ao perceber que alguém o espreitava de dentro da noite, parou o que estava fazendo e se aproximou dos dois amigos escondidos por trás de uma velha árvore. Ele parou a uns três metros de distância e pediu que aqueles que se escondiam se revelassem de uma vez, o que fez com que nosso sacerdote se levantasse e rumasse destemido em direção ao desconhecido. O doutor Xoloni ainda tentou dissuadir o amigo da atitude, mas o padre parecia determinado e atraído por aquela pessoa que o chamava com uma voz suave e firme ao mesmo tempo. O doutor Xoloni então se levantou também e seguiu o amigo a fim de lhe dar apoio caso algo saísse do controle ali e também para entender o porque do amigo estar tão determinado a enfrentar o desconhecido. Assim que o sacerdote pegou a lanterna da mão do amigo e a apontou direto para o rosto do estranho, o doutor Zaki ficou por alguns segundos boquiaberto com a cena que testemunhava, pois estava diante do que só poderia ser um irmão gêmeo do amigo sacerdote que devia trabalhar naquele cemitério como vigia noturno com certeza. A semelhança entre os dois era imensa e não havia um traço que passasse despercebido aos olhos do doutor. Assim que os dois ficaram cara à cara o homem falou olhando primeiro para o doutor Xoloni: “que bom revê-lo com saúde e ativo, meu velho amigo, eu fiz o possível para chegar aqui antes de nós, mas parece que não funciounou”. Ele então deu um sorriso ao amigo e voltou-se para o sacerdote para o qual fez o seguinte relato: “eu estive aqui há quase um século para recuperar um objeto que me ajudaria numa questão pessoal, mas quando pensei que havia retornado para o meu tempo, voltei ao mesmo local algumas décadas à frente. Foi muito difícil distrair os policiais para que não ficasse vestígios da minha visita àquele tempo e como sacrifício deixei o objeto aqui. Agora voltei para recuperá-lo, mas vocês também estão aqui e isso causa uma desvantagem para mim. Vou retornar ao meu tempo e vê se encontro uma outra forma de resolver essa questão para mim, mas antes vamos desenterrar essa coisa e sair desse lugar.

      O sacerdote ainda tentou saber de si mesmo qual era a tal questão pessoal, mas este não quis dar detalhes ao seu eu presente, então resolveu deixar o assunto de lado por enquanto. Os três que eram na verdade só dois mesmo abriram a catacumba com um pouco de dificuldade a fim de não fazerem barulho e acordar o velho guarda que vigiava o cemitério no turno da noite. Assim que removeram a tampa do caixão eles viram a caixa de metal intacta como no dia em que fora deixada ali pelo delegado. O doutor Zaki a levou consigo para o automóvel enquanto o sacerdote se despedia do seu eu do passado ou do futuro, não sabia ele de qual tempo ele teria vindo na verdade, só queria entender o motivo de tudo aquilo acontecendo ao mesmo tempo em sua cidade natal. O sacerdote visitante lhe dissera que havia retornado ao ano da emancipação do lugar como cidade exatamente no dia quatro de julho do ano de 1870 quando a localidade ainda se chamava Picos, naquela ocasião o mais novo município do Império do Brasil. Depois que recuperou o objeto ele então tentou retornar para o seu tempo presente, mas ao invés disso foi levado ao ano de 1943 quando o município mudou de nome para Colinas. Como ele já havia relatado o seu objetivo ali era bastante pessoal e como não se pode revelar os segredos do tempo, ele não arriscaria contar nada ao seu outro eu de um tempo diferente. Ele só pediu que o sacerdote tivesse muito cuidado com os assuntos relacionados à saúde do seu corpo e que em momento algum se descuidase do mesmo. Ele carregava um dispositivo semelhante ao do doutor Zaki só que encaixado na fivela de seu cinto que também lembrava muito o cinto do amigo e assim que o ativou só deu tempo de pedir ao seu eu que desse um grande abraço no seu velho amigo africano, pois de onde vinha o mesmo já havia partido há mais de um século, e então desapareceu num redemoinho de energia. O sacerdote pode perceber que o redemoinho do seu outro eu girava em sentido horário, o que significava que ele teria vindo de um tempo mais à frente que aquele, pois também apresentava traços de mais idade no semblante e nas mãos.

       Na volta para a cidade de Arari os dois amigos fizeram algumas paradas em locais turísticos do percurso, o que foi registrado numa velha câmera fotográfica que pertencia ao nosso sacerdote. As fotos daquela fantástica aventura foram ocultadas por nosso sacerdote durante todo o seu tempo de vida e só vistas mais uma vez antes de serem colocadas junto à ele na ocasião de sua partida desta vida, mas este será o último mistério de nossa série em nossa última temporada em 2020. Aguardem...!



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