História Mistérios Ararienses III - REINÍCIO(Terceira Temporada 2018) - Capítulo 25


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Categorias Star Trek (Jornada nas Estrelas)
Tags Aventura, Ficção, Revelaçoes, Serie
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Palavras 741
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela

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Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - Cinco Anos depois.


Fanfic / Fanfiction Mistérios Ararienses III - REINÍCIO(Terceira Temporada 2018) - Capítulo 25 - Cinco Anos depois.

Final do mês de março do ano 1974, quando as águas do Mearim em conjunto com o transbordar das águas de todos os campos que circundam a localidade começaram a inundar toda a cidadezinha, nosso sacerdote já preparado assim como quase toda a população, descansava num fim de tarde em sua casa paroquial enquanto remexia salgumas fotografias antigasd de uns cinco anos atrás. Eram registros de viagens, celebrações, família e por fim, os que mais chamaram a sua atenção naquele momento, um grupo de três fotografias tiradas ao lado do seu amigo de um passado distante, o doutor Zaki Xoloni, africano do Congo e parceiro de aventuras inimagináveis à maioria dos simples mortais. Juntamente com as fotografias secretas estava um pacote contendo uma lembrança do amigo para o padre de Arari, lembrança da qual havia se esqucido desde a última vez que vira o mesmo em 1969. Ele então desembrulhou o que havia ali oculto e sorriu ao ver do que se tratava, pois o amigo lhe deixara de presente o seu cinto feito com couro de crocodilo e reluzente devido à fivela aparentemente de prata à visão de quem olhasse de início. A fivela na verdade fora feita com o metal derretido da caixa que continha o terceiro símbolo, o qual agora o sacerdote constatara ser o tal dispositivo que permitira ao doutor viajar tão rápido no tempo, só não sabia quando o amigo lhe deixara aquele presente. Ao olhar o cinto com mais atenção especialmente na perte da fivela, ele notou que havia algo encaixadfo no centro que não lhe era estranho, pois já havia visto aquele objeto em algum lugar ou mais de um lugar ao amesmo tempo. Assim que voltou à foto onde o doutor Xolonio estava ao seu lado à frente de uma das mais belas caxoeiras do município de Colinas, na verdade uma pequena queda d’água numa das curvas o Rio Itapecuru, foi que ele reconheceu o mesmo cinto que ganhara do amigo mais o dispositivo em sua mão direita, agora encaixado no centro da fivela daquele cinto, não sabendo ele o porque do doutor tê-lo deixado para ele.

      De repente começou a  sentir uma forte dor na cabeça seguida por uma vontade incontrolável de vomitar, o que o fez correr para o banheiro deixando a fotografia ao chão. Já de volta à sala, ele retomou a fotografia em sua mão para só então ler o que estava escrito na parte de trás daquele registro nas letras oficiais do amigo Zaki, estava escrito o seguinte: “Querido amigo, paz e saúde da parte de nosso Senhor à você! Espero que esteja bem no momento e me desculpe por ter estado aí sem o seu conhecimento, mas precisava deixar uma mensagem de algum jeito, já que você estava em viajem para a capital do seu estado. Estou deixando o dispositivo acoplado ao meu cinto favorito, espero que cuide bem dele! Descobri que na caixa do segundo objeto estava uma a para o mal que o está assolando, ele está em sua cidade natal ainda pq de lá só trouxemos o objeto, pois na correria do momento esquecemos de trazer a caixa. Use o dispositivo e vá até lá antes de nós o pegarmos para que você não se encontre com o seu outro eu por lá. Pressione o dispositivo no centro do cinto com seu polegar direito enquanto visualiza em sua mente o local para onde que ir e pensa no ano em que deve estar este local no tempo mais o momento exato de sua chegada lá. Lembre-se de só trazer a caixa e deixar o objeto mpara que nós o encontremos lá. Boa sorte! O sacerdote focou pensativo por alguns instantes imaginando o percurso que teria que fazer até chegar ao ponto certo, pois sabia que voltaria muito tempo e que depois teria que retornar ao ponto combinado com o doutor e só por fim retornar sem a caixa de novo para casa. Será que era necessário mesmo fazer toda aquela viagem de novo? Pensou ele entristecido e já pronto a desistir de tudo não fosse pela lembrança dos incomodos noturmnos causados por aquele mal desconhecido em seu corpo.

       Como estavam em período de cheia na região, ele resolveu assumir o risco da aventura, pois não haveriam compromissos tão cedo enquanto as águas não recuassem de vez. Ele se vestiu rapidamente colocando o cinto do amigo e apertou o dispositivo desaparecendo logo em seguida...                  Continua!



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