História Mitologia Grega - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Mitologia Grega
Tags Apolo, Grécia, Medusa, Mitologia Grega, Mitos, Zeus
Visualizações 3
Palavras 681
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 3 - Apolo


 Apolo era filho de Zeus e Leto, e irmão gêmeo de Ártemis. Deus do Sol. Era dito também como o deus da divina distância, que ameaçava ou protegia desde o alto dos céus, sendo identificado como o sol e a luz da verdade. Fazia os homens conscientes de seus pecados e era o agente de sua purificação ritual.

Era o deus da morte súbita, das pragas e doenças, mas também o deus da cura e da proteção contra as forças malignas. Além disso era o deus da beleza, da perfeição, da harmonia, do equilíbrio e da razão, o iniciador dos jovens no mundo dos adultos, estava ligado à natureza, às ervas e aos rebanhos, e era protetor dos pastores, marinheiros e arqueiros.

Dafne foi o primeiro amor de Apolo, pelas obras do Cupido. Apolo o viu brincando com suas flechas, e disse a ele que não deveria brincar com armas mortíferas, que ele não era digno, não deveria se intrometer com suas armas e deveria se contentar com tochas.

O Cupido, irritado, retrucou. Suas que suas tochas poderiam feri-lo de outra maneira, então, tirou de sua aljava duas setas: uma que atraia o amor, e outra que afastava. A primeira era de ouro e a segunda de chumbo. Com a de chumbo feriu a ninfa Dafne, e com a de ouro, Apolo, que rapidamente se via completamente apaixonado pela donzela, essa que tinha horror a ideia de amar. Seu prazer era caminhar pelo bosque e caçar.

Apolo a amava e queria. Admirava cada detalhe da mulher. Apolo a seguiu e ela fugiu, mais rápida do que o vento.

Ele tentou se explicar, dizendo que não era um inimigo, era apenas alguém que queria seu amor. Mas Dafne nem sequer parou para ouvir as súplicas de Apolo, apenas continuou a correr. O vento agitava as suas roupas e seus cabelos caiam pelas costas. O deus estava impaciente com o desprezo da mulher e se aproximou mais, diminuindo a distância dentre eles. Ele era um cão perseguindo uma lebre, com a boca aberta, pronta para apanhá-la. Dafne conseguiu fugir no último momento e assim eles voaram, o deus e a virgem. Ela com as asas do medo e ele com as asas do amor. Ele era mais rápido e estava ofegante, sua respiração já avançavam o cabelo da ninfa. Ela já estava fraca e estava prestes a cair, quando ela invoca seu pai e lhe pede para mudar suas formas, que teriam sido a ela tão fatais.

Quase imediatamente seu pedido foi atendido. Seu peito tinha uma leve casca e seus cabelos viraram folhas. Seus braços eram galhos e seus pés se cravaram no chão, como raízes.

Apolo a abraçado e beijou ardentemente a madeira. Os ramos se afastaram de seus lábios e então, Apolo disse:

- Já que não podes ser minha esposa, serás a minha planta preferida. Usarei tuas folhas como coroa, com elas enfeitarei minha lira e minha aljava, quando os grandes conquistadores romanos caminharem para o Capitólio, à frente dos cortejos triunfais, serás usada como coroas para suas frontes. E, tão eternamente jovem quanto eu próprio, também hás de ser sempre verde e tuas folhas não envelhecerão.

Apolo é também o deus da música e da poesia, mas há de ser estranho a medicina fazer parte dessas duas artes.

Apolo também amou apaixonadamente um jovem chamado Jacinto. Em um dia comum, os dois estavam a jogar discos, se divertiam muito e Apolo foi o primeiro a lançar, com força e precisão. Jacinto estava excitado para pegar o disco, ansioso para sua vez de jogar, mas o disco saltou na terra e atingiu sua testa, desmaiando o jovem. Apolo correu para ajuda-lo e enquanto tentava reviver o amigo, mas uma linda flor roxa, parecida com um lírio, nasceu do sangue que escorria em sua testa. A bela flor recebeu o nome de Jacinto.

Versões dizem que Zéfiro, deus do vento, também amava Jacinto, e tinha ciúmes de sua preferência por Apolo, então desviou o disco para atingir o menino.

 Apolo teve seis filhos: Esculápio, Troilo, Aristeu Orfeu, Anfiso e Cíniras.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...