História Moans - Capítulo 2


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Categorias Pristin, Seventeen
Personagens Hansol "Vernon" Chwe
Tags Gay, Hansol, Pristin, Seungkwan, Seventeen, Yaoi
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Palavras 1.446
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Dois


- E a cara que ele fez foi a melhor de todas quando o Wonwoo disse.

- Estão no terceiro semestre, certo? - Vernon pergunta, com a boca cheia de balas.

- Sim, entramos juntos. Eu consegui bolsa. - diz Minghao, abrindo o saco de doces. - Wonwoo paga mensalidade e poderia muito bem ter um quarto só para si, mas ele brigou com o pai e este o mandou ficar em moradia compartilhada. E aqui estamos nós.

- Então temos um playboy entre nós? - Vernon ri e Wonwoo lhe atira uma almofada de sua cama. 

- Eu ainda estou aqui, e não sou não. Mas o Minghao adora a minha presença, tenho certeza disso. Hum... Adoraria ainda mais a do Junhui.

- Pare de falar do Junhui, sua peste, ele não tem nada a ver com isso.

- Ah, o Jun é tão lindo. Quando ele balança o cabelo, quando ele parece desfilar ao invés de caminhar. - Wonwoo afina a sua voz, se concentrando em não rir e estragar a imitação. - Oi meu nome é Xu Minghao e eu sou apaixonado pelo Wen Junhui, nunca nem falei com ele mas... Ah! O Jun é tão lindo.

- Eu vou te matar. - Minghao se pendura na beliche superior, pulando até lá em questão de segundos e Wonwoo solta um grito estridente em meio a risadas. - Pensando bem, vou te envenenar com aquele suco ruim que serviu na cantina, seu maldito.

Começam a brigar na qual um tentava sufocar o outro com a ajuda do travesseiro. Já era cerca de uma hora e meia da manhã pelo que indicava o relógio, e Vernon bocejava constantemente. Fora um longo dia; Após terem se conhecido melhor, todos foram passear pelo campus durante a tarde e até houve espaço para uma roda de conversa até agora, acompanhada por lanches e besteiras.

Pega seu celular, checando as últimas notícias e coisas do tipo; Ele havia recebido um email da Faculdade, o parabenizando pela conquista e desejando boas aulas no decorrer destes anos. Dentre estas notificações que lhe foram mostradas, estavam algumas mensagens, as quais abriu aliviadamente.

[10:22 a.m] mãe: Oi filho, como passou a viagem? Seu pai, suas irmãs e eu estamos esperando notícias. Quando irá voltar para nos visitar? Beijos e tenha um bom dia.

[12:22 p.m] mãe: Vernon já se passaram duas horas, onde você está?

[3:01 p.m] mãe: ?

[01:27 a.m] Você: oi mãe, está tudo bem, foi tudo muito bem. não aconteceu nada demais, e eu fiz muitos amigos, acredita?

[01:28 a.m] Você: tá tudo bem, não precisa ligar na coordenação. tudo sobre controle. e eu vou dormir aqui, como falei, no internato, e sempre que puder irei ai vê-los. mas a senhora sabe que não vai poder ser sempre, a ida até casa fica um pouco cara e eu não estou trabalhando.

Ele suspira, lendo as próximas mensagens.

[1:33 p.m] jihoon: saudação para o cara mais exemplar desse planeta

[1:33 p.m] jihoon: como tá sendo ai?? já começaram as aulas?

[1:34 p.m] jihoon: ouvi falar que tem umas coisas agradáveis aos olhos, é verdade??

[1:55 p.m] jihoon: sua mãe tá louca te procurando, seu babaca.

[1:30 a.m] Você: cala boca ai

[1:31 a.m] Você: brincadeirinha, tô morrendo de saudades de você infernizar a minha vida, junto com a Yoona também. mas e ela, ainda está naquele emprego temporário?

[1:31 a.m] Você: por aqui tá tudo sobre controle, e não, vão começar amanhã. tecnicamente, hoje.

O garoto envia, sorridente. Era bom ter um contato com pessoas que agora lhe pareciam tão distantes, não somente fisicamente.

- Olhe aqui Vernon. Já que estamos conversando, seria bom que você conhecesse o Mingyu, não acha? - o loiro diz, sorrindo de ponta a ponta.

- Não acredito nisso. Acabou o assunto, vamos dormir. - Wonwoo chuta Minghao para fora dali e se cobre totalmente com os cobertores.

- Mingyu é a paixão platônica dele, mas ele nunca admite.

- Ele namora, não quer nada comigo e nem eu quero, vamos dormir, está tarde. - diz a sua voz, abafada pelos cobertores e lençóis.

- Essa informação não me parece tão confiável. - Vernon diz enquanto ri baixo, também deitando em sua cama. Cobre todo o seu corpo.

- Vocês vão me pagar amanhã, principalmente você chinês. Meu primeiro horário é na mesma sala que Junhui.

- Estou morrendo de medo. - Minghao se levanta e apaga a luz emitida pelo abajur. - Boa noite virgens.

- Você se cuida que eu desço aí.

- Wonwoo, cale a boca e durma logo.

Apenas riram, os três. A janela está entreaberta e a luz reluzente da lua invade quase todos os cantos do quarto; Não me sinto incomodado, pelo contrário, estou bêbado de sono nos primeiros minutos.

Era de fato estranho você estar num local pela primeira vez, e até ter a sua primeira noite de sono ali, o garoto se imergia em pensamentos; Quase todo tipo de pensamento lhe tirava a vontade de dormir com o passar dos minutos, pensava quanto a grade curricular, seu futuro, sua família e amigos que havia deixado. Até em Yuri, sua ex namorada... Conclui que não valia a pena levar seus pensamentos até ela. Vernon fecha seus olhos, sentindo o leve aroma de lavanda característico dos lençóis, ele lhe lembrava sua casa. Permanecia aliviado, embora imagens do que havia se passado lhe apareciam a todo momento. Tudo o que lhe causara estresse ou desconforto, talvez se multiplicando por muitas e muitas vezes. Mas isso não o importa, deixaria os problemas para talvez serem resolvidos pela manhã. Finalmente dorme. Dorme por alguns minutos.

Hansol ouve altos barulhos invadirem o quarto, algo num volume estridente. Levanta a cabeça para melhor procurar, mas não estava certo, a tontura decorrente do sono é maior. O garoto volta a tentar descansar quando este se encerra, apertando o travesseiro assim que pode ouvir os ruídos novamente.

- Ei. Vocês estão acordados? Ouviram isso?

Ninguém responde. Ambos dormem feito pedra.

- Caralho. - Vernon resmunga, se virando para o outro lado da cama.

Já estava certo de que eram gemidos, gemidos num volume extremamente alto que lhe incomodava de tamanha forma. Eles estão vindo por trás da fina parede direita. Senta-se na beira da cama. Não é possível que estejam transando justamente hoje, justamente aqui.

Vernon se levanta, iria ir ao banheiro lavar o rosto. Era difícil dormir, uma vez já acordado. Coloca seus sapatos abertos, não se importando em como estava se vestindo ou coisa do tipo; ele caminha pelo quarto e abre a porta cuidadosamente para que nenhum dos amigos acordassem, o que achava difícil.

O corredor é vazio e silencioso, contudo o único som que o preenche é o que vem do quarto ao lado. Os outros quartos estão verdadeiramente longes para que se possa escutar algo como aquele. Enquanto o garoto anda, bravo, nota que a porta está entreaberta, o que propaga ainda mais a expansão do som.

Vernon se inclina para fechá-la e outros não obterem o prazer de ouvir aquilo, mas sua atenção é prendida de tamanha forma. A maçaneta é diferente, as cores são diferentes, há um tapete, poltronas, uma televisão gigante. Ele havia apenas espiado por detrás da porta, contudo sem ao menos se dar conta, já estava dentro do ambiente.

Se assusta ao descobrir o dono da voz; O garoto que havia visto mais cedo, junto ao grupo de "valentões" estava deitado numa cama enorme, em que na qual rolava dentre os lençóis, gemendo alto. Apenas ele, e Vernon quase deixa o quarto, porém antes se atenta a um detalhe.

Ele dormia.

Suspira e expira, levando as mãos até seus cabelos. Além de tudo o que acontecera, seu dormitório era ao lado de um dos garotos metidos do grupo, e ele tinha problemas de sono. Gostaria de fazer algo, mas reclamar não tornaria a sua noite melhor, estaria indisposto por não ter dormido como qualquer outro dia. Vernon volta a observar o quarto, mesmo que escuro; Algumas fotografias chamavam-no a atenção a princípio, entretanto aquele som lhe causava reações indesejáveis. O outro garoto gemia incessantemente, cada vez mais alto e agonizante. Já Hansol, notara um volume aparente em suas calças.

- Ah não. Não, não, não...

Volta para onde veio, a porta de entrada para o quarto; Dividia-se entre voltar ou não até o seu dormitório, ali estava tão agradável. De qualquer forma, ele acordaria alguma hora.

Seus olhos vão até um pequeno balcão no quarto; Ali, há um aparelho com botões que lhe chamam a atenção. Ele o segura manuseando facilmente.

Era um gravador. Posiciona, próximo ao garoto gemendo sobre a cama, a opção de Nova gravação.

 



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