História Moans - Capítulo 4


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Categorias Pristin, Seventeen
Personagens Hansol "Vernon" Chwe
Tags Gay, Hansol, Pristin, Seungkwan, Seventeen, Yaoi
Visualizações 24
Palavras 1.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Quatro


O garoto se revira pela cama devido a insônia, todas aquelas cenas haviam lhe tirado a vontade de dormir. Embora já tivesse sentido as mais extremas sensações possíveis numa só noite, ele queria mais; Não fora o bastante.

Conecta um cabo que interliga o gravador e seu notebook.

Ele encara atento a tela, com a mão sobre o mouse procurando novos ícones de navegação. Ainda havia muito espaço de armazenamento no aparelho, visto que alguns áudios estavam gravados. Pega seus fones de ouvido e os conecta também no computador, clicando sobre a primeira gravação, que foi criada a três semanas atrás.

Era uma voz sublime e delicada, ainda que marcante. Ela canta feito um belo pássaro, com total domínio do que executa. Assim que a canção acaba, a escuto novamente. E de novo. Abro o outro áudio, agora uma música diferente. E os próximos quatro, outras músicas. A sétima gravação fora curta, apenas a mesma voz masculina que cantava, e ela dizia coisas pertinentes a horários e tarefas. O último áudio durara vinte minutos, e o garoto sorri nervoso antes de abri-lo. 

— Eu dormiria se fosse você. Dormiria para acordar bem cedo e não ser o último a ficar no quarto, ainda mais sendo novato.  Eles costumam fazer algumas brincadeiras. — Minghao diz, o assustando.

Vernon havia pulado em decorrência do susto, encarando o garoto com olhos confusos.

— Já estou indo.

— Não você não está, já é muito tarde, Hansol.

O garoto suspira e revira os olhos, retirando os fones do ouvido e desligando o computador.

— Satisfeito?

— Demais. Boa noite, amigo.

Vernon deita a cabeça sobre o travesseiro. Demora alguns minutos até sentir seus olhos pesarem. Finalmente, adormece.

Como se houvesse passado um segundo, acorda novamente. O quarto permanece numa completa algazarra e Vernon coça seus olhos, ainda cansado. Leva um tempo para perceber que uma nova discussão estava sendo travada.

— Jeon Wonwoo, essa cueca azul é minha quantas vezes tenho que repetir?

— Ela é minha, a roxa também.

— Mas a roxa também é minha!

Hansol boceja, apoiando-se na cama com os cotovelos. Notara duas figuras correndo pelo quarto e pulando sobre as camas, inclusive a sua. Acompanhada pelos movimentos ágeis, está uma terrível gritaria que preenche o lugar.

— Wonwoo, tire essa cueca agora! — Minghao tenta capturá-lo, sem sucesso.

Hansol ri enquanto observa a cena de ambos os garotos brigando pela peça; Wonwoo a vestia, contudo o outro não usava absolutamente nada, apenas se cobrindo com as mãos.

— Bom dia, está tudo bem aí?

— Ligue para a coordenação e avise que tem um estudante querendo furtar peças de roupas. — diz o moreno, enquanto tenta se desvencilhar. — Onde já se viu me acusar...

Antes que ele termine, Minghao se joga por cima do garoto e ambos caem ao chão. A briga continua ali, mesmo que a risada de Vernon se propague no ambiente.

— Devolve! — o loiro já puxava-a, irado.

— Tudo bem, estou devolvendo, estou devolvendo! Tirano safado.

Hansol se levanta até o espelho, o encarando com olhos ainda pesados. Boceja alto. Wonwoo corre até o armário a procura de roupas, enquanto Minghao se veste.

— Belo amigão você tem em baixo, chinês. — o moreno veste uma camisa clara.

— Wonwoo, se eu tiver que ir até aí você vai se arrepender.

— Já estou de joelhos.

— Wonwoo, droga!

A briga recomeça, e Hansol revira os olhos de uma maneira engraçada. Veste uma roupa leve, ao som de socos e gemidos existentes agora no quarto.

O horário das aulas está num pequeno quadro de avisos, e este aponta que a primeira seria às oito e meia, agora da manhã.

— Vamos se atrasar se vocês continuarem fazendo isso. — Ele segura alguns livros e cadernos junto a si. Quase todo o seu material fora por conta da Faculdade, havia conseguido após comprovar baixa renda.

— Estamos indo, estamos indo. — um dos garotos, aparentemente bravo, responde.

— Dez minutos para começar, espero vocês lá.

Hansol deixa o quarto, encarando a tela de seu celular. Jihoon havia mandado uma mensagem, contudo ele não leu, preocupado em observar o ambiente. Era tudo muito lindo e enorme, nunca havia imaginado que poderia frequentar um lugar assim. Sentiu vontade de entrar dentro da biblioteca, que fora sempre seu lugar preferido; não notara o tempo passar enquanto observava os livros pelo vidro, mesmo atrasado. Após alguns minutos, prosseguiu adentrando um novo corredor.

— Eu disse para que trocasse, eu não vou usar aqueles panos sujos!

Vernon escuta uma voz em alto tom a esquerda do próximo corredor. Ele já a ouvira antes; Continua.

— Avise o seu patrão que sofre de amnésia, que semana passada estávamos na Tailândia e fizemos compras... Não interessa que é meu pai, ele deve saber... Não interessa, eu não vou usar aquelas coisas, ele me deu ano passado e já estão empoeiradas de tão velhas. — o garoto da voz permanece impaciente e agressivo. — Quero que me traga até amanhã, é o prazo máximo, caso contrário eu mesmo irei te demitir. Castigo? Não tenho medo dele, vá dizer logo. — encerra a possível ligação.

Hansol ouve seus passos se aproximarem, e prontamente começa a andar na mesma direção. Ambos se cruzam, e ele sente olhares enojados em si.

— Este lugar está ficando de mal a pior. — termina, por fim.

— Não ligue para o que ele diz. Wen Junhui é só mais um merdinha daqui. — Wonwoo chega ao seu lado, pousando sua mão sobre o ombro do amigo.

— Não fale assim do Jun, tenho certeza de que vocês entenderam mal.

— Ah, cale a boca, Minghao. O garoto que você gosta é nojento, egoísta, infantil e metido a besta, tem que reconhecer isso.

— Não briguem por isso. Vamos lá, o sinal já vai tocar, não quero me atrasar no meu primeiro dia de aula. — Hansol diz, abatido. Os meninos caminham juntos por ali, até chegarem a sala pertinente do primeiro horário.

Cada um ali escolhe seu lugar, com bastante proximidade por sinal. E ao dar uma pequena olhada ao seu redor, Hansol observa um rosto conhecido a ele. Em alguém com uma voz estritamente conhecida a ele.



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