História Mitw- How I Met Your Father... - Capítulo 58


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Categorias Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Felipe "Febatista" Batista, Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Mike, Pac, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellbit, Cellps, Febatista, Felps, Jvnq, Jvtista, Mike, Mitw, Originais, Pac, Romance, Yaoi
Visualizações 203
Palavras 2.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fala aí, galerinha do mal!
Trazendo hoje para você mais um capítulo dessa fanfic que está dando o que falar pra vocês.
Eu estava com esse capítulo pronto há um tempinho, mas fiquei sem internet e não pude postar ;---;
MAASSSS!
Estamos aqui, firmes e fortes pra mandar aquele hoje!
E então? Estão prontos pro que lerão a seguir? KKKK
Para as pessoas que não suportam a ideia de ver o cellbit como o ativo e o felps como o passivo, recomenda-se cautela na leitura, retirem os objetos cortantes de perto da tela do seu aparelho, coloquem os capacetes e boa sorte.
Boa leitura kkkk

Capítulo 58 - Passive Proud...


Fanfic / Fanfiction Mitw- How I Met Your Father... - Capítulo 58 - Passive Proud...

 – Crianças, seu tio Felps e eu tínhamos uma relação... complicada... muitas vezes os nossos gênios eram conflitantes e é por isso acabávamos entrando em discussões bobas. Mas uma característica minha que ele não conhecia até então era a minha capacidade de ser vingativo...

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– O QUÊ?! EU SER O PASSIVO? TÁ MALUCO?! – Eu suava frio. Na nossa curta relação sempre houve um equilíbrio natural; eu era o ativo e ele o passivo. Era bom e nós concordávamos. Mudar isso da noite pro dia era demais pra mim! Eu nunca tive vontade de ser o passivo e ele nunca havia demonstrado essa vontade, mas agora, vendo o olhar de desejo que ele me lançava, eu me sentia bem dominado ali... Esse não era o mesmo Cellbit com o qual eu estou acostumado...

 – É isso mesmo Felpinho. Hoje você será o passivo dessa relação... – Seu sorriso não entregava se ele ia me esquartejar ou transar comigo, e do jeito que as coisas estavam indo eu estava começando a preferir o primeiro...

 – Mas nem pensar!  – Respondo de prontidão – Eu sempre fui o ativo. Que ideia é essa de, de repente, trocar esse fato?  – Ele fechou o sorriso e olhou pra mim sério.

 – Ora, Felipe. Muitos casais por aí são relativos. E hoje eu estou a fim de ficar por cima. Por que tanta repudia? – Eu engulo em seco e o observo.

 – Tá achando que é só vir e ser o ativo? E o meu respeito? – Ele ri e apoia os braços ao lado do meu corpo.

 – Você não se importou com isso quando transamos pela primeira vez... Você só veio e foi o ativo, por que eu devo me importar? – Engulo em seco de novo. Eu sentia minhas mãos suarem frio.

 – Não vou ser o passivo, Cellbit, fora de questão... – Pensei que um ultimato faria com que ele desistisse daquela ideia ridícula. Entretanto ele apenas sorriu e me beijou. Esse foi o beijo mais desconfiado que dei nele. Ele estava tramando alguma coisa...

Quando finalmente me rendi ao beijo, eu senti as mãos dele seguraram as minhas rapidamente e ele me prendeu na cabeceira da cama. No início achei que era só uma maneira de ele se recompensar pela frustração da ideia, eu nem me importaria de ele ser mais dominador, desde que ele mantivesse o contrato da ordem de ativo-passivo intacto.

Entretanto foi quando eu ouvi um estalo metálico que me sobressaltei, mas já era tarde demais... Meus pulsos estavam presos em duas algemas presas à cama. Olho para Cellbit e ele me olhava com um sorriso vitorioso.

 – Que porra é essa, Rafael?  – Ele apenas riu e fez um pequeno carinho na região da minha virilha.

 – Eu não aceito um não como resposta... – Mais uma vez àquela sensação de medo me atingiu, uma parte de mim até considerava aquela ideia, mas a outra parte gritava um não bem mais alto.

 – Quer dizer que vai me prender aqui e me estuprar? Porque só assim pra eu ser o passivo...

 – Claro que não Felpinho – Ele se aproxima do meu ouvido – Até o fim dessa noite você mais estar me implorando pra ser o passivo, meu amor... – Ele riu ao pé do meu ouvido e beijou minha bochecha.

 – Eu já disse que não vou ser o passivo, Cellbit. Não adianta insistir... – Eu sinto ele parar de beijar o meu pescoço e se afastar de mim.

 – Tá. Mas eu vou me aliviar com ou sem você... – Eu o encaro e vejo -o se sentar na cama e começar a se masturbar na minha frente. Na hora senti meu membro começar a corresponder àquela imagem... Maldito loiro gostoso filho da puta!

Ele se masturbava, ora devagar, ora rápido. Ele apertava a minha coxa e deslizava a mão sobre mim com vontade me fazendo pulsar de tesão. Já estava me sentindo muito incomodado com aquilo. Mesmo tocando perto de mim, o canalha nunca encostava onde eu queria, sentia como se eu fosse explodir a qualquer momento!

Minha mente estava embaralhada. Só havia um mix de tesão e de vontade de socar a cara do Cellbit por me torturar assim... Eu já estava me remexendo na cama de incômodo. Não poder me tocar era uma tortura! Sentia meu membro pulsar de vontade, meus dedos dos pés se contraiam de incômodo. Era uma legítima tortura ter aquele pedaço gostoso de mau caminho na minha frente e Não poder tocá-lo.

 – Algum problema, Felps? – Uma das coisas que eu mais gostava na hora do sexo com o Cellbit era a voz. Ele sabia fazer uma voz muito sensual enquanto transávamos. Era um dom. Mas aquele dom era uma maldição numa condição como essa, já que serviu apenas pra me excitar mais...

 – Por que você quer tanto ser o ativo?  – Eu pergunto curioso. Precisa de algo pra me distrair. Ele para e me encara sério. O peito desnudo suado com uma respiração descompassada o dava um ar muito sexy.

 – Porque você feriu meu orgulho... – Ele responde – Se acha "mais macho" que eu... “Os ativos mandam", certo?  – Ele pergunta e se senta. Agora eu entendi. Isso tudo é por causa de uma PORRA de piada!

 – Você tá de brincadeira que fez isso tudo só por causa de uma piada!  – Ele vem pra perto de mim e me encara.

 – Uma "piada" que feriu meus sentimentos... Então você vai sentir na pele como é ser o passivo pra aprender que não deve nos menosprezar. Que melhor maneira de ensinar do que aprendendo na pele?  – Ele sorri e eu engulo em seco –  Quem está rindo agora da sua piada, Felps?

 – Tá, me desculpa... Eu estava errado em caçoar de você ser o passivo... Pode me perdoar?  – faço a minha melhor cara de arrependido e vejo sorrir. Ele se aproxima e me beija lentamente.

 – É claro que te perdoo, meu moreno... – Eu sorrio e ele segura meu rosto – Mas não vou te livrar dessa tão fácil... – ele riu e me beijou. Beijou meu pescoço enquanto rodeava a área em volta do meu membro, mas não o tocava! Que ódio!

 – Ah... Isso é tortura, Rafael... – Eu digo me contorcendo.

 – Mas foi você quem disse que precisava relaxar... Eu só estou apenas fazendo isso... Ah... Se você realmente quiser eu posso fazer você relaxar... – Ele sorri pra mim e geme mais uma vez no meu ouvido – Ah, Felps... – EU NÃO AGUENTO MAIS!

 – Chega! Para, por favor! Eu imploro!  – Não dava mais pra aguentar. Eu sentia que se não me aliviasse naquele momento eu ia morrer!

Cellbit para de se gemer no meu ouvido e me observa. Ele abre um sorriso e chega perto de mim.

 – E então? Está pronto pra ceder?  – Eu coro ao ouvi-lo falando assim. Ele começa a esfregar a glande do meu membro numa tortura excitante.

 – Ah... Só... Porra! Faz o que quiser comigo... Só pare com essa tortura... – Ele sorri e se levanta – Ei! Ei! Aonde você vai?! Volta aqui! Eu já falei que topo, só para com essa tortura!  – Eu já me esganava de tesão.

Ele se vira e ri da minha cara de desespero.

– Calma, amor. Só vou pegar o lubrificante... – Ele termina e ri me fazendo corar.

Eu não acredito nisso. Só posso estar ficando maluco por ter aceitado uma coisa dessas. Eu nunca, NUNCA havia sido o ativo antes... Não fazia ideia de como seria e estava morrendo de medo. Sentia como se fosse a minha primeira vez transando (o que naquela situação não deixava de ser verdade) e a sensação era horrível!

Cellbit chegou perto da cama com um sorriso sacana e um vidro de lubrificante. Eu tento relaxar e dizer pra mim mesmo que não vai doer, mas minhas mãos suam de nervoso e meu coração não para de palpitar rapidamente.

– Eu prometo ir com calma. Quero puni-lo, mas não quero que fique sem andar... – Cellbit manda essa me fazendo repensar essa ideia estúpida pela quadragésima vez. Cellbit, vendo a minha aflição, pega no meu membro e começa a me masturbar. E puta que pariu, como isso era aliviante... – Eu preciso que você esteja bem relaxado... Não vou mentir, dói bastante no início, mas se você der uma chance pode até gostar... – Ele ri e eu me viro.

– Só... Só vai de uma vez... – Ele assente e fica em cima de mim. Começa um beijo fogoso e muito gostoso. Ele não para de me masturbar e eu, aos poucos começo a relaxar com aquela situação.

– Vou começar, ok? – Ele pergunta e eu sabia que não poderia negar. Apenas assinto e sinto-o introduzir um dedo dentro de mim. A sensação era muito incômoda, sentia meu corpo tentando expulsá-lo enquanto ele enfiava de novo. Se com um dedo era ruim assim, imagina com o... – Preciso que relaxe, amor, ou vai ser pior... – Ele diz olhando fixamente pro dedo dele.

– Eu... Eu to tentand-ai... Merda... Isso dói pra caralho! – Eu digo e ele ri – Tá rindo do quê?! – Digo já irritado.

– Você, ativo, se acha muito macho por ser o ativo... Mas é preciso ser macho pra caralho pra aguentar algo como um pau dentro de você... Se com um dedo com lubrificante você já está chorando... – Ele introduziu outro dedo dentro de mim e me fez pular da cama.

–AI,AI,AI, AI,AI,AI,AI! PARA COM ISSO! – Eu peço, mas ele não para. Continua a introduzir os dois dedos e começa a fazer movimentos de tesoura dentro de mim. Eu me sentia rasgado ao meio com aquelas dedos dentro de mim.

– Relaxa... Ainda nem coloquei o terceiro... – Ele ri e eu fecho os olhos com força.

Com o tempo a dor foi diminuindo, ainda existia, mas eu já estava mais relaxado. Cellbit percebeu e colocou o terceiro. Esse foi o mais fácil, acho que de tanto ficar nesse vai e vem acabei me acostumando a essa invasão...

E por incrível que pareça, eu comecei a gostar. O filho da puta começou a sorrir vendo que já não estava mais incomodando tanto quanto antes e se aproximou.

– Vou começar de verdade, ok? – Ele sorriu e me beijou. Eu apenas assenti e fechei os olhos. Cellbit ficou uns quinze segundos colocando o lubrificante no membro dele enquanto eu sentia o meu membro latejar de tesão. Ele se aproximou da minha entrada e encaixou o membro dele roçando a glande apenas pra me atiçar.

– Filho da puta... – Eu falo baixinho e ele ri. Ele começa a introduzir a ponta do membro dele me fazendo fechar os olhos de dor. É bem pior que o dedo! – Ai... Ai, porra! Caralho, como é que você aguenta... Isso? – Ele não diz nada. Estava concentrado na sensação de estar dentro de mim. Eu apenas fecho os olhos e sinto-o destrancar as algemas.

– Pode se mover, vou estar ocupado demais pra te masturbar ao mesmo tempo em que te penetro... – Eu não respondo e começo a me masturbar. Aos poucos vou me acostumando com os movimentos e Cellbit começa a acelerar, logo nós dois estávamos gemendo baixinho. Nem parecia como fazemos sempre.

Eu sentia o membro dele entrando e saindo num ritmo constante, numa queimação por causa do atrito das minhas paredes internas com o membro dele.

– Ai... Ah, Rafa... Ah, porra. Continua... – Eu gemia inconscientemente. Não conseguia controlar a sensação de prazer que me invadia. Era uma sensação de prazer diferente de quando se é o ativo. Era bom, mas era um bom diferente... Era uma experiência válida, acho que no fim eu acabei gostando.

– Ah, Felps... Eu não vou aguentar por muito mais tempo... – Cellbit me encarou com o peito suado e o rosto com um dos olhos fechados de prazer enquanto outro gemido corria na garganta dele.

– Eu também... Ah! – Não aguentei. Me desfiz entre nossos abdômens e senti Cellbit se desfazer dentro de mim enquanto soltava um último suspiro. Senti o líquido escorrer meio grudento até a minha entrada. Cellbit se retira de dentro de mim e respira pesadamente. Esse loiro é cheio das surpresas...

– E então? Aprendeu a lição? – Ele pergunta e deita a cabeça no meu peito. Eu separo uma mecha do cabelo dele que pendia por cima de seus belos mirantes azuis...

– Sim... Desculpa por ter falado aquela bobagem sobre os passivos... Realmente tem que ser muito macho pra aguentar o que vocês aguentam... – Nós dois rimos, mas eu sinto uma pontada de dor no quadril – Por quanto tempo essa merda vai ficar doendo? – Eu olho para ele que fazia círculos no meu mamilo com o dedo.

– Ah, uns dias... – Eu me sento de sobressalto e sinto uma forte dor me fazendo cair de novo.

– UNS DIAS?! Como assim?! – Ele ri e me deita.

– É... Acha que é assim tão fácil da primeira vez? – Ele se aproxima e se encosta ao meu ouvido – Se você quiser podemos fazer de novo pra você ir treinando... – Ele ri e se deita sobre meu peito novamente.

– Não, obrigado... Não foi ruim a experiência, mas eu ainda prefiro ser o ativo da relação... – Ele sorri e me beija.

– Por mim tudo bem... Eu também prefiro assim... – Eu sorrio e faço cafuné no cabelo dele.

– Então essa noite foi puramente uma batalha de egos? Meu orgulho contra o seu? – Ele assente e me abraça.

– Sim. E no fim o meu orgulho passivo venceu... – Ele ri e chega perto de mim me beijando – Mas agora acho melhor eu dar um jeito de levar você e seus oitenta quilos pro banheiro pra tomarmos banho... – Ele ri junto comigo e eu me esforço pra me sentar. Ele me leva nas costas dele e sinto-o fraquejar um pouco – Você tá pesadinho, hein? – Ele brinca e eu dou um tapa no ombro dele.

– Cale-se e ande! –Eu digo e finjo que o chicoteava.

– Acho que hoje eu fui o seu cavalo em todos os sentidos – Ele ri da minha cara vermelha – Tipo, eu era o cavalo, mas você quem cavalgou! – Ele continua a rir e me senta na privada.

– Vai se fuder, seu puto...  Eu odeio você... – Ele se ajoelha e me beija.

– Eu também te amo, seu trouxa...

 


Notas Finais


E acabou...
O que acharam? Uma troca de cenário nunca faz mal... Mas acalmem-se, eles não vão virar relativos, não se preocupem.
Espero que tenham gostado! Caso tenham, por obséquio favoritem e comentem!.
Caso não tenha feito ainda, não se esqueça de checar as minhas outras fanfics no meu perfil, vai que você gosta de outra.¯\_(ツ)_/¯

Nos vemos na próxima, abiguinhos...


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